Soma e segue Mark Allen

Xavier OliveiraDezembro 17, 20183min0

Soma e segue Mark Allen

Xavier OliveiraDezembro 17, 20183min0
Foi em Glasgow, na Escócia, que se jogou o Scottish Open deste ano, com uma final a ser disputada entre Mark Allen e Shaun Murphy. No final, a vitória acabou por sorrir

Para além das ausências, as habituais surpresas

Na primeira ronda, foram os nomes de Anthony McGill, Barry Hawkins, Stuart Bingham, caíram aos pés dos seus respetivos adversários. Este último perdeu frente a um dos jogadores chineses em prova, Tian Pengfei.

Depois de terem sobrevivido à primeira ronda, eis que Neil Robertson e Marco Fu acabaram por uma vez mais claudicar precocemente num torneio, saindo de cena na segunda ronda, o que demonstra bem a tormenta que tem sido esta época para ambos os jogadores.

A queda do maior favorito

Numa terceira ronda onde com mais ou menos dificuldade, os melhores jogadores seguiram em frente, eis que foi nos oitavos-de-final que aconteceram as maiores surpresas. Desde logo com a derrota de Ali Carter, a eliminação de Ding frente a Ryan Day e maior de todas as surpresas, a queda de John Higgins. Já ameaçou seriamente abandonar a modalidade no final da época e a verdade é que nem a jogar em casa, as coisas correm bem ao escocês. Perdeu por 4-2 frente ao modesto Alfie Burden, deixando assim o público da casa desiludido com a sua prestação.

Uma surpresa galesa

Com a chegada dos quartos-de-final, o alinhamento foi o seguinte: Sam Baird vs Shaun Murphy, Stuart Carrington vs Judd Trump, Alfie Burden vs Mark Allen e Ryan Day vs Daniel Wells. O alinhamento era bom e em quase todos os encontros os principais favoritos acabaram por vencer. Murphy despachou Baird por 5-0, já Judd Trump com mais dificuldade acabou por vencer o seu compatriota por 5-3,. Mark Allen não deixou margem para dúvidas e bateu Burden por 5-0. Já no último dos encontros, Ryan Day foi altamente surpreendido pelo galês Daniel Wells, perdendo por uns expressivos 5-1.

Nas meias-finais, e com muito suor e dedicação de Mark Allen, o norte-irlandês venceu a surpresa da prova por 6-5. isto depois de ter estado a perder por 4-0 e 5-2. Na outra meia-final, esperava-se que de alguma forma Trump confirmasse o seu bom momento de forma, mas tal não aconteceu e Murphy garantiu a vitória por 6-3.

(Foto: Getty Images)

Uma final inédita

Esta foi uma final completamente inédita entre Mark Allen e Shaun Murphy, naquele que foi o 19º encontro entre ambos, tendo até então Murphy vencido 12 encontros contra apenas seis do seu adversário. Na final e, ao fim da primeira sessão,

O snooker regressa aos ecrãs só no ano de 2019, a partir do dia 13 de janeiro, com o Masters, podendo acompanhar em direto e exclusivo nos canais do Eurosport, que se joga em Londres, Inglaterra.

Na primeira sessão, Allen teve que correr atrás do marcador para se colocar a vencer no intervalo do encontro por 5-3. Vantagem esta que se revelou preciosa para o homem da Irlanda do norte carimbar o triunfo por 9-7 e assim erguer mais um troféu neste ano de 2018, que começou com a vitória no masters em janeiro passado.

Entre na discussão


Quem somos

É com Fair Play que pretendemos trazer uma diversificada panóplia de assuntos e temas. A análise ao detalhe que definiu o jogo; a perspectiva histórica que faz sentido enquadrar; a equipa que tacticamente tem subjugado os seus concorrentes; a individualidade que teima em não deixar de brilhar – é tudo disso que é feito o Fair Play. Que o leitor poderá e deverá não só ler e acompanhar, mas dele participar, através do comentário, fomentando, assim, ainda mais o debate e a partilha.


CONTACTE-NOS



newsletter