25 Abr, 2018

Arquivo de Modalidades - Fair Play

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André Dias PereiraAbril 25, 20184min0

Arranca sábado, dia 28, o Estoril Open. Será a quarta edição desde que a prova conta com nova organização. Sob o slogan a Arte do Ténis, o torneio luso é o único que integra o circuito ATP.

Kevin Anderson, número 8 do mundo, Kyle Edmund, número 23 e João Sousa, número 67, são algumas das principais atrações. Os três tenistas representam três vértices importantes do torneio. Aposta nos tenistas lusos, em ter, pelo menos, um jogador do top-10, e na NexGen.

O sul-africano encontra-se a recuperar de uma lesão que o afastou dos torneios de Houston, Monte Carlo e Barcelona. Portugal será, assim, o seu primeiro torneio de terra batida do ano. Será por isso interessante perceber em que forma se encontra e se é, de facto, o grande candidato ao título. Anderson, finalista vencido do último US Open,  foi a primeira confirmação do Estoril Open, que garante assim um jogador de top-10. O sul-africano regressa ao Estoril depois de ter participado em 2011, tendo, na altura, sido eliminado por Fernando Verdasco. Também a recuperar de lesão está Pablo Cerraño Busta. Campeão em título, o espanhol é o segundo cabeça de série e ficou de fora do torneio de Monte Carlo.

Já Kyle Edmund, 23 anos, é o rosto mais consagrado da nova geração. Semi-finalista no Australian Open e finalista vencido em Marraquexe, o britânico quer fazer melhor que a segunda ronda de 2017, onde perdeu para Benoit Paire. Edmund procura ainda o primeiro título ATP e é também um dos rostos do que o Estoril Open pretende ser. É um forte candidato pelo bom momento que atravessa e pela época que tem feito. Outros nomes a seguir com atenção são o norte americano Frances Tiafoe, que venceu este ano em Delray Beach, o grego Stefanos Tsitsipas, ou o australiano Alex de Minaur.

Quem está fora de prova é Nick Kyrgios. O australiano é como que um embaixador da prova, mas foi traído por uma lesão no cotovelo. Em 2017, recorde-se, a morte de seu avô também o afastou do Estoril. O enfant terrible do ténis, 25 do ranking ATP, já disse, contudo, que quer voltar em 2019. O seu regresso ao circuito só deverá acontecer em Maio, em Roma.

João Sousa, a bandeira portuguesa no Estoril Open

Sem surpresa, João Sousa volta a ser a grande esperança portuguesa. Ele é o rosto do ténis português e, também, desta prova. Sousa chega ao Estoril em bom momento de forma, depois das meias-finais em Marraquexe e ter atingido a terceira ronda de Indian Wells. Menos bem, esteve esta semana em Barcelona, afastado na ronda inaugural por Jaume Munar, 174º do ranking ATP. O seu histórico no torneio luso não joga, contudo, a seu favor. Pelo quarto ano consecutivo entra directamente no quadro principal mas nos últimos anos não tem conseguido ultrapassar as primeiras rondas. Há ainda outros tenistas portugueses a disputar o qualifying, como Gasão Elias, Pedro Sousa e Frederico Silva. Se os dois primeiros se inscreveram, Frederico Silva ganhou um convite por ter sido o melhor jogador luso em torneios Future.

O qualifying começa a jogar-se já no sábado. Cameron Norri, britânico de 22 anos e ex-top 10 de juniores, é o cabeça de cartaz da fase de qualificação. No seu palmarés tem três títulos Challenger e está à porta do top-100. Outro nome a seguir com atenção é Bjorn Fratangelo, que o ano passado alcançou a segunda ronda do Estoril Open, tendo batido João Sousa. Em 2011 foi também campeão junior de Roland Garros. O argentino Carlos Berlocq, vencedor em 2014, e que este ano chegou às meias-finais no ATP 250 Buenos Aires, também é um nome forte.  Da Next Gen destacam-se Ernesto Escobedo,  Corentin Moutet e o cazaque Alexander Bublik, respectivamente, 13º, 15.º e 22.º na actual Corrida para Milão, o ranking de jogadores com menos de 22 anos.

O Estoril Open, que arranca sábado, dia 28, e se prolonga até dia 6 de Maio, já tem três sessões com lotação esgotada, nomeadamente terça-feira (1 de Maio), meias-finais (5 de Maio) e finais (6 de Maio). Em 2017, a prova teve uma assistência, nos recintos, de 41.695 espectadores. A expectativa é ultrapassar esse número este ano. A competição terá transmissão da TVI.

 

Recordamos aqui alguns dos melhores momentos de 2017

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André CoroadoAbril 23, 20189min0

Capitão da selecção nacional de futebol de praia até 2008, Hernâni foi um jogador marcante durante mais de uma década de História do futebol de praia. O Fair Play recorda o ninja e avalia a sua importância nas fundações da selecção nacional.

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André Dias PereiraAbril 23, 20182min0

Em Monte Carlo, Rafael Nadal é rei. O espanhol venceu este domingo pela 11º o torneio francês, reforçando a condição de maior campeão da prova. E, diga-se também, rei da terra batida. Agora, foi a vez do japonês Kei Nishikori cair em dois sets: 6-3 e 6-2. Em 72 partidas disputadas em Monte Carlo, Nadal venceu nada menos do que 68. Djokovic em 2013 e Wawrinka em 2014 foram os únicos a interromper a série de triunfos do maiorquino que dura deste 2005.

Estando em boa forma física, é praticamente impossível destronar Nadal na terra batida. O espanhol precisou apenas de 1H30 para vencer o japonês e é o grande favorito a vencer Roland Garros. O torneio francês arranca a 27 de Maio e Nadal vai tentar também aí o incrível 11º título.

Mas nesta final há que falar também de Kei Nishikori. Afastado por mais de quatro meses por problemas no pulso, o japonês regressou ao mais alto nível logo para disputar uma final de Masters 1000. O nipónico, diga-se, planeou bem o seu regresso. Sem pressa, e com critério. Por isso, começou por ganhar ritmo em Challangers. Certo é que o japonês parece ter feito uma boa recuperação e é agora, outra vez, um nome a ter em consideração. Que o diga Alexander Zverev. O número 3 mundial caiu nas meias-finais pelos parciais de 6-3, 3-6 e 4-6.

Antes, nos quartos de final foi a vez de Marin Cilic ser eliminado pelo nipónico: 6-4, 6-7 e 6-3. Andreas Seppi, Daniil Medvedev e Tomas Berdych foram as outras vítimas do japonês no torneio.

Nadal reforça liderança mundial

Se Nishikori regressou bem, o mesmo não se pode dizer de Novak Djokovic. O sérvio foi, desta vez, afastado por Dominic Thiem nos oitavos de final por 7-6, 2-6 e 3-6. Já Grigor Dimitrov voltou a chegar às meias-finais, mantendo uma consistência que dura desde 2017 e que mostra o porquê de ser um dos melhores do mundo em qualquer piso. Registo também para David Goffin. O belga atingiu os quartos de final onde caiu precisamente para Dimitrov (6-4 e 7-6). Goffin, 10º do ranking mundial, é cada vez mais um nome consistente do circuito que procura dar sequência aos títulos de Toquio e Shenzhen, alcançados o ano passado

Com esta vitória em Monte Carlo, Nadal conquistou o seu primeiro título em 2018 e garante também a continuidade como número 1 mundial. Será 171º semana de Nadal como líder do ranking, superando John McEnroe nesse quisito. Na lista de maior número de semanas como número 1, Nadal é sexto, Djokovic é quinto (223) e Federer é recordista (308).

 

A vitória de Rafa Nadal sobre Kei Nishikori

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Xavier OliveiraAbril 19, 201811min0

O snooker é considerado um dos desportos mais importantes no mundo para o desenvolvimento intelectual de qualquer ser humano, pelo esforço psicológico a que sujeita os seus praticantes. O fair play, o cavalheirismo e o desportivismo presentes nos panos verdes são atributos que dificilmente se encontram tão bem representados noutra modalidade quanto aqui.

Se nunca viu snooker, ou raramente costuma acompanhar, saiba que o ponto mais alto da época começa já no próximo dia 21 de abril. Esse referido ponto alto é o mundial, que se joga em Sheffield, na Inglaterra. Facilmente pode perceber abaixo o porquê de este ser mais um excelente ano e de ser, simultaneamente, uma bela oportunidade para começar a acompanhar mais de perto este desporto. Em Portugal, o mundial pode ser acompanhado em direto e em exclusivo no Eurosport, com comentários de Nuno Miguel Santos e Miguel Sancho.

É muito difícil apontar um único favorito à vitória este ano, sendo que há vários jogadores a perfilarem-se como candidatos ao título. De todos os 16 jogadores já apurados para o quadro final, fizemos uma análise sobre aqueles que são provavelmente os oito maiores candidatos a sagrar-se campeão do mundo, com base no que fizeram esta época e no seu historial. Neste lote estão incluídos alguns jogadores que nunca provaram o sabor da vitória, com outros repetentes também à mistura.

Mark “The Jester from Leicester” Selby

Esteve longe de ser uma época brilhante para o inglês, mas a verdade é que tal como no ano passado, a vitória no China Open, último torneio antes do mundial, pode ser um bom prenúncio para o que Selby pode fazer em Sheffield. Será o nº 1 do ranking mundial capaz de vencer o terceiro título de campeão do mundo consecutivamente, destronando a concorrência com o seu estilo de jogo particularmente defensivo? Ou terão os adversários os seus tacos bem preparados para abater a muralha defensiva natural de Leicester? A acontecer essa terceira vitória de forma consecutiva, será a primeira vez desde a era de Stephen Hendry. Para que se perceba um pouco melhor a qualidade deste jogador, segue um pequeno resumo da sua carreira e da sua época.

Nacionalidade: Inglaterra (Leicester)

Idade: 34 anos

Profissional desde 1999

Ranking Atual: 1º lugar

Finais 2017/2018: 2 (International Championship e China Open)

Títulos 2017/2018: 2 (International Championship e China Open)

Títulos de Campeão do Mundo: 2014, 2016 e 2017

Tacadas centenárias (Acima 100 Pontos): 518

Tacadas máximas (147 pontos): 2

Prémios monetários amealhados: 4.708.241 Libras

Mark Selby a erguer o troféu de campeão do mundo em 2017 (Fonte: Sporting Life)

Ronnie “The Rocket” O’Sullivan

Dispensa qualquer tipo de apresentações, pois estamos a falar daquele que é considerado por muitos um dos melhores jogadores de todos os tempos. Dotado de um talento natural para a modalidade, O’Sullivan tem no Crucible o seu teatro dos sonhos, mas também dos pesadelos, já que por várias vezes lá protagonizou episódios no mínimo caricatos. Esta época esteve particularmente imparável, tendo vencido as cinco finais de ‘majors’ em que esteve presente, sendo estes números que falam por si só. A grande questão no que toca ao inglês, está em saber se Ronnie estará com a disponibilidade mental para aguentar os 17 dias desta dura prova. De qualquer forma veremos se será este ano que o britânico alcança Sir Steve Davis em número de títulos de campeão do mundo, algo que já procura desde 2013, altura em que conseguiu ganhar o seu último mundial.

Nacionalidade: Inglaterra (West Midlands)

Idade: 42 anos

Profissional desde 1992

Ranking Atual: 2º lugar

Finais 2017/2018: 7 (English Open, Shanghai Masters, UK Championship, World Grand Prix, Players Championship, Hong Kong Masters, Champion of Champions)

Títulos 2017/2018: 5 (English Open, Shanghai Masters, UK Championship, World Grand Prix, Players Championship)

Títulos de Campeão do Mundo: 2001, 2004. 2008, 2012 e 2013

Tacadas centenárias (Acima 100 Pontos): 944

Tacadas máximas (147 pontos): 14

Prémios monetários amealhados: 9.700.000 Libras

Judd “The Ace in the Pack” Trump

Desde que apareceu a jogar como profissional no ano de 2005, nunca mais ninguém perdeu de vista este jovem prodígio. Tornou-se profissional aos 16 anos e desde então tem vindo sempre a crescer como jogador. Ano após ano é apontado como um dos grandes favoritos à vitória, mas tem falhado sempre até agora, muito devido a falta de maturidade que muitas vezes demonstra. No ano passado, Judd Trump esteve particularmente mal, não só na mesa, onde perdeu logo na primeira ronda para Rory McLeod, mas também fora dela, onde em entrevista ao Fair Play antes do início do mundial, teceu duras críticas a Mark Williams. Esta não foi uma época particularmente boa, mas o inglês não deixa de ser apontado por alguns especialistas como um dos maiores favoritos a vencer em Sheffield.

Nacionalidade: Inglaterra (Bristol)

Idade: 28 anos

Profissional desde 2005

Ranking Atual: 4º lugar

Finais 2017/2018: 2 (European Masters, Shanghai Masters)

Títulos 2017/2018: 1 (European Masters)

Títulos de Campeão do Mundo: Nada a assinalar

Tacadas centenárias (Acima 100 Pontos): 528

Tacadas máximas (147 pontos): 3

Prémios monetários amealhados: 2.656.014 Libras

Judd Trump após vitória do European Masters, na Bélgica

John “The Wizard of Wishaw” Higgins

Estamos perante um dos nomes mais consagrados da história do snooker mundial. John Higgins é invariavelmente um candidato a campeão do mundo, algo que já não acontece desde 2011. No ano de 2017, chegou à final onde saiu derrotado frente a Selby por 18-15. Terá a idade um peso grande nas horas de maior pressão? Ou será que Higgins está como o “vinho do Porto, quanto mais velho melhor”? A componente física é algo que pode ter um peso negativo no jogo do escocês, sendo certo que esta temporada venceu três títulos pontuáveis para o ‘ranking’ mundial, tendo sido assim um dos melhores no que toca a esta época. Para conseguir brilhar em Sheffield, Higgins terá de estar bem melhor que aquilo que mostrou nos últimos dois torneios que antecederam o mundial.

Nacionalidade: Escócia (Wishaw)

Idade: 42 anos

Profissional desde 1992

Ranking Atual: 5º lugar

Finais 2017/2018: 3 (Indian Open, Welsh Open e Championship League)

Títulos 2017/2018: 3 (Indian Open, Welsh Open e Championship League)

Títulos de Campeão do Mundo: 1998, 2007, 2009 e 2011

Tacadas centenárias (Acima 100 Pontos): 719

Tacadas máximas (147 pontos): 8

Prémios monetários amealhados: 7.442.109 Libras

Mark “Welsh Potting Machine” Williams

Depois de no ano passado ter falhado a presença no mundial, ao ter ficado fora do top-16 e, depois de perder nas qualificações, o veterano galês regressou ao circuito esta época como um nível técnico que há muito já não se lhe via. Esta temporada foi o terceiro jogador a amealhar mais dinheiro para o ‘ranking’, só batido por Ronnie e Selby. Quando está em “dia sim”, fica difícil alguém pará-lo, restando a dúvida se Mark Williams estará com a disponibilidade psicológica para enfrentar um torneio tão longo e desgastante. A última vez que o galês venceu um mundial foi em 2003, a uns distantes 15 anos.

Nacionalidade: País de Gales (Ebbw Vale)

Idade: 43 anos

Profissional desde 1992

Ranking Atual: 7º lugar

Finais 2017/2018: 2 (Northern Ireland Open e German Masters)

Títulos 2017/2018: 2 (Northern Ireland Open e German Masters)

Títulos de Campeão do Mundo: 2000 e 2003

Tacadas centenárias (Acima 100 Pontos): 427

Tacadas máximas (147 pontos): 2

Prémios monetários amealhados: 5.291.416 Libras

Mark Williams a festejar a vitória do German Masters (Fonte: Snooker HQ)

Ding “Star of the East” Junhui

É o único chinês a perfilar no top-16 atualmente. Sem dúvida que é um dos grandes favoritos a erguer o título de campeão do mundo em Sheffield, depois de em 2016 ter mostrado ser capaz de ombrear com os melhores, ao ter alcançado a final onde perdeu para Selby. Relativamente a esta temporada, chegou a duas finais, tendo vencida apenas uma, o World Open, sendo que na outra foi “atropelado” por O’Sullivan. E por essa final perdida percebemos que se Ding estiver mentalmente forte, o que nem sempre acontece, será extremamente difícil alguém parar o “dragão da China”.

Nacionalidade: China (Jiangsu)

Idade: 31 anos

Profissional desde 2003

Ranking Atual: 3º lugar

Finais 2017/2018: 2 (World Open e World Grand Prix)

Títulos 2017/2018: 1 (World Open)

Títulos de Campeão do Mundo: Nada a assinalar

Tacadas centenárias (Acima 100 Pontos): 473

Tacadas máximas (147 pontos): 6

Prémios monetários amealhados: 3.124.700 Libras

Shaun “The Magician” Murphy

Foi uma época muito interessante por parte do inglês, tendo alcançado cinco finais, onde venceu apenas uma. Os problemas físicos têm atormentado um pouco este final de temporada a Shaun Murphy, as constantes dores de costas não têm permitido que se este mostre ao seu melhor nível. Já provou o sabor da vitória no Crucible, em 2005, chegando a este mundial numa segunda linha de favoritos a vencer.

Nacionalidade: Inglaterra (Harlow)

Idade: 35 anos

Profissional desde 1998

Ranking Atual: 8º lugar

Finais 2017/2018: 5 (China Championship, Paul Hunter Classic, UK Championship e Players Championship e Champion of Champions)

Títulos 2017/2018: 1 (Champion of Champions)

Títulos de Campeão do Mundo: 2005

Tacadas centenárias (Acima 100 Pontos): 454

Tacadas máximas (147 pontos): 5

Prémios monetários amealhados: 3.645.662 Libras

Shaun Murphy a festejar a vitória sobre O’Sullivan no Champion of Champions (Fonte: World Snooker)

Neil “The Thunder From Down Under” Robertson

Chegou a estar fora do top-16 perto do final da temporada, mas com alguns bons resultados recolocou-se dentro dos lugares mais desejados do ‘ranking’, o que permitiu que o australiano garantisse entrada directa no mundial. Com duas finais vencidas esta época, uma delas num verdadeiro ‘thriller’ frente a Cao Yupeng, sendo que o maior inimigo do campeão do mundo de 2010, são alguns problemas pessoais pelo qual tem passado ultimamente e que podem pôr em causa uma boa prestação deste em Sheffield.

Nacionalidade: Austrália (Melbourne)

Idade: 36 anos

Profissional desde 1998

Ranking Atual: 10º lugar

Finais 2017/2018: 2 (Hong Kong Masters e Scottish Open)

Títulos 2017/2018: 2 (Hong Kong Masters e Scottish Open)

Títulos de Campeão do Mundo: 2010

Tacadas centenárias (Acima 100 Pontos): 558

Tacadas máximas (147 pontos): 3

Prémios monetários amealhados: 3.596.315 Libras

Quadro Final

Quadro Mundial 2018 (Fonte: Facebook World Snooker)

Aposta Fair Play: Mark Selby

Possível Surpresa: Kyren Wilson

O Campeonato do Mundo em Portugal pode ser acompanhado em directo e exclusivo nos canais do Eurosport e, que vai ser jogado entre o dia 21 de Abril e 7 de Maio.

O presente artigo foi realizado no âmbito da parceria que o Fair Play estabeleceu com o Sapo24, e a sua publicação original pode ser consultada aqui.


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