RWC19: os 23 melhores jogadores da fase-de-grupos… quem são?

Francisco IsaacOutubro 15, 20192min0

RWC19: os 23 melhores jogadores da fase-de-grupos… quem são?

Francisco IsaacOutubro 15, 20192min0
Beauden Barrett ou Elliot Daly? Yu Tamura ou George Ford? Ardie Savea ou Aaron Shingler? Vários nomes para escolher os melhores jogadores da fase-de-grupos do Mundial 2019! Boas escolhas as nossas?

Está fechada a fase-de-grupos do RWC 2019, a Argentina disse “adeus” ao Mundial, a Nova Zelândia e Inglaterra descansaram as “pernas”, o Japão subiu ao Olimpo e as Fiji encantaram, mas faltou algo mais para chegar a outro patamar. Mas quem é que foram os 23 melhores jogadores das pool stages do Mundial de Rugby 2019? As escolhas do Portal do Rugby e do Fair Play são estas e explicamos particularmente quatro!

Concordas com as nossas opções?

Jake Polledri (7) – o tanque italiano tratou de dar expressão à 3ª linha da Itália, movendo-se com facilidade mesmo com um ou dois placadores encima. Detentor de uma agressividade física de extraordinária qualidade, a forma como abriu caminho para vários ensaios dos transalpinos foi uma das principais notas, para além dos 161 metros conquistados, 27 defesas batidos e 5 quebras-de-linha. Era Polledri ou Michael Hooper… e no final o que restou foi um italiano intratável no ataque e eficaz na defesa;

Shota Horie (2) – Algumas pessoas estranhavam quando apontávamos Shota Horie como um dos principais talonadores deste Campenato do Mundo, mas depois de 5 jogos e de um primeiro lugar inédito do Japão, é impossível fugir à importância do nº2 na estratégia dos Brave Blossoms. Móvel, dotado com a bola em seu poder e uma unidade de excelência nas fases-estáticas, Shota Horie foi um dos principais nomes deste Japão de Jamie Joseph;

Garry Ringrose (13) – A Irlanda não esteve bem durante a maior parte do Mundial, muito à conta da ausência de Jonathan Sexton e Peter O’Mahony, da má forma de Conor Murray ou Jacob Stockdale, mas ainda assim tem tido alguns heróis como o detentor da camisola 13… Garry Ringrose. O centro conquistou 140 metros em apenas 20 arranques com a oval em seu poder, conferindo uma média de 8 metros. O irlandês de 24 anos foi autor de 2 ensaios, 2 assistências e mais uma série de pormenores na estreia em mundiais;

Beauden Barrett (15) – mudou de camisola dois meses antes do Campeonato do Mundo e manteve exactamente a mesma qualidade, surgindo bem quer a arrancar no espaço ou a comandar a equipa, trocando de posições com Richie Mo’unga de forma constante. Em apenas 2 jogos conquistou 200 metros, foi autor de 4 quebras-de-linha e 14 defesas batidos, para além de 1 ensaio e 2 assistências. Genial a nível táctico, mestre na técnica e uma classe pura no que toca ao físico<

E o treinador? Jamie Joseph, sem dúvida alguma. O seleccionador do Japão conseguiu dar sequência a um trabalho espectacular de Eddie Jones e é um dos principais maestros da contínua evolução dos Brave Blossoms.


Entre na discussão


Quem somos

É com Fair Play que pretendemos trazer uma diversificada panóplia de assuntos e temas. A análise ao detalhe que definiu o jogo; a perspectiva histórica que faz sentido enquadrar; a equipa que tacticamente tem subjugado os seus concorrentes; a individualidade que teima em não deixar de brilhar – é tudo disso que é feito o Fair Play. Que o leitor poderá e deverá não só ler e acompanhar, mas dele participar, através do comentário, fomentando, assim, ainda mais o debate e a partilha.


CONTACTE-NOS



newsletter