Arquivo de Fórmula 1 - Página 2 de 11 - Fair Play

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Luís PereiraAgosto 1, 20214min0

Esteban Ocon conseguiu sobreviver ao drama na Hungria e vencer pela primeira vez um GP de Fórmula 1. Drama foi coisa que não faltou na corrida na Hungria. As previsões davam chuva para o início da corrida, o que prometia apimentar o arranque do Grande Prémio. Com Hamilton e Bottas nas duas primeiras posições, Verstappen logo atrás, e ainda com o incidente de Silverstone na memória de todos, a corrida prometia ter um arranque cheio de emoção.

Só que o arranque não trouxe apenas emoção, mas também o caos para a pista, pois Valtteri Bottas arrancou mal e foi ultrapassado por Norris antes da primeira curva. Ao tentar travar, o finlandês bateu em cheio na traseira do McLaren, o que levou o carro da equipa britânica a bater em cheio no Red Bull de Max Verstappen, danificando-o, e em efeito dominó, também no de Pérez.

Toda esta confusão também levou Stroll a perder o controlo do seu Aston Martin e bater em Leclerc, tirando o Ferrari da corrida. Apesar do dano, o holandês, ainda conseguiu manter-se a correr, mas Bottas, Stroll, Pérez e Leclerc não tiveram tanta sorte.

Os destroços eram imensos e a direção de corrida decidiu interromper a corrida com a bandeira vermelha. Os mais beneficiados disto foram Ocon e Vettel, que de repente se viram em lugares de pódio, apenas atrás do líder, Lewis Hamilton.

Enquanto a corrida estava interrompida foi tempo de as equipas tentarem reparar os carros danificados, principalmente a Red Bull no seu principal bólide e a McLaren com ambos os carros. Ricciardo e Verstappen ainda conseguiram ver os carros em condições mínimas para voltar, mas Norris já não e terminou, assim, de forma inglória para o jovem britânico a sequência de corridas a pontuar.

(foto: formula1.com)

Quando os pilotos regressam à pista para o reatar da corrida, verificou-se que a pista já estava bastante seca, o que levou toda a gente às boxes para trocar de pneus. Todos, exceto um. Todos, exceto Lewis Hamilton.

O campeão do Mundo em título arrancou sozinho, já que o resto do pelotão parou para montar pneus de pista seca. Só que isso mostrou ser uma má decisão, pois ao final da primeira volta também Hamilton teve de parar, só que dessa forma voltou para a pista em último, na 14ª posição.

Era agora uma corrida de recuperação para o britânico. Quem herdou a liderança foi Ocon, que tinha agora de se preocupar apenas com Sebastian Vettel.

Apesar da perseguição e das várias tentativas do alemão, Ocon manteve-se firme e nunca pareceu que a sua liderança estava em risco, até que Lewis Hamilton começa a fazer das suas. Na volta 48, o britânico volta a parar para trocar de pneus e fica com um andamento surpreendente e ao ritmo que andava existia a possibilidade de chegar à vitória. Só que na Hungria ultrapassar é difícil, ainda para mais se o piloto que temos à nossa frente é Fernando Alonso.

Na luta pela quarta posição, o espanhol conseguia colocar o seu Alpine no local certo, fechando sempre a porta a Lewis Hamilton. A espetacular defesa de Alonso não era tanto pela posição em si, mas era uma estratégia de equipa para proteger a liderança do seu colega de equipa e essa estratégia funcionou na perfeição, já que o campeão do Mundo só conseguiu ultrapassar o espanhol a cinco voltas do final.

Acabavam, assim, as esperanças de chegar à vitória, mas não ao pódio. Hamilton facilmente passou por Carlos Sainz, para chegar ao terceiro posto. O lugar no pódio era suficiente para o ainda campeão em título chegar à liderança do Campeonato do Mundo, já que Verstappen, com o carro bastante danificado do toque inicial, só conseguiu terminar em 10º, amealhando apenas um ponto.

Ocon é que foi o piloto mais feliz da tarde, com a sua primeira vitória na F1. Destaque também para Latifi e Russell que terminaram nos pontos, dando os primeiros pontos da época para a Williams, e logo com os dois pilotos.

Agora a Fórmula 1 vai para a pausa de verão e volta apenas no final de agosto na Bélgica.

GRANDE PRÉMIO DA HUNGRIA

CAMPEONATO DO MUNDO DE PILOTOS

CAMPEONATO DO MUNDO DE CONSTRUTORES

 

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Luís PereiraJulho 20, 20214min0

Uma vitória com muita polémica, mas que aproxima Lewis Hamilton de Max Verstappen, que continua a liderar o Campeonato do Mundo de Fórmula 1. Num fim de semana de muitas emoções, polémica e experiências novas, foi o campeão do Mundo em título quem acabou por sorrir no final.

O piloto inglês veio para Silverstone a saber que tinha de recuperar pontos, para se manter na luta do pelo título de campeão, mas também sabia que este fim de semana iria ser diferente, pois foi o primeiro de três que serviu para experimentar um novo formato de qualificação a ser feita, com início na sexta e o sábado reservado para uma corrida sprint, mais curta que define os lugares na grelha da corrida de domingo.

Na qualificação quem ficou na pole foi Hamilton, mostrando que as melhorias que a Mercedes trazia tinham surgido algum efeito, mas Max Verstappen ficou em segundo, não muito atrás do seu grande rival. No arranque da corrida sprint, o piloto da Red Bull saiu da grelha muito melhor do que o seu homólogo da Mercedes e passou para a liderança. Apesar de muito ter tentado, Hamilton simplesmente não teve andamento para Verstappen. Fica para a história da Formula 1 que Verstappen foi o primeiro piloto a vencer uma corrida sprint, o que lhe garantiu o melhor lugar da grelha para a corrida de domingo.

Na corrida as coisas não podiam começar de forma mais emocionante, nem mais polémicas. Desta vez tanto o campeão do Mundo como o líder do ranking desta época arrancaram bem, com o inglês a tentar várias vezes passar o holandês. A meio da volta aconteceu algo que no fundo toda a gente sabia que era inevitável: Hamilton tentou ultrapassar Verstappen, que fechou a porta, e sem nenhum dos pilotos ceder houve contacto. Foi um toque que originou um acidente de grande impacto para Verstappen, que teve de ir para o hospital por precaução, para ser avaliado.

(foto: formula1.com)

O estrondo foi grande, os detritos imensos, o que originou bandeira vermelha. Enquanto a corrida não começava houve trocas de acusações sobre quem teria provocado o acidente. No final a FIA decidiu punir Hamilton com 10 segundos, penalização essa que não agradou nem à Red Bull, nem à Mercedes.

No recomeço era Leclerc quem liderava, com Hamilton em segundo, seguido de Norris, que levou a melhor sobre Bottas no recomeço. Uma vez que tinha de cumprir a penalização de 10 segundos, Hamilton tentou forçar o ritmo para ultrapassar Leclerc, mas tinha dificuldades para acompanhar o Ferrari.

O monegasco conseguia manter um bom ritmo, e nem dois cortes de potência no motor foram suficientes para o seu perseguidor directo conseguir esboçar um ataque. Para tentar montar um ataque, Hamilton parou antes de Leclec, para cumprir a penalização e com outro jogo de pneus tentar ter ar livre para atacar o pódio e, talvez, uma vitória. Apesar de parar mais tarde e continuar a ter bom andamento, tudo parecia estar a correr bem para a Ferrari exceto por um detalhe: o andamento de Lewis Hamilton.

Hamilton estava a voar com os seus pneus duros e passou Norris e Bottas, fixou-se em apanhar e passar Leclerc, algo que viria acontecer quando a “cortina” se preparava para cair. Na volta 50, na mesma curva onde teve o incidente com Verstappen, Hamilton conseguiu pressionar o monegasco e passou para a liderança.

O público das bancadas de Silverstone ficou ao rubro e o homem da Mercedes venceu pela oitava vez em casa, de uma forma absolutamente épica, ainda que polémica. Leclerc, apesar de uma condução brilhante teve de se contentar com um excelente segundo lugar, na frente de Bottas. Norris ficou em quarto, apesar de ter corrido algum tempo em lugar de pódio, só que uma paragem longa colocou o britânico atrás de Bottas.

Ricciardo fez a sua melhor corrida pela McLaren, conseguindo aguentar os ataques sucessivos de Sainz. Alonso ficou no sétimo posto, mostrando que o espanhol já começa a estar de volta à melhor forma. A completar o top 10 ficaram Stroll, Ocon e Tsunoda.

Desta forma, Lewis Hamilton aproximou-se de  Max Verstappen na luta pelo campeonato, mas de uma forma que fez “estalar o verniz”. Será interessante ver se as disputas em pista se vão manter como em Silverstone, ou se ambos os pilotos terão o cuidado de manter a luta de uma forma agressiva, mas limpa, como fizeram até agora.

GRANDE PRÉMIO DA GRÃ-BRETANHA

CAMPEONATO DO MUNDO DE PILOTOS | CAMPEONATO DO MUNDO DE CONSTRUTORES

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Luís PereiraJunho 21, 20214min0

Max Verstappen venceu o Grande Prémio de França, depois de uma estratégia mais arrojada da Red Bull, isto depois do piloto holandês ter dado a imagem que iria ter vida fácil em França após ter conquistado a pole para a corrida, só que no arranque cometeu um erro na curva 2, entregando a liderança da corrida a Lewis Hamilton.

Com este arranque Verstappen via-se sanduichado entre os Mercedes de Hamilton e de Bottas, em terceiro. O ritmo manteve-se constante durante a primeira parte da corrida, com os Mercedes a parecerem os mais rápidos e, a certa altura, para tentar obrigar a Red Bull a agir, a Mercedes decidiu arriscar. A marca alemã mandou Valtteri Bottas parar, para forçar alguma reação da parte da Red Bull, que não tardou muito a aparecer, com Max Verstappen a parar imediatamente logo a seguir.

Com estas paragens Verstappen continuou na frente de Bottas, ficando agora a Mercedes a ter de reagir para ver o que fazer com Hamilton. A solução foi tentar executar a mesma estratégia, agora com Hamilton, com o piloto britânico a entrar nas boxes. Tudo parecia que iria correr bem para a Mercedes, mas surgiu um Verstappen a um ritmo incrível, acabando o neerlandês por resgatar o 1º lugar, com este cenário a forçar Hamilton a ter de correr atrás do prejuízo! Hamilton bem tentava forçar o ritmo, apertando com Verstappen, mas o piloto da Red Bull aguentava e mantinha-se no controlo.

Só que este ritmo do piloto da Red Bull estava a destruir os pneus mais depressa do que gostariam, emergindo algumas dúvidas se conseguia ou não manter o 1º lugar da classificativa. E, então, a Red Bull teve uma reação imediata e ganhadora, já que mandou Verstappen parar imediatamente, evitando o undercut da Mercedes. Com a mudança de estratégia da Red Bull, para duas paragens, a Mercedes viu-se na situação em que não conseguia alterar a posição e tinham agora de fazer a estratégia de uma paragem funcionar.

Agora cabia a Verstappen conseguir ter andamento suficiente para ir atrás dos Mercedes e, claro, ultrapassá-los. Com apenas dez voltas para o final, o actual 1º classificado do Campeonato do Mundo chegou-se a Bottas e facilmente ultrapassou-o, sendo isto um duro golpe para a Mercedes, porque a equipa germânica esperava que o finlandês servisse, pelo menos temporariamente, de escudo ao seu colega de equipa.

Uma vez que Bottas nem uma volta aguentou ao ataque de Verstappen, Hamilton via cada vez mais a sua liderança ser encurtada. Apesar da postura sem erros de Hamilton, Verstappen também conseguiu ultrapassar, a duas voltas do fim, demonstrando que a estratégia da Red Bull tinha funcionado na perfeição, e não só “ofereceu” a vitória da corrida ao seu piloto como possibilitou a Sergio Perez de chegar ao pódio, pois o mexicano deixou Bottas para trás a quatro voltas do fim.

Com este resultado Verstappen vê a sua liderança no mundial reforçada, e logo numa pista onde se esperava que fosse a Mercedes a ficar por cima. Hamilton tentou de tudo, mas não foi suficiente para parar a combinação da Red Bull, enquanto Bottas ficou muito desiludido por ter ficado fora do pódio, ainda mais quando ambos os pilotos pediram para a estratégia ser de duas paragens.

O melhor dos restantes foi, mais uma vez, Lando Norris que está em boa forma, e é o único piloto este ano a terminar nos pontos em todas as corridas e apenas por uma vez foi fora do top 5. Ricciardo ficou logo atrás do colega de equipa, em sexto, naquela que foi a melhor corrida que fez pela McLaren. Foi um excelente resultado de equipa, possibilitando à McLaren a voltar ao terceiro lugar no campeonato.

Gasly voltou a fazer uma boa corrida e teve de puxar dos galões para ficar na frente de Alonso, com a dupla da Aston Martin, Vettel e Stroll a fechar o top 10.

GRANDE PRÉMIO DE FRANÇA

CAMPEONATO DO MUNDO DE PILOTOS / CAMPEONATO DO MUNDO DE CONSTRUTORES

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Luís PereiraMaio 2, 20212min0

Lewis Hamilton vence a luta contra Bottas e Verstappen e vence novamente o GP de Portugal.

Hamilton partiu do segundo lugar da grelha, atrás do seu colega de equipa, Bottas. No arranque Hamilton ainda tentou ir para a liderança, mas Bottas arrancou melhor.

Logo no início da corrida Raikkonen bateu no seu colega de equipa o que fez sair o safety car. No recomeço Verstappen foi mais forte do que Hamilton e ultrapassou o britânico.

Só que Hamilton não baixou os braços e no primeiro pequeno lapso de Verstappen Hamilton recuperou a sua posição.
Embalado pela ultrapassagem ao piloto da Red Bull, Hamilton foi atrás de Bottas. Com ajuda do DRS, Hamilton ganhou o balanço necessário para passar Bottas para a liderança da corrida.

A partir daí Hamilton tentou ganhar algum espaço, mas não conseguiu ganhar uma grande vantagem aos seus perseguidores. Apesar de não estar a alargar muito a sua distância em pista, Hamilton parecia ter a corrida bem controlada.

Isso levou a que Bottas e Verstappen tentassem ganhar um ponto com a volta mais rápida e assim desistiram de tentar acompanhar Hamilton.

No fim Hamilton venceu a corrida depois de lutar e gerir na perfeição a corrida, na frente de Verstappen e de Bottas que ainda conseguiu a volta mais rápida.

Em quarto ficou Sérgio Perez, que apesar da boa gestão dos pneus não teve o mesmo andamento dos três da frente.

Em quinto ficou Lando Norris, a mostrar que está realmente em forma e que o McLaren parece ser o terceiro carro mais rápido neste início de temporada.

Leclerc foi o mais rápido dos Ferrari, na frente dos dois Alpine, com Ocon à frente de Alonso. A fechar o top 10 ficaram Ricciardo, que fez uma excelente corrida de recuperação, e Gasly que chegou aos pontos ao ultrapassar Sainz na penúltima volta.

Com este resultado, Hamilton aumentou a sua vantagem pontual para Verstappen, mas parece que ainda vai haver muita disputa pelo título deste ano.

Em relação ao GP de Portugal, este ano não foi tão emocionante como o do ano passado, mas ainda assim deu uma corrida interessante. Esperemos que ainda tenhamos espaço para ter a corrida em Portugal nos anos seguintes.

GRANDE PRÉMIO DE PORTUGAL

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO MUNDIAL DE PILOTOS

(foto: formula1.com)

 

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Luís PereiraAbril 18, 20212min0

Corrida emocionante em Imola, que viu Max Verstappen vencer na frente de Lewis Hamilton. Temos campeonato!

Apesar da pole ter sido conquistada por Hamilton no arranque, em pista molhada, Verstappen arrancou melhor da terceira posição da grelha e chegou ao final da primeira curva na primeira posição.

A partir daí foi uma luta para manter o carro em pista, em condições bem complicadas. Apesar disso Verstappen e Hamilton mantinham bom andamento, mantendo a luta pela liderança acesa.

Enquanto isso os pilotos começavam a verificar que as condições já pediam pneus de piso seco, e foi nessa altura que Verstappen parou. Hamilton foi uma volta mais tarde, o que o colocou atrás de Verstappen e com alguns pilotos a terem de ser dobrados.

Numa das dobragens, Hamilton perdeu o controlo do carro o que o levou a dar um toque nas barreiras e ir para a gravilha. Apesar disso, Hamilton manteve o seu carro a correr, fez marcha atrás e conseguiu voltar à pista.

Para sorte de Hamilton, depois da sua saída de pista, Russell e Bottas têm um grande acidente, que felizmente não trouxe consequências a qualquer piloto. O embate foi forte e trouxe muitos detritos para a pista, o que provocou uma bandeira vermelha.

Com a corrida interrompida os pilotos conseguiram voltar a respirar e sabiam que iriam voltar para uma pista mais seca, condições mais estáveis e pneus frescos.

Com pneus frescos, Hamilton foi capaz de ir subindo na classificação, de nono, até ao segundo lugar. Uma fantástica recuperação do britânico, que conseguiu ainda a volta mais rápida, mantendo assim a liderança do campeonato.

A fechar o pódio ficou Lando Norris, que fez uma corrida impecável. Depois de ter sido dos mais rápidos na qualificação, mas viu a sua volta mais rápida ser anulada por sair dos limites de pista. Norris conseguiu recuperar do erro de sábado, fez uma corrida onde teve a capacidade de ultrapassar e aguentar Charles Leclerc.

Leclerc teve de se contentar com o quarto lugar, na frente de Carlos Sainz, que recuperou de vários erros quando a pista ainda estava molhada. Ricciardo terminou em sexto, sem nunca ter o andamento demonstrado pelo colega de equipa.

Em mais uma corrida desta temporada, foi mais uma corrida emocionante, que promete ter uma luta bem renhida pelo título de campeão do mundo de F1.

GRANDE PRÉMIO EMILIA ROMAGNA F1/IMOLA

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO DO MUNDO DE PILOTOS

(foto: formula1.com)

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