Os jovens lobos sub-20 são finalistas no World Rugby Trophy pela 2ª vez em três anos, reeditando a final de 2017 em 2019. A análise ao jogo frente ao Tonga no Fair Play
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Mais uma edição do Super Rugby passou e é altura de revermos alguns dos melhores momentos, jogadores, treinadores, surpresas e outros pormenores de mais uma grande época! O balanço do Fair Play ao SR 2019
O "manual de instruções" do maior torneio de selecções do Hemisfério Sul chega ao Fair Play! Estás pronto para acompanhar o Rugby Championship 2019?
Magistral. Eterno. Sublime. São muitos os adjetivos que podem classificar o triunfo de Novak Djokovic este domingo, em Wimbledon. O mais antigo Major do mundo viveu mais uma tarde de glória, que coroou Djokovic como pentacampeão.
A final contra Federer não foi apenas elevada a um nível técnico estratosférico e uma das mais emocionantes de sempre. Foi também a final mais longa da história de Wimbledon. Ao fim de 4h57 minutos, Nolan venceu por 7-6(5), 1-6, 7-6(4), 4-6, 13-12(3). O jogo foi decidido no tie-break do quinto set, após um 12-12, sendo a primeira final de Wimbledon a ser decidida desta forma.
Federer tentou de tudo. Usou slices, subiu à rede e foi tão eficaz no seu jogo de serviço que não sofreu qualquer break point nos três primeiros sets. De resto, olhando para os números, Federer teve mais ases (25/10), cedeu menos duplas faltas (6/9), foi mais eficaz no primeiro serviço (63%/62%), teve mais winners (94/54) e teve mais pontos ganhantes (218/204). Mas não foi suficiente.
Djokovic mostrou porque é número um mundial está entre os melhores de sempre, ao lado de Federer e Nadal. Os três, aliás, contiuam a dominar o circuito. Federer diz que, independentemente do ranking, enquanto se sentir competitivo vai continuar a jogar. E à beira dos 38 anos o suíço não parece abrandar. Se na final esteve ao seu melhor nível, o mesmo aconteceu diante Rafa Nadal, nas meias-finais. Em mais um clássico Fedal, o helvético terá feito uma das suas melhores exibições de sempre no confronto entre os dois. No 40º confronto entre os dois recordistas de Major, Federer ganhou por 7/6 (7-3), 1/6, 6/3 e 6/4, atingindo a sua 12ª final no All England Club. De resto, ao vencer Kei Nishikori, o octacampeão Federer tornou-se o primeiro jogador a conquistar 100 vitórias em Wimbledon.
Ao vencer Wimbledon, Novak Djokovic conquistou 4 dos últimos 5 Grand Slam disputados. O seu domínio no circuito, mesmo com Nadal e Federer, é inquestionável. Mesmo que nas bancadas se gritem os nomes dos seus rivais. Certo é que o sérvio tem agora 16 Grand Slam, cinco dos quais no All England Clube. Aos 32 anos não é impensável que o Nolan possa igualar, ou ultrapassar, os 8 títulos de Federer em Wimbledon, ou até os seus 20 Grand Slam, tornando-se o maior campeão da história. E conseguir isso durante na Era de Federer e Nadal é um grande feito.
Aliás, no confronto com Federer a vantagem de Djokovic é inequívoca. Em 47 jogos, Nolan venceu 25 e nos três disputados em Wimbledon ganhou todos. O sérvio também tem mais vitórias sobre Federer em Grand Slam (9/6) e nos últimos 5 jogos, venceu 4. Por fim, das 4 finais que disputaram, Djokovic ganhou 3.
Quem também esteve em grande plano foi João Sousa. O português alcançou a sua melhor prestação em um Major, atingindo os oitavos de final. Foi o melhor resultado de um tenista português em Grand Slam. O vimarenense deixou para trás nada menos que Marin Cilic (6-4, 6-4, 6-4) e Daniel Evans (4-6, 6-4, 7-5, 4-6, 6-4). Sousa acabaria afastado por Nadal, por triplo 6-2.
Com este resultado, João Sousa sobe 13 posições no ranking e é agora 56 do mundo.
Não menos surpreendente foi o espanhol Roberto Bautista Agut. Ao atingir as meias-finais, tornou-se o primeiro espanhol que não Nadal a jogar este fase de Wimbledon deste 1972. Antes de ser eliminado por Djokovic (6-2, 4-6, 6-3, 6-2) deixou para trás Karen Khachanov, Benoit Paire e Guido Pella.
O pós-Canadá analisado pelos protagonistas, com Luís Pissarra e José Roque a explicar como se registou a 2ª vitória em 2 jogos. Vais acompanhar o Alcateia post-WRTrophy Match?
Lewis Hamilton venceu o GP da Grã-Bretanha, tornando-se assim o recordista de vitórias em solo inglês, com 6 vitórias.
Numa corrida onde os Mercedes estiveram num plano de performance à parte, foi Bottas que arrancou da pole, à frente de Hamilton.
Hamilton arrancou bem da 2ª posição e não parecia estar nada disposto a querer ficar-se por lá. O britânico lutava e tentava ultrapassar Bottas, que mostrava que não estava disposto a deixar o seu colega de equipa levar a melhor.
Depois de alguma luta em pista, Bottas parecia ter levado a melhor e mantinha a posição. Como se mantinha em 1º lugar, Bottas foi o primeiro dos Mercedes a fazer a paragem para a mudança de pneus, deixando Hamilton na frente, mas com a paragem por fazer.
A sorte decidiu sorrir ao inglês, já que Giovinazzi teve um pião, perdeu o controlo do carro e fez sair o safety car. Era o melhor que podia acontecer a Hamilton, que teve uma “paragem grátis”, mudando de pneus, mas sem perder a posição.
A partir daí Hamilton dominou a seu belo prazer, com Bottas a ter de se resignar com o 2º lugar.
Atrás dos Mercedes a ação não parava, principalmente entre os Ferrari e os Red Bull. A principal luta era pelo 3º lugar, com Verstappen e Leclerc a querer recriar a luta do último GP, mas o safety car prejudicou Leclerc, que ficava atrás de Vettel e Verstappen.
Desta forma a luta era agora entre Verstappen e Vettel, com Verstappen a levar a melhor até que Vettel calculou mal e bateu na traseira do Red Bull, atirando assim Verstappen para fora do pódio e deixando Vettel fora dos pontos.
Com isso foi Leclerc a chegar ao pódio, no 3º lugar, à frente de Gasly, finalmente uma boa corrida para o piloto da Red Bull, com o sobrevivente Verstappen a ficar em 5º.
O melhor dos restantes voltou a ser um piloto da McLaren, Carlos Sainz, que teve uma grande corrida, recuperando de uma má qualificação. O resultado poderia ser ainda melhor para a McLaren, não fosse o mau timing do safety car tirar Norris dos pontos, ele que corrida na 7ª posição.
Com esta corrida Hamilton fica agora com 39 pontos de vantagem em relação a Bottas e atinge a marca das 80 vitórias na F1. O recorde de Schumacher parece cada vez menos uma miragem…


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No decorrer do início do Verão fomos falar com o Paulo Jacinto, shaper de longboard que habitualmente costuma andar pela Margem Sul e Ericeira. Lê tudo o que ele tem para dizer!