Luís Pereira, Author at Fair Play

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Luís PereiraSetembro 8, 20193min0

Leclerc resistiu à pressão de ambos os Mercedes e venceu o GP de Itália, em casa da Ferrari. Foi uma corrida bastante disputada, com a luta entre Leclerc e Hamilton a ficar em destaque.

Charles Leclerc começou a construir esta vitória ao mostrar na qualificação que os Ferrari eram os carros mais competitivos do fim de semana. Atrás de si ficou Hamilton, mas a notar-se uma clara diferença na velocidade de ponta entre os carros.

No arranque da corrida Leclerc até arrancou ligeiramente pior do que Hamilton, mas ainda assim não deixou espaço ao britânico. Hamilton manteve a corrida em perseguição cerrada a Leclerc, mas sem fazer nenhum avanço.

A oportunidade surgiu quando foram feitas as primeiras paragens Hamilton ficou bem mais perto, em posição de ataque. Hamilton esteve em ataque constante, a utilizar o DRS, mas nem assim tinha velocidade para ultrapassar Leclerc.

Apenas quando Leclerc falhou uma travagem, deixando Hamilton mais perto do que nunca. Hamilton ainda tentou, mas Leclerc fechou completamente a porta e manteve posição. Depois de tantas tentativas os pneus de Hamilton perderam eficácia, tambem ele falhou a travagem e foi passado por Bottas.

Bottas, que tinha pneus mais frescos, tentou a sua chance, mas, apesar de teoricamente em posição mais favorável do que Hamilton, nunca conseguiu ter uma verdadeira tentativa de ultrapassagem.

Leclerc conseguiu assim a sua segunda vitória, consecutiva, e logo na casa da Ferrari, que não acontecia desde 2010, quando Alonso fez os tiffosi entrar em delírio.

Hamilton teve de se contentar com o 3º posto e vitória mais rápida, mas a liderança do Mundial parece estar bem segura.

Quem não parece estar bem seguro é Sebastian Vettel, que voltou a comprometer, algo que tem acontecido bastante na sua passagem na Ferrari. Desta vez perdeu o controlo do monolugar, saindo de pista. Quando reentrou ainda tocou no Racing Point de Stroll, o que lhe deu uma penalização. Vettel tem de ter cuidado porque está a uma penalização grave de ser banido por uma corrida.

A F1 tem agora um novo “menino de ouro”, e parece que a geração seguinte está bem assegurada com Leclerc e Verstappen ou Norris. Mas enquanto são apenas jovens promessas na arena com os leões, é interessante ver como eles já se batem com os leões como Hamilton, Vettel ou Ricciardo.

GRANDE PRÉMIO DE ITÁLIA

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO MUNDIAL DE PILOTOS

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO MUNDIAL DE CONSTRUTORES

(foto: formula1.com)
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Luís PereiraSetembro 1, 20192min0

Charles Leclerc trouxe para a Ferrari a primeira vitória do ano, no GP da Bélgica. Leclerc teve de aguentar bastante a pressão de Hamilton para conseguir a sua primeira vitória na F1.

O fim de semana até parecia que ia ser de domínio total da Ferrari, com os pilotos da Scuderia a dominar as sessões e também a qualificação, com o Leclerc a levar a vantagem sobre Vettel.

No arranque as coisas não foram muito diferentes, com a exceção de que desta vez houve o Mercedes de Hamilton a meter-se no meio dos Ferrari. Vettel rapidamente utilizou a velocidade de ponta para voltar a passar Hamilton, mas nunca pareceu que Vettel estava genuinamente mais rápido do que os Mercedes.

Hamilton cada vez mais se tentava aproximando de Vettel, o que levou a Ferrari a reagir a fazer uma troca de pneus para Vettel. Com esta mudança, Vettel surge atrás dos da frente, mas Leclerc, Hamilton e Bottas estenderam ainda mais os seus pneus macios, para parar mais tarde.

Esta decisao viria a ser a mais acertada, porque quando os restantes pararam, tinham bastante mais andamento do que Vettel. Rapidamente Leclerc apanhou e passou Vettel, ficando o alemão também à merce de Hamilton.

Hamilton não demorou muito a apanhar Vettel, mas o alemão vendeu bem cara a sua posição, tempo esse que fez com que Leclerc se distanciasse na liderança.

O tempo perdido atrás de Vettel foi suficiente para Hamilton apenas conseguir apanhar Leclerc, mas já tarde para o ultrapassar.

No último lugar do pódio e sem nunca ter estado a lutar pela liderança, ficou Bottas, que vê Hamilton ficar cada vez mais distante na liderança do campeonato.

Vettel teve de se contentar com a quarta posição e com a sensação de dever cumprido, pois sem o seu trabalho de equipa talvez a vitória não teria sido da Ferrari.

Com esta vitória finalmente a Ferrari consegue vencer em 2019 e a tão aguardada vitória de Leclerc chega por fim. Tal como Schumacher tinha feito em 1992, Leclerc vence pela primeira vez na Bélgica, será pronuncio para uma grande carreira na Ferrari?

GRANDE PRÉMIO DA BÉLGICA

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO DO MUNDO DE PILOTOS

(foto: formula1.com)
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Luís PereiraAgosto 5, 20192min0

Mais uma grande corrida na F1, desta vez com a vitória a sorrir a Lewis Hamilton. Hamilton venceu pela 7ªa vez o GP da Hungria e vai para as férias de verão com uma confortável vantagem pontual na liderança do Campeonato.

A corrida teve bastantes trocas de posição em pista, mas o foque foi na frente, no duelo entre Verstappen e Hamiton. Verstappen começou o fim de semana a fazer uma brilhante volta de qualificação, que lhe deu a sua primeira pole da carreira e a primeira da Honda desde 2006.

No arranque Verstappen manteve a posição, com Hamilton em perseguição. Hamilton mantinha-se bem perto de Verstappen e depois das primeiras paragens Hamilton parecia bem mais confortável e rápido do que Verstappen.

Apesar das várias tentativas, Verstappen mantinha a posição, defendendo-se bem. Foi nessa altura que a Mercedes teve a jogada de mestre e mandar Hamilton parar mais uma vez e montar pneus novos.

Com 15 voltas para o final, mas a cerca de 18 segundos do piloto da Red Bull, parecia uma gigante tarefa para Hamilton. Mas foi aí que o britânico puxou dos galões, fez 10 voltas que pareciam de qualificação e apanhou Verstappen.

A diferença de andamento era tanta que Hamilton facilmente passou Verstappen, que por esta fase já tinha os seus pneus “mortos” e pedia para parar para montar borracha nova.

Desta vez Verstappen teve de se contentar com a 2ª posição, mas parece cada vez mais óbvio que nesta fase Verstappen é o principal rival de Hamilton na luta para o título.

Em 3º e 4º lugares ficaram os Ferrari, com Vettel a bater Leclerc ao lugar no pódio. A Ferrari simplesmente não teve andamento para mais e parece precisar de bastante reflexão.

Pela segunda corrida consecutiva o melhor dos restantes voltou a ser Carlos Sainz e a McLaren. Resultado que deixa a McLaren cada vez mais perto de voltar ao pódio.

A F1 vai agora para a pausa de verão, voltando no final de agosto, para mais uma pista onde clássicos acontecem, em Spa, na Bélgica.

GRANDE PRÉMIO DA HUNGRIA

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO DO MUNDO DE PILOTOS

(foto: formula1.com)
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Luís PereiraJulho 29, 20193min0

Corrida de loucos nas Alemanha teve como vencedor Max Verstappen, em mais uma vitória para a Red Bull e um grande resultado para a Honda.

As corridas de F1 dominadas pela chuva são conhecidas pela imprevisibilidade e pela emoção até ao final e este GP da Alemanha não quis ficar atrás do GP do ano passado e produziu uma corrida de enorme qualidade.

Em corridas de chuva quem costuma vencer é quem comete menos erros e nem sempre o mais rápido. Nesta corrida Verstappen não se destacou pela sua velocidade, mas sim pela consistência. Verstappen cometeu menos erros do que os adversários e por isso venceu.

Verstappen foi capaz de se adaptar às condições adversas e ler a melhor altura de parar para trocar de pneus. A cabeça fria que demonstrou é o exemplo de que Verstappen tem de assumir mais vezes esta postura para vencer mais regularmente.

Em 2º lugar ficou um fabuloso Vettel, que arrancou da 20ª posição, mas chegou ao 2º lugar do pódio, numa gigante recuperação, ainda mais em condições adversas. Foi desta forma que Vettel fez as pazes com Hockenheim, depois do que aconteceu no ano passado.

Em 3º lugar ficou o Kvyat com o Toro Rosso, completando assim o resultado fantástico da Honda. É a primeira vez desde 1988 que a Honda tem dois carros diferentes usando os seus motores no pódio.

É bom ver que a Honda está com boa performance e que já não é um problema competir com os motores nipónicos, especialmente depois dos anos negros que foram o regresso à competição. É bom para a F1.

Uma corrida de F1 sem Mercedes no pódio? Parece estranho, mas é verdade. Hamilton até foi durante grande parte da corrida o mais rápido em pista, mas o atraso para mudar de pneus fez com que a alteração fosse feita na pior fase, o que fez com que Hamilton se despistasse e perdeu a asa dianteira, perdendo qualquer hipótese de vitória.

Hamilton costuma brilhar na chuva, mas os erros cometidos por Hamilton, erros esses que não são comuns atualmente, ditaram um mau resultado para o inglês.

Foi um dia mau para a Mercedes no geral, que também viram Bottas a despistar-se e bater nas barreiras enquanto lutava pelo 2º lugar, algo a rever pelo finlandês.

Em resumo foi uma grande corrida, com muitos erros, mas muita emoção. Sempre que os céus decidem benzer uma corrida a emoção aparece e é isso que os fãs gostam.

GP DA ALEMANHA

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO DO MUNDO DE PILOTOS

(foto: formula1.com)

 

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Luís PereiraJulho 14, 20192min0

Lewis Hamilton venceu o GP da Grã-Bretanha, tornando-se assim o recordista de vitórias em solo inglês, com 6 vitórias.

Numa corrida onde os Mercedes estiveram num plano de performance à parte, foi Bottas que arrancou da pole, à frente de Hamilton.

Hamilton arrancou bem da 2ª posição e não parecia estar nada disposto a querer ficar-se por lá. O britânico lutava e tentava ultrapassar Bottas, que mostrava que não estava disposto a deixar o seu colega de equipa levar a melhor.

Depois de alguma luta em pista, Bottas parecia ter levado a melhor e mantinha a posição. Como se mantinha em 1º lugar, Bottas foi o primeiro dos Mercedes a fazer a paragem para a mudança de pneus, deixando Hamilton na frente, mas com a paragem por fazer.

A sorte decidiu sorrir ao inglês, já que Giovinazzi teve um pião, perdeu o controlo do carro e fez sair o safety car. Era o melhor que podia acontecer a Hamilton, que teve uma “paragem grátis”, mudando de pneus, mas sem perder a posição.

A partir daí Hamilton dominou a seu belo prazer, com Bottas a ter de se resignar com o 2º lugar.

Atrás dos Mercedes a ação não parava, principalmente entre os Ferrari e os Red Bull. A principal luta era pelo 3º lugar, com Verstappen e Leclerc a querer recriar a luta do último GP, mas o safety car prejudicou Leclerc, que ficava atrás de Vettel e Verstappen.

Desta forma a luta era agora entre Verstappen e Vettel, com Verstappen a levar a melhor até que Vettel calculou mal e bateu na traseira do Red Bull, atirando assim Verstappen para fora do pódio e deixando Vettel fora dos pontos.

Com isso foi Leclerc a chegar ao pódio, no 3º lugar, à frente de Gasly, finalmente uma boa corrida para o piloto da Red Bull, com o sobrevivente Verstappen a ficar em 5º.

O melhor dos restantes voltou a ser um piloto da McLaren, Carlos Sainz, que teve uma grande corrida, recuperando de uma má qualificação. O resultado poderia ser ainda melhor para a McLaren, não fosse o mau timing do safety car tirar Norris dos pontos, ele que corrida na 7ª posição.

Com esta corrida Hamilton fica agora com 39 pontos de vantagem em relação a Bottas e atinge a marca das 80 vitórias na F1. O recorde de Schumacher parece cada vez menos uma miragem…

GRANDE PRÉMIO DA GRÃ-BRETANHA

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO MUNDIAL DE PILOTOS

(foto: formula1.com)
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Luís PereiraJunho 30, 20193min0

Max Verstappen fez uma brilhante recuperação e venceu o GP da Áustria, conseguindo assim a sua primeira vitória desta temporada. Foi também a primeira vitória da Honda desde que regressou à F1 em 2015.

Verstappen até nem começou bem a corrida, ao deixar-se cair de 2º para 9º logo no arranque. Por sua vez quem arrancou bem foi Leclerc, o homem da pole, que arrancou para uma liderança que parecia que não iria ser alguma vez posta em xeque.

A Ferrari arriscou na utilização dos pneus, mas foi uma estratégia que parecia que iria resultar, já que Leclerc geria na frente, ainda mais com o mau fim de semana dos Mercedes.

Só que com a mudança dos pneus o Red Bull de Verstappen ganhou vida! Ou ganhou vida ou a Honda deu autorização para carregar em algum botão, porque Verstappen era claramente o homem mais rápido em pista.

Numa pista onde a potência do motor conta muito, o Ferrari de Leclerc estava cada vez mais próximo de Verstappen, que na penúltima volta forçou a sua posição, fez uma ultrapassagem, com toque entre ambos, mas a deixar Verstappen na liderança.

Leclerc teve assim de se contentar com o 2º lugar, numa corrida que parecia estar no bolso, mas onde não havia nada que ele pudesse fazer para parar Verstappen.

Parecia que este dia tardava em chegar, mas a Mercedes teve um fim de semana onde só tentou limitação de danos. Bottas foi quem mais limitou, com o 3º lugar no pódio. Hamilton foi um dos azarados do dia, já que teve uma falha na sua asa dianteira o que o fez cair para a 5ª posiçao. Ainda assim os dias de azar para Hamilton limitam-se a um 5º lugar, o que muito diz do elevado nível dos Mercedes.

Vettel também não teve um dos seus melhores Grandes Prémios, mas sem culpa própria. Durante a qualificação teve um problema de motor que o fez largar da 10ª posição. Ainda assim teve o andamento para chegar ao 4º lugar.

A McLaren teve um grande desempenho na Austria, com Lando Norris a terminar em 6ª e Carlos Sainz em 8º, apesar deste último ter partido do fim da grelha.

Foi o primeiro tiro no porta aviões da Mercedes, mas é ingénuo pensar que a Mercedes estará fraca e não será a força dominante nos próximos GPs. Por sua vez é bom ver nova energia e uma boa corrida de volta à F1 e ver a Honda de regresso às vitórias.

GRANDE PRÉMIO DA ÁUSTRIA

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO MUNDIAL DE PILOTOS

(foto: formula1.com)

 

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Luís PereiraJunho 23, 20192min0

Lewis Hamilton voltou a mostrar que está em plena forma, dominando completamente o Grande Prémio de França.

Lewis Hamilton começou o domínio logo em qualificação, com a pole, qualificação essa que faria adivinhar todo o domínio que iria ser trazido para a pista durante a corrida.

Numa corrida com poucos incidentes, Hamilton dominou do início ao fim, numa corrida onde nunca se duvidou quem seria o vencedor no final. Ainda para mais, numa altura em que Hamilton não tem mostrado falhas ou erros cometidos.

Atrás de Hamilton ficou Bottas, que cada vez mais parece ter perdido a forma do início da temporada. Parece que Bottas começa a ficar cada vez mais ciente de que Hamilton está imbatível e cada vez mais longe.

Em 3º ficou Leclerc, o melhor dos Ferrari, ficou num distante terceiro lugar do pódio. Apesar de boa resposta dos Ferrari no Canadá, em França não tiveram sequer hipotese de levar a luta aos Mercedes.

Verstappen fez uma sólida e solitária corrida até ao 4º lugar, à frente de Vettel. Vettel começou na 7ª posiçao da grelha e o melhor que conseguiu foi o 5º lugar, bem longe das posições cimeiras.

Em 6º lugar, melhor dos “restantes” ficou Carlos Sainz. Foi uma forte prestação dos McLaren, com uma forte qualificação e forte corrida. Norris terminou na 9ª posiçao e teria terminado em 7º não fosse um problema de fiabilidade na direção do seu carro.

Foi uma corrida com muita pouca ação, mas que mostrou mais uma vez a enorme superioridade da Mercedes e de Hamilton. Hamilton atingiu assim a sua 6ª vitória em 8 corridas, a 79ª da carreira e parece que não vai ficar por aqui.

A F1 volta agora com p GP da Áustria, onde se espera por mais domínio da Mercedes.

GRANDE PRÉMIO DE FRANÇA

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CAMPEONATO DO MUNDO DE PILOTOS

(foto: formula1.com)
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Luís PereiraJunho 10, 20193min0

Hamilton venceu o GP do Canadá, numa corrida que ficou marcada pela polémica penalização de Sebastian Vettel.

Lewis Hamilton venceu o GP do Canadá, mas não foi ele que cruzou a linha da meta em 1º. Foi Sebastian Vettel quem cruzou a linha em 1º lugar, mas a vitória não foi sua.

Parecia que iria ser desta que as vitórias iriam regressar à Ferrari, até pela brilhante qualificação de Vettel. Vettel conseguiu conquistar a pole, na frente de Hamilton, pela primeira vez este ano.

Até o arranque parecia mostrar que o destino estava lançado para uma vitória da Ferrari, com Vettel a manter a liderança, apesar do bom arranque de Hamilton.

Durante a corrida, e já depois das paragens de pneus, Hamilton tentava pressionar Vettel. Apesar de bom andamento, Vettel parecia manter-se seguro, mas cometeu um erro, saindo de pista, para a relva, entrando imediatamente de seguida em pista, quase embatendo em Lewis Hamilton.

Por sorte os dois pilotos não se tocaram, só que este acontecimento alertou os comissários, que investigaram o acontecimento.

Depois de alguma deliberação, foi decisão deles que Vettel teria entrado em pista de forma imprudente, obrigando outro piloto a medidas extremas para evitar colisão. Por esse motivo penalizaram Vettel em 5 segundos, que seriam retirados no final da corrida.

Esta penalização deixou Vettel furioso, pois sabia que não conseguiria manter Hamilton a mais do que 5 segundos.

No meio disso, Hamilton forçava para tentar ultrapassar Vettel, mas sem conseguir. No final, Vettel passou a linha em 1º lugar, mas a vitória era de Hamilton.

No final Vettel estava tão furioso que estava para não aparecer na cerimónia do pódio, mas foi convencido de que seria melhor.

Vettel acabou por ir, mas pouco resignado com o que tinha acabado de acontecer.

Por sua vez, Hamilton estava contente com uma vitória com a qual já não contava, a sua 3ª seguida e a 5ª da época, apesar de dizer que não era daquela forma que gostaria de ter vencido.

O pódio foi completado por Leclerc, que ficou em 3º. Bottas chegou ao quarto lugar e conquistou um ponto de bónus pela volta mais rápida.

Max Verstappen recuperou até ao quinto lugar, depois de ter arrancado de nono, na frente de Ricciardo. Hulkenberg foi setimo, com Pierre Gasly apenas em oitavo, no segundo Red Bull, isto depois de ter começado a corrida em quinto.

O top 10 foi completado por Lance Stroll e Daniil Kvyat.

A Fórmula 1 vai ter muita tinta a correr durante estes dias, com muita discórdia no paddock devido à penalização a Vettel. Foram os comissários muito duros, ou simplesmente justos?

GRANDE PRÉMIO DO CANADÁ

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CAMPEONATO DO MUNDO DE PILOTOS

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Luís PereiraMaio 26, 20192min0

Lewis Hamilton sobreviveu a tudo e conseguiu vencer o GP do Mónaco pela terceira vez na sua carreira. É assim a sexta vitória da Mercedes em seis corridas esta temporada.

Num fim de semana muito emocional para toda a F1, pela morte de Niki Lauda, Hamilton sentia-se na obrigação de prestar tributo ao antigo tricampeão do mundo de F1. Hamilton considera que Lauda foi das figuras mais importantes na sua ida para a Mercedes e queria prestar-lhe o devido tributo.

Esse tributo começou na qualificação, ao conseguir superiorizar-se a todos, principalmente ao seu colega de equipa, Bottas, e ao conquistar a pole.

Na corrida, Hamilton conseguiu manter a liderança com um bom arranque e começou a afastar-se do grupo da frente.

Cedo na corrida Leclerc teve um acidente e um furo, o que trouxe para a pista o safety car. Os pilotos da frente decidiram aproveitar para trocar de pneus, mas a Mercedes fez um erro tático e colocou Hamilton com os pneus médios, enquanto os restantes colocaram os mais duros.

Isso seria um problema, porque Verstappen e Vettel, os perseguidores de Hamilton, não teriam de voltar a parar, e caso Hamilton tivesse de o fazer perderia posiçao, numa pista onde é francamente dificil de ultrapassar.

Apesar disso, Hamilton foi-se aguentando, apesar da forte pressão que Verstappen estava a colocar no inglês. Hamilton dizia no rádio da equipa que não iria conseguir aguentar o carro, mas a equipa reafirmava acreditar nas capacidades do britânico.

Verstappen conseguia ver as crescentes dificuldades de Hamilton e no final tentou ultrapassar o inglês à saída do túnel, só que estava demasiado longe e bateu no inglês sem consequências de maior para ambos.

Hamilton sobreviveu a tudo e conseguiu a emocional vitória que tanto desejava, numa das, segundo ele, corridas mais difíceis da sua carreira. Verstappen passou a linha de meta em 2º, mas foi penalizado com 5 segundos e caiu para 4º, atrás de Vettel e Bottas.

Com esta vitória Hamilton fica mais destacado na liderança e A F1 vai voltar no Canadá, passando da corrida mais lenta do calendário para uma das mais rápidas.

GRANDE PRÉMIO DO MÓNACO

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CAMPEONATO DO MUNDO DE PILOTOS

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Luís PereiraMaio 13, 20192min0

Lewis Hamilton venceu o GP de Espanha, voltou à liderança do Campeonato, e talvez mais importante ainda, deu uma resposta a Valtteri Bottas.

Em mais uma dobradinha da Mercedes, a quinta em cinco corridas (!!!), foi uma performance dominadora e mandona de Hamilton. Depois de ver Bottas dominar no Azerbaijão, Hamilton puxou dos galões para mostrar que não se vai deixar vencer na corrida para p título.

Bottas parecia que iria continuar na senda do GP em Baku, ao conseguir conquistar a pole, com 0.6 segundos de avanço para Hamilton. O problema é que os pontos se ganham aos domingos, e na corrida, Hamilton dominou.

Hamilton começou por arrancar melhor e já liderava na primeira curva, liderança essa que nunca foi posta em causa. Bottas só conseguiu ver o seu colega de equipa desaparecer na sua frente, ficando-se assim pelo 2º lugar.

A completar o pódio ficou Max Verstappen, numa corrida onde não teve muito que lutar. É assim o segundo pódio da Honda desde o seu regresso à F1, e também segundo com a Red Bull.

Em 4º e 5º ficaram os Ferrari de Vettel e Leclerc, em mais um fim de semana para esquecer para a Ferrari. Cada vez parece ser mais evidente que a Ferrari não vai mesmo ter capacidade de lutar contra a Mercedes e que a luta para o título será apenas entre os pilotos da Mercedes.

Em 6º ficou Gasly, no segundo Red Bull, com Kevin Magnussen a terminar na sétima posição, como melhor dos ‘outros’.

Destaque também para o Carlos Sainz, a terminar a sua corrida caseira no 8º lugar, em mais um bom resultado para a McLaren em recuperação.

Cada vez mais a Mercedes cimenta a sua posição nesta temporada da Fórmula 1, e parece que a corrida para o título vai ser a dois, dois pilotos da mesma garagem.

GRANDE PRÉMIO DE ESPANHA

(foto: formula1.com)

 

CAMPEONATO DO MUNDO DE PILOTOS

(foto: formula1.com)

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