Luís Pereira, Author at Fair Play - Página 2 de 10

destaque.jpg?fit=1200%2C675&ssl=1
Luís PereiraAgosto 3, 20203min0

Lewis Hamilton venceu o Grande Prémio da Grã-Bretanha em estilo, terminando a corrida com apenas três pneus intactos, num final de corrida emocionante.

Foi a sétima vitória de Hamilton no seu GP caseiro, tornando-se o piloto com mais vitórias em “casa” tornando-se também o piloto que mais corridas liderou do início ao fim (20).

A qualificação foi dominada por Hamilton, e esse domínio foi também transmitido para a corrida. A corrida foi acontecendo sem grandes acontecimentos, com o destaque a serem a entrada de dois safety cars e as lutas pelos lugares a meio da tabela.

Apesar de pouca emoção em pista, as lutas entre os McLarens, o Renault de Ricciardo e o Haas de Grosjean ia quebrando o gelo.

Tudo levava a crer que a corrida seria um passeio para os Mercedes, com Hamilton a liderar Bottas e Verstappen um pouco distante no terceiro posto. Isto levou Verstappen a parar nas boxes para novos pneus para tentar alcançar o ponto extra da volta mais rápida.

Só que o melhor estava mesmo guardado para o final. A duas voltas do fim Bottas teve um furo que o tirou dos pontos! Alarmada com esta situação inesperada, a Mercedes pede a Hamilton para ir com calma nas voltas seguintes.

Na última volta também o Mercedes de Hamilton tem um furo, o que leva o britânico a tentar levar o Mercedes em três rodas até à linha de chegada, com Vertappen a persegui-lo.

Felizmente para Hamilton, a distância a que se encontrava era grande o suficiente e Verstappen deu-se por contente por terminar na segunda posição do pódio.

(foto: formula1.com)

Em terceiro ficou Leclerc, numa corrida bastante solitária, mas a conseguir levar o Ferrari ao pódio.

A acesa luta pelo quarto lugar foi ganha por Ricciardo, que passou Lando Norris nas últimas voltas. Mas esta posição parecia destinada a Carlos Sainz, que fez uma excelente corrida, mas tal como os Mercedes, teve um furo na penúltima volta, que o tirou dos lugares pontuáveis.

Atrás, ficaram Esteban Ocon, o sexto classificado e Pierre Gasly sétimo. Lance Stroll terminou em nono, com Sebastian Vettel a fechar os dez primeiros.

Apesar do drama que estes furos trouxeram à corrida, a Pirelli está a investigar o que terá acontecido, para evitar que o mesmo aconteça na próxima corrida, também em Silverstone.

GRANDE PRÉMIO DA GRÃ-BRETANHA

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO MUNDIAL DE PILOTOS

(foto: formula1.com)
destaque-2.jpg?fit=1200%2C800&ssl=1
Luís PereiraJulho 20, 20203min0

Lewis Hamilton dominou o GP da Hungria, assumindo também a liderança do Campeonato. Foi um fim de semana de domínio, onde a vitória do britânico nunca pareceu estar em causa.

Lewis Hamilton mostrou que estava pronto para assumir a liderança do Mundial logo na qualificação, onde não deu hipotese a ninguém.

Hamilton dominou o Grande Prémio, quer em seco, quer em chuva, depois de ter dito no final do anterior que a Mercedes estava pronta para dominar a temporada de 2020, algo que até agora tem feito.

Com esta vitória Hamilton conseguiu igualar Schumacher ao serem os únicos pilotos a atingir 8 vitórias num único Grande Prémio.

Atrás de si ficou Max Verstappen, um verdadeiro feito, já que Verstappen esteve quase a não conseguir arrancar. Antes do arranque, Verstappen bateu com o seu Red Bull, obrigando a equipa a um esforço herculano para reparar o seu monolugar 20 segundos antes do tempo permitido.

Além disso, Verstappen fez um arranque extraordinário, partindo do 7º lugar, conseguindo inclusive aguentar um pressing final de Bottas.

Bottas, que teve um mau arranque, teve de lutar para chegar ao pódio, ainda tentou passar Verstappen na última volta, mas sem sucesso. Desta forma, Bottas perdeu a liderança do Campeonato para Hamilton.

Em quarto lugar ficou Lance Stroll, a mostrar mais uma vez que os Racing Point estão rápidos e podem ser candidatos a vitórias. Stroll conseguiu até ficar à frente do Red Bull de Albon, que teve uma péssima qualificação, mas recuperou muito bem.

Vettel ficou em sexto, o único Ferrari nos pontos, numa corrida muito difícil para a Scuderia. A equipa precisa desesperadamente de uma melhoria de performance.

Ricciardo realizou uma boa corrida e levou o seu Renault ao oitavo posto, na frente de Carlos Sainz, numa má corrida para a McLaren, ondes os carros mostraram andamento, mas má estratégia penalizou bastante a equipa.

Por sua vez, uma boa estratégia levou o Haas de Kevin Magnussen aos pontos. Os Haas foram os primeiros carros a mudar para pneus de pista seca, logo no arranque, que se provou ser uma boa aposta, já que foi a primeira vez que a Haas pontuou em 2020.

A Fórmula 1 vai ter agora um fim de semana de preparação antes do GP da Grã-Bretanha, onde também será implementado o mesmo modelo que se usou na Áustria, de duas corridas no mesmo circuito, em dois fins de semana seguidos.

GRANDE PRÉMIO DA HUNGRIA

(formula1.com)

CAMPEONATO MUNDIAL DE PILOTOS

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO MUNDIAL DE CONSTRUTORES

(foto: formula1.com)
destaque-1.jpg?fit=1200%2C695&ssl=1
Luís PereiraJulho 13, 20203min0

Lewis Hamilton venceu o GP de Estíria, na Áustria, conseguindo alcançar a sua primeira vitória de 2020. Hamilton dominou a seu belo prazer e já avisou que a Mercedes está pronta para ser a força dominante desta temporada de F1.

Lewis Hamilton começou a mostrar o seu nível na qualificação. A qualificação foi adiada por causa da chuva intensa e foi toda ela disputada com a pista bem molhada. Nessa sessão Hamilton mostrou que gosta das condições difíceis e conseguiu a pole por uma grande margem.

Na corrida, Hamilton arrancou da pole e seguiu para a liderança. Atrás de si arrancaram Verstappen e Sainz, que fez também ele uma grande qualificação. Verstappen bem tentou perseguir Hamilton, mas o andamento do Red Bull não era suficiente.

No arranque também acabou a corrida dos Ferrari. Logo na primeira volta Leclerc teve um toque em Vettel, destruindo as hipóteses de corrida de ambos os carros. Um fim de semana para esquecer.

Hamilton conseguiu seguir sem grandes dramas para uma vitória confortável, tendo apenas de se preocupar em gerir da melhor forma os ritmos da corrida.

Atrás de si ficou o seu colega de equipa e líder do Campeonato, Valteri Bottas, que ainda teve de lutar com Verstappen nas últimas voltas. Verstappen teve de se contentar com o último lugar do pódio e sentiu dificuldades para combater com os Merecedes.

Atrás de si ficou o colega de equipa, Albon, que aguentou o forte ataque do “Mercedes Rosa” de Perez. Perez muito lutou, mas não conseguiu passar Albon. Isso deixou-o à mercê de uma das estrelas da corrida, Lando Norris.

Norris teve uma última volta brilhante, onde ultrapassou Ricciardo, Stroll e Perez, ficando assim em quinto lugar, fazendo da McLaren novamente a melhor “dos restantes”. Apesar de Sainz ter ficado apenas em nono, por causa de uma paragem não muito feliz da McLaren, foi um fim de semana muito positivo para a equipa britânica.

Os Racing Point ficaram à frente do Renault de Ricciardo, o que levou a protestos, por parte da equipa francesa. Muitas equipas já se pronunciaram contra o “Mercedes rosa”, mas desta vez a Renault apresentou um protesto formal à FIA, que poderá ter consequências para a Racing Point.

A F1 vai agora para a Hungria, onde se espera mais domínio por parte da Mercedes, mas surpresas nunca estão de parte no circo da Fórmula 1.

GRANDE PRÉMIO DE ESTÍRIA

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO DO MUNDO DE PILOTOS

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO MUNDIAL DE CONSTRUTORES

(foto: formula1.com)

 

 

destaque.jpg?fit=1200%2C400&ssl=1
Luís PereiraJulho 6, 20202min0

Foi longa a espera, mas valeu a pena! A Fórmula 1 começou a temporada de 2020, numa corrida com muita ação na Áustria, vencida por Valtteri Bottas.

O piloto da Mercedes começou por comandar as operações logo na qualificação ao alcançar a pole à frente de Lewis Hamilton. No arranque Bottas continuou a mostrar que estava empenhado a começar 2020 a vencer, não perdendo a primeira posição.

Max Verstappen foi a primeira ameaça de Bottas, mas foi o primeiro abandono da temporada com problemas no motor Honda do seu Red Bull. Hamilton estava na corrida pela vitória, mas como se encontrava atrás de Bottas a Mercedes decidiu apostar numa estratégia diferente.

O problema de Hamilton foi que a entrada em pista de um safety car, provocado pela saída de pista de Magnussen, trouxe a Alexander Albon a oportunidade perfeita para parar o seu Red Bull com pneus novos.

(foto: formula1.com)

Albon era, por esta altura, o piloto mais rápido em pista, ameaçando Hamilton. Albon tentou passar Hamilton, só que Hamilton deu um toque em Albon, atirando-o para fora de pista e fora da luta pela vitória. Esse toque viria a dar uma penalização de 5 segundos a Hamilton, o que lhe custaria caro no final da corrida.

Aproveitando o caos, Leclerc conseguiu superar as expectativas de um Ferrari pouco competitivo para terminar em pista no terceiro lugar, que mais tarde viria a se tornar no segundo lugar.

Lando Norris completou o pódio, levando o seu McLaren ao terceiro lugar, também beneficiando da penalização de Hamilton. Foi o primeiro pódio de Norris na F1, pódio esse que também mostra que a McLaren está, de facto, competitiva.

Com a sua penalização, Hamilton terminou em quarto, na frente de Carlos Sainz, a reforçar a boa corrida para a McLaren.

Os restantes pontos foram para Perez, Pierre Gasly, Esteban Ocon, Antonio Giovinazzi e Sebastian Vettel. Vettel teve uma corrida com muitos altos e baixos, mas ainda assim conseguiu terminar nos pontos.

Foi um teste bastante positivo para a F1 na era do COVID-19, com muitas medidas de segurança, máscaras, pódios diferentes e muita ação. A F1 volta já no próximo fim de semana, novamente na Áustria.

GRANDE PRÉMIO DA ÁUSTRIA

(foto: formula1.com)
Ea9dPhxWoAA2LFQ.jpg?fit=1024%2C683&ssl=1
Luís PereiraJunho 29, 20202min0

A Fórmula 1 está prestes a voltar, com a primeira corrida a ser no próximo 5 de julho, na Áustria. Mas o que se pode esperar deste regresso da F1 em tempos tão conturbados?

A primeira preocupação vai ser ver como o COVID-19 irá afetar o regresso da competição. O primeiro efeito que se irá notar será da falta de adeptos nas bancadas. Serão corridas com um ambiente diferente, mais parecido ao que os pilotos costumam sentir quando estão em testes.

Outro aspeto a ter em conta, serão os casos positivos que poderão vir a aparecer. Espera-se que não seja o caso, mas caso aconteçam, poderá colocar muitas equipas em risco, risco de ter muito staff em isolamento.

Com um calendário mais curto do que esperado, e ainda sem se saber a sua real dimensão, será interessante saber de que forma o campeonato será disputado. Quando o campeonato é mais curto os erros pagam-se mais caros, já que não existe tanta hipótese de recuperação. Será por isso importante os pilotos conseguirem aproveitar ao máximo todos os pontos que conseguirem.

Não serão apenas os pilotos com pouca margem para erros! Menos tempo de competição e num ano significativamente difícil, as equipas não têm tantas soluções para fazer evoluir os seus monolugares como em anos anteriores. Será então decisivo que os melhoramentos que as equipas fabricam sejam realmente eficazes em pistas.

Além disso as equipas ainda vão lançar-se para uma competição que não se sabe exatamente quando irá terminar. Deixando a equipas a adivinhar quantos componentes vão poder utilizar, quando será a altura certa de fazer alterações, ou quais as melhorias que serão permitidas.

Apesar disto, de certa forma prevê-se que possa vir a ser uma temporada estranha, mas excitante.

Com mais incógnitas haverá, seguramente, mais surpresas. Os pilotos também eles devem sentir-se ansiosos, já que nunca ficaram tanto tempo sem competir. Também se espera que as equipas corram mais próximas umas das outras, já que não haverá tanto espaço de manobra para as equipas mais ricas desenvolverem tanto os seus monolugares.

Até no próprio seio da F1 não se terão certezas de como todo este retorno à competição irá decorrer, o que deixa uma excitação no ar, mas também um receio, porque o perigo de uma segunda vaga do vírus é real, o que iria deitar esta temporada por terra.

Uma coisa é certa, a F1 vai voltar! Falta saber é até quando e esperar que tudo corra bem.

 

 

destaque.jpg?fit=1200%2C675&ssl=1
Luís PereiraMaio 10, 20202min0

A verdade é que ainda não se tem a certeza. Com tantos desafios que o mundo enfrenta devido ao COVID-19, também a Fórmula 1 não consegue ter certezas sobre o ano de 2020. Na verdade, o desporto enfrenta enormes desafios.

Com todas as alterações que a F1 teve de fazer, a de maior destaque foi alteração do calendário para 2020. Esta alteração significaria que a Fórmula 1 teria um planeamento que ajudaria as equipas a viajar menos entre diferentes partes do mundo, mitigando assim a possibilidade de possíveis contágios.

Para tal a ideia era fazer corridas por regiões, começando a F1 na Europa, com p GP da Áustria, a 5 de julho. A ideia de começar na Áustria deve-se à logística em volta do circuito, que tem um aeroporto perto e não fica perto de nenhuma metrópole.

De seguida a F1 iria continuar pela Europa, com corridas em Inglaterra, Hungria, Bélgica, Itália e Bélgica. Mas nem tudo é simples. Os organizadores dos GP da Áustria, Inglaterra e Hungria já se fizeram pronunciar que se esses planos forem em frente que não haverá espectadores nas bancadas.

Se é para se realizar corridas sem pessoas nas bancadas, começa-se a pisar a “grey area”, começa a ser importante questionar qual o objetivo de realizar tais eventos.

Outro entrave que pode existir é o atual estado da pandemia no Reino Unido. O governo britânico anunciou que pondera impor um período obrigatório de quarentena de 14 dias para todos os viajantes que cheguem aos seus portos e aeroportos a partir do final de maio.

Se esta medida se confirmar, isto vem criar problemas imensos à F1, já que a grande maioria das equipas são oriundas de Inglaterra. Isto não implicaria diretamente a corrida na Áustria, mas implicaria toda a logística das equipas, uma vez que no regresso às fábricas todos os membros de equipas teriam de ficar em quarentena.

Essa medida também colocaria em causa a própria realização do GP da Grã-Bretanha.

Apesar de todos os planos que se façam e todas as medidas de contingência que se tentem aplicar, começa a existir cada vez mais a possibilidade de não existir época de 2020 de F1. Os prejuízos são enormes (já vão em 200 milhões), e o CEO da Fórmula 1, Chase Carey admite que apesar de ser fortemente improvável, pode acontecer não haver qualquer corrida de F1 em 2020.

Vamos ter de aguardar por mais novidades para saber se teremos, ou não, Fórmula 1 ainda este ano.

(Foto: formula1.com)
destaque.jpg?fit=1200%2C800&ssl=1
Luís PereiraJaneiro 26, 20203min0

Lewis Hamilton é um vencedor na Mercedes. Na equipa germânica venceu cinco campeonatos, 63 corridas, e ainda tem uma época, 2020, onde poderá acrescentar ao seu sucesso. Aliás, se a época de 2020 for minimamente parecida ao que as anteriores têm sido para o britânico, Hamilton irá se tornar o piloto com mais vitórias de sempre e igualar Schumacher com mais títulos de Campeão do Mundo de F1.

Então a questão é, quem iria querer sair de uma equipa que tudo vence?

A resposta é muito difícil. Hamilton tem contrato com a Mercedes apenas até ao final de 2020. Toda a gente no paddock teria o sonho de contratar Hamilton, só que parece que um dos rumores mais fortes é que a Ferrari estaria bastante interessada no inglês.

Para muitos, o contexto seria o ideal. Atualmente a Ferrari é quem mais perto se chega à Mercedes a nível competitivo. A nivel de potência de unidade motriz está mesmo na frente, com a Mercedes a perder em velocidade de ponta. Além disso, 2020 será o último ano com o atual estilo de monolugares, com uma grande mudança a surgir em 2021.

Se o ano de 2020 correr como Hamilton mais gostaria, isso quererá dizer que Hamilton terminará o ano como o piloto com mais vitórias e igual número de títulos de Schumacher, o que pode levar a crer que Hamilton teria gosto em abraçar um novo desafio.

O desafio seria o de vencer pela Ferrari. A Ferrari anda numa onda negativa, onde não consegue obter resultados. As vitórias e as performances até aparecem, mas o nível e a consistência não estão lá, algo em que Hamilton é exímio. Hamilton poderia encarar o desafio de fazer a Ferrari voltar aos títulos que fogem desde 2008, na equipa com mais nome da F1.

Lewis Hamilton, Campeão do Mundo pela McLaren em 2008 (foto: motosport.com)

Mas será que Hamilton deseja isso?

Hamilton nasceu num meio atípico da F1. Apesar de qualquer piloto ambicionar, de uma forma ou outra, conduzir na Ferrari, Hamilton foi diferente. Hamilton sonhava ser como Ayrton Senna, sonhava conduzir um McLaren até às vitórias. Só que o talento de Hamilton foi tão precoce que Hamilton começou a correr e vencer na F1 logo pela porta dos seus sonhos, pela McLaren, conseguindo ser Campeão na sua segunda época, em 2008.

Isso numa altura em que a McLaren era a equipa oficial da Mercedes. Por isso Hamilton teve, e ainda tem, duas equipas que sempre serão, pelas suas palavras, “a sua casa”. Logo é com muita dificuldade que se consegue adivinhar o que irá na cabeça de Hamilton, talvez nem o próprio saiba, que deságio será o melhor após 2020.

Uma coisa é certa, em 2021 vamos ter regras novas, que irão mudar a ordem de competitividade. Historicamente tanto Mercedes como Ferrari são sempre fortes, mas isso também se pode dizer da Red Bull e da McLaren. A Ferrari também neste momento uma dupla de pilotos bem forte, com um tetracampeão do mundo em Sebastian Vettel, e um futuro campeão em Charles Leclerc. Por isso talvez fosse melhor ideia a Ferrari, e as equipas em geral, concentrarem-se nas regras novas que aí vêm e não só no mercado de pilotos.


Quem somos

É com Fair Play que pretendemos trazer uma diversificada panóplia de assuntos e temas. A análise ao detalhe que definiu o jogo; a perspectiva histórica que faz sentido enquadrar; a equipa que tacticamente tem subjugado os seus concorrentes; a individualidade que teima em não deixar de brilhar – é tudo disso que é feito o Fair Play. Que o leitor poderá e deverá não só ler e acompanhar, mas dele participar, através do comentário, fomentando, assim, ainda mais o debate e a partilha.


CONTACTE-NOS