Arquivo de Miami Heat - Fair Play

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João PortugalOutubro 15, 201713min0

Antevisão da nova época da NBA, na Conferência Este, onde Cavs e Celtics vão dividir as atenções pelo terceiro ano consecutivo na luta para chegar à Final, contudo serão os Wizards a celebrar o topo da tabela da fase regular.

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João FerreiraMarço 25, 20176min0

Igualdade e disputa, são dois elementos que cada vez mais se vê na Conferência Este da NBA. Dos Cavaliers de King James até Goran Dragic dos Miami Heat, sem esquecer o “pequeno” Isaiah Thomas, a Conferência está melhor. Agora resta-nos esperar ansiosamente pelos playoff’s que vão trazer jogos emocionantes, bem ao estilo da NBA com confrontos físicos e táticos acima da média.

Serão os campeões capazes de revalidar o título?

Após uma fase regular sem grandes percalços os campeões da Conferência Este e da NBA de 2016, Cleveland Cavaliers, vão para os playoff’s com a confiança em alta e com uma equipa recheada de grandes jogadores.

LeBron James, o King James, com 32 anos, continua a surpreender e a fazer coisas que só estão ao alcance dos melhores de todos os tempos. Com uma média de 26 pontos por jogo e um máximo de carreira de 8.8 assistências por jogo, LeBron marca, dá a marcar e faz jogar.

Os Cavaliers contam, também, com Kyrie Irving, um dos melhores bases da liga, em grande forma, capaz de lançar de curta/longa distância e de meter a bola nos locais corretos à hora correta.

Ainda com jogadores como J.R. Smith, retornado de uma lesão que o afetou ao longo da maior parte da época, com Kevin Love a 100% fisicamente e com Tristan Thompson exímio a defender.

Reparamos também que os Cavaliers foram das equipas que melhor se reforçaram nos períodos de trades com contratações de jogadores como Derron Williams, Derrick Williams, Kyle Korver, fazendo com que a inconsistência de alguns dos seus principais jogadores não se reflita tanto na forma como jogam.

A dupla imparável (Foto:Getty Images)

O pequeno “grande” Isaiah

Os Boston Celtics são, claramente, a principal concorrência dos Cleveland Cavaliers na luta pela final da NBA. A equipa, treinada pelo “jovem” Brad Stevens, tem em Isaiah Thomas o principal desequilibrador de jogo.

O pequeno base de 1,75m continua a impressionar pela sua agilidade e esperteza acima da média, sendo capaz de enfrentar jogadores com mais 30cm sem que reflita na sua forma de jogar. A sua capacidade de lançamento de longa distância e a forma bastante agressiva como ataca o cesto são as suas principais características.

O base tem ao seu lado o experiente poste Al Horford, que contribui com muitos pontos (média de 14.3 pontos por jogo) e com uma atitude defensiva notória com 1.4 blocos e 5.4 ressaltos defensivos por jogo.

Porém, a equipa do trevo tem em Marcus Smart o seu melhor defensor. O jogador, que normalmente salta do banco, apresenta uma consistência defensiva pouco vista na liga. Os 1.6 roubos de bola por jogo fazem dele um jogador muito difícil por quem passar.

Com estes jogadores e com jogadores consistentes como Jae Crowder, Kelly Ollynyk, Avery Bradley ou Amir Johnson, os Boston Celtics podem causar uma grande supresa, sendo que acredito que serão capazes de chegar à final da Conferência Este.

Será Isaiah capaz de guiar Boston à glória? (Foto: Getty Images)

“Procura-se banco!”

Um dos bons exemplos de que uma boa profundidade de plantel ajuda nas aspirações de toda uma equipa são os Washington Wizards. A equipa que tem em John Wall o seu melhor jogador necessita urgentemente de um banco com mais qualidade.

John Wall, leva uma média de 22.9 pontos por jogo, tem-se revelado com um jogador bastante evoluído, não só no capítulo do passe onde é exímio, mas também no lançamento de longa distância saído de um drible. A sua velocidade a percorrer todo o court faz com que a equipa se apresse para o apoiar.

A equipa dos Wizards tem nas suas fileiras Bradley Beal, que é sem dúvida alguma uma das maiores surpresas desta época. O jogador tem vindo a crescer ao longo das últimas épocas em Washington e tem neste momento uma média de máximo de carreira de 23.1 pontos por jogo, o que leva a crer que sem ele os Wizards não estariam onde estão.

É inevitável falar desta sem referir outros dois jogadores: o gigante poste polaco Marcin Gortat, que tem revelado grande sintonia com Wall, Otto Porter Jr. que possui uma percentagem de lançamentos de 3 pontos de 44%.

No entanto, os Wizards não irão muito longe neste playoff´s pois o seu banco não acrescenta muito ou quase nada ao seu jogo sendo que é mesmo a segunda equipa onde os jogadores suplentes contribuem com menos pontos.

De olhos postos na surpresa (Foto: Getty Images)

A recuperação do ano

Se, no início de janeiro, alguém dissesse que os Miami Heat era a equipa que pior jogava na Conferência Este e em toda a NBA não estaria a dizer nenhuma asneira. A equipa de Miami, a par dos Brooklyn Nets, era de facto o conjunto que menos mostravam dentro do court.

Tudo mudou no dia 17 de Janeiro, numa vitória frente aos Houston Rockets. Os Heat embarcaram desde aí para um recorde quase impressionante de 24 vitórias (contra Cleveland, Golden State, entre outras equipas) consentindo apenas 7 derrotas. Este recorde espectacular fez com que passassem de último lugar para o 8º posto, o que já dá acesso ao playoff.

Esta recuperação é consequência notória da subida de rendimento do base esloveno Goran Dragic e do poste americano Hassan Whiteside. O base que leva uma média de 20.2 pontos por jogo e o poste que tem na vertente defensiva o seu ponto forte, sem deixar de ser um grande atacante, têm levado a equipa às costas e fazem agora com que as hostes de Miami acreditem naquilo que parecia impossível no início do ano civil.

De realçar a importância que tem tido nalguns jogos, em que os tem decidido com lançamentos no último segundo.

Os obreiros da recuperação do ano (Foto: Getty Images)

Uma Conferência mais física

Apesar de serem, à partida, jogos menos competitivos, a Conferência Este tem apresentado uma dinâmica bastante boa com surpresas e com uma vertente física mais acentuada nos confrontos entre as várias equipas. Ficamos, assim, com a certeza de que vão ser playoff’s emocionantes e de que a incerteza vai reinar no Este.

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João PortugalOutubro 23, 201611min0

A nova temporada da NBA começa dentro de dois dias! Daqui a duas madrugadas, a cidade de Cleveland, pelo menos a parte que não estiver a ver o jogo 1 da Final da MLB no estádio ao lado, dos Indians, pára para assistir à cerimónia de entrega dos Anéis aos Cavaliers. Apesar do enorme favoritismo dos Campeões de regressarem à Final, emergem equipas como os Celtics ou os Pacers que adicionaram os dois Al’s, Horford e Jefferson, aos seus plantéis. Os Raptors perderam Biyombo para os Magic, mas reforçaram o ponto fraco do plantel, com Jared Sullinger. Os 3 clássicos, Heat, Knicks e Bulls, arriscam-se a ficar todos de fora do acesso aos playoffs.

Conferência Oeste 

O Campeão assiste à luta, do trono

Não é propriamente difícil prever e colocar os Cavs como super favorito a terminar o Este na primeira posição. Mesmo que Lebron James, Kyrie Irving e Kevin Love tenham uma fase regular mais tranquila, com mais descanso, devem conseguir andar perto das 60 vitórias nos 82 jogos, o que é mais do que suficiente para vencer a Conferência. Não nos podemos esquecer que Lebron James alcançou as últimas 6 Finais, isto significa 600 jogos oficiais em 6 anos. Para já, é altamente favorito à 7ª consectiva, e depois? Será que conseguirá 8 ou 9?

Para além de finalmente terem renegociado o contracto de JR Smith para permanecer mais 4 anos (3 garantidos + 1 não garantido) em Cleveland, Mike Dunleavy Jr. e Chris Andersen vêm gastar os últimos cartuchos em busca de glória eterna contra os super poderosos Warriors. Esta é a grande diferença de uma temporada para a outra, os Cavs colocaram-se na situação mais complicada de sair, a perder por 1-3 na Final com 2 jogos fora e apenas um em casa, e fizeram o quase impossível, sair triunfantes da época histórica dos Warriors 73-9. Se, por acaso, alguém conseguir ultrapassar os Warriors que agora contam com Kevin Durant, tem à sua espera lugares cativos no Domínio dos Deuses. Para Lebron James, que já lá está, poderá ver associada a si a expressão “Melhor de Sempre” sem que mais o interroguem com “Então e aquele rapaz que ganhou 6 títulos com os Bulls chamado MJ?”

[A apresentação de Al Horford][Foto: John Wilcox]
A apresentação de Al Horford [Foto: John Wilcox]

Os Candidatos ao resto do top4

Aqui começa a parte engraçada, antever competições tem de trazer algum gozo a quem o faz, algum risco para quem escreve. Só um doido pode prever que Cavs e Warriors não se defrontem pela terceira vez consecutiva na Final da NBA, algo que seria inédito. Não haver liberdade criativa para antever os finalistas da competição, deixa-nos loucos para inventar no resto: “Quem vai perturbar os dois gigantes?”; “Quem vai falhar os playoffs?”; “Quem vai ficar em último?” (até esta parece extremamente óbvia).

A melhor equipa do Este, a seguir a Cleveland, serão os Boston Celtics, que ficarão à frente de Toronto e Indiana, no top4 da Conferência. Mais, acredito plenamente que venham a terminar com a melhor defesa da NBA. A contratação blockbuster do Este foi Al Horford, que trocou os Hawks por Boston, deixando assim um dos melhores franchises dos últimos anos, mas que foi impotente contra Cleveland nos playoffs, para criar em Boston a maior resistência ao poder, desde que Lebron saiu de Miami.

Claro que a pergunta principal é: “Já são bons o suficiente?” Eu penso que sim, que vão com relativa facilidade ganhar 50 ou mais jogos. Juntando a versatilidade defensiva de Horford às fantásticas qualidades nesse campo de nomes como Avery Bradley, Marcus Smart ou Jae Crowder, os Celtics serão o grande quebra-cabeças para os ataques da NBA.

Os Raptors perderam Bismack Biyombo que foi tão importante nos playoffs, porém corrigiram um grande buraco no 5 inicial, ao contratarem Jared Sullinger, ex-Celtics. Arriscaram dar o máximo a DeMar DeRozan que foi extremamente contestado por uma post season desastrosa, como tem sido seu hábito, mantendo o plano de chegar à Final com o núcleo Lowry, DeRozan e Valanciunas. Mantêm esperança de que DeMarre Carroll faça uma época sem lesões e continuam a ter em Cory Joseph um dos melhores bases suplentes da liga. Vão andar à volta dos 50 triunfos também.

Jeff Teague e Paul George [Flipboard]
Jeff Teague e Paul George [Flipboard]

Colocar Indiana no top4 é o maior desafio, porém eu sou um grande believer nas capacidades extraordinárias de Paul George. Frank Vogel já não é o treinador, foi substituido pelo seu ex-assistente Nate McMillan, mas a base da equipa está lá. Trocaram George Hill por Jeff Teague, o que deve melhorar o ataque da equipa consideravelmente. Ian Mahinmi foi para Washington mas entraram Al Jefferson e Thaddeus Young. Myles Turner vai tomar de assalto a titularidade e ser um dos grandes candidatos a Most Improved Player e os Pacers vão ficar perto das 50 vitórias.

As restantes equipas que vão aos Playoffs

Wizards, Hawks, Pistons e Hornets, serão estas a ocupar as posições 5-8 na Conferência Este. Prevejo poucas diferenças em termos de resultados entre elas, que ficarão entre as 40 e 45 vitórias, talvez uma ou outra consiga aproximar-se das 47-48.

Washington tinha conseguido contratar Ian Mahinmi, que entretanto se lesionou e vai perder parte da época, mas isso não me parece ser suficiente para que terminem muito abaixo desta previsão. John Wall e Bradley Beal estão a 100% e são um dos melhores back courts da NBA. Trey Burke vai ser o base suplente, um grande upgrade no banco que permitirá a Wall e Beal novas dinâmicas com aquele que sempre achei o melhor base da classe de rookies de 2013 (apesar de ser um draft fraco).

Os Hawks decidiram apostar em Dennis Schroder para base principal, conseguiram garantir Dwight Howard para suprimir a saída de Al Horford e deram um novo contracto a Paul Millsap. Resta saber se o ano mau de Kyle Korver terá continuidade ou se ainda tem pernas para ser um dos atiradores mais letais da liga e um dos melhores jogadores sem bola.

Detroit tem uma dor de cabeça para resolver com a lesão de Reggie Jackson que pode vir a falhar um quarto da temporada. Ainda bem que resgataram Ish Smith (bom ball handler, mas falha na necessidade principal da equipa na posição, lançamento) na Free Agency para colmatar esta perda temporária. Andre Drummond continuará a ser um monstro temido, com melhorias significativas no seu jogo ofensivo. O banco melhorou significativamente com as entradas de Jon Leuer e Boban Marjanovic. Resta saber se Kentavious Caldwell-Pope, Tobias Harris e Marcus Morris conseguirão aproveitar o espaço que Drummond e os bases vão criar no perímetro com lançamentos consistentes.

Cody Zeller e Reggie Jackson vão lutar por um lugar nos playoffs [WTOP.com]
Cody Zeller e Reggie Jackson vão lutar por um lugar nos playoffs [WTOP.com]

Charlotte ficou sem Big Al Jefferson, mas decidiu dar uma oportunidade a Roy Hibbert e tem em Cody Zeller a aposta principal para o futuro, no jogo interior. Outro upgrade interessante foi a contratação de Marco Belinelli que capacidade de lançamento exterior para juntar a Marvin Williams e Nicholas Batum, os dois melhores extremos nesse campo da equipa. Naturalmente, a qualidade principal dos Hornets será na defesa, contudo as equipas lançaram, em média, 1974 triplos e marcaram 698 ao longo da temporada, um aumento de 137 e 46, em termos absolutos, respectivamente, em relação a 2014-15. Esta época prevê-se que os números aumentem ainda mais. É imperativo que todas as equipas que procuram os playoffs tenham armas que acompanhem as tendências da NBA.

Quem vai ficar à porta dos Playoffs

Continuando o parágrafo anterior, essa foi uma das razões que me levou a deixar de fora equipas como os Bulls, Magic, Knicks, Heat ou Bucks. Outras, igualmente importantes, foram as dúvidas em relação aos objectivos para este ano (se querem ganhar ou perder), se vão conseguir tirar jogos suficientes dos seus melhores jogadores, sem lesões ou que precisem de descanso, ou se vão conseguir manter a sanidade mental do plantel, equipa técnica e front office (estou a olhar para vocês Knicks).

Em termos quantitativos, acredito que os cinco franchises acima nomeados consigam todos entre 30 a 38 vitórias, sendo que coloco os Chicago Bulls como os mais próximos de surpreenderem e alcançarem os playoffs. Ainda assim, acho horrenda a troca que levou Tony Snell para Milwaukee, por Michael Carter-Williams. MCW é mais um jogador que necessita de muita bola nas mãos (ao menos nos Bulls vai começar no banco), e tem enormes dificuldades em lançar de fora, sendo ainda um finalizador muito atabalhoado perto do cesto.

O novo trio dos Bulls [ChicagoTribune]
O novo trio dos Bulls [ChicagoTribune]

Boa notícia para Derrick Rose, foi ilibado da acusação de violação há uns dias, más notícias para os Knicks, Brandon Jennings já foi, durante esta pré-época, melhor do que Rose em toda a temporada passada. As adições de Joakim Noah e de Courtney Lee foram boas jogadas de mercado. O papel de Carmelo Anthony será fundamental. Esta equipa já não é dele, é de Kristaps Porzingis. Melo tem de jogar como na seleção americana, onde não é o principal protagonista. Ele consegue mais pontos mais facilmente quando não tem a bola a maior parte dos ataques. Há potencial em NY para irem à post season se as coisas correrem muito bem e Noah e Porzingis estiverem aptos para os jogos quase todos.

Heat, Magic e Bucks são incógnitas porque estarão as três muito atentas ao mercado. Sem Wade, e agora com a perda definitiva de Chris Bosh, Miami não ter armas suficientes para o top8 e é bem possível que tentem trocar Goran Dragic durante a temporada e, se as coisas começarem a correr mal, deitem o ano para o lixo e tentem maximizar a qualidade da escolha do draft de 2017, terminando o mais abaixo possível na classificação.

Milwaukee fez um bom negócio ao livrar-se de Michael Carter-Williams, com o grego Giannis Antetokuonmpo a assumir as rédeas da equpa como base principal. Khris Middleton deverá falhar o ano todo e nem Mirza Teletovic nem Tony Snell têm a mesma qualidade para o substituir. Será uma temporada de evolução para os jovens Bucks, sempre atentos ao que o mercado oferece por Greg Monroe.

Os Orlando Magic arriscaram e investiram numa grande modificação do plantel. Trocaram Victor Oladipo por Serge Ibaka e ainda ficaram com o Free Agent Bismack Biyombo. Juntando a Aaron Gordon (que deverá jogar a extremo uma boa parte do tempo) e Nikola Vucevic, são muitos Bigs! O plantel não está finalizado, tendo excessos de um lado e escassez no back court. Orlando será um dos dinamizadores do mercado ao longo da época.

A dupla do costume no fundo da tabela

Duvido que tanto Nets como 76ers consigam passar as 20 vitórias. Aliás, com a lesão do nº 1 do draft de Junho, Ben Simmons, e a quantidade industrial de Big Men que há no plantel, devem ficar mais perto das 15. Sergio Rodriguez vai ser o melhor base do plantel desde que começou o #TrustTheProcess, numa equipa cujo jogador mais bem pago será Jerryd Bayless! Ao menos Joel Embiid vai ser o Rookie of the Year, com dois anos de atraso. Se acha que Jahlil Okafor vai ser trocado, marque 1, se acha que será Nerlens Noel, marque 2, se acredita que serão os dois trocados, marque 3.

Os Nets deverão ser um bocadinho melhores. O principal objectivo da temporada deverá ser encontrar um bom parceiro para trocar Brook Lopez. Depois de negociarem Thaddeus Young para Indiana pela vigésima escolha do draft, Caris LeVert, o novo GM de Brooklyn procurará algo ainda melhor, talvez trocar por algum jovem com valor já na NBA, sendo que o importante é preparar a época de 2020, quando os Nets puderem finalmente recomeçar a ser relevantes.

That's Danny Ainge's screensaver - Jason Concepcion [TheRinger]
That’s Danny Ainge’s screensaver – Jason Concepcion [TheRinger]

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