Arquivo de Algés - Fair Play

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João BastosDezembro 12, 201611min0

Os campeonatos nacionais de juniores e seniores em piscina curta disputaram-se entre os dias 9 e 11 no Complexo da Penteada, no Funchal. Saiba quem foram os nadadores e as equipas em destaque durante o fim-de-semana.

A edição 2016/2017 dos Campeonatos Nacionais de Juniores e Seniores de Piscina Curta decorreu na ilha da Madeira e foi concomitante com os Mundiais de Curta que decorreram no Canadá.

Pelos dois factos factos (prova insular e mundiais em simultâneo), e também porque os mínimos de participação eram mais exigentes que no ano passado, os campeonatos foram pontuados por várias ausências (menos 150 nadadores que a edição do ano passado).

Acrescendo a isso, a época pós-olímpica está no seu início e muitos nadadores que na época transacta tiveram uma temporada altamente desgastante em busca do mínimo, estão a fazer, agora, um início de época em recuperação.

Como resultado, o nível técnico destes campeonatos ficou aquém do registado há um ano. Foram estabelecidos “apenas” 7 novos recordes nacionais (um absoluto) e nenhum nadador ultrapassou os 800 pontos FINA

Há um ano foram batidos 25 máximos nacionais e 15 nadadores superaram os 800 pontos.

Ainda assim, foram vários os destaques na competição que antecede os Nacionais das 1ª e 2ª divisões.

Raquel Pereira

Raquel Pereira | Foto: Luís Filipe Nunes

A júnior brucista de 2º ano do Sport Algés e Dafundo esteve em grande evidência ao estabelecer quatro novos recordes nacionais do escalão nas quatro provas individuais que nadou.

Nadou os 50 bruços no tempo de 32.09 baixando 2 centésimos ao record de Ana Pinho Rodrigues, de 2010. Nos 100 bruços marcou 1:08.02, retirando 1 segundo exacto ao tempo da campeã da Europa de juniores, Diana Gomes, de 2006, em Belo Horizonte.

Na prova mais longa, a nadadora algesina melhorou a marca de outra grande referência da natação nacional: Victoria Kaminskaya. 2:26.47 é o novo record nacional júnior dos 200 bruços.

O último record veio nos 100 metros estilos com o tempo de 1:02.34, batendo a marca da nadadora que também venceu os 100 metros estilos, mas no escalão sénior – Inês Fernandes.

Raquel Pereira estava prestes a ter um registo imaculado também nas estafetas, depois do Algés ter vencido as estafetas júnior de 4×100 metros estilos e 4×50 metros estilos, mas as nadadoras do FC Porto superiorizaram-se na última prova dos campeonatos, os 4×100 livres.

Rita Frischknecht

Rita Frischknecht | Foto: FPN

O segundo destaque do FairPlay vai para outra nadadora do Algés. Rita Frischknecht foi a única presente no Funchal que logrou bater um record nacional absoluto (sendo também, evidentemente, record nacional sénior).

A marca de 2:11.16 aos 200 costas melhora em 4 décimos o tempo da sua colega de equipa Francisca Azevedo. As duas costistas nadaram lado a lado, ficando a prata para Francisca.

Na outra prova individual que nadou – 200 metros livres – também venceu com larga margem, estabelecendo um novo record pessoal com o tempo de 2:01.75.

Frischknecht levou ainda mais três ouros, correspondentes ao título de campeã nacional sénior nas estafetas 4×100 estilos, 4×100 livres e 4×200 livres, abrindo as três estafetas.

Jorge Silva

Jorge Silva | Foto: Luís Filipe Nunes

O terceiro novo recordista nacional destes campeonatos foi o nadador júnior Jorge Jesus Silva.

O nadador do Sporting Clube de Braga, de 16 anos, bateu o record nacional de um dos maiores símbolos da natação portuguesa.

José Couto era o dono do máximo nacional júnior de 1º ano dos 200 bruços com o tempo de 2:16.77 que o nadador bracarense agora baixou para 2:16.24. O record era pertença de Couto desde 1995, cinco anos antes de Jorge Jesus Silva nascer.

A segunda vitória individual veio nos 100 metros estilos, levando duas pratas (nas provas de 200 mariposa e 400 estilos) e um bronze nos 200 estilos, competindo com nadadores um ano mais velhos, visto que o escalão de juniores abrange nadadores nascidos em 1999 e 2000.

Inês Fernandes

Inês Fernandes | Foto: Luís Filipe Nunes

A sportinguista foi a nadadora que mais medalhas individuais levou para casa. Foram cinco títulos individuais (50 e 100 costas, 50 e 100 mariposa e 100 estilos) e um segundo lugar (100 livres), aos quais juntou mais 2 ouros (4×50 livres e 4×50 estilos) e 2 pratas (4×100 livres e 4×200 livres) nas estafetas.

Para além das medalhas, em todas as provas realizou marcas de grande nível, nalguns casos “em cima” dos recordes nacionais, com destaque para a prova de 50 metros costas onde ficou a 1 décimo do record nacional de Ana Sofia Leite (Ginásio Clube de Vila Real) que foi agora vice-campeã nacional.

Ainda fez o melhor parcial de mariposa na estafeta de 4×100 estilos e foi a única a nadar em 56 segundos na estafeta de 4×100 livres.

Tomás Veloso

Tomás Veloso | Foto: Luís Filipe Nunes

Assim como Inês Fernandes, também venceu 5 provas individuais. O nadador internacional do Clube Náutico Académico de Coimbra levou a melhor em vários duelos (truelos nalguns casos) e venceu as seguintes provas:

50 metros bruços, onde fez o tempo de 28.39 segundos;

100 metros bruços, na qual se superiorizou apenas por 1 centésimo a Nuno Quintanilha, marcando 1:01.22;

200 metros bruços, prova onde registou a marca de 2:12.80;

200 metros estilos com 2:01.41 e protagonizou um duelo com Pedro Santos (Algés) decidido na última braçada;

400 metros estilos, registando 4:20.20 e onde ainda viu os nadadores da União Piedense, João Gil e José Carvalho aproximarem-se no percurso de crawl.

José Lopes

José Lopes | Foto: Luís Filipe Nunes

Mais um júnior de primeiro ano do Sporting Clube de Braga em destaque, o que prova que a equipa minhota tem uma equipa bastante promissora, tendo em Tamila Holub o expoente máximo desta geração.

José Lopes igualou o feito de Tomás Veloso e foi penta-campeão nacional.

Ainda para mais, o jovem bracarense fê-lo nas provas de maior distância do programa: 1500 metros livres, 800 metros livres, 400 metros livres, 200 metros estilos e 200 metros costas.

Ainda nadou 200 metros mariposa e 400 metros estilos.

José Paulo Lopes já dominou o seu escalão mas está ainda no início da primeira de duas épocas de júnior!

Angélica André

Angélica André | Foto: Luís Filipe Nunes

Angélica André, do Clube Fluvial Portuense foi a segunda nadadora mais pontuada pela tabela FINA da competição (a tabela FINA atribui uma pontuação à valia das marcas) – atrás da já referida Raquel Pereira  com a sua prestação na prova de 1500 metros livres, onde marcou 767 pontos correspondentes à marca de 16:44.32 que, naturalmente, lhe garantiu o título na prova.

Angélica, apesar de ser uma especialista em águas abertas, foi também uma das maiores vencedoras no escalão sénior ao levar para casa 4 ouros.

Para além dos 1500 metros livres, venceu os 400 metros estilos, os 200 metros bruços e os 800 metros livres e ainda foi segunda nos 400 metros livres. Foi ainda medalha de bronze nas estafetas do Fluvial Portuense: 4×50 livres; 4×100 estilos; 4×50 estilos e 4×200 livres.

Guilherme Pina

Guilherme Pina | Foto: Luís Filipe Nunes

Como já foi referido, nestes campeonatos nenhum nadador superou a marca dos 800 pontos, mas o nadador do Sporting Clube de Portugal, Guilherme Pina ficou muito perto com os 798 pontos marcados na prova de 1500 metros livres, correspondentes ao tempo de 15:14.11.

Para além da prova mais longa do calendário, o nadador que treina no Centro de Alto Rendimento de Rio Maior e cumpre a sua primeira época de sénior, venceu os 800 metros livres, distinguindo-se como o melhor fundista masculino nestes campeonatos.

Sporting lidera em seniores…

A apenas uma semana do Campeonato Nacional de Clubes da 1ª e 2ª divisão, o medalheiro por equipas pode dar algumas dicas sobre o que se pode vir a passar na Póvoa de Varzim.

No escalão sénior, a equipa do Sporting, mesmo desfalcada de quatro dos seus principais elementos que competiam nos mundiais de Windsor – Alexis Santos e João Vital em representação de Portugal, Pedro Pinotes em representação de Angola e Igor Mogne em representação de Moçambique – ficou em primeiro lugar do medalheiro.

As contas finais do Sporting saldaram-se por 22 medalhas, sendo 10 de ouro, com particular evidência para o sector feminino que obteve 8 títulos (5 individuais para Inês Fernandes, 1 para Carolina Guedes e 2 nas estafetas).

…e Algés nos juniores

Nos juniores, também foi o sector feminino que maior preponderância teve para definir o vencedor do medalheiro. O Sport Algés e Dafundo terminou com o mesmo número da Sociedade Filarmónica União Piedense, mas das 14 medalhas, 7 foram de ouro e todas conseguidas pelas raparigas algesinas.

Raquel Pereira teve intervenção directa em 6 ouros (4 individuais mais os 2 em estafetas), sendo que o sétimo título veio nos 200 metros livres, por Carolina Marcelino.

SCBraga melhor em masculinos

Considerando o sector masculino, juntando os dois escalões, o Náutico de Coimbra e o Sporting de Braga empataram em número de títulos, ou seja 7 – curiosamente, o Náutico alcançou-os todos em seniores e o Braga todos em juniores – mas em número total de medalhas foi o Braga a levar a melhor, com as 11 medalhas obtidas pelos jovens minhotos.

Senhoras do Algés dominam

Já em femininos, voltou a ser o Algés o clube dominador. Aos já referidos 7 títulos de juniores, juntou 5 títulos seniores. No total do sector feminino foram 12 ouros, 4 pratas e 5 bronzes.

Contas finais: Sporting com mais medalhas

Foto: Sporting CP

No cômputo geral dos campeonatos, o Sporting foi o clube que mais títulos e mais medalhas atingiu. Foram 14 títulos e 32 medalhas para a turma de Alvalade.

O ciclo de campeonatos nacionais continua no próximo fim-de-semana com o Campeonato Nacional de Clubes – 1ª e 2ª divisão. Relembre as previsões do FairPlay.

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João BastosNovembro 12, 20167min0

A época desportiva 2016/2017 de natação já arrancou e algumas das mais importantes competições são já em Dezembro. O FairPlay faz a sua análise aos campeonatos nacionais de clubes da 1ª à 4ª divisão.

O primeiro ciclo de campeonatos nacionais começa já este mês com o Campeonato Nacional de Clubes das 3ª e 4ª divisões, seguindo-se o Campeonato Nacional de Clubes das 1ª e 2ª divisões, em Dezembro.

Os campeonatos nacionais de clubes (quer das principais divisões, quer das divisões secundárias) são sempre motivo de grande interesse na fase inicial da época. A competição colectiva num desporto predominantemente individual promove sempre momentos de superação e abnegação dos nadadores.

Derby é sempre derby

Na primeira divisão masculina, o Sporting Clube de Portugal irá tentar a sexta vitória consecutiva. Se nos últimos dois anos, a diferença para o Estrelas de S. João de Brito foi mínima, este ano prevê-se que o Sport Lisboa e Benfica, campeão da 2ª divisão da época passada, seja o principal adversário dos rivais da 2ª circular.

Apesar do previsível equilíbrio, o Sporting com uma equipa liderada por Alexis Santos, bastante bem secundado por Pedro Pinotes, Igor Mogne, João Vital, Miguel Cruchinho, Guilherme Dias, Mário Bonança e agora também Guilherme Pina e Francisco Santos parte como favorito. Para além de ser a equipa penta-campeã nacional, apenas perdeu Alexandre Ribas e apresenta três recém-olímpicos (Alexis – Portugal, Pinotes – Angola e Mogne – Moçambique).

Foto: Facebook Lfnunes
Foto: Facebook Lfnunes

O Estrelas perdeu Miguel Nascimento para o Benfica, Pedro Oliveira terminou a carreira e também Artiom Poliakov abandonou o clube, mas reforçou-se com dois jovens seniores de primeiro ano, ambos campeões nacionais de juniores – Frederico Riachos e António Carriço – que se juntam aos experientes João Gigante, Diogo Sousa, Hugo Ribeiro e Nuno Rola e que tentarão disputar o título como nos últimos dois anos, mas desta feita com outro desfecho.

O Benfica vem intrometer-se nas contas pelo título e depois de vencer a 2ª divisão em 2015 apresenta-se como um sério candidato ao título da 1ª em 2016. Miguel Nascimento e Rafael Gil são reforços de peso que se juntam a nomes como Luiz Pereira, João Santos ou André Farinha.

O FCPorto, Náutico de Coimbra, Famalicão, SFUAP e Colégio de Monte Maior prometem uma disputa muito equilibrada que terá de terminar de forma inglória para duas das equipas que descerão à 2ª divisão.

Do lado feminino, a equipa do FCP faz jus ao cognome da sua cidade e está invicta há 8 anos!! Porém, este ano sofreu um forte revés com a saídas de Diana Durães (para o Benfica) e Adriana Castro (Aquático Pacense). Ainda assim com as experientes Sara Oliveira e Marta Abreu (que há anos se dedicam em exclusivo a esta competição) e as jovens Maria Cabral, Ana Rita Faria, Paula Oliveira e Maria Teresa Amorim pode ser suficiente para chegar ao eneacampeonato.

Foto: FCP
Foto: Facebook Lfnunes

Porém terão de superar a jovem equipa do Sport Algés e Dafundo que há dois anos ameaça a hegemonia do FCP. Com Francisca Azevedo, Rita Frischknecht, Madalena Azevedo, Raquel Pereira e Bárbara Barata, a equipa algesina tem argumentos suficientes para chegar ao ceptro.

O Sporting, à semelhança do ano passado, é a favorita ao lugar mais baixo do pódio. Mafalda Beleza, Inês Fernandes, as irmãs Beatriz e Raquel Ranito, Sofia Dionísio e Catarina Mestre compõem uma equipa bastante homogénea.

A equipa campeã da 2ª divisão do ano passado – Tavira – e a Desportiva de Viana apresentaram no ano passado várias nadadoras “importadas” do nosso país vizinho. Se mantiverem a aposta deverão ocupar os 4º e 5º lugares ou mesmo ameaçarem o pódio do Sporting. O Ginásio de Vila Real liderado pela internacional por Portugal Ana Sofia Leite e pela olímpica por Angola Ana Sofia Nóbrega estão na corrida pelos lugares entre o 4º e o 6º lugar, ficando o Galitos de Aveiro e a SFUAP a lutar para fugir aos lugares de despromoção.

À procura do convívio dos grandes

Olhando para o alinhamento e também para a pré-época, salta à vista um claro favorito na 2ª divisão masculina: o Clube de Futebol Os Belenenses. Com uma equipa que em 2015 ficou a apenas 2 pontos da subida reforçada este ano por Nuno Quintanilha, vindo do Colégio Vasco da Gama, a equipa do Restelo apresenta argumentos para ser campeão da 2ª divisão sem sobressaltos.

Nuno Quintanilha trocou o CGV pelo CFB | Foto: NadarCFB
Nuno Quintanilha trocou o CVG pelo CFB | Foto: NadarCFB

Para acompanhar os azuis na subida, o Algés surge como o candidato melhor posicionado, mesmo perdendo João Gil. Com uma equipa jovem, promete obter boas classificações nas provas de mariposa, estilos e provas curtas de livres.

O Louletano, acabado de vir da 3ª divisão, o Sporting de Braga e o Galitos de Aveiro do olímpico Diogo Carvalho podem baralhar as contas.

Já na 2ª divisão feminina os prognósticos são mais reservados. O Sporting de Braga surge na linha da frente com Tamila Holub a liderar a equipa que foi reforçada com Maria Madalena Silva, mas o Benfica que conta agora com Diana Durães e Jéssica Brito pode passar da primeira equipa acima da linha de água em 2015 para uma posição de subida em 2016.

SCB é o grande favorito na 2ª divisão feminina | Foto: Facebook Lfnunes
SCB é favorito na 2ª divisão feminina | Foto: Facebook Lfnunes

Também Os Belenenses parte em igualdade de circunstâncias com Braga e Benfica no que respeita às aspirações de subida. Ana Beatriz Pereira vem fortalecer uma equipa onde pontificam Jéssica Vieira, Laura Rodrigues, Lisa Soares e Rita Costa.

Marinha Grande, Académica de Coimbra, Fluvial Portuense e Aquático Pacense também estarão na luta por um dos dois lugares elegíveis para a subida.

A um passo de entrar nas 24 melhores equipas

Com a repescagem de duas equipas para a 2ª divisão, a 3ª divisão masculina reveste-se de maior incerteza. Clube de Natação de Torres Novas, Náutico da Marinha Grande, GesLoures e Colégio de Santa Maria de Lamas parecem estar na pole-position para ocupar as 4 posições de acesso à divisão secundária.

Do lado feminino o Náutico de Miranda do Corvo e o Louletano deverão voltar à 2ª divisão depois de terem descido no ano transacto. Deverão ter a companhia do Colégio de Monte Maior e da Associação Estamos Juntos.

A imprevisibilidade do primeiro degrau

Na divisão mais baixa normalmente participam equipas de um nível competitivo mais elevado que competem pela primeira vez o formato de clubes. Assim é nesta edição no sector feminino. Mas analisando antes a competição masculina o equilíbrio é a nota dominante. O Ginásio de Vila Real parte na pole position com a chegada de Alexandre Ribas do Sporting que com Koen Westink darão ao clube transmontano seis boas classificações. Náutico de Miranda do Corvo, Palmela, Desportivo de Gouveia, Viana e Fafe deverão disputar os três lugares restantes.

No sector feminino, o Estrelas de S. João de Brito da olímpica Victoria Kaminskaya não deverá ter problemas em Abrantes (onde se disputam os Campeonatos). Também vindos da fase de qualificação o Clube de Natação de Rio Maior e o Clube de Propaganda da Natação devem acompanhar a equipa de Alvalade até à 3ª divisão. Naval Setubalense, Torres Novas e Bairro dos Anjos deverão disputar a quarta vaga.

No final de contas, que clubes celebrarão e que outros se frustrarão? Estes são os prognósticos FairPlay mas uma coisa é certa: quando a partida for dada, a teoria fica no bloco.


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