Arquivo de Desportivo de Chaves - Fair Play

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Pedro CouñagoJunho 18, 201712min0

Explorar o Tondela é explorar uma história de sonho, que implica a ultrapassagem de diversos obstáculos e contém múltiplos acontecimentos emocionantes ao longo dos últimos anos. Nos últimos três anos, as emoções no clube têm estado num máximo histórico, com este artigo a contar tudo sobre o que tem sido uma viagem atribulada, mas bem-sucedida.

A subida

24/05/2015. Esta foi a data do acontecimento que mudou a vida do CD Tondela e da cidade de Tondela. Há muitos anos que não havia um clube na Primeira Liga proveniente da Beira Alta. O maior clube da região sempre foi o Académico de Viseu por estar sediado na capital de distrito, o que sempre lhe conferiu maior notoriedade. Contudo, o Tondela, desde 2005 até 2015, foi subindo de forma meteórica de divisão, desde as Distritais, até que, em abril de 2015, o sonho estava muito próximo.

Faltava um mês para o término da época e a equipa auriverde tinha a possibilidade de subir de divisão.  A verdade é que o Tondela acusou a pressão e ficou a sofrer até ao último jogo, sofrendo inclusivamente uma pesada derrota por 3-0 em casa com o Desportivo das Aves, algo que colocou em causa a subida. O duelo com o Freamunde, na última jornada da época, era decisivo. Três equipas disputavam os dois lugares de subida: Desportivo de Chaves, Tondela e União da Madeira.

Com a vitória do União da Madeira, ficava a subida do Tondela garantida, mas o União não subia, algo que se alterou radicalmente com um golo ao cair do pano, passados já quase 4 minutos dos 90 regulamentares, que não só garantiu a subida de União e Tondela, como ainda deu o título da Segunda Liga ao conjunto beirão. Aquele momento foi muito ansiado ao longo de largos anos, e ainda teve o condão de acabar com o sonho do Chaves em regressar à Primeira Liga (sonho concretizado no ano seguinte, e, curiosamente, mais um caso de sucesso ao longo dos últimos anos).

Cedo se anteciparam vários cenários e vários desafios. Era uma equipa desconhecida, que muitos consideravam não ter estofo para uma primeira divisão, devido a nunca ter passado pela experiência. E a verdade é que o fantasma da primeira época na Primeira Liga e o cenário de descida imediata pairou durante bastante tempo na equipa. 

O primeiro milagre

Os dois primeiros grandes desafios passaram pela construção de um plantel competitivo e pela renovação do estádio. Ambos se refletiram diretamente no desempenho dos beirões na primeira volta da temporada 2015/2016. Apenas na 13ª jornada pôde o Tondela jogar no seu estádio, já a meio de dezembro, e jogar tantos desafios longe do seu reduto traduziu-se em derrotas, muitas derrotas. A equipa apenas conquistou 5 pontos em 12 jornadas, resultando em duas chicotadas psicológicas: Vítor Paneira, à 5ª jornada, e Rui Bento, ao fim de mais sete.

O plantel era mediano para aquilo que eram as pretensões da equipa, comparado com as restantes equipas em luta direta. O onze tipo continha poucos elementos de real destaque, tirando Jhon Murillo (prodígio emprestado pelo Benfica), Nathan Júnior (melhor marcador da equipa com 13 golos, o autêntico salvador da equipa), Wagner (experiente extremo direito) e os capitães Pica e Kaká, dois centrais de rijos rins, mas de uma entrega inigualável no clube. A contratação de Zubikarai, ex-guardião da Real Sociedad, por exemplo, prometia alguma segurança à necessitada baliza tondelense, mas a verdade é que fracassou e teve de ser Cláudio Ramos, já há muitos anos na equipa, a defender as redes da equipa na segunda volta, e a verdade é que acabou por ser um dos grandes heróis. Podia ser-lhe feita uma estátua dada a monstruosidade das suas exibições, tanto em 2015/2016, como em 2016/2017. 

A grande transformação do Tondela passou pela entrada para o comando técnico de Petit. É inegável reconhecer este fator, já que o técnico conseguiu incutir na equipa uma raça e determinação na equipa que até aí não eram vistos. Após a viragem do ano, com a entrada de Petit, deu-se uma transformação quase milagrosa nos resultados do clube, que resultou na conquista de 22 pontos na segunda volta, e de uns incríveis 17 nas últimas 8 jornadas.

Tal como no ano da subida, o Tondela necessitava de um bom resultado no último jogo para alcançar os seus objetivos, e a verdade é que o conseguiu, vencendo um histórico do futebol português que acabou por descer de divisão, a Académica. Em conjunto com a derrota do União da Madeira, as estrelas alinharam-se e o milagre aconteceu: o Tondela havia sobrevivido a uma intensa batalha pela manutenção e estava na Primeira Liga para contar a história.

O primeiro salvador do Tondela (Foto: Lusa)

Uma época salva por Petit e com alguns resultados de destaque, como a vitória no Dragão por 1-0 ou o empate nos últimos minutos frente ao Sporting por 2-2, em pleno Estádio de Alvalade, que colocou muita pressão nos leões e, de certa forma, os arredou do título. Muito se especulou sobre se havia sido um golpe de sorte, se alguma vez o Tondela teria a mesma sorte no ano seguinte. O que acontece no ano seguinte é ainda mais incrível.

O milagre a dobrar!

A época 2016/2017, para o Tondela, pode ser descrita por uma palavra: destino. É verdade, teve de ser o destino a ditar um desfecho incrivelmente semelhante àquele da época anterior. A verdade é que os dois primeiros jogos (frente a Benfica, em casa, e Desportivo de Chaves, fora) pareciam indicar uma maior consistência de jogo, uma equipa mais predisposta a lutar pelo resultado e com mais possibilidades de lutar firmemente pelos seus objetivos. Mas depois tudo voltou ao panorama anterior, da primeira volta da época anterior, com apenas 2 vitórias nas primeiras 12 jornadas. Os resultados vinham a conta gotas, algo que, mais uma vez, se pensou não ser suficiente para uma equipa da dimensão do Tondela.

Mais uma vez também, o plantel era insuficiente. Convém notar que existiram algumas boas adições ao mesmo, pelo menos à primeira vista, como os laterais David Bruno e Jailson, os médios Claude Gonçalves e Pité (que desiludiu), e o atacante Miguel Cardoso, que, com a permanência de jogadores como Murillo e Wagner, permitiam alguma esperança. Mas a verdade é que o centro da defesa e o ataque ressentiam-se da construção desequilibrada do plantel, pois Kaká e Pica não chegavam para todas as batalhas e saiu Nathan Júnior, o principal abono de família na época anterior, sem que algum outro jogador o substituísse convenientemente. Apenas Murillo chegou à marca dos 5 golos durante toda a época.

Murillo, um dos elementos mais importantes nas últimas duas épocas (Foto: Maisfutebol)

Quem sofreu as consequências? Petit. A 9 de janeiro, 13 meses depois de chegar ao comando técnico da equipa, o treinador pediu a demissão devido ao mau momento da equipa, que permanecia no último lugar do campeonato. Pediu a demissão depois de uma derrota caseira por 2-1 com o Arouca, derrota irrelevante no final do campeonato, mas excelente do ponto de vista da necessidade de mudança. O mais curioso? O jogo com o mesmo Arouca, em casa deste, revelou-se capital na história da época do Tondela.

Não seria fácil para qualquer treinador assumir o cargo numa altura tão delicada. A direção apostou em Pepa, uma opção arriscada tendo em conta que o treinador havia sido anteriormente despedido do Moreirense devido a maus resultados. Petit, o anterior técnico do Tondela, foi, dois meses depois, treinar o Moreirense, algo que reflete a dança das cadeiras existente no futebol português no que a treinadores diz respeito.

A adaptação de Pepa não foi nada fácil. O técnico começou por fazer uma boa leitura e trazer alguns reforços necessitados, como o caso de Osorio (central), Pedro Nuno (médio atacante, emprestado pelo Benfica) e Heliardo (ponta de lança), que, entre eles, marcaram 7 golos importantíssimos na segunda volta. Mas a verdade é que o poderio das novas aquisições demorou a traduzir-se em pontos.

É reconhecido a Pepa um estilo de jogo positivo, com bastante apetência pela posse de bola, mas a verdade é que os erros individuais dos seus jogadores se sucediam, transformavam-se em derrotas e o Tondela parecia não conseguir reagir. A primeira vitória de Pepa surgiu a 28 de janeiro, frente ao Desportivo de Chaves, por 2-0, mas a segunda apenas surgiu a meio de abril, frente ao Rio Ave. Pelo meio, 9 jogos em que a equipa conquistou apenas 4 pontos, estando assim cada vez mais condenada à descida. A equipa chegava à 29ª jornada, ao jogo com o Rio Ave, com apenas 17 pontos, um registo claramente insuficiente para a salvação e o cenário da despromoção adensava-se.

O jogo com o Rio Ave mudou tudo. Essa vitória caseira, sofrida, por 2-1, pareceu dar o clique de que a equipa precisava para, pelo menos, continuar ligada às máquinas e sonhar com a permanência. E a verdade é que o Tondela conseguiu mais uma vitória, frente ao Nacional, mantendo a esperança viva. Depois, surgiu um percalço no Bessa, com uma derrota inglória, corrigida com uma vitória caseira frente ao Vitória de Setúbal. Do nada, 3 vitórias em 4 jogos davam alento e esperança ao grupo auriverde para a real final, que podia (e, na realidade, iria) decidir tudo: Arouca-Tondela.

O Arouca, se vencesse, garantia a manutenção e atirava o Tondela para a Segunda Liga. Se o Tondela ganhasse, adiava tudo para a última jornada. Este jogo pode-se considerar como um dos mais importantes e históricos do clube tondelense, e principalmente para Pedro Nuno, já que o jovem médio apontou dois excelentes golos que deram a volta ao jogo e garantiram a única vitória fora de portas da equipa, por 2-1. E que altura para vencer!

Chegava a última jornada, e 3 equipas estavam em disputa por dois lugares na Primeira Liga: Arouca, Moreirense e Tondela. Aquele que poderia parecer ter o jogo mais acessível, frente ao Estoril, perdeu, com as duas outras a vencerem Porto e Braga, respetivamente. Ou seja, o Tondela, mais uma vez, na derradeira jornada, conseguiu evitar a descida de divisão na última jornada, ganhando a uma das mais fortes equipas do campeonato por 2-0.

A massa adepta do Tondela a festejar com os seus heróis (Foto: Maisfutebol)

Esta recuperação teve um sabor ainda mais especial que a da época transata, com a conquista de 15 pontos nas últimas 6 jornadas. O destino sorriu ao Tondela dois anos seguidos, e acabou por atirar o Arouca (lembram-se da saída de Petit?) para a Segunda Liga, quinto classificado em 2015/2016 e que, durante a época, disputou uma eliminatória bastante renhida com o heptacampeão grego Olympiacos. Naturalmente, a festa foi rija na Beira Alta, e ninguém pode discutir que os jogadores auriverdes mereceram tudo aquilo que alcançaram.

À terceira é de vez, a vez da consolidação ou “Não há duas sem três”?

Já se percebeu que o Tondela é uma equipa imprevisível, que nunca se pode nem deve descartar em qualquer ocasião. Tal faz com que não seja fácil prever como se comportará o Tondela versão 2017/2018.

Levantam-se três cenários: a possibilidade do ditado “À terceira é de vez” se concretizar e, depois de dois milagres, a equipa acabar por descer à Segunda Liga; a equipa se consolidar no panorama da Primeira Liga e conseguir realizar um campeonato tranquilo; ou, por fim, a equipa acabar por operar um terceiro milagre e fazer uma má primeira metade de campeonato, acabando-a de forma espetacular e a evitar a descida no último suspiro. As respostas ficam todas para a próxima edição da Liga NOS, sendo que, daqui, fica um desejo de que a equipa continue a fazer história em termos internos, de clube, e em termos regionais, já que a Beira Alta merece ter um clube na Primeira Liga.

Já começaram a ser dados alguns bons passos na consolidação, com a garantia da manutenção de David Bruno e Pité (de quem se espera mais) a nível definitivo, e as contratações de Joãozinho e Ricardo Costa, dois defesas bastante experientes e boas aquisições para a realidade do clube. Mais importante ainda, a renovação de Pepa, que sugere uma confiança da direção no seu trabalho e vem trazer um maior grau de segurança ao técnico e à sua equipa.

O segundo salvador do Tondela. Que fará ele a seguir? (Foto: Maisfutebol)

Por outro lado, nota-se também uma espécie de renovação de almas em Tondela, com as saídas de Pica e Kaká, que muito deram ao clube, mas que agora saem para rumar a outras paragens, deixando assim um espaço aberto ao que necessita de ser um reforço do centro da defesa, além de Ricardo Costa.

Existe muita curiosidade para ver o que faz o Tondela na sua terceira época consecutiva na Primeira Liga e espera-se que o clube continue a dar cartas no panorama nacional, de forma a honrar todo o esforço e dedicação que tem sido posto em campo nas últimas três temporadas.

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Diogo AlvesJaneiro 11, 20177min0

Trio portista com destino traçado: Sérgio Oliveira interessa ao Southampton, Evandro ao Hull City e Adrián Lopez ao Galatasaray; Adel Taarabt diz adeus ao SL Benfica e reforça o Genoa; Voro González é o escolhido para comandar o Valência até ao final da época, e terá assim a difícil de tarefa de reerguer o Valência; Bressan regressa a Portugal, agora para representar o Desportivo de Chaves; Pepe pode continuar a sua carreira num clube chinês.

OFICIAL

  • O Sport Lisboa e Benfica emprestou o médio marroquino Adel Taarabt ao Genoa por uma época e meia.: O médio marroquino regressa à Serie A, onde já representou o AC Milan. O Benfica livra-se assim de um jogador que nunca contou para o técnico Rui Vitória;
  • O internacional montenegrino Stevan Jovetic é o mais recente reforço do Sevilla, o avançado montenegrino chegou emprestado pelo Inter de Milão;
  • Oficializado o regresso de Marco Storari ao AC Milan;
  • Bressan, ex-Rio Ave, assinou pelo Desportivo de Chaves por uma época e meia;
  • Voro González oficializado como técnico principal do Valência até ao final da presente época. Após a saída de Paco Ayéstaran no início da época, e, mais recentemente a de Cesare Prandelli, o Valência decidiu não avançar para a contratação de um novo treinador, mas sim apostar em Voro. Um homem da casa para comandar os Che até final da presente época;
  • Villarreal oficializa a renovação de Mário Gaspar até 2023, e Jaume Costa até 2021;
  • Merih Demiral chega ao Sporting CP emprestado pelo Alcanenense até ao final da época;
  • Felipe Santana regressa ao Brasil para jogar no Atlético-MG;
  • O Corinthians contratou de uma assentada quatro reforços: Gabriel, Pablo, Wagner e Fellipe Bastos;
  • Matías Rojas, jogador paraguaio de 21 anos, chega ao Lanús emprestado pelo Cerro Porteño.
  • Marítimo contrata um dos melhores marcadores do Campeonato de Portugal, o guineense Adul Seidi, que actuava no Benfica de Castelo Branco;
  • Manu García rescinde contrato com o Alavés e ruma ao NAC Breda emprestado pelo Manchester City;
  • Avançado japonês, Kazuyoshi Miura de 49 anos, renovou por mais uma temporada com o Yokohama FC;
  • Uchebo rescinde com o Boavista FC;
  • Genk fecha a contratação de José Naranjo, avançado de 22 anos, que estava ao serviço do Celta de Vigo;
  • Garry Rodrigues é a mais recente contratação do Galatasaray;
  • Guima rescindiu contrato com o Feirense;
  • Inter de Milão oficializa a contratação de Roberto Gagliardini, médio italiano de 22 anos, chega por empréstimo até 2018 com cláusula de compra obrigatória;
  • Craig Gardner regressa ao Birmingham City por empréstimo do West Brom;
  • Claude Makelele é reforço do Swansea City: irá fazer parte do corpo técnico de Paul Clement. Será treinador adjunto;
  • Heliandro é reforço do Tondela, avançado brasileiro ex-Joinville, assinou contrato até 2018.
  • Felipe Pardo, ex-jogador do Sporting de Braga, deixou o Olympiakos e assinou pelo Nantes de Sérgio Conceição;
  • O internacional panamiano Miguel Camargo, ex-Chorrillo, acaba de ser emprestado ao New York City FC;
  • O Atlanta United contratou o jovem argentino Yamil Asad ao Vélez Sarsfield.

RUMORES

  • Sérgio Oliveira (FC Porto) pode estar a caminho do Southampton por 4,6 milhões de euros (O’Jogo);
  • Ola John (SL Benfica) deverá ser o primeiro reforço de inverno do Deportivo da Corunha (Eldesmarque.com);
  • Adrián Lopez, dispensado por Nuno Espírito Santo, tem mercado na Turquia, nomeadamente do Galatasaray (Abola);
  • James Rodríguez terá rejeitado uma oferta do Hebei Fortune da China (AS);
  • O defesa-central do Real Madrid, Pepe, poderá estar próximo de assinar por um clube chinês (AS);
  • A Roma mostra interesse na contratação do médio português João Moutinho (L’Equipe);
  • Sem espaço no plantel do Chelsea, John Terry poderá sair dos Blues e rumar ao Bournemouth por empréstimo de meia época (The Telegraph);
  • Januzaj (Manchester United) interessa ao Lyon (L’Equipe);
  • Villarreal poderá “roubar” Zaza (West Ham) aos seus vizinhos Valência (Tutto Sport);
  • Marc Muniesa (Stoke City) interessa ao Real Bétis (Marca);
  • Salvatore Sirigu (Sevilla) poderá regressar a França, agora para representar o Nice (Corriere dello Sport);
  • Sead Kolasinac (Schalke 04) interessa à Juventus (La Gazzetta dello Sport);
  • Aleix Vidal, pouco utilizado no FC Barcelona, estará de saída do clube catalão e o Sevilla está na linha da frente para resgatar o lateral direito (Estadio Deportivo);
  • Sem lugar no Flamengo, Mancuello poderá estar de regresso à Argentina, e o Independiente já mostrou interesse no médio (Olé);
  • Chelsea olha para Hakan Calhanoglu (Bayer Leverkusen) como potencial reforço para suprimir a saída de Óscar (Turkish-Football);
  • FC Porto de olho em Bakalli, espera conseguir acordo o mais depressa possível pelo extremo belga (Abola);
  • Paços de Ferreira negocia com o Sheffield Wednesday a cedência do médio Filipe Melo (Abola);
  • Marco Silva confirma o interesse em contar com Evandro (FC Porto) no Hull City (O’Jogo);
  • Luciano Narsingh está a caminho de Inglaterra para fazer exames médicos no Swansea City (Football-Oranje);
  • Matheus Pereira (Sporting CP) publicou nas suas redes sociais que está na Grécia para assinar contrato com um novo clube (ZeroZero);
  • Tottenham tem interesse em Nico Gaitán, os Spurs demonstraram interesse junto do Atlético em adquirir o jogador por empréstimo até final da época (AS);
  • Liverpool tem interesse no jovem holandês Quincy Promes (Daily Mail)
  • Liga de Quito do Equador pode ser o destino do avançado Hernan Barcos (MaisFutebol)
  • Sebastián Blanco (San Lorenzo) está cada vez mais perto dos Portland Timbers (Viva El Fútbol)
  • Tudo indica que o capitão do NEC, Gregor Breinburg, será reforço dos Los Angeles Galaxy (Gelderlander)
  • O médio finlandês Rasmus Schüller (BK Häcken) é alvo dos Minnesota United (mlssoccer.com)
  • Lucas Biglia (Lazio) está a considerar a hipótese de se mudar para a MLS, nomeadamente para o Atlanta United (Lazio Press)
  • O central Leandro González Pirez é outro argentino que pode assinar pelo Atlanta United (mlssoccer.com)
  • Martin Demichelis volta a ser associado à MLS (ESPN)
  • Fernando Fernández (Tigres) pode estar de saída, a caminho do América de Cali (Goal.com)

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