Quatro equipas, um titulo em disputa! Chegamos a Final 4 da Euroleague, onde tudo estará em aberto e celebra-se o melhor basquetebol que se joga no velho continente.
Quatro equipas, um titulo em disputa! Chegamos a Final 4 da Euroleague, onde tudo estará em aberto e celebra-se o melhor basquetebol que se joga no velho continente.
A equipa das quinas acabou arredada da primeira edição dos Jogos Mundiais de Praia, no seguimento de duas derrotas no torneio de apuramento do continente europeu. O Fair Play vem por isso analisar o que falhou em Salou e procurar identificar pontos chave a corrigir para que o resto da temporada seja mais risonha.
É altura para repensar em várias questões associadas à Patinagem de Velocidade e a procura por um debate lógico é o foco principal. Dos escalões de Masters à posição desta modalidade na Federação, qual o tema mais importante?
Em ano de mundial podem aparecer os "bolters", ou seja, os jogadores-surpresa nas convocatórias. Três nomes de "bolters" para os All Blacks, Wallabies e Sprtingboks!
Estão escolhidos os nomes para os melhores treinadores do CN1, com Ricardo Rodrigues a merecer a escolha do público e João Baptista/José Mendes da Silva o do júri-especial! Eram as tuas escolhas?
Lewis Hamilton venceu o GP de Espanha, voltou à liderança do Campeonato, e talvez mais importante ainda, deu uma resposta a Valtteri Bottas.
Em mais uma dobradinha da Mercedes, a quinta em cinco corridas (!!!), foi uma performance dominadora e mandona de Hamilton. Depois de ver Bottas dominar no Azerbaijão, Hamilton puxou dos galões para mostrar que não se vai deixar vencer na corrida para p título.
Bottas parecia que iria continuar na senda do GP em Baku, ao conseguir conquistar a pole, com 0.6 segundos de avanço para Hamilton. O problema é que os pontos se ganham aos domingos, e na corrida, Hamilton dominou.
Hamilton começou por arrancar melhor e já liderava na primeira curva, liderança essa que nunca foi posta em causa. Bottas só conseguiu ver o seu colega de equipa desaparecer na sua frente, ficando-se assim pelo 2º lugar.
A completar o pódio ficou Max Verstappen, numa corrida onde não teve muito que lutar. É assim o segundo pódio da Honda desde o seu regresso à F1, e também segundo com a Red Bull.
Em 4º e 5º ficaram os Ferrari de Vettel e Leclerc, em mais um fim de semana para esquecer para a Ferrari. Cada vez parece ser mais evidente que a Ferrari não vai mesmo ter capacidade de lutar contra a Mercedes e que a luta para o título será apenas entre os pilotos da Mercedes.
Em 6º ficou Gasly, no segundo Red Bull, com Kevin Magnussen a terminar na sétima posição, como melhor dos ‘outros’.
Destaque também para o Carlos Sainz, a terminar a sua corrida caseira no 8º lugar, em mais um bom resultado para a McLaren em recuperação.
Cada vez mais a Mercedes cimenta a sua posição nesta temporada da Fórmula 1, e parece que a corrida para o título vai ser a dois, dois pilotos da mesma garagem.


Novak Djokovic conquistou, este domingo, em Madrid, o seu segundo título do ano. Mas não foi um título qualquer. Porque o sérvio vinha de uma crise de resultados, porque conseguiu ganhar pela terceira vez no país do seu maior rival em terra batida, e, também, porque igualou Nadal com 33 vitórias em Masters 1000.
Para isso, Djokovic teve que vencer na final Stefanos Tsitsipas (6-3, 6-4). O grego, 20 anos de idade, atravessa um momento inegavelmente bom. Depois de vencer o Estoril Open, El Greco reiterou que também é preciso contar com ele na terra batida.
A melhor prova, talvez, tenha sido as meias-finais. Tsitsipas deixou para trás nada menos que o favorito Rafa Nadal (6-4, 2-6 e 6-3). Prossegue assim o jejum de vitórias do espanhol na terra batida. Em Monte Carlo e Barcelona, o maiorquino também caiu nas meias-finais. Esta foi, de resto, a 70ª meia final de Nadal em um torneio Masters 1000.
Tsitsipas reconheceu ter sido uma das mais importantes vitórias da sua ainda curta carreira profissional. “Pode parecer estranho, mas prefiro defrontar Nadal na terra batida”, reconheceu o grego, que, no Australian Open, foi eliminado precisamente pelo espanhol.
Nos quartos de final de Madrid, Tsitsipas ultrapassou outro “master” da terra batida, Alexander Zverev (3-6, 6-4 e 6-4).
Por seu lado, Djokovic também afastou Dominic Thiem nas meias-finais (7-6 e 6-4). O austríaco, igualmente um especialista na terra batida e vencedor em Monte Carlo, havia eliminado Roger Federer na eliminatória anterior (3-6, 7-6 e 6-4). Os quartos de final de Madrid, foram, aliás, um regalo para os apreciadores do ténis, juntando 5 vencedores de Major (Djokovic, Federer, Nadal, Cilic e Wawrinka) e três dos mais proeminentes tenistas mundiais (Tsitsipas, Thiem e Zverev). Aqui, destaque para a evolução de Stan Wawrinka. Está longe dos seus melhores tempos, mas parece, aos poucos, regressar a um nível alto. Nadal, contudo, acabou por levar a melhor sobre o suíço com naturalidade (6-1 e 6-2).
O Masters de Madrid também confirmou o final de carreira de David Ferrer. O espanhol, 37 anos, manteve uma carreira longa, sendo conhecido pela sua capacide física e mental. Alexander Zverev acabou por colocar o ponto final, ao vencer, na segunda eliminatória, por 6-4 e 6-1.
Com a Free Agency e o Draft no passado, está na altura de começar a falar de previsões iniciais. Queres saber quem será o MVP de 2019? Ou o vencedor da Super Bowl LVI? Revelamos a nossas 4 primeiras previsões de 2019!
Bucks e Warriors já garantiram lugar na final das respetivas Conferências eliminando Celtics e Rockets, mas como conseguiram fazê-lo? Descobre tudo aqui!
25 anos depois da morte de Ayrton Senna, relembramos o piloto e o fatídico dia em que tudo aconteceu. O Brasileiro é, hoje, mais do que um piloto, é um legado e uma lenda da Fórmula 1.