Arquivo de Glasgow Warriors - Fair Play

1022.6666666666666x767__origin__0x0_Glasgow_v_Leicester_Champions_Cup_2017.jpg?fit=1024%2C768&ssl=1
Francisco IsaacJaneiro 24, 20178min0

Ponto final na fase de grupos da European Rugby Champions Cup, com a surpresa dos Glasgow Warriors a “desembrulhar-se” em Leicester; os Saracens acabam invictos; Clermont passa o “rolo compressor” ao sonho dos Chiefs; Quartos-de-final decididos, com um Leinster-Wasps a abrir. A 6ª jornada em 5 pontos

Uma formidável exibição escocesa em terras inglesas premiou a PRO12 com mais uma equipa na fase a eliminar. Os Saracens continuam invictos na Europa (a última derrota na Europa foi em 2015, ou seja, 14 vitórias e 1 empate em 15 jogos possíveis), o Clermont está pronto para voltar ao “domínio” (com ou sem títulos este ano) e o Munster “assusta” meia-Europa.

Para os que não leram a 1ª, 2ª, 3ª, 4ª e 5ª jornada deixamos o link de acesso à mesma: goo.gl/mmuq8kgoo.gl/7yO3Qdgoo.gl/yQqzopgoo.gl/28HYX6 e goo.gl/tI0Hes

A Equipa: IT IS DONE, SCOTLAND REACHED THE FINALS!

Finalmente! Ao fim de tantos anos a Escócia volta a ter um representante na fase a eliminar da European Champions Cup, com os Glasgow Warriors de Gregor Townsend a confirmarem o excelente momento de forma.

A equipa de Glasgow precisava de uma vitória para chegar à fase seguinte… porém, o jogo era em casa dos Leicester Tigers, uma equipa “agressiva” dentro de portas e que, raramente, deixa os adversários fazer a festa no seu terreno. Ora, o mais improvável aconteceu para surpresa dos 20,000 adeptos que estiveram em Welford Road pois os escoceses “varreram” os adversários ingleses por 43-00.

Uma “orquestra” de Glasgow em sintonia e harmonia, começou a desenhar o seu “bilhete” para os playoffs logo a partir dos 5 minutos, com Tommy Seymour (grande exibição do ponta da Escócia) a “rasgar” os tigres, impondo os primeiros 5 pontos do jogo. A partir daqui foi, como dissemos, uma “orquestra” que não parou de acreditar no apuramento com ensaio atrás de ensaio.

As boas movimentações no meio-campo que resultavam em incursões até à área de validação da equipa da casa ou penalidades cometidas pela mesma equipa (os Tigers cometeram 16 penalidades, algo que não lhes acontecia desde 2014) que permitiam a Finn Russell ou Stuart Hogg colocar a bola nos últimos metros de jogo.

O trabalho de excelência dos avançados (dos seis ensaios, quatro foram da autoria dos 8 da frente e os outros dois de movimentações das linhas atrasadas), a eficácia dos 3/4’s (Price e Russell têm formado uma parelha de médios de grande qualidade) resultou num resultado “pesado” e que carimba, assim, o seu bilhete para os quartos-de-final. Agora é ganhar ao campeão em título: Saracens!

A Confirmação: FIBRA DE CAMPEÃO, UMA LIÇÃO DOS SARACENS

Por falar no diabo, os Saracens voltaram a ganhar e desde 2015 que não sabem o que é perder um jogo para a Champions Cup. São 1200 minutos sem derrotas, o que prova o domínio total da equipa de Mark McCall e que parece estar longe de acabar.

Num jogo muito duro contra o Toulon, em que o resultado final de 10-03 serve de prova máxima para essa ideia, a equipa londrina soube sofrer e garantir a vitória já na segunda parte com novo ensaio de Chris Ashton (está imparável o ponta inglês, que não conta para Eddie Jones). Para além disso, foi um jogo “fechado” e, por vezes, algo parado já que as equipas tentaram tirar o máximo das suas avançadas, que raramente conseguiram avançar com eficácia após os alinhamentos.

O Toulon “carregado” com as suas estrelas de todo o planeta pouco conseguiu para quebrar a “fortaleza” do wolfpack de Londres, que terminou com 140 placagens (20 falhadas, sendo que 14 foram no meio-campo do adversário) forçando alguns erros da equipa de Ma’a Nonu, Matt Giteau ou Bryan Habana.

A fibra de campeão foi notória em campo, valendo a pena reverem os dez minutos finais deste encontro para perceberem do que são feitos os campeões: saber sofrer e dar a volta em situações difíceis. Daqui a 1 ano talvez ninguém se lembre da placagem gigantesca de Michael Rhodes a Giteau a escassos 3 metros da linha de ensaio ou de Will Skelton a Samu Manoa num choque de titãs.

O Regresso: HERE COMES THE MEAN MACHINE: JAMES HASKELL

Porventura um dos melhores asas a nível mundial, James Haskell marcou o seu regresso na Champions Cup no jogo frente ao Zebre. Após 7 meses de fora por lesão, o super asa voltou a pisar os campos de rugby (da Champions Cup, já que tinha feito o regresso na Premiership) com uma exibição q.b., onde a “arte” de defender foi um must

Haskell somou 12 placagens (o segundo jogador com mais placagens em campo) e 2 turnovers, num jogo que esteve sempre controlado pelos Wasps, com um 27-41 final. Haskell pouco atacou, já que a aposta de Dai Young foi criar o máximo de jogadas rápidas de forma a infligir ensaios e dano suficiente na defesa italiana.

Notou-se que o 7 ainda não está na forma perfeita, com alguma lentidão em acompanhar as movimentações de Kurtley Beale (novo jogo de classe e magia do defesa Wallaby) ou de Chris Wade (segue com 10 ensaios em toda a temporada), mas aos poucos voltaremos a ter o asa na sua melhor forma.

Para já ficamos com um regresso de força a defender e a prometer algo mais a atacar de um jogador que é um dos líderes da nova Inglaterra de Eddie Jones.

Haskell de regresso (Foto: BBC)

O Resultado: LA RESISTANCE À LA JAUNARDS DU CLERMONT

Se o Clermont não está a preparar-se para fazer um assalto ao título de Campeão Europeu, então está a fazer um péssimo esforço por disfarçá-lo. A equipa francesa tem estado numa forma incrível nesta temporada, tendo somado só 5 derrotas em 22 jogos, ocupando o 1º lugar do Top14 e da sua Pool na Champions Cup.

No último jogo da fase de grupos, os Jaunards receberam a equipa dos Exeter Chiefs que sonhava conquistar um lugar na fase seguinte da competição. Contudo, a capacidade ofensiva e a organização consistente francesa levaram a melhor num jogo com quase 80 pontos no total.

Um equipa perfumada com a velocidade e garra de Fofana, a aceleração e inteligência de Camille Lopez ou a capacidade de choque e vontade de superação de Benjamin Kayser, só tem um objectivo a cada jogo: ganhar. O ASM Clermont tem tudo para ser um dos grandes campeões desta temporada e a formo como “despachou” os Exeter Chiefs, é um argumento para essa “tese”.

Um 34-00 na primeira parte, para depois “relaxar” suavemente e terminar num 48-26, pode ser considerado um dos encontros da ronda 6 e mesmo de toda a fase de grupos, com os Chiefs a ficarem à porta da fase seguinte.

A “Besta”: NADOLO SINÓNIMO DE ATROPELAMENTO E ENSAIO 

Nemani Nadolo deixou um caminho polvilhado de “destruição e caos” no adeus do Montpellier às competições europeias. O ponta fijiano marcou mais dois ensaios nesta prova, somando aos três que já tinha conseguido fazer nos jogos anteriores. Um dos melhores estreantes de sempre na prova, Nadolo despediu-se à sua maneira: atropelando adversários pelo caminho até à área de validação.

Aos 50′, Nadolo recebe a bola à ponta e com ainda mais de 40 metros pela frente até que conseguisse atingir a linha de ensaio, o fijiano foi correndo e atirando adversários para o lado… Tuala, Mallinder, Estelles ou North, bem tentaram parar o TGV das Fiji mas ninguém conseguiu-o.

O ponta já tinha sido o responsável pela criação do primeiro ensaio da sua equipa, com uma boa quebra de linha e um offload inexplicável para as mãos de Gelletier, que só teve de correr em direcção dos postes.

Nadolo em 6 jogos, marcou 5 ensaios e assistiu por 4 vezes, impondo todo o seu peso, impacto e agilidade sempre que tinha a oportunidade de o fazer. Um jogador de extrema qualidade que veio para “dominar” as alas em França.

 

11539699-e1483356381706.jpg?fit=1000%2C603&ssl=1
Francisco IsaacDezembro 31, 20169min0

A última jornada antes da paragem para Natal, trouxe várias “prendas” de última hora tanto para o Munster como para os Wasps. Mas, foi em terras escocesas que se fez ouvir o mair estrondo da semana: os Glasgow Warriors “abateram” os vice-campeões europeus e campeões do TOP14, o Racing 92. Este jogo e outros 3 pontos na nossa análise da 4ª jornada

Será a temporada 2016/2017 o “grito” das equipas da PRO12? Munster, Ulster, Leinster, Connacht e Glasgow Warriors são todos candidatos a passar à fase a eliminar da Champions Cup, algo que seria inédito para o rugby europeu. Mas no horizonte estão os Saracens que são, para já, a única equipa que não consentiu derrota nesta fase-de-grupos. Fiquem com as nossas ideias, opiniões e questões da 4ª jornada da ERCC

Para os que não leram a 1ª, 2ª e 3ª jornada deixamos o link de acesso à mesma: goo.gl/mmuq8kgoo.gl/7yO3Qd e goo.gl/yQqzop

A Equipa: NEVER PLAY GAMES WITH A SCOTTISH WARRIOR!

Bem-vindos a Scotstun, reino dos Glasgow Warriors, reino onde tudo é possível para as gentes que vivem nas Highlands. Em 2015/2016 a equipa de Gregor Towsend terminou em 3º lugar com 14 pontos, muito devido às duas vitórias ante os Scarlets que se ficaram pelo último lugar com 0. Coincidência ou golpe do destino, a equipa escocesa voltou a encontrar o Racing 92 nesta nova temporada na fase-de-grupos.

Na altura, tinha conseguido uma vitória e uma derrota – frente aos parisienses -, insuficientes para seguir em frente na competição máxima de clubes da Europa. Porém, esta temporada já foi diferente… a 1ª vitória aconteceu em Paris (23-14) e “impulsionou” os escoceses para o 2º lugar do grupo. Para poderem continuar a sonhar com um apuramento quase histórico (a última vez que foram à fase a eliminar foi exactamente há dez anos), tinham de garantir quatro pontos em casa.

Perante a sua massa adepta, as cores do azul escuro brilharam com grande fulgor naquela que foi uma das melhores prestações de sempre da equipa escocesa em provas europeias. Com Finn Russell a “deslumbrar”, a equipa dos Warriors “varreu” os vice-campeões europeus com facilidade. 18-00 no final da 1ª parte, com ensaios de Josh Strauss (100 jogos com a camisola de Glasgow ao peito) e Fraser Brown (o 1ª linha pode ser uma das revelações da Vern Cotter para as Seis Nações), permitiram um segundo tempo ainda mais “calmo”, sem necessidade de acelerar o jogo (excelente Russell, Hogg e Price nesse aspecto), aproveitando da falta de capacidade em transformar posse de bola e metros (550 metros conquistados).

Foram 20 os erros ofensivos da equipa de Paris, com 11 avants, 8 turnovers e um pontapé interceptado, algo incomum para uma equipa do TOP14. A somar isto tudo, Dan Carter acabou o jogo sem qualquer metro conquistado, quebra-de-linha, defesa batido e com meros 15 passes, ao contrário que o seu adversário escocês, Russell, completou 81 metros, 1 assistência para ensaio, 4 quebras de linha e 5 defesas batidos.

Feita as contas, a equipa de Glasgow está com a “passagem” nas mãos, para isso basta só ganhar ao Leicester ou Munster que garantirão um lugar na fase a eliminar. Conseguirá Gregor Towsend quebrar com a malapata que dura há dez anos? Será interessante ver como Towsend vai voltar a montar o “cerco” às equipas do Munster e Leicester Tigers. A receita para ganhar o jogo frente ao Racing, passou pela construção de fases curtas e “pesadas”, com a avançada escocesa a não perder o controlo da oval.

Depois de “amontoar” a defesa parisiense, Russel/Hogg/Dunbar pediam a bola para colocar uma jogada de alta rotação (com a participação mínima de um avançado na linha da frente de ataque), abrindo espaço entre os defesas. Depois foi só explorar os “buracos”, encontrar o caminho e garantir uma linha de corrida com grande apoio. É o jogo que a Escócia gosta de jogar, mas com um pouco mais de velocidade e mais disponibilidade mental para assegurar boas transições de jogo.

Fiquem com a exibição de Finn Russell:

O “David” da Jornada: CONNACHT ALERT!

Tínhamos alertado que o Connacht podia ser uma “caixinha de surpresas” durante esta prova… os campeões da PRO12 em título, receberam a equipa dos London Wasps, que esperava um jogo controlado e que a vitória não fugiria, mesmo que fosse por um ponto.

Bem, a surpresa caiu encima dos 82 minutos (dois minutos para lá do tempo regulamentar), quando a equipa irlandesa Galway marca um ensaio para Jack Carty converter… o olhar atento do médio de abertura a fitar os postes… silêncio profundo, pontapé enviado e bola a voar… passou! 20-18 e o Connacht está na disputa para seguir em frente na competição.

Mas vamos recuar no tempo de jogo para percebermos como é que isto pode ter acontecido a uma das grandes equipas da actualidade da Europa. Os Wasps começaram com a “guerra” de ensaios, com o primeiro a surgir aos 13′ pelo formação Joe Simpson. Excelente insistência de Thomas Young e Nathan Hughes, para depois o nº9 captar e “afundar” na área adversária.

O domínio de jogo inverteu-se a partir deste momento, com o Connacht a duplicar esforços e a tentar ir ao ensaio. Porém, uma boa defesa dos ingleses (Thomas Young estava irrepreensível na hora de parar os seus oponentes, com 16 placagens no final do encontro, para além do “monstro” Joe Launchbury), impediu a equipa de Pat Lam de chegar ao ensaio… até ao 39′.

Nesse momento, após 5 fases de ataque e em cima dos últimos 5 metros, Carty (MVP deste encontro) “arma” um crosskick que Danie Poolman consegue apanhar do ar, passando a linha da área de validação, deixando a oval pelo caminho.

Uma entrega completa, uma vontade de apostarem no virtuosismo e um acreditar, motivou ainda mais os homens do Connacht que iam atrás das investidas de Bundee Aki (novamente foi um dos jogadores com mais metros percorridos, com 94 em 19 carries, o que prova que é a peça principal deste esquema de Lam).

Só que o “balde de água fria” (o primeiro daquela noite gelada) veio por parte dos Wasps, quando Simpson sai rápido de um ruck e atira um passe para Bassett marcar o seu 3º ensaio na competição à ponta. Gopperth não converte e deixa o resultado num 18-13 com 5 minutos para jogar. Os Wasps nunca pensaram no que se iria suceder a seguir… primeiro uma sequência de faltas que os recuou até à sua área de 22, com os irlandeses a terem noção que uma penalidade não lhe servia de nada.

Os ingleses de Coventry defenderam, defenderam e defenderam, atirando as intenções de ensaio para trás… não havia jogada que passasse pela linha de defesa, bem montada, com uma pressão alta. Chegámos aos 80′, nova penalidade… alinhamento e ensaio… 18-18. E pronto, voltamos ao primeiro parágrafo deste 2º ponto. A força de provar que até os mais “pequenos” têm uma palavra a dizer na maior competição europeia de rugby.

O Jogador: MY NAME IS FARRELL… OWEN FARRELL! 

2016 marca um ano formidável para vários atletas: Israel Dagg, Beauden Barrett, Samu Kerevi, Stuart Hogg, Maro Itoje, James Haskell, Brice Dulin, entre outros… mas Owen Farrell é outro dos nomes a incluir.

A sua importância no desenho táctico e estratégia de jogo dos Saracens demonstra o seu peso a todos os níveis. Nos 24 pontos da vitória no fim-de-semana passado frente aos Sale Sharks (24-19), Owen Farrell foi responsável por 19, tantos como os seus adversários (pouco importa este dado, mas sempre importante de observar o “peso” da pontuação final de um jogador).

Farrell é um jogador moderno, rápido, com uma visão de jogo soberba, para além de reunir todas as competências e valências que gostamos de ver num abertura/centro. No jogo frente aos Sale Sharks, Owen Farrell completou duas quebras-de-linha, 40 metros conquistados, um ensaio (excelente a captar um offload de Bosch) e oito placagens (mais que qualquer outro colega dos 3/4’s), num jogo muito intenso e duro.

Farrell foi sempre uma peça fundamental para que o jogo estivesse – quase – sempre sob domínio dos campeões em título. No final dos 80′ nova vitória sorria aos londrinos que agora são a única equipa que não perdeu na European Champions Cup e devem isso, em muito, a Owen Farrell. 67 pontos em quatro jogos, dá uma média de 17 pontos (aproximadamente) por jogo.

O Caso: NOT SO SAINT(S) AS WE THOUGHT

Um pouco de polémica? Os Northampton Saints estão sob alçada disciplinar porque possivelmente não levar a sua melhor equipa até Dublin, naquela que foi uma das maiores vitórias de uma equipa irlandesa ante uma formação inglesa. 60-13 a favor do Leinster, com um atropelamento dos Saints a ficar bem  vincado.

Os irlandeses foram imperiais em todos os sectores do jogo, como provam os 60 pontos finais. A equipa de Northampton ainda começou com o “pé direito” com um ensaio espectacular de Pisi aos 20’… só que depois começou tudo a tremer e, com facilidade, a equipa liderada por Jamie Heaslip somou uma vitória em grande. Passado um dia de ter terminado o jogo, começaram a sair as grandes questões… terão os Saints jogado com a sua melhor equipa? Houve alterações deliberadas para poupar jogadores para o campeonato?

Até este momento, a EPCR (organização que rege as competições europeias de rugby de clubes) afirmou que está a analisar a situação uma vez que destaca que o rugby é um desporto que faz valer o espírito do fairplay, da honestidade e integridade. Há dúvidas se os Saints assim o fizeram, uma vez que já tinham poucas oportunidades por passar à fase seguinte.

É possível que tenha existido um problema desta magnitude? Ou será simplesmente excesso de zelo da EPCR? Dúvidas por esclarecer nas próximas semanas.

Seguem-se duas jornadas de grandes decisões com muito por decidir, em que só há uma equipa invicta (Saracens), dois candidatos em queda (Wasps e Ulster) e uma reafirmação da PRO12. Quem serão os finalistas?

 


Quem somos

É com Fair Play que pretendemos trazer uma diversificada panóplia de assuntos e temas. A análise ao detalhe que definiu o jogo; a perspectiva histórica que faz sentido enquadrar; a equipa que tacticamente tem subjugado os seus concorrentes; a individualidade que teima em não deixar de brilhar – é tudo disso que é feito o Fair Play. Que o leitor poderá e deverá não só ler e acompanhar, mas dele participar, através do comentário, fomentando, assim, ainda mais o debate e a partilha.


CONTACTE-NOS