Arquivo de Modalidades - Página 51 de 459 - Fair Play

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Eliseu BritoSetembro 2, 20245min0

Antes das Olimpíadas, fizemos um resumo de tudo o que havia acontecido na WNBA até então e como os times estavam antes da pausa. Muitos times tiveram jogadoras participando das Olimpíadas, o que impactou no retorno delas para a temporada da WNBA.

A TABELA

A classificação da WNBA apenas pós-Olimpíadas está assim:

Minnesota Lynx (7-1)

Indiana Fever (6-1)

NY Liberty (6-2)

Connecticut Sun (6-2)

Las Vegas Aces (4-4)

Atlanta Dream (4-4)

Dallas Wings (3-4)

Washington Mystics (3-4)

Phoenix Mercury (3-5)

Seattle Storm (2-5)

LA Sparks (1-7)

Chicago Sky (1-7)

Alguns times se beneficiaram da pausa olímpica, enquanto outros não souberam aproveitar o tempo de descanso. O Chicago Sky, que não teve nenhuma jogadora convocada para a competição em Paris, está com o pior desempenho nesse retorno. O time ainda não se encontrou; apesar de ter tido um mês livre para treinos, a equipe ainda tenta se reabilitar após a saída da sua armadora Marina Mabrey, que foi trocada para o Connecticut Sun logo antes da pausa olímpica.

Outro time que não voltou muito bem foi o Las Vegas Aces. As atuais bicampeãs da WNBA estão tendo dificuldades em encontrar a regularidade que tinham nas últimas temporadas. A’ja Wilson continua imparável, com atuações dignas de uma MVP, porém o time do Aces é carente de jogadoras do banco. Ou seja, as jogadoras que vêm do banco não têm tanto espaço na rotação do time, o que faz com que as titulares sejam exploradas ao máximo. Isso, juntamente com o baixo desempenho das demais jogadoras, vem contribuindo para uma temporada abaixo do esperado para as bicampeãs.

O Seattle Storm está tendo dificuldades, mas ainda é um forte candidato a ir longe nos playoffs da WNBA. Com a adição de Gabby Williams, francesa que foi vice-campeã olímpica, ao seu elenco, o Storm tem um quinteto titular invejável. Apesar de provavelmente ter que enfrentar o Las Vegas Aces na primeira rodada dos playoffs, o time tem muito talento e pode chegar às finais da WNBA.

Os times que voltaram com tudo: Indiana Fever e Minnesota Lynx.

Os times que mais evoluíram desde o retorno da WNBA foram esses dois. O Minnesota Lynx coleciona 7 vitórias em 8 partidas desde o retorno das Olimpíadas e é um forte candidato a estar na final da WNBA. O time, que venceu a Commissioner’s Cup contra o New York Liberty, atual defensor do título, voltou ainda melhor. Com sua principal jogadora, Napheesa Collier, em uma temporada mágica, o Lynx tem grandes esperanças de conquistar o título.

O Indiana Fever começou muito mal a temporada, mas ao longo dela foi se recuperando e encontrando sua melhor forma de jogar. A pausa olímpica foi mais do que benéfica para o time; todas as jogadoras que participam da rotação do time descansaram no período, e, diferentemente do Chicago Sky, que não soube aproveitar esse tempo, o Fever emplacou 6 vitórias em 7 partidas. Será um time que ninguém vai querer enfrentar nos playoffs. Com sua estrela Caitlin Clark dominando a armação e com a grande evolução da pontuadora Kelsey Mitchell, o time de Indiana busca surpreender a todos e chegar longe nos playoffs da WNBA.

Os times que estavam no topo da tabela continuam com o mesmo ritmo de antes: New York Liberty e Connecticut Sun dividem a liderança da WNBA e são fortes favoritos a uma provável final. O Connecticut Sun contou com a adição de Marina Mabrey ao seu elenco, o que fez muito bem à equipe, que necessitava urgentemente de uma chutadora de 3 pontos e encontrou isso em Mabrey. O New York Liberty segue com seu jogo extremamente bonito de ver, com muita eficiência e ofensividade, e com um coletivo incomparável, sendo, sem dúvidas, o grande favorito ao título da temporada.

Entre os times que estavam fora dos playoffs, Dallas Wings, Atlanta Dream e Washington Mystics voltaram com uma evolução em seu desempenho. O trio ainda sonha com a última vaga dos playoffs, que hoje pertence ao Chicago Sky, mas que está ameaçada após as 6 derrotas seguidas do time da brasileira Kamilla Cardoso. Dallas contou com o retorno de sua estrela Satou Sabally, que ainda não havia jogado na temporada e vem fazendo grandes partidas desde o retorno da WNBA. O Atlanta se encontrou e é um forte candidato a conseguir a 8ª e última vaga dos playoffs da WNBA. Com uma grande reta final de temporada da veterana Tina Charles e o retorno de sua estrela Rhyne Howard, o time busca a sonhada vaga. Já o Washington Mystics, apesar de apresentar um bom desempenho, ainda tem seu foco no draft da WNBA do próximo ano e, por isso, provavelmente ficará fora da corrida pelos playoffs nesta reta final. De forma semelhante, o Los Angeles Sparks continua como antes, apenas fazendo o necessário para conseguir a 1ª escolha do próximo draft da WNBA.

Para finalizar, o Phoenix Mercury, que foi para as Olimpíadas com altos e baixos, continua no mesmo caminho. A equipe faz grandes jogos, mas também tem partidas ruins, e ainda não conseguiu regularidade na competição. Agora, encontra-se na 7ª posição geral da classificação.

Lembrando que os 8 melhores se classificam para os playoffs e teremos o último mês de jogos da temporada regular da WNBA agora em setembro. A temporada tem, no total, 40 jogos e já passamos de 75% dela.

A atual tabela de classificação

NY Liberty (27-6)

Connecticut Sun (24-8)

Minnesota Lynx (24-9)

Las Vegas Aces (20-12)

Seattle Storm (19-13)

Indiana Fever (17-16)

Phoenix Mercury (16-17)

Chicago Sky (11-21)

Atlanta Dream (11-21)

Washington Mystics (9-23)

Dallas Wings (9-23)

Los Angeles Sparks (7-25)

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Francisco IsaacAgosto 25, 20244min0

O rugby português tem cada vez mais representantes a jogar pela Europa fora e nestes artigos vamos tentar apurar quem são aqueles que vão estar nas principais divisões, desde Raffaele Storti no Stade Français a Tomás Lamboglia no Ciências de Sevilla. Nota importante: apesar de termos vários representantes na Fédérale 1, entre outras, mas não poderemos comunicar pela razão que não temos forma de acompanhar os jogos ou saber o real quadro dos atletas nessas divisões do rugby francês. A segunda nota vai para o facto de que iremos também fazer listas similares para o rugby feminino, mas aguardamos confirmações da parte dos clubes e atletas para tal.

A Nationale 2 está dividido em duas partes, uma vez que temos mais de quinze portugueses (confirmados) a jogar nesta divisão.

FRANÇA

NATIONALE 2

NICOLÁS FERNANDES

Clube: AS Mâcon
Idade: 24
Hipóteses de jogar: média-alta
1ª jornada: 31 de Agosto (Nantes)

Internacional português de fresco, o 2ª linha de 2 metros vai ter uma oportunidade de ouro para ganhar o lugar a titular no AS Mâcon isto depois de uma temporada em que começou como suplente utilizado passando para não convocado e, finalmente, titular, num processo moroso mas que acabou por ser positivo para o 2ª linha. O Mâcon não é candidato assumida à subida à Nationale, mas não significa que não haja espaço de crescimento e desenvolvimento de um 2ª linha que pode ser importante para a selecção nacional.

STEEVY CERQUEIRA

Clube: RC Orléans
Idade: 31
Hipóteses de jogar: alta
1ª jornada: 31 de Agosto (Nîmes)

Depois de vários anos no Top14, ProD2 e Nationale, o Mundialista de 2023 acabou por terminar o seu contrato com o RO Chambéry e agora tem no RC Orléans uma oportunidade para voltar ao mais alto nível, lembrando que não jogou um único minuto desde Janeiro deste ano. Aos 31 anos, Steevy Cerqueira pode estar a entrar na fase descendente da carreira, mas seria importante tê-lo de volta ao seu melhor para oferecer soluções à 2ª linha de Portugal. O Orléans subiu de divisão em 2024 e procura a permanência, uma situação que não será fácil, apesar dos bons reforços adquiridos neste Verão.

THIBAULT DE SOUSA

Clube: Rennes Étudiants Club Rugby
Idade: 27
Hipóteses de jogar: média-alta
1ª jornada: 31 de Agosto (Dijon)

Depois de três anos de serviço ao Aubenas, o pilar de 27 anos assinou pelo Rennes até 2026 na procura de chegar ao nível que o levou a ser convocado por Patrice Lagisquet em 2021. O peso e capacidade de se adaptar bem a qualquer obstáculo são duas qualidades que Thibault de Sousa ostenta e que vai fornecer as armas necessárias ao Rennes para esta temporada.

LOÏC BOURNONVILLE

Clube: RC Rumilly
Idade: 31
Hipóteses de jogar: média-baixa
1ª jornada: 1 de Setembro (Servette)

Depois de uma temporada em que jogou apenas dois jogos pelo Rumilly, o talonador de 31 anos renovou por mais uma temporada procurando assim regressar ao seu melhor e poder estar no grupo de reservas de talonadores da selecção nacional.

LUIGI DIAS

Clube: Saint Jean de Luz
Idade: 27
Hipóteses de jogar: média-alta
1ª jornada:31 de Agosto (Mauléon)

Aos 26 anos, Luigi Dias vai para a sua 3ª temporada ao serviço do Saint Jean de Luz, equipa que o internacional português somou praticamente 50 jogos em duas temporadas, afirmando-se como um dos melhores saltadores e placadores da equipa. Poderá ser um activo interessante para os Lobos caso Simon Mannix ofereça uma segunda oportunidade.

CLÉMENT PEREIRA

Clube: US Salles
Idade: 24
Hipóteses de jogar: média-alta
1ª jornada:31 de Agosto (Auch)

Um dos melhores jogadores do US Salles, Clément Pereira tem se mostrado um abertura moderno e com capacidade para fazer a sua equipa jogar, somando uma média de 50 pontos por temporada, sendo que não é o chutador primário ou secundário desta equipa da Nationale 2.

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Cyrille AloisioAgosto 25, 20245min0

Nesta série de artigos, Cyrille Aloísio do Pausa Técnica vai olhar para uma mão cheia das equipas que fazem parte da NBA, para perceber o potencial de cada franquia e qual o potencial futuro de cada uma para esta nova temporada, com este a ser dedicado aos Charlotte Hornets.

SAÍDAS

  • Davis Bertans (dispensado)
  • Reggie Jackson (dispensado)*
  • Bryce McGowens (dispensado)
  • Aleksej Pokusevski (dispensado)
  • JT Thor (Cleveland Cavaliers)
  • Devonte Graham (dispensado)*

*Jogadores vieram por trocas e foram dispensados

CONTRATAÇÕES

  • Taj Gibson (3 milhões / 1 ano)
  • Josh Green (via troca dos Mavericks)
  • Moussa Diabité (LA Clippers – contrato 2 way)

DRAFT

  • Tidjane Salaun (pick 6)
  • KJ Simpson (pick 42)

RENOVAÇÕES

  • Miles Bridges (75 milhões / 3 anos – 25 milhões anuais)
  • Seth Curry (2 milhões / 1 ano)

SITUAÇÃO ESPAÇO SALARIAL:  154,8 Milhões (acima do cap space – 140,6 milhões e abaixo da Luxury Tax – 170,8 milhões). Não têm restrições no mercado de trocas e de “buyout”.

EXCEÇÕES:

  • Room Exception (8 milhões) disponível
  • Exceção de Troca de 440 mil (troca PJ Washington) acaba em 10 de Fevereiro.

FUTURO DAS DRAFT PICKS:

  • A Receber- Miami Heat 2027 (protegida top14) e Dallas Mavericks (protegida top2)
  • Tirando a pick em divida para os Spurs (proteção top 14 para 2025 e se atingir essa proteção depois converte para 2 picks de 2ª ronda) têm todas as suas próprias picks.
  • Têm 11 picks de 2ª ronda disponíveis para trocar.

O QUE HÁ PARA RESOLVER:

  • Tre Mann – Está a entrar no seu último ano de contrato de “rookie”. Os Hornets têm até dia 21 de Outubro para renovar o seu contrato que caso não haja acordo até essa data o jogador e o clube podem voltar a negociar essa renovação depois do último jogo das finais da NBA, caso não haja renovação até dia 30 de junho o Tre Mann fica Jogador Livre Restrito em que qualquer outra equipa que chega acordo com o jogador os Charlotte Hornets podem igualar esse contrato oferecido ao jogador e ficar com ele. Acho que este caso só será resolvido em Junho/Julho de 2025 embora não descarto na possibilidade de ele ser trocado na trade deadline.
  • Poste Suplente – Levanto esta questão porque não confio no Nick Richards que para mim é de nível de 3º poste de equipa da NBA e não de Poste Suplente e depois há o Taj Gibson com 39 anos que contrataram só para trazer a voz da experiência no balneário desta equipa que ainda é relativamente jovem e jogar no “garbage time”

PROVÁVEL 5 TITULAR (INÍCIO DE ÉPOCA)

Imagem: (basketballnews.com)

ÚLTIMAS NOTAS/RESUMO:

Os Charlotte Hornets era uma equipa que tinha algum espaço salarial para investir nesta offseason mas em vez de irem á free agency gastar esse espaço foram fazendo trocas para acolher contratos de jogadores “não desejados” (Reggie Jackson e Devonte Graham) em troca de picks de 2ª ronda e aproveitaram dos Dallas Mavericks estarem a fazer o “sign and trade” do Klay Thompson foram buscar o Josh Green (que os Dallas Mavericks tinham que libertar o seu contrato para acolher a do Klay Thompson). O Josh Green já era um desejo da equipa dos Charlotte Hornets desde Fevereiro quando foi a troca do PJ Washington para Dallas Mavericks mas acabou por ficar em Dallas. Agora estou interessado para saber o papel do Josh Green nesta equipa dos Hornets embora acredito que neste início de época seja suplente.

Também nesta offseason dos Hornets temos que destacar a questão do novo treinador que depois da saída do Steve Clifford (que se vai manter no clube, mas em outras funções) falou-se muito do JJ Reddick ser o mais forte candidato a assumir esse lugar, mas quem acabou por ficar com o lugar foi o Charles Lee que na sua carreira da NBA foi adjunto nos Atlanta Hawks, nos Milwaukee Bucks e nos Boston Celtics em que até foi campeão nessas 2 equipas (em 2021 e 2024). Por isso vamos ver como será esta época de estreia do Charles Lee como treinador principal na NBA.

Agora sobre a próxima época acho que a equipa estará na luta nos lugares do play-in mas isso vai depender do estado de saúde dos seus jogadores principalmente na sua maior estrela Lamelo Ball que na época passada foi dos jogadores mais azarados a nível de lesões. A questão da pick do próximo ano poder ir para os Spurs não vai influenciar em nada o rumo da equipa de quererem ser competitivos e ter um recorde positivo já que tem uma proteção top14 que significa que só vai para os Spurs caso os Hornets se apuram aos playoffs que a meu ver até seria um belo feito da equipa já que isso não acontece á 8 anos.


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