Arquivo de WSL - Fair Play

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Eduardo MenezesMaio 27, 20174min0

Um abençoado campeão de volta ao lugar mais alto do pódio; um dos mais talentosos surfistas da atualidade longe da luta pelo título. Da mesma origem, mas completamente diferentes. Adriano de Sousa e Filipe Toledo, o protagonista e antagonista da última etapa no Rio de Janeiro.

Adriano de Sousa foi protagonista e venceu o CT#4 no Rio de Janeiro e encontra-se em 2º lugar na corrida pelo título do tour, empatado com o sul-africano Jordy Smith com 24,400, atrás apenas de John John Florence (HAW), 24,750 pontos.

O resiliente brasileiro, campeão mundial de 2015, parece estar voltando a sua melhor fase, sempre abençoado por Ricardo dos Santos, como Mineirinho costuma frisar em todas as suas entrevistas e dedicar todas suas vitórias – Ricardinho dos Santos, surfista brasileiro de ondas grandes,  foi assassinado em 2015, em frente ao seu avô, após uma discussão banal.

Tatuagem em homenagem a Ricardo dos Santos [Foto:ESPN.com.br]

Adriano, 30 anos, tendo mais de 11 anos na elite do surf, parece querer sempre mais. Se antes lhe faltavam vitórias e conquistas, isso mudou. Campeão de 2015 e primeiro vencedor brasileiro da mítica etapa de Pipeline no mesmo ano, não precisa provar mais nada a ninguém dentro e fora do tour.

Se comparado com outros surfistas brasileiros da elite, Adriano parece mais um estrangeiro, pois mesmo emotivo acaba por ser frio e calculista em suas batalhas. Aparecendo menos na mídia, tendo um surf mais focado, com mais power e talvez menos espetacular, treinando muito, mas muito mesmo, passando épocas tanto no Havaí como em Fiji, aprendendo aquilo que sabia menos e melhorando seus pontos fortes.

A sede por conquista e nunca desistir fazem com que possamos ver um protagonismo, vencedor acima de tudo. Adriano de Sousa é um exemplo que todos deveriam seguir, pois nem sua origem humilde, nem os contra-tempos da vida, o fizeram desistir. Pois soube reconhecer suas fraquezas e deficiências, fazendo disso motivação para ser melhor.

Mentalmente e tecnicamente, Mineirinho se superou e se supera a cada época. Um exemplo dentro e fora do mar, que leva consigo um irmão que o abençoa a cada heat e em todas as ondas do mundo.

[Foto: joliphotos.com]
[Foto: joliphotos.com]

Resiliência e humildade, características marcantes desse brasileiro devem ser notadas e aclamadas no mundo do surf. O capitão honra suas origens e seu amigo, fala menos e faz mais. Por outro lado…

O outro lado da moeda.

Filipe Toledo um dos mais talentosos e promissores surfistas do Brazilian Storm, parece às vezes estar um pouco perdido. E a pressão para que ele passe de promessa à realidade, pode estar pesando em suas performances e atitudes. Fazendo dele o grande antagonista da última etapa.

[Foto: Henrique Pinguim]

Se seus incríveis aéreos fazem o público e juízes ficarem boquiabertos, mas sua atitude de contestação e sua falta de controlo chamaram ainda mais atenção na última etapa. Filipinho foi penalizado por uma interferência em seu heat contra o Kanoa Igarashi (USA), tendo uma de suas notas cortadas pela metade, retirando em muito a sua chance de vencer a bateria e avançar na etapa, como também na corrida pelo título mundial.

Mesmo numa decisão delicada do juízes e até mesmo a ponto de ser contestada, o brasileiro não poderia ter a atitude que teve. Praticamente fora de si, manchando não somente a sua imagem, como também a de outros surfistas. Filipinho errou e foi punido, estando fora da próxima etapa em Fiji, retirando assim, grandes possibilidades de título ao jovem brasileiro.

Talvez, Toledo necessitasse ser um pouco mais Adriano de Sousa, se espelhar no atleta campeão, que anda a fazer muito. O perfil diferente não faz dele pior que Adriano, mas quem sabe um pouco mais de concentração, resiliência, atitudes pensadas e frias façam de Filipinho o grande surfista e atleta que tanto se espera. Se surf não lhe falta, atitudes de campeão e estrategismo devem ser acrescentados ao seu repertório, vencendo assim baterias mais complicadas mentalmente.

Tanto Adriano quanto Filipe são surfistas de elite, cabe a Filipe por a cabeça no lugar, parece que já começou quando assumiu a culpa no episódio de sua suspensão, e seguir os passos vencedores de Adriano. Dois grandes surfistas e quem sabe, dois grandes campeões.

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Eduardo MenezesAbril 28, 20178min0

Um país, três etapas, diferentes vencedores e um antigo líder. A perna australiana do WCT, da World Surf League, começou agitada e mostrando que, realmente, o campeonato de 2017 tende a ser o mais disputado dos últimos anos. Mas o domínio dos melhores, entre os melhores, tende a continuar.

Se em Gold Coast, pudemos ver a coroação da superação e do talento nato, com a vitória de Owen Wright (AUS). Em Margaret River, ficamos com exibições quase perfeitas do último campeão, John John Florence (HAW), confirmando aquilo que todos já sabiam, o Havaiano tem muito surf e está cada vez mais competitivo. Porém faltava alguém tocar o sino na última etapa da perna australiana – Bells Beach, uma das mais antigas e icónicas etapas do tour -, coube ao sul-africano, Jordy Smith, essa honraria, demonstrando que o seu vice-campeonato de 2016 não foi por acaso e que 2017 poderá ser diferente.

Os 3 primeiros e Andino

John John Florence, figura mais que carimbada em todos artigos e conversas de surf, como o surfista com mais potencial de dominar a cena mundial, começou o ano como ou melhor do que terminou  2016, surfando muito, tirando manobras improváveis, mas não impossíveis para ele. Consistente e cada vez mais estratégico, assegurou duas 3º posições e uma vitória, somando 23,000 pontos e a lycra amarela. Se assim continuar, poderá assegurar o Bi-campeonato antes da derradeira prova em sua casa, Pipeline.

Jordy Smith, o vice-campeão de 2016 parece estar cada vez mais decidido em se sagrar o novo rei do surf. Iniciou com uma 9ª colocação e pareceu estar apenas a aquecer, para a última etapa australiana em Bells Beach, onde detonou e levou o sino para casa. Já soma 19,200 pontos e está na cola do havaiano.

Owen Wright, como num enredo de cinema, o australiano iniciou o ano da melhor forma possível. Vencendo em sua casa, após um ano fora da elite, devido a uma grave lesão que o obrigou a reaprender a surfar. Nas etapas seguintes, continuou consistente, ficando com uma 5ª e 9ª colocação, empatado com Smith na 2ª posição do ranking.

Saiba quando e onde serão as 11 etapas do WCT 2017: Os 11 palcos do WCT 2017.

O surfista norte-americano, Kolohe Andino, merece sim um destaque nesse início do tour, o 4º colocado do ano passado, começou o ano tão bem quanto terminou a última época. Se conquistar alguma vitória nos próximo eventos, poderá chegar às últimas etapas do ano ou Pipeline com changes de título, e assim ser o underdog do ano. Andino está atualmente com 13,750 pontos e em 5º lugar.

Brazilian Storm

4 entre 12 dos melhores posicionados no ranking da WSL, são brasileiros. Com destaque a Adriano de Souza, o conhecido Mineirinho, com seu surf constante e competitivo, entretando muito potente e vistoso, chegou a dois quartos-de-final e uma 9ª posição, o que lhe garantem 14,400 pontos e a quarta posição na tabela de classificação, nada mal para quem tenciona ser campeão novamente.

Filipe Toledo em sua especialidade. [Foto: Henrique Pinguim]

Filipe Toledo se redimiu da péssima desclassificação logo no round 2 em Gold Coast, chegando a uma meia-final  e um 5º lugar nas etapas seguintes, dominando ondas pesadas, algo não muito comum no surf do brasileiro, caracterizado pelos seus aéreos. Sua melhora, o credencia para novamente ganhar a próxima etapa no Rio de Janeiro e lutar pela coroa ao final do ano.

O rookie de 2016, Caio Ibelli, surpreendeu em Bells Beach ao chegar a sua primeira final, após eliminar Frederico Morais (PT) nos quartos-de-final e ninguém menos que John John Florence, na meia-final. Junto com a dupla 13º colocações nas etapas iniciais, o zuca faz ótima figura em 2017, tendo o próximo evento em casa para consolidar entre os 10 primeiros, antes da ondas tubulares, que podem causar algum estrago as pretensoes do jovem surfista.

O grande expoente da geração brasileira, Gabriel Medina, aparece na 11ª colocação, muito aquém, daquilo que o surfista tupiniquim pode alcançar e da posição que costuma estar. Porém, todos já conhecem o grande potencial de Medina no tubos e na onda brasileira da próxima etapa, o que nos faz crer, que irá galgar posições no ranking nas próximas etapas.

Os novatos

Rookies 2017 – [Imagem: torcedores.uol.com.br]

Se assim podemos dizer, Leonardo Fioravanti (ITA) fica com o prémio de decepção nesse início de época, apesar dos resultados alcançados serem normais para um rookie, o jovem italiano e um dos primeiros classifcados pelo WQS de 2016 acostumou o mundo do surf com altas performances, quando assim competiu como wildcard no WCT 2016, por exemplo, sua 5ª colocação em Margaret River. Neste ano ainda não passou pelo round 2 e soma apenas 1,500 pontos.

Conheça todos os rostos que disputarão o título de melhor surfista do mundo, na nossa galeria: Os 34 candidatos ao título da WSL 2017.

Como destaques positivos temos o havaiano Ezekiel Lau, surfista que ficou com a úlitma vaga no WCT, graças a ajuda de Kanoa Igarashi (USA) que avançou a final em Pipeline e se garantiu também pelo WCT, deixando a vaga ao amigo pelo QS. Lau em Bells Beach alcançou sua primeira meia-final, perdendo apenas para Jordy Smith, campeão da etapa. O jovem já soma 8,750 e está em 11º, empatado com Medina e logo a frente de Kelly Slater.

Outro novato que iniciou o ano muito bem foi Connor O’Leary (AUS), o primeiro colocado do QS 2016, correu as três etapas em casa, uma grande vantagem nessa caminhada longa e dura que é o WCT. Logo na primeira prova do ano, chegou aos quartos-de-final, quando foi derrotado pelo campeão do evento e compatriota Owen Wright.

Não poderíamos deixar de falar dele, Frederico Morais (PT). O jovem português, caracterizado pelo seu power surf , continua muito estratégico e competitivo em todos seus heats. Alcançou um notável 5º lugar na última etapa da perna australiana, seu melhor resultado no ano, quando perdeu para o finalista do evento Caio Ibelli (BRA). O WCT é muito competitivo, mas Kikas já mostrou que tem força e mentalidade para se manter entre os melhores e se o campeonato acabasse hoje, Freferico estava na elite de 2018, uma vez que se encontra 19º lugar com 7,450 pontos.

Parece difícil e, realmente, é

Muitas vezes ao escrever um artigo sobre o WCT ou ao ler algo sobre a elite do surf, pareço estar sempre a ver os mesmos nomes. Os mesmo candidatos estão sempre lá, alternando apenas algumas peças e por assim dizer que dentro do dream tour, estar entre os melhores é uma tarefa muito difícil.

Se andarmos 2 anos atrás, quando o Capitão, Adriano de Souza (BRA) foi campeão e compararmos com a época passada, temos 5 atletas iguais nas 12 primeiras posições. E de notar que tanto Florence e Smith se lesionaram na época de 2015, Mick Fanning (AUS) não correu todas as etapas do tour de 2016 e Owen não participou da época passada, o que poderia significar 9 atletas iguais nas 12 primeiras posições.

Ao se comparar o ranking após os 3 eventos iniciais com o do final de 2016, 9 dos atletas classificados entre os 12 primeiros em 2017, estão na lista de 1 a 12 de 2016.

Ranking WCT 2016 e 2017. [Imagens: WSL]

Confira a classficação do WCT masculino aqui.

Podemos verificar algumas semelhanças e afirmar que estar na elite é muito difícil, mas estar entre os melhores da elite, requer muito mais. Demonstrando que no prime time, existe um domínio e para quebrá-lo, o atleta terá que dominar todos os tipos de ondas, desde de pequenas à enormes e tubulares.

Sem falar que apenas 6 surfistas, entre os 32 do WCT 2017, foram capazes de ficar no lugar mais alto do pódio.

Logo, podemos ver aqui que as prestações de Frederico Morais são muito boas e se notarem bem, ele tem os mesmos resultados que o tetra campeão, Mick Fanning. Ainda mais que pelo sistema da WSL, os heats cruzam os melhores classficados com os que vão mais abaixo da tabela, logo o Frederico está sempre a dividir ondas com àqueles acima citados. OBS.: com Fanning ocorre o mesmo nesse ano, uma vez que sua classificação em 2016 não foi a das melhores, ou alguém imaginaria um round 1 com Fanning e Slater? Ou round 2 contra Owen Wright?

Acreditar no power surf do português é uma realidade e que Kikas consiga se adaptar as mais diferentes ondas, como algumas menores que podem aparecer pelo tour e as usuais tubulares.

Ainda há muito a acontecer, 8 etapas com diferentes ondas e muitos candidatos ao posto mais alto, o WCT em seu melhor!

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Palex FerreiraAbril 20, 20178min0

Vasco Ribeiro, nome que nenhum surfista desconhece, é um talentoso surfista da linha de Cascais e local da Praia da Poça. Desde muito novo, que se notou que dali iria sair um bom surfista, devido a raça com que surfa sempre e em qualquer tipo de condições de ondas (pequenas e grandes).

Costuma ser visto pelas melhores ondas portuguesas com regularidade, Ericeira, Carcavelos, na “sua” Praia da Poça, Costa de Caparica e Peniche.

Em termos de currículo, já foi Campeão Nacional em vários escalões (títulos juniores e Open) e Campeão Mundial Júnior, na Ericeira em 2014.

O surf de Vasco Ribeiro. [Foto: Ricardo Bravo]

Vasco Ribeiro é dono de um surf poderoso, e power house como os aussies (australianos) dizem, mesmo na pequenas ondas que estavam no #CaparicaPrimaveraSurfFest2017, Onde destruiu as ondas com notas altas, perdendo apenas para o campeão do Caparica Pro 2017 (Goni Zubizarreta – Colega de equipa da Semente Surfboards).

Vasco foi Vice Campeão desta etapa portuguesa do Circuito de Qualificação Mundial (WQS) da World Surf League (WSL). Esperemos vê-lo brevemente junto com os melhores do mundial, no principal circuito de surf, o WCT da  World Surf League, ou Dream Tour.

As suas pranchas Semente Surfboards. [Foto: Ricardo Bravo]

De forma a aproveitar a presença do Vasco Ribeiro pela Costa de Caparica, para competir no Caparica Primavera Surf Fest, o Fair Play marcou presença no evento e o campeão mundial júnior, Vasco Ribeiro, disponibilizou-se para nos dar esta entrevista exclusiva.

fp. Idade de surf, já alguém fazia surf na tua família quando começaste?

VR: Já faço surf há 12 anos e já o meu pai fazia surf.

fp.Como e onde começaste?

VR: Comecei na Praia da Poça (Estoril), com o meu pai

fp. Como é ter um treinador como o Tiago Pires e o Zé Seabra do teu lado, para o longo caminho que são os WQS, rumo ao principal escalão do surf mundial?

 VR: Claro esse é o objectivo.

Nota: Para quem não conhece estes dois surfistas e atuais treinadores do Vasco Ribeiro. Tiago Pires, conhecido por “SACA”, foi o primeiro surfista português a integrar a elite mundial, durante 7 anos. Ainda é considerado por muitos, como o melhor surfista português. O José “Zé” Seabra surfista da geração mais oldschool, ficou conhecido por surfar ondas grandes, entre outras performances enquanto surfista, e devido a essas performances numa das ondas na Ilha da Madeira, a surfada dos anos 90 nas Bruxas, foi refrão de uma música do cantor Ithaka Darin Pappas “Seabra is Mad!” (confira a música Aqui). A nosso ver um belo trio com vista a colocar o Vasco na elite mundial.

fp.Quando competes em Portugal sentes mais pressão, ou mais ficas mais confortável?

VR: Fico mais relaxado quando compito em Portugal. Nós (Surfistas Profissionais) viajamos muito pelo mundo fora em competição e quando há WQS (World Qualifying Series) em Portugal é sempre muito bom.

Rail na água. [Foto: Ricardo Bravo]
fp.O que achas das Prestações do Frederico Morais neste início de temporada WSL?

VR: Tem sido boa, ele ainda não passou muitos heats (baterias), mas tem sido bom. Ainda se está a adaptar, mas está a correr bem.

fp.Quem viaja contigo para as prova internacionais? Do que mais sentes falta durante o período de treinos e competições longe de casa? (foste pai há pouco tempo, e as saudades interferem no teu trabalho enquanto surfista profissional)

VR: Quem Costuma viajar comigo é o Tiago Pires e o Zé Seabra. Em relação à família, quando vou competir, vou a trabalho e uma coisa não interfere na outra, faz parte da profissão. Quando estou nas viagens é para trabalhar e é isso que eu faço.

fp.Como são os teus dias normais em Portugal?

VR: Treino de manhã no ginásio, almoço e surfo, ao final do dia aproveito para relaxar e estar em família.

fp.Qual a bateria que te ficou na memória até hoje, como a melhor?

VR: Apenas me marcam as piores (risos).

fp.Quando te sagraste campeão júnior mundial na Ericeira. Como foi, a seguir a esse grande feito, com as marcas?

VR: Estava na altura sem um patrocínio e foi muito bom para a minha carreira.

Fim de mais uma sessão. [Foto: Ricardo Bravo]
fp.O que achas do Crowd português? Deixam-te surfar livremente, ou cada vez que te vêem na água começam a falar contigo de forma a não conseguires estar focado no surf?

VR: Não! O Crowd deixa-me surfar à vontade e é normal que falem.Estamos todos dentro de água mas ninguém me chateia.

fp. Como é o teu quíver (tipos de pranchas que um surfista tem), e que medidas de pranchas mais gostas?

VR: Desde há muito tempo que uso Semente, são as pranchas que mais gosto de usar. O Nick Urichio (shaper da Semente) é o melhor shaper português e sinto-me muito confortável com as Semente.

fp.Quem foram os surfistas que te inspiraram na tua evolução?

VR: É o meu Pai, sem dúvida.

Vasco Ribeiro [Foto: Ricardo Bravo]

fp.Uma mensagem aos jovens surfistas, que pretendem atingir um lugar ao sol no surf mundial.

VR: Os “putos” que se divirtam muito na água e aproveitem ao máximo quando estão a surfar, e que todos se divirtam na água.

Obrigado ao Vasco e à Isabel Corte-Real pela disponibilidade no “meu quintal” para esta conversa de surfista para surfista. E votos de bom trabalho,  para que o Vasco entre em 2018 na Elite Mundial, bem como desejar boa sorte a toda a comitiva portuguesa do WQS.

Para quem quiser acompanhar o WQS World Surf League, sigam o link da etapa de Zarautz (Espanha) onde, desde de dia 19 de Abril, se inicia mais uma etapa deste longo Circuito WQS. Boa Sorte!!!

#Aloha


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É com Fair Play que pretendemos trazer uma diversificada panóplia de assuntos e temas. A análise ao detalhe que definiu o jogo; a perspectiva histórica que faz sentido enquadrar; a equipa que tacticamente tem subjugado os seus concorrentes; a individualidade que teima em não deixar de brilhar – é tudo disso que é feito o Fair Play. Que o leitor poderá e deverá não só ler e acompanhar, mas dele participar, através do comentário, fomentando, assim, ainda mais o debate e a partilha.


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