Luís Pereira, Author at Fair Play

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Luís PereiraOutubro 25, 20203min0

Fez-se história no regresso da Fórmula 1 a território nacional, com Lewis Hamilton a vencer o GP de Portugal e tornar-se com piloto com mais vitórias de sempre na F1.

Não se podia pedir melhor no regresso da Fórmula 1 a Portugal! Com a vitória no primeiro GP realizado no Autódromo Internacional do Algarve, Lewis Hamilton conseguiu atingir a marcar das 92 vitórias na F1 e passar Schumacher na lista dos pilotos com mais vitórias na modalidade.

Hamilton nem parecia estar a adaptar-se ao desafiante circuito, já que Bottas pareceu mais rápido durante todo o fim de semana, até que chegou o momento crucial. Na última volta da qualificação Hamilton saca uma volta rápida “do nada”, que lhe garantiu o lugar na pole.

No arranque da corrida, também aí, Hamilton começou a levar a melhor sobre Bottas, até que começou a chover, o que levou Hamilton a cometer um erro, a perder o lugar para Bottas e este, por sua vez, para Carlos Sainz!

Um grande arranque de corrida, com várias trocas de posição em pista, muito caos e o destaque para Kimi Raikkonen que arrancou de 16º para sexto lugar!

Mas assim que a pista começou a secar foi um retomar à normalidade, com os Mercedes a ficarem os carros mais eficazes em pista, com Bottas a assumir a liderança na frente de Hamilton.

Só que Hamilton estava decidido a tornar este regresso do GP de Portugal em algo memorável, mantendo o ritmo bem alto, até ultrapassar Bottas. O finlandês não conseguiu ir buscar nada para acompanhar o Campeão do Mundo e daí para a frente Hamilton dominou a seu belo prazer.

Verstappen ficou em terceiro, sem conseguir acompanhar os Mercedes, mas também ele com mais andamento do que os restantes. Leclerc fez uma corrida incrível, terminando num fantástico quarto lugar. Ainda que longe do pódio, Leclerc mostrou um andamento bastante superior a Vettel, que não foi além do 10º lugar.

Em quinto ficou Gasly, que fez umas boas ultrapassagens aos Renault para bater Carlos Sainz, que apesar de ter chegado a liderar a corrida, não tinha mais andamento do que lutar com Gasly para terminar em sexto.

A fechar o top 10 ficaram Perez em sétimo, na frente da dupla da Renault, Ricciardo e Ocon.

(formula1.com)

Apesar disso, o GP de Portugal não vai ficar associado apenas ao regresso do “grande circo” a território português, algo que não se via desde 1996, como ficará sempre na memória como a corrida em que Lewis Hamilton estabeleceu um novo recorde, recorde esse que seguramente não ficará por aqui.

GRANDE PRÉMIO DE PORTUGAL

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO DO MUNDO DE PILOTOS

(foto: formula1.com)
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Luís PereiraOutubro 12, 20203min0

Lewis Hamilton igualou as 91 vitórias de Michael Schumacher na Fórmula 1. Ao vencer o GP de Eifel, Hamilton é agora, um dos mais bem-sucedidos pilotos da F1, mas sabemos que o britânico não se irá ficar por aqui.

Se há uns anos seria impensável sonhar que alguém chegaria perto dos recordes de Schumacher, mas Lewis Hamilton caminha claramente para se tornar o piloto mais bem-sucedido de sempre. no final da corrida, Hamilton foi presenteado com um dos capacetes de Schumacher pelo seu filho, Mick, no que acabou por ser um bonito gesto de passagem de testemunho.

Para igualar Schumacher Hamilton teve de lutar com o colega de equipa, Valtteri Bottas, que conquistou a pole. Durante a corrida o finlandês já não se mostrou tão seguro, que ia deixando a liderança fugir logo no arranque, mas ainda a conseguiu segurar.

Mais tarde, Bottas deixou o carro fugir, erro esse que foi aproveitado por Hamilton. Bottas nem teve hipotese de tentar ir reaver a posição, já que teve de abandonar pouco depois com problemas de motor.

Foi o primeiro abandono de um Mercedes este ano, abandono esse que deixa a liderança do Campeonato entregue a Hamilton. Bottas precisará de um “milagre”, como o próprio disse, para chegar ao título e impedir Hamilton de igualar Schumacher como piloto mais vezes Campeão do Mundo de F1.

Em segundo lugar ficou Max Verstappen, que nunca teve hipotese de lutar com os Mercedes, apesar das francas melhorias no Red Bull.

A completar o pódio, foi Ricciardo, com o seu primeiro pódio na Renault, e o primeiro do Australiano desde 2018. Foi também o regresso aos pódios por parte da Renault desde que voltou à F1 em 2016.

Atrás dos pilotos do pódio ficaram Perez e Sainz. Perez ainda tentou chegar ao pódio, mas perdeu a batalha para Ricciardo. Sainz lutou contra as adversidades de um carro onde não se sentia confortável, mas ainda chegou ao quinto lugar.

Gasly, bateu nas últimas voltas o Ferrari de Leclerc para terminar no sexto lugar.

Também grande corrida de Hulkenberg, que foi substituir Lance Stroll com problemas de estômago, para terminar no oitavo lugar.

Os últimos lugares pontuáveis foram para Grosjean, a trazer os primeiros pontos para a Haas em 2020, e para Giovinazzi, da Alfa Romeo.

A próxima corrida será de especial importância, porque será o regresso da F1 a Portugal. Será a primeira vez que se irá realizar um GP no circuito do Algarve e as expectativas estão em alta.

GRANDE PRÉMIO DE EIFEL

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO DO MUNDO DE PILOTOS

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO DO MUNDO DE CONSTRUTORES

(foto: formula1.com)
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Luís PereiraOutubro 1, 20202min0

Valtteri Bottas venceu o GP da Rússia e impediu, para já, Lewis Hamilton de igualar o recorde de vitórias na F1 de Michael Schumacher.

Bottas aproveitou a dupla penalização de cinco segundos nas boxes que Hamilton apanhou para vencer o GP em Sochi. Hamilton pode apontar o dedo à Mercedes por o terem aconselhado a fazer treinos de arranque na zona errada da pista, que acabaram por o afastar da luta pela vitória.

Bottas reduziu assim a diferença pontual para Hamilton, estando agora a 44 pontos. Hamilton não ficou nada contente com a penalização, falando ainda de existir uma perseguição dos comissários ao Campeão do Mundo. Com esta penalização Hamilton terminou em terceiro, não só atrás do colega de equipa, mas também de Max Verstappen.

Verstappen terminou em segundo lugar, um excelente resultado, ainda para mais depois de dois abandonos seguidos. Verstappen espera agora recuperar o tempo perdido e voltar a poder lutar por vitórias nos próximos Grandes Prémios.

Sergio Perez ficou num ótimo quarto lugar, especialmente porque conseguiu bater o Renault de Daniel Ricciardo, em quinto lugar.

Apesar de ter recebido uma penalização de cinco segundos, o australiano conseguiu uma margem suficiente para manter Charles Leclerc atrás de si, depois da aplicação da penalização.

Sexto lugar para Charles Leclerc, num resultado excelente para a Ferrari, tendo em conta a pouca competitividade atual do carro.

Esteban Ocon (Renault), Daniil Kvyat (AlphaTauri), Pierre Gasly (AlphaTauri) e Alexander Albon (Red Bull) completaram o top 10. Albon ficou especialmente desiludido com a sua prestação, especialmente tendo em conta o resultado do colega de equipa.

A desilusão da corrida foi para a McLaren, com ambos os pilotos fora dos pontos, depois de estarem envolvidos num incidente logo na primeira volta, que danificou o carro de Norris e tirou Sainz da corrida.

A F1 volta agora à Alemanha, onde vai começar uma jornada de corridas em pistas que não estavam originalmente no calendário, onde se inclui o tão aguardado regresso da F1 a Portugal.

GRANDE PRÉMIO DA RÚSSIA

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO DO MUNDO DE PILOTOS

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO DO MUNDO DE CONSTRUTORES

(foto: formula1.com)
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Luís PereiraSetembro 14, 20202min0

Lewis Hamilton venceu o GP da Toscânia Ferrari 1000, na primeira vez que a F1 correu em Mugello, chegando à 90ª vitória da carreira.

Hamilton está agora a apenas uma vitória de igualar o registo máximo de Michael Schumacher.

Foi em mais um louco, mas cheio de entretenimento, GP da Toscânia que Hamilton ficou a uma vitória de igualar Schumacher. A corrida teve emoção logo no arranque, com um arranque cheio de caos.

Bottas largou melhor da segunda posição, ultrapassando Hamilton, mas a emoção seria um pouco mais atrás. Isso tudo porque houve uma carambola entra Gasly e Verstappen, que os eliminou e trouxe à pista o safety car.

Mas a confusão não ficou por aqui, porque no recomeço da corrida houve um acidente na parte de trás do pelotão. Esse acidente fez com que se interrompesse a corrida com bandeira vermelha e Nicolas Latifi, Kevin Magnussen, Antonio Giovinazzi e Carlos Sainz ficaram todos fora de corrida.

Isso levou a um recomeço da corrida, onde desta vez Hamilton arrancou melhor do que Bottas, partindo para uma liderança que não mais largou. Hamilton foi gerindo todo o ritmo, enquanto atrás de si, Bottas, Ricciardo, Albon e Stroll lutavam pelos lugares dos pódios.

Até que, nova bandeira vermelha. Lance Stroll teve uma saída de pista que interrompeu novamente a corrida.

Neste novo arranque Ricciardo chegou mesmo ao segundo lugar, passando Bottas, mas o finlandês não se deixou ficar. Quem também quis mais foi Albon, que passou Ricciardo para o terceiro lugar, chegando assim pela primeira vez ao pódio.

Apesar de não ter chegado ao pódio, foi uma excelente corrida para Ricciardo, seguido de Perez e Lando Norris. Kvyat ficou em sétimo lugar, atrás dos carros motorizados por Ferrari, com Lerclerc em oitavo, à frente de Raikkonen e Vettel. Foi uma corrida desapontante para a Scuderia, no seu 1000º Grande Prémio.

Com este resultado Hamilton reforça a sua liderança no Campeonato e parece estar cada vez mais próximo de se tornar no piloto mais bem sucedido de sempre da Fórmula 1.

GRANDE PRÉMIO DA TOSCÂNIA

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO DO MUNDO DE PILOTOS

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO DO MUNDO DE CONSTRUTORES

(foto: formula1.com)

 

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Luís PereiraSetembro 6, 20203min0

Numa louca corrida de F1, Pierre Gasly venceu o GP de Itália, repetindo a vitória de 2008 para então Toro Rosso, agora Alpha Tauri.

Apesar do resultado inesperado, o fim de semana parecia que iria ser mais do mesmo, já que Lewis Hamilton conquistou confortavelmente a pole. O destaque foi mesmo para a boa prestação da McLaren, com Sainz em terceiro atrás dos Mercedes.

No arranque foram mesmo os McLaren a surpresa, com Sainz a saltar para segundo e Norris a ir para terceiro, ultrapassando Bottas. Hamilton conseguia ir-se distanciando na frente, mas com os McLaren sempre a um bom ritmo.

A corrida tem o primeiro incidente quando o Haas de Magnunsen falha, obrigando o safety car a ir para a pista. Isso faz com que Hamilton tenha a imediata reação de ir às boxes mudar de pneus, mas a pit lane estava… fechada. Isso traduziu-se numa penalização de 10 segundos para o líder do campeonato.

Entretanto a Ferrari ia tendo uma corrida para esquecer, fora dos lugares pontuáveis e com Vettel a abandonar com falha nos travões. Para piorar, Leclerc tem um acidente, que fez surgir a bandeira vermelha, permitindo a todos os pilotos que ainda não tinham parado a poder fazer alterações aos seus carros.

No recomeço Hamilton cumpriu a sua penalização, que o levou para o último lugar. Com isto, Pierre Gasly surgiu na frente de Kimi Raikkonen e Antonio Giovinazzi, Carlos Sainz, Lance Stroll, Lando Norris, Valtteri Bottas, Daniel Riccardo, Esteban Ocon e Dannil Kvyat, em 10º.

Sainz mostrou novamente que o bom andamento dos McLaren não era ao acaso e foi em perseguição de Gasly e Raikkonen. Apesar do enorme andamento, Sainz só conseguiu tentar ultrapassar Gasly na última volta. Gasly manteve a sua compostura e trouxe uma grande vitória para a Alpha Tauri.

Uma verdadeira história de redenção, ainda mais com um jovem piloto que foi demovido a meio da temporada anterior da Red Bull. Apesar do segundo lugar ser o melhor da carreira de Sainz, o espanhol sentiu aquela sensação agridoce de que poderia ter sido mais. Com o lugar no pódio mais o quarto posto para Lando Norris, foi um bom fim de semana para a McLaren.

Lance Stroll completou o pódio num excelente resultado para a Racing Point. Por sua vez, Hamilton conseguiu fazer uma enorme corrida de recuperação e terminou em sétimo, apenas a dois lugares atrás de Bottas. O que acaba por ser pouco penalizador para o líder do Campeonato.

O GP de Itália foi, sem dúvida, uma corrida caótica, mas muito interessante. É de esperar para ver se as próximas trazem mais caos, ou será um regresso à normalidade do domínio dos Mercedes.

GRANDE PRÉMIO DE ITÁLIA

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO DO MUNDO DE PILOTOS

(foto: formula1.com)
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Luís PereiraAgosto 31, 20203min0

Lewis Hamilton controlou o GP da Bélgica em mais uma dobradinha para a Mercedes.

Hamilton mostrou-se, mais uma vez, em grande forma, na Bélgica. A corrida nunca pareceu estar em risco, com Hamilton a manter-se sempre a uma distância confortável do seu colega de equipa, Valteri Bottas.

Bottas, que terminou em segundo, disse mesmo no final da corrida que haveria pouco a fazer, uma vez que Hamilton estava a ter um fim de semana “perfeito”.

Com este fim de semana de domínio, são assim cinco vitórias em sete corridas para o britânico, que ficou também a duas vitórias de igualar Schumacher.

Em terceiro lugar, numa solitária e “aborrecida” corrida, ficou Verstappen. Verstappen só conseguiu acompanhar de longe os Mercedes, sem ser uma ameaça a nenhum deles. Por isso a Red Bull preocupou-se em manter o posto e não causar demasiado desgaste ao monolugar.

Quem fez o seu melhor resultado da temporada foram os Renault. Ricciardo ficou num sensacional quarto lugar, repetindo o resultado do GP da Grã-Bretanha, com Esteban Ocon em quinto, a ser melhor do que o Red Bull de Albon.

Albon continua sem conseguir ter o andamento de Vertappen, mas ainda assim conseguiu resistir ao ataque final de Lando Norris, para terminar na sexta posição. Norris foi o único McLaren em pista e lutou para chegar ao sétimo lugar. Carlos Sainz não chegou a iniciar a corrida, com problemas de motor.

A terminar o top 10 ficaram Gasly, que fez uma brilhante ultrapassagem em Eau Rouge a Sergio Perez, e os Racing Points de Stroll e Perez, muito apagados neste fim de semana.

Destaque para o péssimo fim de semana da Ferrari, a terminarem fora dos pontos e atrás do Alfa Romeu de Kimi Raikkonen em 12º. Já se suspeitava que a Ferrari iria ter problemas em Spa, devido à falta de velocidade em reta, mas não se esperava que fossem terminar atrás de um carro da equipa secundária.

A F1 volta já no próximo fim de semana, em Itália, algo que neste momento vai ser bom para a Ferrari, uma vez que vão poder fazer o GP sem os fevrosos adeptos nas bancadas para assistirem àquilo que se espera que venha a ser outra corrida pouco competitiva para a Scuderia.

GRANDE PRÉMIO DA BÉLGICA

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO DO MUNDO DE PILOTOS

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO DO MUNDO DE CONSTRUTORES

(foto: formula1.com)
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Luís PereiraAgosto 16, 20202min0

Lewis Hamilton dominou de ponta a ponta o GP de Espanha e volta a distanciar-se na liderança do Campeonato do Mundo de Pilotos.

Com esta vitória, Hamilton venceu o quarto GP em seis este ano, atingiu o novo recorde máximo de mais pódios da F1 (156), ultrapassando Michael Schumacher. A vitória em Espanha foi a 88ª da carreira, ficando apenas a três de Schumacher. Parece que os recordes, em tempos “inalcançáveis”, estão a ficar todos à mercê do britânico.

Lewis Hamilton começou por mostrar que estava em Espanha para dominar logo na qualificação, ao conquistar a pole. Num circuito onde não costuma ser mais fácil ultrapassar, boa qualificação e arranque são essenciais, e foi isso que Hamilton fez.

Hamilton controlou a seu belo prazer, sem nunca perder a liderança, fazendo uma corrida solitária, mas sempre na liderança.

O seu perseguidor mais próximo, mas ainda assim algo distante, foi Verstappen. Verstappen arrancou da terceira posição, mas cedo ultrapassou Bottas. Bottas nunca conseguiu ficar a lutar contra Verstappen, mesmo com a tentativa de estratégia agressiva por parte da Mercedes.

Com o terceiro lugar, Bottas começa a ver Hamilton distanciar-se na liderança do Campeonato, começando a tornar-se uma miragem a conquista do título.

Os Racing Point de Stroll e Perez ficaram na quarta e quinta posição, atingindo um excelente resultado de equipa. Atrás ficou Carlos Sainz, com uma excelente corrida caseira, na frente de um recuperado Vettel, que fez a sua melhor corrida de 2020. Vettel fez apenas uma paragem, algo que parecia ser uma estratégia pouco eficaz, mas que o alemão concretizou com sucesso.

A completar os lugares pontuáveis ficaram Albon, no segundo Red Bull, na frente de Gasly e Norris.

No geral foi uma corrida completamente dominada por Hamilton, ainda mais numa pista que não costuma oferecer o melhor espetáculo. Com este resultado a Mercedes volta a parecer imparável, com apenas Verstappen a ser capaz de acompanhar, mas apenas nas circunstâncias certas.

GRANDE PRÉMIO DE ESPANHA

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO DO MUNDO DE PILOTOS

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO DO MUNDO DE CONSTRUTORES

(foto: formula1.com)
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Luís PereiraAgosto 10, 20203min0

Brilhante Max Verstappen venceu o Grande Prémio do 70º Aniversário da Fórmula 1, conquistando a sua primeira vitória do ano. Terminou assim o total domínio da Mercedes em 2020.

Verstappen alcançou a vitória depois de arrancar em pneus duros, fazendo uma estratégia diferente dos Mercedes, que arrancaram das duas primeiras posições da grelha de partida.

A ideia de Verstappen foi prolongar ao máximo a utilização dos pneus duros iniciais, conseguindo acompanhar os Mercedes em ritmo de corrida. O andamento era tanto que o engenheiro de corrida lhe pediu para reduzir o ritmo, algo que Verstappen, como seria de esperar, não aceitou!

Verstappen assim utilizou durante apenas seis voltas os pneus médios, menos eficazes ontem, enquanto que os Mercedes tiveram de arrancar com esse composto. A capacidade de impor um alto ritmo com os compostos mais duros fez com que Verstappen conseguisse chegar ao topo do pódio pela primeira vez este ano.

Lewis Hamilton teve de se contentar com o segundo lugar, que acaba por ser positivo, porque este fim de semana Hamilton parecia estar mais lento do que Bottas. Bottas conseguiu a pole, mas a Mercedes tentou cobrir Verstappen, o que acabou por prejudicar o finlandês.

Por sua vez, Hamilton manteve-se em pista mais tempo, o que o permitiu ter pneus mais frescos no final da corrida, ultrapassando Bottas a duas voltas do final. No final, Hamilton ganhou mais vantagem na luta com Bottas.

Com o seu segundo lugar, Hamilton igualou Schumacher como piloto com mais pódios na história da Fórmula 1.

(foto: formula1.com)

Charles Leclerc terminou no quarto lugar, naquilo que ele descreveu como “uma vitória”. A Ferrari continua com sérios problemas no monolugar que parece só ter andamento nas mãos do jovem monegasco. Já Vettel terminou em 11º, em mais uma corrida desinspirada.

Alexa Albon, no segundo Red Bull, ficou na quinta posição depois de muitas ultrapassagens em pista, à frente dos Racing Points de Stroll e Hulkenberg. Hulkenberg ainda partiu de terceiro, mas não foi desta que chegou ao pódio.

A terminar os lugares pontuáveis ficaram Ocon e Norris, com uma má corrida para os Renault e McLaren, com Kvyat a ficar em 10º, a amealhar o último ponto.

Num fim de semana que serviu de celebração da história da Fórmula 1, foi interessante ver como uma estratégia alternativa nas mãos certas podem fazer vencer, mesmo quando a oposição são uns carros tão dominadores comos os Mercedes.

GRANDE PRÉMIO DO 70º ANIVERSÁRIO DA FÓRMULA 1

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO DO MUNDO DE PILOTOS

(foto: formula1.com)
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Luís PereiraAgosto 3, 20203min0

Lewis Hamilton venceu o Grande Prémio da Grã-Bretanha em estilo, terminando a corrida com apenas três pneus intactos, num final de corrida emocionante.

Foi a sétima vitória de Hamilton no seu GP caseiro, tornando-se o piloto com mais vitórias em “casa” tornando-se também o piloto que mais corridas liderou do início ao fim (20).

A qualificação foi dominada por Hamilton, e esse domínio foi também transmitido para a corrida. A corrida foi acontecendo sem grandes acontecimentos, com o destaque a serem a entrada de dois safety cars e as lutas pelos lugares a meio da tabela.

Apesar de pouca emoção em pista, as lutas entre os McLarens, o Renault de Ricciardo e o Haas de Grosjean ia quebrando o gelo.

Tudo levava a crer que a corrida seria um passeio para os Mercedes, com Hamilton a liderar Bottas e Verstappen um pouco distante no terceiro posto. Isto levou Verstappen a parar nas boxes para novos pneus para tentar alcançar o ponto extra da volta mais rápida.

Só que o melhor estava mesmo guardado para o final. A duas voltas do fim Bottas teve um furo que o tirou dos pontos! Alarmada com esta situação inesperada, a Mercedes pede a Hamilton para ir com calma nas voltas seguintes.

Na última volta também o Mercedes de Hamilton tem um furo, o que leva o britânico a tentar levar o Mercedes em três rodas até à linha de chegada, com Vertappen a persegui-lo.

Felizmente para Hamilton, a distância a que se encontrava era grande o suficiente e Verstappen deu-se por contente por terminar na segunda posição do pódio.

(foto: formula1.com)

Em terceiro ficou Leclerc, numa corrida bastante solitária, mas a conseguir levar o Ferrari ao pódio.

A acesa luta pelo quarto lugar foi ganha por Ricciardo, que passou Lando Norris nas últimas voltas. Mas esta posição parecia destinada a Carlos Sainz, que fez uma excelente corrida, mas tal como os Mercedes, teve um furo na penúltima volta, que o tirou dos lugares pontuáveis.

Atrás, ficaram Esteban Ocon, o sexto classificado e Pierre Gasly sétimo. Lance Stroll terminou em nono, com Sebastian Vettel a fechar os dez primeiros.

Apesar do drama que estes furos trouxeram à corrida, a Pirelli está a investigar o que terá acontecido, para evitar que o mesmo aconteça na próxima corrida, também em Silverstone.

GRANDE PRÉMIO DA GRÃ-BRETANHA

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO MUNDIAL DE PILOTOS

(foto: formula1.com)
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Luís PereiraJulho 20, 20203min0

Lewis Hamilton dominou o GP da Hungria, assumindo também a liderança do Campeonato. Foi um fim de semana de domínio, onde a vitória do britânico nunca pareceu estar em causa.

Lewis Hamilton mostrou que estava pronto para assumir a liderança do Mundial logo na qualificação, onde não deu hipotese a ninguém.

Hamilton dominou o Grande Prémio, quer em seco, quer em chuva, depois de ter dito no final do anterior que a Mercedes estava pronta para dominar a temporada de 2020, algo que até agora tem feito.

Com esta vitória Hamilton conseguiu igualar Schumacher ao serem os únicos pilotos a atingir 8 vitórias num único Grande Prémio.

Atrás de si ficou Max Verstappen, um verdadeiro feito, já que Verstappen esteve quase a não conseguir arrancar. Antes do arranque, Verstappen bateu com o seu Red Bull, obrigando a equipa a um esforço herculano para reparar o seu monolugar 20 segundos antes do tempo permitido.

Além disso, Verstappen fez um arranque extraordinário, partindo do 7º lugar, conseguindo inclusive aguentar um pressing final de Bottas.

Bottas, que teve um mau arranque, teve de lutar para chegar ao pódio, ainda tentou passar Verstappen na última volta, mas sem sucesso. Desta forma, Bottas perdeu a liderança do Campeonato para Hamilton.

Em quarto lugar ficou Lance Stroll, a mostrar mais uma vez que os Racing Point estão rápidos e podem ser candidatos a vitórias. Stroll conseguiu até ficar à frente do Red Bull de Albon, que teve uma péssima qualificação, mas recuperou muito bem.

Vettel ficou em sexto, o único Ferrari nos pontos, numa corrida muito difícil para a Scuderia. A equipa precisa desesperadamente de uma melhoria de performance.

Ricciardo realizou uma boa corrida e levou o seu Renault ao oitavo posto, na frente de Carlos Sainz, numa má corrida para a McLaren, ondes os carros mostraram andamento, mas má estratégia penalizou bastante a equipa.

Por sua vez, uma boa estratégia levou o Haas de Kevin Magnussen aos pontos. Os Haas foram os primeiros carros a mudar para pneus de pista seca, logo no arranque, que se provou ser uma boa aposta, já que foi a primeira vez que a Haas pontuou em 2020.

A Fórmula 1 vai ter agora um fim de semana de preparação antes do GP da Grã-Bretanha, onde também será implementado o mesmo modelo que se usou na Áustria, de duas corridas no mesmo circuito, em dois fins de semana seguidos.

GRANDE PRÉMIO DA HUNGRIA

(formula1.com)

CAMPEONATO MUNDIAL DE PILOTOS

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO MUNDIAL DE CONSTRUTORES

(foto: formula1.com)

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