Arquivo de wnba - Página 10 de 11 - Fair Play

image.jpg
José AndradeJulho 13, 20225min0

Hoje fazemos um exercício diferente e vamos já olhar para o próximo draft WNBA 2023 destacando 5 nomes que devem guardar já para o futuro da liga e do basquetebol feminino mundial, por isso venham connosco e fiquem a conhecer estas 5 jogadoras.

O grande destaque do draft da WNBA em 2023 é Aaliyah Boston, uma das maiores jovens talentos mundiais e que vai ser a escolha número 1 neste draft, mas nós vamos além desta futura grande estrela e olhar para outras 5 jogadoras repletas de potencial para serem nomes em destaque no basquetebol mundial e são elas:

– Diamond Miller: Talento absurdo

Um dos nomes que mais se evidencia já para o próximo draft é o de Diamond Miller, uma base de Maryland que tem mostrado uma grande evolução de época para época. Dimaond já teve algumas lesões sérias, mas falamos de um dos talentos mais entusiasmantes para o draft de 2023. É uma base forte fisicamente, que ganha muitas bolas no físico, e que possui uma técnica apurada, estes dois pontos sempre foram onde mais se destacou. Jogadora alta e com poderio físico, com braços longos, a juntar a isso é rápida e não tem medo de assumir nas alturas mais complicadas. Diamond Miller é uma atleta que defende cada vez melhor e que no ataque tem um “arsenal” de skills absurdo, ofensivamente é uma jogadora muito rica. Com a evolução que tem tido e o seu imenso talento, será um dos nomes grandes no basquetebol mundial em pouco tempo.

– Tamari Key: Uma das melhores defensoras

Mudamos para o Tennessee para falar de Tamari Key, uma poste muito forte que na última temporada apresentou um crescimento gigante no aspeto ofensivo. Tamari sempre se destacou pela defesa, desde cedo que se afirmou como uma das melhores defensoras desta classe, algo que continua a ser, a verdade é que na época passada se afirmou também a nível ofensivo. Tennessee teve em Tamari Key a chave para o sucesso na campanha passada, com a poste a liderar a equipa a nível defensivo e ofensivo, e foi mesmo a melhor a nível nacional no que aos desarmes de lançamento diz respeito e conseguiu a sua melhor média de pontos por jogo na carreira. Joga muito bem de costas e de frente para o cesto, sabe usar a sua envergadura e tem melhorado muito a sua técnica de lançamento, uma poste cada vez mais completa e que vai com toda a certeza ser uma escolha elevada no próximo draft.

– Jordan Horston: Base completa

Continuamos em Tennessee para falar de Jordan Horston, uma base muito completa e que é uma das melhores da sua posição neste próximo draft. Jordan Horston teve alguns problemas físicos, mas é uma base que acrescenta muito em todos os aspetos do jogo, isto porque é uma scorer, sempre com uma média de pontos elevada, pensa bem o jogo, e, para além disso, destaca-se pelo que faz a sua equipa jogar. Do lado defensivo também se consegue evidenciar, tanto pela capacidade de ressaltos como pelos roubos de bola, é uma base muito completa, que rende dos dois lados e que será um encaixe perfeito em todas as equipas pela sua capacidade de render em todos os contextos e formas de jogar, um talento que até ao draft tem tudo para subir nos mocks drafts e acabar a ser uma escolha elevada em 2023.

– Aijha Blackwell: Base lutadora

Vamos agora para o Texas onde para falar de Aijha Blackwell uma base que chegou a Baylor depois de ter estado no Missouri. Aijha fez história quando foi a primeira jogadora desde 1997-1998 a conseguir um duplo-duplo. Olhando para esta atleta, falamos de uma base que combina técnica com velocidade, tem a capacidade de ganhar os duelos no 1×1 através dessas duas armas, além disso é muito física. Com o seu 1,80m consegue ganhar muitas bolas e bater até jogadoras com uma estatura mais elevada, sendo que também se destaca na luta das tabelas e na defesa. Uma base habilidosa e que é uma combinação de tamanho, velocidade e capacidade técnica, veremos como rende em Baylor, mas poderá vir a ser uma escolha de top15 no próximo draft da WNBA.

– Elizabeth Kitley: Uma das jogadoras mais underrated do país

Terminamos esta nossa lista de jogadoras a guardar para o draft de 2023 da WNBA com a poste Elizabeth Kitley. Viajamos até à Virginia para falar de um dos maiores talentos, embora seja pouco falada e destacada. A sua equipa conseguiu montar um conjunto com grandes atiradoras que permitiam que Elizabeth se concentrasse nos seus pontos fortes, isto porque é uma poste no mais fiel à posição ou seja, uma jogadora alta, com instintos únicos em redor do cesto e com uma imensa habilidade para concretizar. Uma interior alta, forte fisicamente, e que se evidencia pelo seu footwork de muita qualidade, corre em campo como uma base, tem essa capacidade física e velocidade para recuperar posição rapidamente, joga bem sem bola, sabe que posições ocupar. Pode ser um caso sério, pela estatura e capacidade física, que se junta à capacidade de concretização, onde se evidencia pelos duplos-duplos, mas também pela sua técnica de lançamento e por ser uma boa atiradora. Uma poste que é quase indefensável no 1×1, nome a guardar muito para os próximos anos.

Ficaram aqui 5 talentos que vamos ter a possibilidade de acompanhar ao longo desta temporada e que vão ser nomes a guardar para o próximo draft e ainda mais para o futuro do basquetebol mundial.

FWxqZmhWYAMTPgh-1280x1601.jpeg
José AndradeJulho 9, 20225min0

A temporada da WNBA está completamente ao rubro e as Minnesota Lynx depois de um começo atribulado são uma das equipas em destaque desde Junho e é sobre esta nova fase de Minnesota que vos vamos falar hoje.

As Minnesota Lynx iniciaram esta época com muitas dúvidas, várias jogadoras lesionadas e em diferentes fases de recuperação, muitos problemas para este conjunto lidar, mas desde cedo se viu que a grande figura ia ser a experiente Sylvia Fowles. A estrela assumiu o protagonismo de todas as colegas que estavam em falta e ainda do baixo rendimento e produtividade de outras. As Lynx só ganharam um duelo nas 7 primeiras jornadas, conseguiram criar alguns problemas nos jogos com algumas das favoritas, mas as ausências pesavam e deixavam este conjunto de Minnesota com alguns problemas. Depois de uma série negativa, o regresso das figuras que estavam lesionadas e algumas alterações no plantel ajudaram a que as Lynx conseguissem melhorar e dar a volta depois de um começo menos bom.

Nesta altura são 4 vitórias nos últimos 6 jogos, uma mudança radical ao que assistíamos no início de temporada. Indo além dos resultados, percebemos que a equipa melhorou bastante em especial no aspeto ofensivo e muito porque o banco começou a funcionar. A equipa consegue desde 21 de junho ter mais vitórias que nos 16 primeiros jogos, mas o ponto são as melhorias exibicionais da turma de Minnesota. O crescimento desta equipa faz os fãs sonharem com o regresso de Sylvia Fowles aos playoffs naquela que será a sua última temporada na WNBA.

A curta rotação foi a chave para as Lynx iniciarem a temporada como a pior equipa nível ofensivo, depois com os regressos e o acerto nas entradas, a equipa tal como se viu com as Las Vegas Aces passou a conseguir ter uma profundidade maior e com isso um desempenho melhor. O triunfo frente às Aces é o maior destaque, é necessário frisar que a equipa de LA acusou algum cansaço e a falta de rotação, mas as Lynx neste duelo mostraram de forma exata todas as melhorias que começam na capacidade de rotação com nenhuma das atletas a jogar mais de 28 minutos, depois disso não vemos muitas jogadoras a passar dos dois dígitos, mas todas marcam, todas conseguem fazer a diferença independente do tempo de jogo e em todos os casos o impacto é sentido nos dois lados do campo. Defensivamente a equipa sempre se conseguiu mostrar, obviamente que a dependência de Fowles era imensa no começo de temporada, algo que tem vindo a reduzir, em primeiro lugar porque a equipa foi obrigada a isso com a lesão da sua estrela e depois pelo crescimento que temos assistido nos últimos duelos.

As lesões ainda não estão totalmente ultrapassada e isso também obriga a esta gestão cuidada, mas o regresso de Damiris Dantas deu à esta equipa um poderio físico e uma capacidade muito importante na luta das tabelas, algo que faltava no começo da temporada. Um dos destaques deste crescimento das Lynx é Moriah Jefferson que também ela passou por problemas físicos, foi dispensada pelas Dallas Wings e depois do início atribulado, conseguiu assumir-se como uma das figuras desta equipa, sendo nesta altura uma das jogadoras fundamentais. O ponto alto para já de Moriah Jefferson nesta temporada foi o duelo com as Wings onde conseguiu a sua vingança, depois de ser dispensada, a jogadora que na próxima temporada estará na Europa ao serviço das espanholas do Avenida, conseguiu o seu primeiro triplo-duplo da carreira com 13 pontos, 10 assistências e 10 ressaltos, não só conseguiu a sua “vingança” como confirmou a melhor fase da temporada a nível pessoal e coletivo das Lynx. A melhoria ao longo da época colocam este conjunto nesta altura com um registo de 7-15 e a liderar no “scoring” da WNBA com 91.3 pontos de média por jogo, uma diferença abismal na produção ofensiva desta turma de Minnesota. Analisando os números podemos ver esta evolução, passaram de 78.4 pontos por jogo para 91.3, a nível de lançamentos de campo a percentagem subiu de 43.0 para 49.0, no que à linha de três pontos diz respeito o crescimento também é notório com uma passagem de 31.0% para 40.1%, algo bem revelador do que este conjunto tem melhorado no aspeto ofensivo.

Na defesa que até era o ponto melhor da equipa, notamos também um crescimento e basta ver que a equipa concedia 84.9 pontos por jogo de média e nesta altura desceu para 78.8 pontos de média, um crescimento assinalável em todos os aspetos para a turma de Minnesota. Sylvia Fowles continua a ser a grande protagonista das Minnesota Lynx, em 17 jogos tem médias de 14.9 pontos por jogo, 9.3 ressaltos, 1.2 roubos de bola e 1.3 desarmes de lançamento, médias que fazem desta super estrela a segunda melhor jogadora da Liga no que aos ressaltos por jogo diz respeito, a sexta melhor nos desarmes de lançamento e a melhor no que diz respeito aos lançamentos de campo com 64.5%, a experiente jogadora segue em temporada de grande nível que a colocam na luta pelo prêmio de MVP, algo que com o crescimento das Lynx poderá ficar mais perto e seria o melhor final de carreira para uma das melhores jogadoras de sempre. Os próximos duelos vão ser testes decisivos para esta nova fase das Lynx, a margem é muito curta para um possível lugar nos playoffs e por isso a turma de Minnesota está obrigada a vencer, mas nesta altura o rendimento e a qualidade jogo desta equipa são os grandes destaques na WNBA.

Ficou aqui um olhar para a nova fase das Minnesota Lynx, a equipa que passou de uma das piores para uma das em maior destaque na WNBA.

aja-wilson.jpg
José AndradeJunho 30, 20225min0

A WNBA está ao rubro e a luta para MVP segue com 3 jogadoras disparadas nessa corrida e hoje vamos falar deste trio de algumas das melhores do mundo que encanta e discute nesta altura o prêmio de melhor jogadora da temporada na WNBA.

A’ja Wilson – Las Vegas Aces: Cada vez mais favorita

Começamos a nossa lista por A’ja Wilson que nesta altura está na frente nesta corrida pelo prêmio de MVP da temporada. As Las Vegas Aces são a equipa sensação da temporada e A’ja é um dos nomes em maior destaque, pois tem demonstrando uma alta evolução em alguns pontos do seu jogo. A craque das Aces surge com o tiro exterior a ser uma arma cada vez mais temível e mais usada, ela que nesta altura é a jogadora com a sexta melhor média de pontos por jogo (18.7) e a atleta com melhor média de ressaltos (9.9), números que deixam em claro o porquê de estar na frente desta corrida.

A’ja tem ainda uns 35.0 % da linha de três pontos, é mesmo a área onde tem evoluído mais, demonstrando que está uma jogadora cada vez mais completa, sendo uma atleta cada mais difícil de travar. Na defesa ainda se evidencia como a segunda jogadora com mais desarmes de lançamento por jogo (2.4).. Ressaltadora de elite, eficaz nos dois lados do campo e é mais uma jogadora que deu um passo em frente na sua evolução com Becky Hammon, sendo mesmo nesta altura a estrela na frente nesta luta pelo MVP.

Breanna Stewart – Seattle Storm: Menos destaque, mas muito rendimento

Mudamos para aquela que surge logo atrás de A’ja Wilson na luta pelo prêmio de MVP, mais uma das melhores jogadoras do mundo, Breanna Stewart que torna a ser uma vez mais um dos maiores destaques da temporada na WNBA sendo que nem sempre tem tido o destaque merecido para aquilo que vai fazendo na liga. As Seattle Storm estão novamente no topo, com a chegada de Tina Charles as expetativas cresceram e as soluções aumentaram para o que ainda está por vir, mas muito do que esta equipa tem conseguido deve-se a Breanna Stewar.

Nesta altura lidera em termos de média de pontos por jogo (22.0), é a nona jogadora com melhor média de ressaltos por jogo (7.6) e é ainda a segunda melhor em relação aos roubos de bola por jogo (1.9). A questão que muitos colocam em relação a Breanna Stewart para a afastar do prémio MVP é a defesa, mas a verdade é que as Storm com ela em campo, têm 90.4 pontos concedidos por 100 posses e sem Stewart sobe para 102.9 pontos, algo que demonstra bem a importância que tem no lado defensivo da sua equipa, sendo que é também a jogadora com melhor ranking de eficiência, mostrando também o seu peso no ataque na turma de Seattle. Eficácia e super rendimento dos dois lados do campo e um inicio de temporada de alto nível que voltam a colocar Breanna Stewart como uma das favoritas a melhor temporada, nesta altura é a número dois na luta pelo prêmio de MVP.

Jonquel Jones – Connecticut Sun: A rainha continua na luta pela revalidação do estatuto de MVP

A MVP da última temporada mesmo que menos destacada devido ao começo de época das Aces e aos problemas das Sun, continua a dominar e está muito presente nesta luta por este prémio. Nesta altura leva uma média de 14.6 pontos e de 9.1 ressaltos por jogo, sendo mesmo a terceira melhor neste último parâmetro, apenas atrás de Aj’a Wilson e Sylvia Fowles duas das maiores protagonistas deste começo de época. O problema central está na queda na média de pontos, mas a verdade é que a rainha da última temporada está mais eficaz, sendo a sétima na liga em pontos por tentativa e é ainda a décima melhor em lançamentos de campo com 51.5%. Jonquel Jones é novamente uma das jogadoras que mais domina no garrafão, estando nesta altura com 21.1% em oportunidades de ressaltos, a segunda melhor da liga. Mesmo que alguns números tenham caído, Jonquel Jones continua no topo, sendo uma das jogadoras mais habilidosas, eficazes e preponderantes na sua equipa e da WNBA. A MVP da última época além dos ressaltos é uma das craques mais eficientes, o começo não foi o melhor, mas podemos ver já um crescimento nestes últimos jogos, vamos com toda a certeza ter Jonquel Jones ainda mais na luta pelo prêmio de MVP a partir de agora.

Deixámos aqui as três principais jogadoras na luta pelo prêmio de MVP, mas ainda menção para Emma Meesseman ou Kelsey Plum, entre outras jogadoras que poderiam figurar neste top3 de maiores candidatas a MVP. Será com toda a certeza uma lista a ser alterada ao longa das próximas semanas e esta luta vai estar cada vez mais ao rubro, por isso estaremos cá para falar e ir atualizando este top3.

210714131252-candace-parker-july-10-super-tease.jpg
José AndradeMaio 5, 20227min0

Hoje vamos falar da WNBA, primeira-parte do guia de lançamento da temporada que começa já neste dia 6, vamos falar um pouco de algumas equipas e do que podemos esperar, por isso venham connosco porque esta temporada promete muito.

A temporada regular começa com as Washington Mystics a receberam as Indiana Fever nesta sexta-feira (já sábado em Portugal). 12 equipas vão em busca de suceder às Chicago Sky como as novas rainhas da WNBA, num total de 36 jogos nesta temporada que significa um novo máximo de duelos, o máximo anterior era de 34. Até 14 de Agosto vamos ter uma temporada que promete muito, mas que vai ser marcada pela prisão de uma das estrelas da Liga na Rússia, falamos de Brittney Griner que numa situação normal estaria prestes a entrar em ação depois de uma temporada na Europa, mas que se encontra detida num caso que tem abalado tudo e todos pelas poucas informações e pelo que se vive naquela zona do globo.

As quatro melhores equipas de cada conferência vão se apurar para os playoffs que se devem iniciar em agosto logo depois do dia 14. A primeira ronda joga-se à melhor de 3 jogos, já as meias-finais e final vão se discutir à melhor de 5 jogos. Menção para a All-Star weekend que vai decorrer em Chicago de 9 a 10 de julho e para a Commissioner Cup que vai ter a final a 26 de julho, uma competição onde vão ser designados os 10 jogos que vão contar para esta Taça, as melhores de cada conferência defrontam-se na final.

O que podemos esperar de cada uma das equipas?

  • Atlanta Dream – Vão animar muito a temporada

Começamos por Atlanta, uma equipa que vem de uma época com muitas mudanças e muito atribulada. Depois de novos donos, conseguiram Tanisha Wright para nova treinadora e ainda Dan Padover para novo general manager, chegam a esta época com uma equipa jovem e que vai de certeza animar muito a temporada, mas que pode sentir alguns problemas, por isso uma das curiosidades é perceber a dinâmica deste conjunto. Destaque obvio para Rhyne Howard, a primeira jogadora escolhida deste último draft e que é uma das atletas que mais curiosidade suscita para esta temporada. Época de transição neste rebuild, com pouca pressão e onde a juventude pode surpreender, ofensivamente dão garantias com a experiência da base Aari Macdonald, defensivamente as coisas podem ser diferentes e aí Nia Coffrey vai ter de assumir um papel de grande importância.

  • Chicago Sky – Em busca de defender o caneco

Chegamos às atuais campeãs, depois de uma temporada em crescendo, de sextas a campeãs com uma final épica, chegam a esta temporada mantendo a sua base e em busca de revalidar esta conquista. As Sky possuem profundidade, muita rotação, Kahleah Copper vem em ótima forma e depois de ser uma das figuras da época passada pode ser novamente uma das estrelas deste ano. A manutenção das estrelas é a chave do que pode ser uma época de sucesso, obvio destaque para Candace Parker, mas também para Courtney Vandersloot e Allie Quigley, duas bases fundamentais para o que pode ser a boa temporada desta equipa e ainda juntaram Emma Meesseman a MVP das finais em 2019. As Sky parecem mais equipa à partida para esta época e a boa free agency trouxe ainda mais profundidade, vai ser difícil repetir, mas voltam a ser uma das favoritas ao título.

 

  • Connecticut Sun – Será que confirmam o maior favoritismo?

As Sun foram a equipa mais dominante na temporada regular passada, um recorde impressionante de 26-6, muita qualidade de jogo, mas acabaram por sofrer no duelo das meias-finais com as Chicago Sky que viriam a vencer o título. Nesta temporada, a equipa de Connecticut volta a partir com maior favoritismo para vencer no final da época. Conseguem reforçar uma equipa que já era muito forte, vão continuar a ser uma equipa defensivamente sufocante e ofensivamente deram o salto com a entrada de Courtney Williams que vai permitir que a equipa suba de nível no ataque, juntar ainda a extrema Alyssa Thomas que chega a esta temporada totalmente recuperada e sem limitações físicas. Óbvio que juntando a tudo isto, a MVP da temporada passada, Jonquel Jones que vem de mais uma excelente temporada na Europa. São as favoritas e têm tudo para conseguir o tão desejado primeiro título da história deste franchise.

  • Dallas Wings – Muito talento jovem

Mudamos para Dallas, mais uma equipa cheia de jovens com muito potencial, com uma jogadora que parte com possibilidade de ser a MVP da temporada e uma equipa que parte como muito provável ir além do sétimo lugar da temporada passada. Nesta offseason conseguiram a poste Teaira McCwoan que chegou das Fever, ainda garantiram Arike Ogunbowale com um contrato de longa duração para uma das melhores bases. Junta-se a juventude, com destaque para a capacidade no perímetro de jogadoras como Marina Mabrey e Allisha Gray. Depois Satou Sabaly que tem tudo para se assumir como uma das estrelas da liga nesta temporada e com isso parte como uma possível candidata a MVP da época. As Wings subiram um degrau na sua evolução e podem ser uma das surpresas desta temporada.

  • Indiana Fever – Época de rebuild total

A equipa de Indiana entra nesta temporada com uma equipa muito jovem e bem diferente, depois de uma época onde foram o pior conjunto, mudaram e apesar de alguns erros, partem para uma temporada de rebuild. Conseguiram 4 das 10 primeiras escolhas do draft deste ano, conseguindo grandes talentos como Destanni Henderson. Esta equipa ganhou 12 jogos nas duas últimas temporadas, Lin Dunn começa como general manager de forma interina numa equipa sem ambições e que tudo o que vier de bom vai ser ganho. Será uma temporada complicada, onde a maior curiosidade vai ser perceber como vai continuar a reestruturação e que passos vão ser dados a seguir.

  • Las Vegas Aces – Muitas mudanças

As Aces vão em busca de regressar às finais, depois de caírem na meia-final o ano passado frente às Mercury, mudaram muito para conseguir regressar à final onde estiveram pela última vez em 2020. Chegou Becky Hammon para liderar a equipa, nova treinadora que tem funções bem mais vastas e que como já se pode ver mudou a forma de jogar da equipa, as Aces vão passar a privilegiar o movimento de bola e o spacing, uma mudança radical para o que acontecia com Bill Laimbeer. Com esta nova forma de jogar, Chelsea Gray e Kelsey Plum vão assumir ainda mais protagonismo nesta temporada. Com a saída de Liz Cambage, a equipa focou ainda mais em A’ja Wilson que já renovou com um contrato máximo, a MVP de 2020 que já mostrou na pré-época que vem para repetir esse feito. A única questão nesta equipa é a profundidade que não é tanta como nas Sun e em outros conjuntos, mas as estrelas estão em grande forma e chegam para dominar a Liga novamente.

Ficou a primeira-parte do nosso guia para a temporada da WNBA, não percam a segunda-parte que ainda temos mais equipas para falar.

2022_03_09_WBB_vs_Toledo_CM_094_71-1280x853.jpeg
José AndradeAbril 11, 20228min0

Para hoje, dia de draft da WNBA a quarta e última parte desta nossa lista de 40 nomes para o draft da WNBA, mas também para o futuro do nosso basquetebol mundial, pois ficaram aqui nomes que vão com toda a certeza brilhar por este mundo fora, por isso venham daí que temos os últimos nomes para vos apresentar.

 Taylor Robertson – Base de Oklahoma

Mais uma atiradora, uma das melhores da sua geração. Taylor Robertson é uma base atiradora, destaca-se pela marcação de pontos de todos os lados, sendo que é no tiro exterior que mais brilha. Foram mais de 200 triplos nas suas três primeiras temporadas, com uma percentagem de acerto de 42 da linha de três pontos nestas últimas temporadas. Uma base que não precisa de muito espaço ou muitas combinações para atirar, precisa de melhorar no aspeto defensivo, é o ponto mais fraco, mas é acima de tudo uma atiradora de elite que consegue pontuar de curta, média e longa distância com facilidade e que se pode assumir como uma arma importante a saltar do banco no imediato numa equipa na WNBA

Mya Hollingshed – Extrema do Colorado

É uma jogadora que garante um perfil atlético que uma equipa como as Phoenix Mercury muito precisam, isto porque, é uma extrema alta, forte fisicamente, que garante presença e força no garrafão, apesar da estatura lança bem e tem um tiro fácil, garante capacidade atlética, ressaltos, luta nas tabelas e pontos. Uma extrema muito interessante, com qualidade para se destacar cedo na liga principalmente na área pintada, mas com potencial para evoluir para uma peça importante no roster de muitas equipas.

Kianna Smith – Base de Louisville

Voltamos a falar de uma base atiradora, Kianna é ainda uma jogadora muito habilidosa, com muita técnica, e que tem uma técnica de lançamento muito bonita e que se destaca muito em campo. É uma jogadora que não precisa de muito espaço para atirar, apresenta uma percentagem de 46% na linha de três pontos e uma média de 12.6 pontos por jogo. Uma base que se destaca pelo tiro exterior, é uma scorer e que se evidenciou muito nas transições. Precisa de melhorar sem bola e na defesa, mas dá garantias de pontos porque tem uma capacidade de atirar muito elevada e sem precisar de grande espaço ou de muito tempo em jogo.

Monika Czinano – Extrema-poste de Iowa

É uma poste muito eficiente, embora ainda tenha jogado como extrema em muitas ocasiões, vai se assumindo cada vez mais como uma poste que sabe marcar e muito eficiente. É uma poste forte, que sabe usar o corpo, com um bom footwork, com capacidade de passe e que o ano passado liderou nos Estados Unidos em relação aos lançamentos de campo. É uma poste que pode ser um achado nas últimas escolhas, pois garante presença e capacidade de luta no jogo interior e que garante ainda pontos, sendo que tem evoluído muito no seu lançamento mais afastado do cesto.

Que Morrison – Base da Georgia

Que é uma base que acrescenta muito no aspeto defensivo, sendo uma lutadora e uma ótima ressaltadora. Falamos de uma base grande, que sabe usar o seu físico, não é a mais habilidosa, mas é uma jogadora forte fisicamente, que cria bem, com boa capacidade de passe e que luta muito, não só nas tabelas. Uma base que consegue criar e que dá muito defensivamente a qualquer equipa.

Madi Williams – Base de Oklahoma

Madi nesta temporada lidera Oklahoma em pontos e em ressaltos, é uma base muito atlética, nesta altura ainda não se sabe se vai estar neste draft, mas caso acabe por não fazer parte é um nome a guardar e que estará no futuro. É uma base muito forte fisicamente e não aparecendo em muitos dos mocks drafts a verdade é que tem tudo para ser uma escolha elevada. É uma base muito eficiente e muito completa, consegue jogar a extrema pelo seu nível e capacidade física, mas alia a isso, muita habilidade com a bola, muita técnica, consegue criar e tem um bom tiro, é uma jogadora que tem tudo para ser uma das surpresas do draft da WNBA ou uma das escolhidas na free agency, pois estamos a falar de uma base com potencial muito elevado.

Gemma Potter – Extrema dos Dandenong Rangers

Voltamos à Austrália para falar de Gemma Potter, mais uma estrela jovem da WNBL, que surgiu muito cedo em destaque na liga australiana. É ainda uma incógnita se ela vai estar no draft, a verdade é que falamos de mais um talento de muito futuro oriundo da Austrália. É uma wing muito versátil, teve alguns problemas físicos esta temporada, mas é um dos prospects das possíveis escolhas finais do draft da WNBA mais interessante. Muito rápida, atira bem, defende bem, boa capacidade de passe, rende dos dois lados do campo, é uma boa ressaltadora, consegue ajudar muito na defesa e em especial no jogo interior, tem capacidade física, lança bem de todas as zonas e sabe criar evidenciando uma ótima visão de jogo.

Júlia Boros – Base do BEAC

Saltamos até à Hungria para falar de Jula Boros, que se evidenciou muito no último Campeonato do Mundo de sub19 ao ser uma das melhores jogadoras do torneio, liderando a Hungria até ao bronze e sendo eleita para o quinteto ideal deste torneio. Júlia Boros é uma peça importante do BEAC, uma equipa que está a lutar para não descer na Hungria. É a jogadora que atuou em todos os jogos, a quarta com mais minutos e a terceira que mais pontua, sendo a que mais cria, porque Julia Boros é a base criadora da equipa evidenciando uma evolução muito grande desde o Mundial. Pode ser uma surpresa da terceira ronda desta draft ou ser escolhida na free agency, se isso não acontecer vai com toda a certeza dar o salto na Europa. É uma base que faz tudo bem, defende bem, tendo evoluído bastante na questão defensiva e em particular na luta das tabelas, evoluiu muito fisicamente, é uma criadora que faz a sua equipa jogar lendo muito bem os timings de jogo, passa bem, tem um ótimo tiro exterior, é uma playmaker e uma scorer de elevado nível. Vamos ouvir falar muito de Júlia Boros nos próximos anos mesmo que não seja uma escolha desta draft da WNBA.

Cece Hooks – Base de Ohio

Cece Hooks, vai sair de Ohio como a melhor jogadora de sempre da equipa, a máxima pontuadora, a jogadora com mais roubos de bola e ainda a melhor de sempre em relação a lançamentos de campo. A base depois de deixar marca em Ohio, pode chegar à WNBA como uma das últimas escolhas do draft. É uma base que defende muito bem, mas falamos de uma jogadora muito completa, ball handling de altíssimo requinte, muita habilidade, é uma scorer com capacidade para atirar de quase todas as zonas, é uma defensora notável sendo que rouba a bola com muita facilidade e é muito difícil de a ultrapassar no 1×1. Uma base completa, com poder de fogo e que acrescenta muito na defesa.

Magdalena Szymkiewicz – Base do Arka Gdynia

Para terminar, vamos até à Polónia para falar de Magdalena Szymkiewicz, uma base que se tem destacado na liga do seu país. Numa equipa que está a lutar pelo título na Polónia, Magdalena tem sido aposta em especial na liga, não jogando tanto na Euroleague, basta ver que é a 11ª mais utilizada da equipa nas competições europeias e a 3ª com mais minutos a nível interno, é claramente uma arma para a conquista polaca. É uma scorer, desde sempre se assumiu nesse papel, mas de época para época tem evoluído para muito mais que apenas isso. É uma base acima da média, ótima passadora, uma excelente leitura e visão de jogo, consegue criar para ela e para as colegas, não tem problemas em assumir nos momentos mais complicados, lança muito bem de todas as zonas, cresceu muito no aspeto defensivo e está pronta para voos mais altos. Uma base muito boa, com muita margem de progressão e que é bastante completa. Um talento que vai brilhar muito ao mais alto nível.

Chegámos ao fim, foram 40 nomes a guardar para o draft do próximo dia 11 e para o futuro do basquetebol feminino mundial. Não percam o draft, vejam basquetebol feminino e partilhem connosco outros nomes de futuras grandes estrelas.

image-4.jpg
José AndradeAbril 9, 20228min0

Penúltima parte da nossa lista de futuras grandes estrelas do basquetebol mundial, mais 10 nomes de muito valor e talento para o draft da WNBA e para o futuro do basquetebol feminino mundial.

Maya Dodson – Extrema de Indiana

Nesta segunda parte começamos com uma jogadora interior, uma defensora, não falamos de uma interior com jogo exterior, mas sim uma das melhores a nível defensivo. Maya é uma das melhores deste draft da WNBA em termos de desarme de lançamento, é uma excelente defensora, garante vantagem no perímetro, altura e capacidade física.

Chloe Bibby – extrema de Maryland

Continuamos com uma jogadora da mesma posição, mas Chloe Bibby é mais versátil, consegue jogar dentro e fora, é uma ótima ressaltadora e ainda acrescenta tiro exterior, é uma “big” que lança muito bem da linha de três pontos. É uma jogadora interior muito completa, que consegue atuar em várias posições e que tem capacidade de criar, uma extrema-poste com grande margem de progressão e já habituada a grandes palcos uma vez que se estreou cedo na liga australiana.

Sude Yilmaz– Extrema do Galatasaray

Vamos a um nome que é altamente improvável que seja escolhido, mas uma jogadora de futuro para o basquetebol europeu e que pode acabar por chegar à WNBA a médio prazo. Sude Yalmaz tem se cimentado na posição 3 na Turquia, tem apenas 20 anos, mas tem ganho muito espaço ao longo desta temporada no Galatasaray sendo uma jogadora cada vez mais importante na equipa. Uma jogadora versátil, capaz de jogar também como base, posição onde começou a dar nas vistas. Falamos de uma jogadora com capacidade de criação, com ótimo sentido posicional, que passa muito bem e que tem uma excelente visão de jogo, precisa de melhorar no lado defensivo, mas a verdade é que com o maior tempo de jogo temos visto uma jogadora a mostrar mais da sua capacidade de assumir jogo e de fazer o Galatasaray jogar.

Lexie Hull – Base de Califórnia

Stanford acabou por desiludir nesta March Madness, mas Lexie Hull assumiu-se ainda mais como um dos grandes nomes para este draft. Falamos de uma base muito aguerrida, que tem a maior questão no seu atleticismo, ainda se colocam algumas dúvidas para uma liga como a WNBA, mas é uma base muito lutadora, que garante tiro exterior, tendo uma percentagem de 40.4 na linha de três pontos esta temporada e de 37% ao longo dos seus três anos em Stanford. Além do tiro exterior, um dos destaques é a capacidade de roubar a bola, esta temporada foram 2.3 roubos de bola por jogo, sendo uma arma da equipa que dos roubos de bola conseguia pontuar muitas vezes. Lexie Hull é uma base que luta muito, nunca desiste de uma bola, tem tiro exterior e consegue facilitar o jogo das suas colegas, além de ser muito habilidosa, é uma jogadora de muito futuro.

Jade Melbourne – Base de Canberra

Voltamos a um prospect internacional que vai chegar à WNBA, falamos da base australiana, Jade Melbourne que preferiu estudar e fazer o seu percurso na sua terra natal, recusou a oferta de Arizona State para continuar na liga australiana onde se afirmou como uma das estrelas e dos maiores talentos. Foi a mais jovem da lista de eleitas da Austrália para o Campeonato do Mundo. Jade é uma base que defende bem, que ataca muito bem o cesto e esse é um dos pontos onde mais se destaca, depois é uma criadora, consegue descobrir os espaços para as suas colegas e para os seus lançamentos, sendo também ela uma boa atiradora. Ball handler de elevado valor, gosta de atirar do canto na linha de três pontos, é rápida e penetra muito bem para o cesto. Uma combo guard de muita margem de progressão.

Jasmine Dickey – Base de Delaware

É uma jogadora muito versátil, talvez a jogadora capaz de jogar em mais posições neste draft, isto porque já a vimos jogar a base, onde atua preferencialmente, mas também já foi usada a extrema e a extrema-poste. Jasmine é uma jogadora híbrida, caapaz de render em todo o lado, muito intensa, muito atlética, é uma jogadora muito de confiança e que sempre atua bem. Joga bem dentro e fora, muito habilidosa com a bola nas mãos, sabe criar e passa bem, mas depois defende bem, consegue aguentar jogadoras mais fortes fisicamente e não se intimida com ninguém. Marca em campo aberto, em transições e penetra bem para o cesto, é um talento muito completo e com uma margem de progressão que a faz ser uma das jogadoras deste draft mais fiáveis.

Serena Kessler – Base de Tarbes Gespe Bigorre

Nesta segunda parte temos mais nomes europeus e Serena Kessler é mais um, neste caso é uma das maiores promessas do basquetebol francês. Fez formação em Paris, no Centre Federal, uma equipa de segunda divisão onde cedo deu nas vistas e consequentemente foi lançada ao mais alto nível, assumindo logo um papel de destaque. Depois deu o salto para Tarbes, uma equipa de primeira divisão onde ela se assume como uma das maiores figuras. É uma base de mais de 1,80 metro, tem um histórico de lesões, mas é uma base com capacidade física e que sabe usar muito bem o seu corpo, que defende bem, com capacidade de tiro e com habilidade com a bola nas mãos, um talento que pode ser escolhido na terceira ronda, mas com capacidade para no futuro chegar à WNBA.

Katie Benzen – Base de Maryland

Uma base que chegou a Maryland como uma atiradora, a verdade é que era bem mais que isso e com o tempo tem evoluído para se afirmar como uma base mais completa. Katie mantém um tiro exterior temível, é uma das suas armas, mas além disso é uma base rápida, habilidosa, com ótima capacidade de passe e que notabiliza pelo que faz jogar, não é uma base egoísta, muito pelo contrário, é uma base de fazer jogar e de ajudar as suas colegas a renderem mais. Uma base coletiva, de criação e que passa muito bem.

Reka Dombai – Extrema do Gyor

Agora vamos até à Hungria para falar de Reka Dombai, mais uma jogadora internacional com capacidade para chegar muito longe. Vai na sua terceira temporada no Gyor, estreou-se com apenas 16 anos e logo na primeira temporada assumiu-se como a terceira melhor marcadora da liga, o que já por si revela bem a sua muita capacidade. É uma jogadora muito versátil, defende muito bem, ataca bem o cesto, joga bem de costas e de frente para o cesto, atira bem, cria bem, consegue assumir várias posições e dá garantias de rendimento imediato dos dois lados do campo. Pode ser um dos “steals” deste draft porque além da qualidade, da sua versatilidade, é uma das jogadoras deste draft com mais andamento a nível sénior.

Eden Zipel – Extrema do Hapoel Rishon Lezion

Continuamos na Europa para falar de um dos maiores talentos do basquetebol europeu, Eden Zipel é uma extrema de muito valor. É scorer, apareceu cedo no Hapoel, tem vindo sempre a crescer e a evoluir. Na temporada passada, a equipa sentiu dificuldades, as estrangeiras não renderam o esperado e foi Eden a assumir o papel de estrela, nesta época as coisas mudaram, as israelitas conseguiram Dekeiya Cohen, Jennie Simms e Kristi Bellock, três jogadoras que assumiram o estatuto de estrelas da equipa, parecia que Eden ia perder espaço, a verdade é que ele não só aumentou o tempo de jogo como é uma das peças com melhor rendimento, sendo ela a responsável por criar e por fazer estas estrelas renderem tanto como tem acontecido nesta temporada. É uma extrema de criação, que se destacou sempre por pontuar facilmente, mas a verdade é que não deixando nunca de ser uma scorer tem melhorado muito na criação, evidenciado uma leitura e visão de jogo muito acima da média.

Ficaram aqui mais 10 nomes, para o draft da WNBA, mas não só, falamos de grandes talentos que já brilham muito e vão brilhar cada vez mais. Ainda nos falta mais uma parte, por isso não percam a nossa quarta e última parte com mais nomes de futuras estrelas.


Quem somos

É com Fair Play que pretendemos trazer uma diversificada panóplia de assuntos e temas. A análise ao detalhe que definiu o jogo; a perspectiva histórica que faz sentido enquadrar; a equipa que tacticamente tem subjugado os seus concorrentes; a individualidade que teima em não deixar de brilhar – é tudo disso que é feito o Fair Play. Que o leitor poderá e deverá não só ler e acompanhar, mas dele participar, através do comentário, fomentando, assim, ainda mais o debate e a partilha.


CONTACTE-NOS