Xavier Oliveira, Author at Fair Play

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Xavier OliveiraFevereiro 10, 20192min0

A reunião dos 32 melhores jogadores desta época aconteceu em Cheltenham, na Inglaterra. Numa final disputada entre dois ingleses. E para não variar como tem sido habitual esta época, Judd Trump saiu por cima no encontro decisivo.

Para além das ausências, as habituais surpresas

Na primeira ronda, foram os nomes de Mark Williams, John Higgins, Neil Robertson e o mais sonante de todos, Ronnie O’Sullivan, caíram aos pés dos seus respetivos adversários. Este último perdeu frente a um dos jogadores aisáticos em prova, Marco Fu.

Depois de terem sobrevivido à primeira ronda, eis que Stuart Bingham e Ding Junhui acabaram por uma vez mais claudicar precocemente num torneio, saindo de cena na segunda ronda, o que demonstra bem a tormenta que tem sido esta época para ambos os jogadores.

Novamente Trump e mais Trump

Com a chegada dos quartos-de-final, o alinhamento foi o seguinte: Ali Carter vs David Gilbert, Xiao Guodong vs Yuan Sijun, Mark Selby vs Judd Trump e Kyren Wilson vs Barry Hawkins. O alinhamento era bom e em quase todos os encontros os principais favoritos acabaram por vencer. Carter confirmou o seu bom momento de forma e venceu Gilbert por 5-1, marcando encontro nas ‘meias’ frente a Xiao Guodong que venceu o seu compatriota por 5-4. Hawkins mostrou-se a grande nível para vencer o mais recente campeão do German Masters por 5-2. No encontro que suscitava mais expectativa, Trump ‘atropelou’ uma vez mais Selby por 5-1.

Nas meias-finais, e com muito suor e dedicação de Judd Trump, o inglês venceu a Hawkins por 6-5. isto depois de ter estado a perder por 5-4. Na outra meia-final, esperava-se que de alguma forma Carter confirmasse o seu bom momento de forma, tendo acontecido isso mesmo, com o inglês a vencer por 6-0.

Trump e Carter na final (Fonte: Facebook World Snooker)

Uma final inédita

Esta foi uma final completamente inédita entre Judd Trump e Ali Carter, naquele que foi o 22º encontro entre ambos, tendo até então Trump vencido 11 encontros contra dez do seu adversário. Na final e, ao fim da primeira sessão, o mais novo dos dois jogadores, Judd Trump, saiu a vencer por 6-3, metendo assim praticamente uma mão no título. E ao final de 16 ‘frames’, Trump venceu por 10-6 e, agarrou o troféu com as duas mãos para uma vez mais esta época se sagrar vencedor de um torneio, algo que já vem sendo recorrente esta temporada.

O snooker continua a partir do dia 11 de fevereiro até ao próximo domingo, com o Welsh Open, podendo acompanhar em direto e exclusivo nos canais do Eurosport.

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Xavier OliveiraJaneiro 24, 20192min0

É considerado por muitos o melhor torneio do calendário a par do mundial, certo é que só lá estiveram os melhores dos melhores, e esses são apenas 16. No final foi Trump a erguer o tão desejado troféu, pela primeira vez na sua carreira.

O’Sullivan e Trump rumo à final

Com um alinhamento deveras interessante, foi Ding Junhui chegou às meias-finais, ao vencer Luca Brecel por 6-5. Quem já lá estava à sua espera era Ronnie O’Sullivan que frente a Ryan Day venceu de forma inequívoca por 6-3, marcando assim encontro com um ‘velho’ conhecido seu, o chinês acima referido.

Na parte inferior do quadro, Neil Robertson carimbou o seu triunfo sob Barry Hawkins por 6-3, chegando assim às meias-finais, algo que não era assim tão previsível visto o australiano não estar no seu melhor momento de carreira. No encontro de cartaz desta ronda, Trump ‘esmagou’ Selby por 6-2 e mostrou o quão maduro está relativamente ao passado.

Nas meias-finais, haviam dois claros favoritos a chegar à tão desejada final, eram eles Trump e O’Sullivan. E como esperado ambos venceram os seus respetivos encontros para marcar presença na final do Masters.

Trump, finalmente um homem maduro

A final era a que grande parte dos fãs de snooker pediam, frente a frente o mestre e o aprendiz como tantos vezes são apelidados os dois jogadores. E na memória recente estava a vitória de Trump sob O’Sullivan numa final esta época.

E a verdade é que esta final não foi diferente, com Trump a ‘atropelar’ Ronnie na primeira sessão por 7-2, fincando assim a apenas três ‘frames’ da vitória. Vitória essa que acabou por ficar selada por 10-4, não restando assim dúvidas de quem foi o verdadeiro ‘master’ desta edição, naquele que foi o primeiro Masters vencido por Judd Trump.

Ronnie na chegada para a final (Fonte: World Snooker)

A época continua já no final deste mês, com o German Masters, que se joga na Alemanha, poderá ser acompanhado em direto e exclusivo nos canais do Eurosport, até ao próximo domingo dia 3 fevereiro.

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Xavier OliveiraJaneiro 17, 20193min0

É considerado por muitos o melhor torneio do calendário a par do mundial, certo é que só lá estão os melhores dos melhores, e esses são apenas 16. De todos os que começaram sobram apenas oito, com destaque para algumas surpresas.

Campeão do mundo e do Masters de fora

Como é habitual no Masters, só figuram os melhores da modalidade neste torneio. As surpresas começaram desde cedo, com a queda do campeão em título do Masters, Mark Allen, que caiu aos pés de Luca Brecel, num encontro que ficou apenas decidido na ‘negra’. Também decidido apenas na ‘negra’ e com a vitória a cair para o lado do menos favorito dos dois, Ryan Day deixou pelo caminho John Higgins, vencendo por 6-5.

Num encontro onde era esperado mais algum equilíbrio, Lisowski não conseguiu mostrar-se ao nível que nos tem habituado esta época e saiu derrotado por uns expressivos 6-1 frente ao chinês Ding Junhui. Também sem conseguir mostrar-se a um bom nível, Shaun Murphy caiu perante Barry Hawkins, num encontro onde o último venceu por 6-2, marcando assim presença nos quartos-de-final da prova.

Era com certeza um dos encontros mais aguardados desta ronda e como era mais ou menos expectável, Ronnie não deu qualquer hipótese a Bingham e deixou o compatriota pelo caminho, vencendo por 6-2, num encontro onde o derrotado nunca conseguiu impor o seu jogo. Não menos aguardado era o embate entre Trump e Kyren Wilson, principalmente porque os dois vinham de uma picardia acesa recentemente. E foi mesmo o mais bem cotado dos dois ingleses a sair vencedor, vencendo por 6-2.

Campeão do mundo em título e com muita responsabilidade em cima dos ombros por essa mesma razão, Mark Williams foi surpreendido por um Neil Robertson renovado que levou de vencida o galês por 6-3. No último encontro da primeira ronda, o nº 1 do mundo, Mark Selby mostrou bem ao que vinha e venceu de forma clara Stephen Maguire por 6-2.

Entrada de Selby para o seu encontro (Fonte: Alex Pantling/Getty Images)

Vêm aí os quartos-de-final

O alinhamento dos quartos-de-final deste Masters faz suspirar qualquer um, com encontros muito interessantes onde se torna praticamente impossível apontar um vencedor. Se O’Sullivan tem claramente o favoritismo frente a Ryan Day, já entre DIng Hunhui e Luca Brecel é difícil prever o desfecho, principalmente depois da vitória do belga frente a Mark Allen.

Já entre Robertson e Hawkins, o australiano parece um degrau acima do inglês, mas será isso o suficiente para levar de vencida o seu adversário? E naquele que será porventura o melhor encontro desta ronda, Selby e Trump, neste então as ‘odd’s’ estão altamente divididas entre os dois, sendo imprevisível o seu desfecho.

A aposta do Fair Play para a final, recai num encontro entre Ronnie O’Sullivan e Mark Selby. Mais importante será dizer que o Masters, que se joga em Londres, Inglaterra, poderá ser acompanhado em direto e exclusivo nos canais do Eurosport, até ao próximo domingo dia 21.

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Xavier OliveiraDezembro 17, 20183min0

Foi em Glasgow, na Escócia, que se jogou o Scottish Open deste ano, com uma final a ser disputada entre Mark Allen e Shaun Murphy. No final, a vitória acabou por sorrir

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Xavier OliveiraNovembro 19, 20183min0

Foi em Belfast, na Irlanda do Norte, que como habitualmente se jogou o Northern Ireland Open, com uma final a ser disputada entre Judd Trump e Ronnie O’Sullivan. No final, a vitória acabou por sorrir ao mais novo dos jogadores, vencendo assim o seu ídolo de infância.

Surpresas de grande calibre

Na primeira ronda, foram os nomes de Anthony McGill, Marco Fu, Stuart Bingham, Shaun Murphy, Kyren Wilson e a maior desilusão dos fãs caseiros, Mark Allen, caíram aos pés dos seus respetivos adversários. Este último perdeu frente a um dos jogadores chineses em prova, Niu Zhuang..

Surpresas atrás de surpresas

Na segunda ronda, foi o nome de Mark Williams que causou mais espanto, ao cair perante Ali Carter, mesmo sendo o inglês um jogador forte, esta não deixou de ser uma surpresa.

Com uma terceira ronda onde os poucos favoritos à partida ainda estavam em prova, foi na quarta ronda que Ali Carter acabou por claudicar frente a Eden Sharav, que marcava assim presença pela primeira vez na carreira nos quartos-de-final de um torneio. Os nomes de Mark Selby, Judd Trump e Ronnie O’Sullivan saltavam bem à vista depois do vendaval das rondas iniciais.

A queda dos melhores

Com a chegada dos quartos-de-final, o alinhamento foi o seguinte: Mark Selby vs Thepchaiya-Un-Nooh; Ryan Day vs Judd Trump; Ronnie O’Sullivan vs David Gilbert e Eden Sharav vs Peter Ebdon. O alinhamento era bom e em todos os encontros os principais favoritos acabaram por vencer. Ronnie despachou Gilbert por 5-2, Trump venceu Ryan Day por 5-3, tendo Selby vencido o tailandês por 5-3. Já Peter Ebdon depois de estar a vencer por 4-1, viu o seu adversário dar a cambalhota no marcador para vencer por 5-4.

Nas meias-finais, Trump como se esperava não vacilou e bateu Eden Sharav por 6-3. Já no encontro de titãs, O’Sullivan e Selby não desiludiram e deram um brilhante espetáculo em Belfast, com a vitória a sorrir desta vez ao “Rocket” por 6-5, num encontro que ficou decidido apenas na ‘negra’.

Mestre vs aprendiz, um novo capítulo

Na final e, ao fim da primeira sessão, estava tudo em aberto, com o resultado a fixar-se em 4-4. Já na segunda sessão e ao cabo de 16 ‘frames’, foi Judd Trump que levou a vitória para casa selando o triunfo em 9-7. Com este título pode Judd Trump reerguer-se novamente e vir a ganhar a maturidade necessária para vencer o já em breve UK Championship ou até em 2019, o próprio mundial.

Já a partir do próximo dia 27 de novembro e até domingo, dia 9 de dezembro, pode acompanhar em direto e exclusivo nos canais do Eurosport, o UK Championship, que se joga em York, Inglaterra.

Judd Trump a erguer o troféu de vencedor (Fonte: World Snooker)
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Xavier OliveiraNovembro 5, 20183min0

Foi em Daqing, na China, que como habitualmente se jogou o International Championship, com uma final a ser disputada entre Mark Allen e Neil Robertson. No final, a vitória acabou por sorrir ao norte irlandês, campeão em título do Masters.

Surpresas de grande calibre

Na primeira ronda, foram os nomes de Anthony McGill, Liang Wenbo, Kyren Wilson e o mais sonante de todos, o do campeão do mundo em título, Mark Williams, que caíram aos pés dos seus respetivos adversários. Este último perdeu frente a um dos jogadores mais carismáticos do circuito, o tailandês Akani, que livre de pressão deixou pelo caminho o galês, vencendo por 6-3.

Jogadores chineses? Nem vê-los

Na segunda ronda, foram os nomes de Barry Hawkins e Marco Fu os que acabaram por cair, frente a Martin Gould e Jack Lisowski, respetivamente, sendo estes dois nomes mais respeitados do circuito.

A terceira ronda acabou por trazer a notícia que mais abalou o público da casa, com a eliminação precoce de Ding Junhui frente ao veterano Matthew Stevens. E como um mal nunca vem só, os chineses, Yuan Sijun e Yan Bingtao acabaram por ser eliminados também nesta ronda, o que deixou o torneio despido de chineses.

A queda dos melhores

Com a chegada dos quartos-de-final, o alinhamento foi o seguinte: Mark Selby vs Neil Robertson; Jack Lisowski vs Judd Trump; Martin O’Donnell vs Matthew Stevens e Mark Allen vs Ali Carter. O alinhamento era de luxo e a maioria dos encontros não defraudou as expetativas, tendo no primeiro encontro o australiano saído por cima, vencendo assim por 6-4. No segundo encontro e, que tem sido um duelo repetitivo esta temporada, Lisowski deu mais um ar da sua graça e bateu Judd Trump por 6-2. Naquele que se antevia como o encontro dos ‘outsiders’, Stevens acabou por valer-se da sua experiência para carimbar a vitória em 6-5. Já Mark Allen, não deu qualquer hipótese a Ali Carter, venceu por 6-0 e, deixou assim sério aviso à navegação.

Já nas meias-finais, os dois grandes favoritos acabaram por não vacilar em nada. Com mais ou menos dificuldade, Neil Robertson e Mark Allen venceram os seus encontros para marcar encontro na final.

Final na China, com sabor britânico

Na final, Mark Allen deixou tudo praticamente resolvido no final da primeira sessão, tendo ido para o intervalo a vencer por 7-2. Na segunda sessão do encontro, o ‘homem dos antípodas’ ainda tentou contrariar o rumo dos acontecimentos, mas efetivamente não o conseguiu e acabou por sair derrotado por 10-5 no final do encontro. O norte-irlandês soma assim mais um título, isto depois da “fome” de bons resultados que o assolava desde a sua vitória no Masters, em janeiro deste ano.

Já a partir do próximo dia 12 de novembro e até domingo, dia 18 de novembro, pode acompanhar em direto e exclusivo nos canais do Eurosport, o Northern Ireland Open, que naturalmente se joga na Irlanda do Norte.

Mark Allen a erguer o título do International Championship (Fonte: Facebook World Snooker)
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Xavier OliveiraOutubro 8, 20182min0

Foi em Lommel, na Bélgica, que como habitualmente se jogou o European Masters, com uma final a ser disputada entre dois ingleses, Joe Perry e Jimmy Robertson. No final, a vitória acabou por sorrir ao menos favorito dos dois, que na sua primeira final da carreira, sagra-se campeão.

As inevitáveis surpresas

Na primeira ronda, foram os nomes de Barry Hawkins, Marco Fu e Yan Bingtao que causaram mais estrondo ao saírem derrotados. Mas se à primeira, apenas caíram dois nomes sonantes, na segunda seguiram-se mais três candidatos a ficar pelo caminho. Tendo sido eles, Judd Trump e Stuart Bingham, provavelmente os maiores candidatos a vencer o título depois do ex-campeão do mundo, Mark Selby.

Dos favoritos iniciais, não restou nenhum

E por falar em Mark Selby, o ex-campeão do mundo, caiu aos pés do galês Ryan Day, perdendo por 4-2. Mas Liang Wenbo, Luca Brecel e Kyren Wilson não fizeram melhor, já que todos perderam na terceira ronda, frente a Tian Pengfei, Joe Perry e Anthony Hamilton, respetivamente.

Com a chegada dos quartos-de-final, o alinhamento foi o seguinte: Tian Pengfei vs Joe Perry; Anthony Hamilton vs Jack Lisowski; Ryan Day vs Mark King e Mark Allen vs Jimmy Robertson. No primeiro confronto, o chinês acabou por sair derrotado por 4-3. Pelo mesmo resultado Anthony Hamilton deixou pelo caminho o compatriota Jack Lisowski. Com algum espanto, Ryan Day não conseguiu levar a melhor perante Mark King, perdendo por 4-1. Mas a grande surpresa estava reservada para a eliminação do campeão do Masters em título, Mark Allen, que perdeu por 4-2 perante Jimmy Robertson.

Chegou, viu e venceu Jimmy Robertson

As meias-finais acabaram por ver Joe Perry levar o seu favoritismo por diante ao derrotar Anthony Hamilton por 6-3. Já Mark King não conseguiu alcançar a segunda final da sua carreira e perdeu por 6-4, para o estreante em finais, Jimmy Robertson.

Numa final onde o favorito a vencer parecia minimamente claro, eis que Jimmy Robertson surpreende tudo e todos ao vencer cinco ‘frames’ de uma assentada só, tendo assim uma entrada galopante. Perry ainda conseguiu reagir e reduzir para 5-3, mas a vitória de Robertson parecia estar destinada e este não deixou fugir o título, selando a vitória em 9-6.

Já a partir do próximo dia 15 de outubro e até domingo, dia 21 de outubro, pode acompanhar em direto e exclusivo nos canais do Eurosport, o English Open, que naturalmente se joga em Inglaterra.

Habitual foto de praxe antes da final (Fonte: Facebook World Snooker)
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Xavier OliveiraOutubro 1, 20183min0

Foi em Guangzhou, na China, que como habitualmente se jogou o China Championship, com uma final a ser disputada entre dois velhos conhecidos do circuito, Mark Selby e o escocês John Higgins. O ‘Jester from Leicester’ acabou por levar a melhor e garantir assim mais um título em território chinês.

As inevitáveis surpresas

Na primeira ronda, Ali Carter, Marco Fu e Stephen Maguire acabaram por cair aos pés dos seus respetivos adversários, tendo sido as principais surpresas no que toca a eliminações precoces no torneio. Já na segunda ronda do torneio, as quedas de Neil Robertson, Ryan Day, Stuart Bingham e principalmente, Ding Junhui, eram um sério aviso à navegação.

Não há duas, sem três

E como não há duas sem três rondas de surpresas, eis que na terceira ronda, Murphy claudicou frente a Lyu Haotian, Liang Wenbo frente a Martin O’Donnell e ainda para maior surpresa em geral, o campeão do mundo em título, Mark Williams, caiu aos pés de Zhao Xintong por 5-3.

Com a chegada dos quartos-de-final, o alinhamento foi o seguinte: Martin O’Donnell vs Lyu Haotian; Judd Trump vs John Higgins; Mark Selby vs Yuan Sijun e Barry Hawkins vs Zhao Xintong. No primeiro confronto, o chinês acabou por sair por cima, vencendo por uns esclarecedores 5-1. Já no segundo, e um dos principais confrontos, o veterano Higgins venceu por 5-3, deixando assim uma vez mais a “seco” o inglês. Quem não correu riscos e venceu de forma esclarecedora foi Selby, que frente a um jogador da casa, ganhou por 5-2. Para terminar, e como já vem sendo hábito, mais uma surpresa com Barry Hawkins a cair aos pés de Zhao Xintong por 5-4.

Selby e Higgins, dois “monstros” do snooker

As meias-finais acabaram por não ter muita história, já que Selby e Higgins venceram os seus respetivos adversários, Zhao Xintong e Lyu Haotian. Selby despachou o seu adversário por 6-4, ao passo que Higgins carimbou a vitória por 6-3.

Numa final onde era praticamente impossível apontar um favorito à vitória, os dois “monstros” do snooker não desiludiram. Uma final altamente disputada e que ficou decidida, imagine-se só, na “negra”. Foi um encontro discutido taco a taco, onde no final Selby acabou por sair vencedor, mas onde qualquer um dos dois merecia levar o título para casa.

Já a partir de hoje, 1 de outubro e até ao próximo domingo, dia 7 de outubro, pode acompanhar em direto e exclusivo nos canais do Eurosport, o European Masters, que se disputa na Bélgica.

Foto da praxe antes da final (Fonte: Facebook World Snooker)
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Xavier OliveiraSetembro 20, 20182min0

Foi em Shanghai, na China, que como habitualmente se jogou o Shanghai Masters, com uma final a ser disputada entre Ronnie O’Sullivan e o seu compatriota, Barry Hawkins. o ‘Rocket’ acabou por levar a melhor e garantir assim mais um título em território chinês.

Os ‘tubarões’ em território asiático

Numa primeira ronda, onde apenas Luca Brecel acabou por vacilar frente ao jogador da casa, Zhou Yuelong, foi na segunda ronda que houveram alguns embates de peso. Ronnie O’Sullivan abriu as hostilidades frente ao australiano Neil Robertson e não se deixou intimidar pelo seu velho rival, vencendo por 6-3. Kyren Wilson e Ryan Day, acabou por surpreender Trump e Higgins, respectivamente, ao carimbarem a passagem para os quartos-de-final. Também Selby, Ding e Mark Williams, venceram os seus respectivos encontros, para assim marcarem presença nos oito melhores do torneio.

O’Sullivan e o aviso à navegação

Chegado os quartos-de-final, o alinhamento foi o seguinte: Ronnie O’Sullivan vs Stuart Bingham; Kyren Wilson vs Ryan Day; Mark Selby vs Ding Junhui e Barry Hawkins vs Mark Williams. No último destes encontros, Hawkins deixou pelo caminho o campeão do mundo em título por 6-4. Tendo marcado encontro frente a Ding Junhui, que eliminou Selby por 6-5.

Já na parte superior do quadro, O’Sullivan venceu de forma esclarecedora Bingham por 6-2 e viu Kyren Wilson marcar presença nas meias-finais, tendo este batido Ryan Day por 6-5.

Uma final, o desfecho de quase sempre

Nas meias-finais Kyren Wilson não teve grandes hipóteses frente a Ronnie O’Sullivan, tendo fincado pelo caminho ao perder por 10-6. Hawkins, esse sim teve muito mais dificuldades para vencer o jogador da casa, Ding Junhui, por 10-9.

Numa final onde o favorito parecia claro à partida, Ronnie O’Sullivan acabou por não vacilar e venceu mesmo o Hawkins por 11-9. Com esta vitória no Shanghai Masters, o inglês soma e segue no que toca a títulos em território chinês, principalmente no Shanghai Masters.

Ronnie e Hawkins durante a final (Fonte: Facebook World Snooker)
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Xavier OliveiraAgosto 30, 20182min0

Foi em Furth, na Alemanha, que se jogou o habitual Paul Hunter Classic, com uma final a ser disputada entre o Kyren Wilson e o regressado aos velhos tempos, Peter Ebdon. O primeiro levou a melhor sobre o compatriota para garantir assim o segundo título da carreira, depois da vitória no Shanghai Masters.

A caminho da final

Mesmo com a ausência da maioria dos habituais favoritos, houve espaço para as habituais surpresas. Desde logo com a eliminação de Murphy perante Fergal O’Brien. Numa fase precoce do torneio, as quedas de Luca Brecel e Michael White também causaram algum espanto, tendo estes caído aos pés de Chris Wakelin e Zhang Anda. Numa altura em que já sobravam apenas oito jogadores na corrida pelo título, Kyren Wilson e a grande surpresa desta época, Jack Lisowski, eram os grandes favoritos a chegar à final.

O aviso de Williams aos adversários

Chegado os quartos-de-final, o alinhamento foi o seguinte: Peter Lines vs Jack Lisowski; Kyren Wilson vs Daniel Wells; Peter Ebdon vs Lee Walker e Zhang Anda vs Scott Donaldson. No último destes encontros, o inglês deixou pelo caminho Zhang Anda por 4-3, marcando encontro frente a Peter Ebdon. Já este foi o que despachou a tarefa mais facilmente ao bater Lee Walker por 4-1.

Tarefa fácil não teve Kyren Wilson que precisou de ir à ‘negra’ para bater Daniel Wells por 4-3, marcando encontro frente a Peter Lines. Lisowski foi mesmo surpreendido por Lines, tendo saído de cena com uma derrota por 4-3.

Um veterano e um presumível futuro campeão do mundo

Nas meias-finais Kyren Wilson viu-se outra vez em grandes apuros para deixar pelo caminho Peter Lines, tendo vencido por 4-3, para assim marcar presença na final onde ia ter pela frente o ‘Vegan Power’, Peter Ebdon. Que uma vez mais sem grandes dificuldades venceu Scott Donaldson por 4-1, para assim regressar a uma final seis anos depois.

Numa final onde o favorito parecia claro à partida, Kyren Wilson acabou por não vacilar e venceu mesmo o veterano Peter Ebdon por 4-2, garantindo assim o segundo ‘major’ da sua carreira. Já Ebdon regressou a uma final seis anos depois, o que é um feito digno par alguém que está há muito na fase descendente da sua carreira. De assinalar que este torneio se realiza em memória do mítico Paul Hunter.

Peter Ebdon e Kyren Wilson no aperto de mão antes do início da final (Fonte: Youtube)

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