Arquivo de World Series - Fair Play

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João DuarteJunho 7, 20183min0

Londres recebeu a 9ª e penúltima etapa do HSBC World Rugby Sevens Series, nos dias 2 e 3 de Junho. Esta foi mais uma etapa de espetáculo e emoções fortes, com olhos postos nas seleções da África do Sul e das Ilhas Fiji, as únicas que ainda lutam pelo título final. E foram mesmo estas duas equipas, as protagonistas da final da etapa, com os fijianos a saírem vencedores e a aumentarem a vantagem na classificação geral! Para esta etapa, a equipa convidada foi a Irlanda, que surpreendeu ao conquistar o terceiro lugar.

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João DuarteMaio 26, 20176min0

Realizou-se, dias 20 e 21 de maio, a décima e última etapa do circuito mundial de Sevens da World Rugby 2016/2017 em Londres. Com o vencedor do circuito já decidido, esta etapa servia apenas para ter a certeza de quem seria a equipa despromovida para a próxima época, para determinar as classificações finais e entregar o troféu de campeão à África do Sul.

Como “Wild Card” participou novamente a Espanha, à semelhança do já tinha acontecido em Paris.

Dia 1

A grande surpresa do primeiro dia foi a não qualificação das Fiji para a disputa da Cup, tendo perdido dois jogos e vencido apenas um. A primeira derrota foi com o Canadá por 19-22, com os canadianos a estarem a perder por 12-7 ao intervalo e a marcarem um ensaio na bola de jogo por intermédio de John Moonlight que esteve em destaque ao marcar dois ensaios na partida.

A segunda derrota das Fiji surgiu contra a Nova Zelândia, onde os fijianos estiveram novamente a vencer ao intervalo, mas acabaram por perder o confronto, com os All Blacks a marcarem dois ensaios e uma conversão nos últimos 2 minutos de jogo. Destaque para Joe Webber que bisou na partida.

Feito o primeiro dia de jogos, era tempo de verificar as partidas do segundo dia.

Consulte as tabelas em: https://goo.gl/YbtLv9

Scotland heroes! (Foto: World Rugby)

Quartos-de-final da Cup:

Estados Unidos vs. Austrália

Nova Zelândia vs. Escócia

Inglaterra vs. África do Sul

Argentina vs. Canadá

Quartos-de-final da Challenge:

Quénia vs. Espanha

Ilhas Fiji vs. Rússia

Samoa vs. Páis de Gales

França vs. Japão

Dia 2

O segundo começou com o Quénia a vencer facilmente a Espanha por 33-7, as Fiji a vencerem a Rússia por 31-5, que não era mais do que a sua obrigação ou não fossem os campeões olímpicos e mundiais.

A Samoa iria perder com o País de Gales por 21-29 e a França vencer facilmente o Japão que já não tinha hipóteses de se salvar da despromoção do circuito (para isso tinha de se qualificar para a Cup de maneira a fazer mais de 9 pontos relativamente à Rússia).

Nos quartos-de-final da Cup os jogos eram mais intensos. Os Estados Unidos venceram facilmente a Austrália por 31-14, com Perry Baker a fazer o hat-trick.

Com alguma surpresa a Escócia iria manter-se na luta pela Cup depois de vencer a Nova Zelândia por 21-24, com dois ensaios marcados no último minuto e na bola de jogo por Jamie Farndale.

A Inglaterra impediu a África do Sul de tentar vencer mais uma Cup esta época ao vencer os africanos por 17-12, num jogo que foi a prolongamento e foi decidido com um ensaio de Dan Norton.

No último jogo dos quartos-de-final o Canadá venceu facilmente a Argentina e ocupou o último lugar nas meias-finais da Cup.

Nas meias-finais do 13º lugar a Rússia e a Samoa acabaram com a particição da Espanha e do Japão, respetivamente, no World Series 2016/2017.

Nas meias-finais da Challenge as Fiji mostraram que as equipas Challenge não estão ao seu nível e venceram o Quénia por 5-45. A Outra meia-final foi ganha pelo País de Gales num confronto bem disputado com a França.

Para a disputa do 5º lugar iríamos ter um Austrália-África do Sul, depois destas terem vencido com relativa facilidade a Nova Zelândia e a Argentina.

Na final da Cup iríamos ter uma final Bretã para presentear o público londrino, depois da Escócia vencer os Estados Unidos e Inglaterra o Canadá.

Seguíamos assim para os últimos jogos do World Series 2016/2017.

A Samoa mostrou ser mais forte que a Rússia e conquistou o 13º lugar no torneio e no circuito.

As Fiji venceram o País de Gales, levando a Challenge para casa e garantindo o 3º lugar do World Series.

O 5º lugar foi conquistado pela África do Sul que se consagrou também campeã mundial do World Series, com Cecil Afrika, uma das estrelas da equipa africana, a fazer o brilharete no último jogo da época ao marcar 16 pontos.

No 3º lugar iria ficar o Canadá depois de vencer os Estados Unidos por uns escassos 3 pontos depois de ter estado a perder por 14-5 ao intervalo.

Quem venceu a final bretã e a última final do World Series da época, foi a Escócia que soube ter a frieza de na segunda parte aproveitar as oportunidades concedidas e marcar os 12 pontos que lhe iriam dar a vitória final, depois de ter estado a perder 0-7 com o conjunto que se iria consagrar vice-campeão mundial de Sevens, a Inglaterra.

London Winners! (Foto: World Rugby)

Os campeões – África do Sul

Os grandes campeões do World Series foram a África do Sul que apesar de ter terminado esta última etapa em 5º lugar, só não disputou uma outra final, em Singapura. Foi assim a justa vencedora deste World Series ao vencer cinco das oito finais em que participou e o deixar a segunda classificada, a Inglaterra, a 28 pontos do título.

Demonstraram assim ao longo dos últimos meses de competição que tinham a melhor equipa, uma super equipa, que soube dar a volta aos resultados desfavoráveis e controlar os jogos decisivos.

World Series 2016/2017 Champions! (Foto: World Rugby)

 

The final

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João DuarteMaio 19, 20177min0

Disputou-se, dias 13 e 14 de maio, a nona e penúltima etapa do circuito mundial de Sevens da World Rugby 2016/2017 em Paris. Etapa decisiva para a atribuição do título do circuito e para se perceber quem iria ser a equipa despromovida na próxima época.

Apesar do deslize da África do Sul em Singapura, as Fiji e a Inglaterra não conseguiram tirar proveito do mesmo, sendo que as Fiji acabaram mesmo por perder pontos e a Inglaterra não foi além do 3º lugar no torneio, tendo ficado aquém das expectativas.

Em Paris assistimos à consagração da África do Sul como campeã do World Series, mesmo com uma etapa por disputar. Para além da muito provável despromoção do Japão, que necessita de fazer mais 8 pontos que a Rússia na etapa de Londres para garantir um lugar como equipa residente na próxima época.

Como “Wild Card” participou a Espanha, que venceu a qualificação para ocupar um lugar como equipa residente no circuito, por troca com a equipa despromovida.

Dia 1

Logo a abrir a etapa, a Samoa surpreendeu ao vencer as Fiji. Os fijianos pareciam ter o jogo controlado ao estar a vencer 12-7 ao intervalo, mas na segunda parte os samoanos foram melhores e arrancaram uma difícil vitória por 17-19 com um ensaio convertido na bola de jogo.

No quinto jogo era a Escócia a vencer a África do Sul por 12-19 e a dar esperanças à Inglaterra e às Fiji de uma possível não qualificação para a disputa da Cup dos africanos.

Quem mostrou estar mesmo num fim-de-semana sim foi a Samoa que venceu a Austrália por 14-21, num jogo que os australianos acabaram a jogar com seis jogadores depois de um cartão vermelho mostrado na primeira parte.

Os samoanos que iriam garantir a qualificação para a Cup com um empate por 19-19 frente à Rússia, naquele que era supostamente a partida fácil e que acabou por ser a mais complicada.

No último jogo da fase de grupos o Quénia conseguiu assustar a Inglaterra, na tentativa de se qualificar para a Cup, mas não foi além do empate por 12-12 conseguido no último minuto de jogo.

Consulte as tabelas em: https://goo.gl/cIJQDI

Scotland rocks in day 1! (Foto: World Rugby)

Quartos-de-final da Cup:

Escócia vs. Fiji

Inglaterra vs. Estados Unidos

Samoa vs. África do Sul

Nova Zelândia vs. França

Quartos-de-final da Challenge:

Canadá vs. Rússia

Quénia vs. Argentina

Austrália vs. Japão

País de Gales vs. Espanha

Dia 2 – A marcha do campeão

O segundo dia começou com os favoritos a ganhar os respetivos jogos dos quartos-de-final da Challenge e a passarem às meias-finais.

O Canadá venceu a Rússia por 33-0. A Argentina com algumas dificuldades ganhou ao Quénia por 7-12 com um ensaio marcado nos últimos minutos de jogo. Já a Austrália e o País de Gales venceram de forma mais fácil o Japão e a Espanha, respetivamente.

Nos quartos-de-final da Cup seria diferente e começava logo com a Escócia a vencer as Fiji por 24-0 e a deixar os fijianos em maus lençóis na disputa pela liderança do circuito.

Nos outros três jogos não haveriam surpresas. A Inglaterra manteve-se de pé na luta pela vitória da etapa ao vencer os Estados Unidos por 26-12.

A África do Sul arrancou uma vitória suada frente à Samoa e a Nova Zelândia ultrapassou a França, em jogos que não tiveram qualquer ponto na segunda parte dos mesmos.

Nas meias-finais do 13º lugar a Rússia e o Japão venceram o Quénia e a Espanha respetivamente e marcaram presença na final, onde teríamos o Japão a tentar encurtar os pontos em relação à Rússia para evitar a despromoção do circuito.

Nas meias-finais da Challenge iríamos assistir a dois jogos bastante disputados.

Primeiro o jogo que opôs o Canadá à Argentina e que os canadianos estiveram a vencer desde o início até à bola de jogo, altura em que os argentinos conseguiram marcar o seu terceiro ensaio da partida e vencer por apenas um ponto.

Depois foi a vez da Austrália vencer o País de Gales, com os galeses ainda a marcarem um ensaio convertido na bola de jogo, mas a ficarem a dois pontos de empatar a partida e levá-la para prolongamento.

Nas meias-finais do 5º lugar as Fiji defrontaram os Estados Unidos. Os fijianos começaram melhor, mas ao intervalo perdiam por 7-14. Na segunda parte ainda empataram a partida, mas os americanos não queriam deixar fugir a vitória e marcaram mais dois ensaios, terminando assim as aspirações dos fijianos na defesa pelo título do World Series.

Na outra meia-final eram os samoanos a demonstrarem estar num bom fim-de-semana e a passar à final do 5º lugar depois de vencer a França por apenas dois pontos.

Na luta pela vitória da etapa a Escócia venceu a Inglaterra, num jogo em que Dan Norton marcou três ensaios, que foram insuficientes devido às duas conversões falhadas por Tom Mitchell.

Na outra meia-final a África do Sul despachou a Nova Zelândia por 26-5 e garantiu desde logo um lugar na final da Cup e a vitória do circuito.

Na luta pelos últimos lugares o Japão venceu a Rússia e aproximou-se desta na luta pela despromoção, ainda que tenha ficado distante de a evitar.

A Argentina levou a melhor sobre a Austrália e ergueu a taça Challenge.

Em 5º lugar ficaram os Estados Unidos que bateram os samoanos, num jogo em que estes ainda deram luta até ao final.

Na luta pelo 3º lugar foram os neo-zelandeses a levar a melhor sobre uma Inglaterra que sabia que já não podia vencer o circuito, restando-lhe ultrapassar as Fiji na classificação geral do World Series para ficar em segundo lugar.

A final da Cup foi ganha pelos campeões do circuito mundial de Sevens 2016/2017, a África do Sul, que arrecadou assim a 5ª vitória da Cup em 9 etapas disputadas, mostrando estar um nível acima de todas as outras seleções.

The Champs! (Foto: World Rugby)

Próxima etapa – Londres

A última etapa do World Series é em Londres nos dias 20 e 21 de Maio.

A África do Sul já é a campeã do World Series 2016/2017, com uma diferença de 34 pontos sobre a segunda classificada, a Inglaterra. Resta-nos saber quem será a equipa despromovida do circuito.

Assim sendo, será que o Japão irá conseguir pontuar mais 8 pontos que a Rússia e fugir à despromoção?

Será que a Inglaterra e as Fiji, mesmo sabendo que já não conseguem chegar ao primeiro lugar da classificação geral, irão tentar levar a vitória da etapa?

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João DuarteAbril 18, 20177min0

Teve lugar, dias 15 e 16 de abril, a oitava e antepenúltima etapa do circuito mundial de Sevens da Wolrd Rugby em Singapura. Esta etapa faz parte do circuito desde o ano passado e este ano foi importante para se perceber se ainda haveria hipóteses de outra equipa se aproximar da África do Sul na disputa do título do circuito.

Singapura foi decisiva para se perceber se ainda haveria hipóteses das Ilhas Fiji ou da Inglaterra se classificarem melhor na etapa que a África do Sul e ter a possibilidade de disputar a liderança do ranking geral do circuito até ao fim. A Inglaterra foi a seleção das três referidas que chegou mais longe, mas não foi suficiente para se aproximar da África do Sul.

Como “Wild Card” participou a Hong Kong, que é presença no circuito como equipa convidada.

Dia 1

No primeiro dia e como já é hábito, houve várias surpresas, a primeira delas a vitória do Quénia por 7-22 sobre a Argentina com Frank Wanyama a bisar e a deixar os argentinos com um pé fora da disputa da Cup.

No terceiro jogo era a vez da França surpreender e a deixar a Inglaterra em apuros no grupo B, com a vitória por 14-24, com um super Jean Pascal Barraque a marcar 17 pontos para os gauleses.

Mais para o final do dia foi o Japão a surpreender a França com uma vitória por 14-21, retirando-lhes a hipótese de se qualificarem para a Cup.

Ainda no grupo B, a Inglaterra não quis ficar de fora da luta pelos primeiros lugares logo na fase de grupos e viu-se obrigada a vencer à África do Sul, que até esteve a vencer ao intervalo por 7-5, mas acabou por perder por 12-17 para os ingleses.

A última surpresa do primeiro dia foi a vitória de Hong Kong sobre a Rússia, o que ainda assim não foi suficiente para aspirarem à qualificação para a disputa da Cup.

Para o segundo, na disputa da Cup, teríamos as Fiji e o Canadá, vencedores do grupo A, Inglaterra e a África do Sul, primeiros lugares do grupo B, Austrália e o Quénia, que conseguiu deixar de fora a Argentina e, do grupo D, a Nova Zelândia e os Estados Unidos.

Consulte as tabelas em: https://goo.gl/ixkVUH

Super Baker with fans! (Foto: World Rugby)

Quartos-de-final da Cup:

Fiji vs. Estados Unidos

Austrália vs. África do Sul

Nova Zelândia vs. Canadá

Inglaterra vs. Quénia

Quartos-de-final da Challenge:

Hong Kong vs. Escócia

Argentina vs. França

País de Gales vs. Rússia

Japão vs. Samoa

Dia 2

O segundo dia teve também algumas surpresas. Nos quartos-de-final o único resultado menos esperado foi a vitória da França frente à Argentina por 24-26. Os outros jogos foram ganhos pela Escócia, País de Gales e Samoa.

Já nos quartos-de-final da Cup a história era diferente e começava com a vitória suada dos Estados Unidos frente às Fiji, que deixava os fijianos com poucas esperanças de se aproximarem da África do Sul.

Logo a seguir seriam os sul africanos a perder diante da Austrália por apenas uma conversão e a deixar a competição em aberto.

O Canadá confirmou estar a realizar uma boa etapa e derrotou a Nova Zelândia por 14-26, com Nathan Hirayama em destaque a marcar 3 ensaios e 3 converões.

No último jogo destes quartos-de-final os ingleses iam ficando pelo caminho contra o Quénia, mas uma penalidade de Dan Bibby na bola de joga deu a vitória à Inglaterra por um ponto e a possibilidade de lucrar com as derrotas das Fiji e da África do Sul.

Para a disputa do 13º lugar seguiu a Argentina, depois de vencer facilmente Hong Kong por 7-33 e a Rússia que venceu o Japão por 24-21. Os nipónicos ficam assim obrigados a fazer bons resultados nas duas últimas etapas do circuito para não serem despromovidos do mesmo.

A disputa da Challenge iria ser jogada pela Escócia e pelo País de Gales que deixaram a França e a Samoa pelo caminho, respetivamente.

Já na disputa pela presença no jogo de atribuição do quinto lugar, tínhamos uma partida que colocava frente a frente as equipas que mais finais da Cup tinham protagonizado este ano e que lutam pela liderança do circuito, as Fiji e a África do Sul.

Desta feita e como aconteceu na generalidade dos confrontos entre as duas, quem levou a melhor foram os africanos que ainda foram perder para o intervalo por 14-7, mas que acabaram por aproveitar a expulsão de um fijiano para na segunda parte vencer por 14-19.

A equipa que iria defrontar a África do Sul era a Nova Zelândia que até esteve a perder por 0-14 frente ao Quénia, mas que acabou por dar a volta ao jogo e vencê-lo por 24-21 com um ensaio de Lewis Ormond na bola de jogo.

Já a final da Cup iria ser jogada pelos Estados Unidos que com Perry Baker e Stephen Tomasin a bisar despacharam a Austrália e pelo Canadá que surpreendentemente afastou a Inglaterra com uma vitória por 17-5 conseguida na segunda parte da partida.

Seguiram-se os últimos e decisivos jogos da etapa. O 13º lugar foi conquistado pela Argentina que facilmente venceu a Rússia.

A taça secundária do torneio foi vencida pelo País de Gales à Escócia com dois ensaios nos últimos dois minutos de jogo, aproximando-se desta na classificação geral.

O 5º lugar foi atribuído à Nova Zelândia depois de vencer a África do Sul que estava já descansada depois de despachar as Fiji nas meias-finais, adiando ainda assim a conquista absoluta do circuito para uma das duas últimas etapas.

O 3º lugar foi conquistado pela Inglaterra já na segunda parte por 12-14, conseguindo assim aproximar-se das Fiji no segundo lugar do ranking geral.

Na final estavam surpreendentemente e pela primeira vez este ano os Estados Unidos e o Canadá, final que nas etapas anteriores tinham sido disputadas sempre pela África do Sul e pelas Fiji ou pela Inglaterra.

O Canadá começou melhor, tendo estado a vencer por 0-19, até à altura em que os americanos “acordaram” e começaram a mexer no jogo. Ao intervalo os canadianos venciam por 12-19.

Na segunda os americanos ainda empataram o marcador, mas os canadianos não quiseram desperdiçar esta oportunidade e marcaram o ensaio da vitória no último minuto da partida.

The Podium of the Singapore World Series (Foto: HSBC)

Próxima etapa – Paris

O Worl Series vai ter as duas últimas etapas na Europa e a próxima é em Paris, dias 13 e 14 de Maio.

Teoricamente a África do Sul vai ser a vencedora do circuito mundial deste ano, apesar de matematicamente ainda ser possível às Fiji e à Inglaterra chegarem à liderança do ranking e para isso terão de ficar bem classificados nas duas etapas que faltam disputar, esperando que os africanos escorreguem em ambas.

Será que a África do Sul vai garantir a vitória do circuito já em Paris ou será que a consagração irá ficar novamente adiada?

Serão as Fiji e a Inglaterra capazes de incomodar a África do Sul?


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