Os dez melhores reforços da primeira divisão para 2019/20

José NevesSetembro 6, 201917min1

Os dez melhores reforços da primeira divisão para 2019/20

José NevesSetembro 6, 201917min1
Ao longo dos últimos dias os clubes da primeira divisão do hóquei português voltaram ao trabalho tendo em vista a preparação para a época 2019-20. Com o arranque oficial cada vez mais próximo, destacamos algumas das movimentações de mercado que melhor podem resultar nesta nova época.

O regresso do hóquei em patins ao mais alto nível está quase aí.

O início do campeonato esta marcado para o dia 12 de outubro, mas nas duas semanas que antecedem a stickada de abertura em mais uma edição do campeonato nacional, duas competições oficiais se disputam. No fim de semana de 28 e 29 de setembro, no Pavilhão João Rocha, realiza-se a Taça Continental, com Sporting CP,  FC Porto, Lleida e Sarzana, na luta pelo primeiro troféu oficial da temporada. No fim de semana seguinte o mesmo FC Porto volta a entrar em rinque, desta feita no Pavilhão Dr. Mário Mexia, em Coimbra, para a disputa da Supertaça António Livramento, frente aos detentores da Taça de Portugal, a UD Oliveirense.

Ao longo dos últimos dias as equipas que compõem o elenco da 1ª divisão em 2019/20 regressaram aos trabalhos, algumas desfalcadas de peças importantes, outras reforçadas por elementos que prometem ser preponderantes nas ambições das suas novas equipas.

Neste artigo destacamos dez hoquistas que mudaram de ares neste verão, e como podem mudar e influenciar o jogo das suas novas equipas.

 

Carlo Di Benedetto (FC Porto)

Carlo Di Benedetto é já um nome incontornável do hóquei em patins mundial, o jogador francês de origem italiana cedo deu nas vistas no seu país natal, ao serviço do La Vendéenne, juntamente com os irmão Bruno e Roberto, e a transferência para uma das equipas de topo da OK Liga não foi surpresa. Nas três épocas em que representou o Liceo foi notória uma evolução em todas as vertentes do jogo, sendo hoje um dos jogadores mais completos do Mundo. O internacional francês sempre se destacou pela eficácia no ataque, tendo evoluído na vertente defensiva no exigente campeonato espanhol.

Com a saída do capitão Hélder Nunes dos dragões, Carlo mesmo não sendo um substituto directo ao português, será um dos elementos que se deverá assumir como uma das individualidades mais importantes no FC Porto, nomeadamente nas funções ofensivas.

Uma das vertentes do jogo onde poderá vir a ser um dos melhores jogadores do nosso campeonato será na marcação de livres directos. Aí sim irá render Hélder Nunes que até à época transacta se afirmou como o principal jogador dos dragões para este tipo de lances.

Em 2018-19, Hélder e Carlo terminaram as respectivas campanhas nos campeonatos nacionais com uma percentagem de sucesso de 32% na conversão de livres directos. Mas os adeptos do FC Porto que acompanharam o Campeonato do Mundo deste verão certamente ficaram entusiasmados com os números apresentados pelo gaulês na prova.

Para além de liderar a França a um 4º lugar final, a sua melhor classificação de sempre, Di Benedetto marcou 10 golos, terminando no pódio dos melhores marcadores, desses 10 golos, 5 vieram na conversão de livres directos. O capitão da seleção francesa terminou a prova com uma taxa de 71% de finalização em livres directos.

Um número pouco provável de repetir ao longo das 26 jornadas do campeonato nacional, mas que deixa boas perspectivas para a sua época de estreia em Portugal.

 

Luís Querido (OC Barcelos)

Já diz o velho ditado que “bom filho à casa torna”, e Luís Querido é uma prova disso mesmo. O jogador natural de Barcelos é um dos reforços sonantes do Óquei para uma nova temporada, em que poderá ser o “outsider” na corrida pelo título.

Com o fosso entre 4º e 5º do campeonato cada vez mais curto, o Barcelos pretende cada vez mais chegar perto dos crónicos quatro candidatos ao título de campeão nacional, e para 2019/20 apresenta alguns reforços importantes para lá chegar.

São casos de Miguel Rocha (ex.Benfica), e da dupla argentina Ezequiel Mena e Franco Ferruccio (ambos ex.Oeiras), mas aquele que poderá ser o mais preponderante dentro de pista é Luís Querido.

O defesa/médio de 29 anos foi peça fundamental da equipa barcelense que venceu a Taça CERS por duas ocasiões consecutivas em 2015/16 e 2016/17, tendo saído após a segunda conquista europeia para o então campeão italiano, o Amatori Lodi.

Nas duas épocas ao serviço dos italianos, Querido conquistou um campeonato, uma taça e duas supertaças, regressando agora ao campeonato português e ao “seu” Barcelos.

Neste OC Barcelos versão 2019-20 renovado, Luís Querido oferece experiência e uma grande qualidade defensiva, podendo ser o elemento de campo com mais minutos de utilização ao longo da campanha, afirmando-se como pedra importante no processo defensivo, e equilibrando a equipa que conta com a irreverência de Gonçalo Nunes, Franco Ferruccio e Alvarinho no ataque.

 

Mathías Arnaez (AE Física D)

A Física foi última equipa a garantir presença no campeonato nacional após vencer o playoff de promoção diante do CH Carvalhos. Para a presente temporada a Física mantém os principais jogadores que contribuíram para o regresso à elite, reforçando-se com três hoquistas, dois deles provenientes do despromovido Oeiras.

E um desses atletas ex.Oeiras é o defesa argentino Mathías Arnaez. Apesar dos seus 24 anos, Arnaez já alinhou nos três principais campeonatos do Mundo, tendo alinhado no Trissino em Itália, no Alcoy em Espanha, e no Oeiras em Portugal. Um atleta de cariz defensivo que vem igualmente trazer experiência a uma jovem equipa da Física.

Mathías Arnaez evidencia-se pelo trabalho defensivo, e neste ponto de vista será o melhor defensor da Física para a próxima temporada, mas na época transacta mostrou ser também competente na finalização, foram 8 os golos apontados no campeonato em 23 jogos, um número interessante para um jogador de características defensivas que representou uma formação que acabou despromovida.

 

João Souto (Sporting CP)

Tal como sucedeu na temporada passada, o Sporting volta a entrar na época 2019/20 com um plantel composto por 12 jogadores, mais dois dos que são permitidos inscrever na ficha de jogo. De 18/19 para 19/20 verificaram-se três mudanças no plantel leonino, uma das entradas foi a de João Souto.

O avançado ex.Oliveirense deixou o estatuto de atleta profissional para se dedicar à medicina, tendo em 2018/19 alinhado no Valongo e no Turquel, mas volta agora a jogar ao mais alto nível ao serviço do Sporting.

Na época transacta Souto entrou no top10 dos melhores marcadores do campeonato, tendo apontado 26 golos, desses, 11 foram obtidos ao serviço do Valongo, e 15 ao serviço do Turquel.

No Sporting a concorrência interna será, naturalmente, maior, ainda assim Souto é um jogador que pode fazer a diferença no ataque dos leões. Numa equipa em que alinham um veterano Pedro Gil de 39 anos que poderá, por ventura, ter uma utilização mais reduzida, um Raúl Marín que veio de uma época de estreia em Portugal bem abaixo das expectativas, e um Alessandro Verona que vem do campeonato italiano, e poderá passar por um período de adaptação, à semelhança do que aconteceu na temporada passada com o seu colega de seleção Giullio Cocco no FC Porto, Souto pode-se afirmar como o avançado de referência da equipa de Paulo Freitas.

Um avançado interior conhecido pela sua facilidade de finalização e pela sua técnica, mas igualmente um jogador com uma entrega ao jogo tremenda, capaz também de ser decisivo na meia pista defensiva, João Souto pode ser peça importante no possível sucesso do Sporting em 2019-20.

João Souto chega aos leões depois de uma época dividida entre Valongo e Turquel (Foto: Sporting CP)

Xavier Lourenço (HC Turquel)

Na “Aldeia do Hóquei” nesta temporada que se inicia a aposta é na formação, isto porque num plantel que contará com 12 elementos estarão 4 com idade de sub19, dois deles guarda-redes; porque face às saídas de João Souto e Pedro Batista,  é expectável que Tiago Mateus, avançado de 21 anos que fez todo o percurso de formação no clube, e que foi o melhor marcador do campeonato nacional de juniores à duas temporadas atrás, tenha um aumento significativo de minutos, e porque o principal reforço para a nova temporada é, também ele, um jogador que fez todo o percurso no clube da região centro até à sua saída em 2016.

Xavier Lourenço foi uma das pérolas da formação alvinegra durante vários anos, e lá fez toda a formação até chegar a sénior. Na temporada de 2016/17 disse adeus ao seu clube de sempre, e desde aí esteve uma temporada no Alcoy, de Espanha; uma temporada no Saint Omer, de França, e na temporada passada foi um dos destaques, não só dos Tigres de Almeirim como da 2ª divisão nacional.

Apesar da promoção dos Tigres, Xavier Lourenço respondeu afirmativamente ao convite do Turquel para regressar a casa, e deverá ser esta época um dos jogadores mais importantes da equipa treinada por João Simões.

Ainda que a principal saída tenha sido a de João Souto, que foi a principal figura da equipa na segunda metade da temporada passada, Xavier deverá ser utilizado no papel que foi até à época passada de Luís Silva, jogador que tal como Xavier Lourenço, regressou a casa e à Biblioteca IR.

Um defesa/médio completo, Xavier Lourenço marcou 32 golos no campeonato da 2ª divisão em 2018/19 ao serviço dos Tigres, sendo o segundo melhor artilheiro do clube ribatejano, e aquele por quem mais vezes o jogo ofensivo da equipa passava.

Em Turquel, o jogador de 24 anos poderá ser importante no complemento à dupla veterana de ataque composta por Vasco Luís e André Moreira, e sendo um jogador completo, poderá igualmente ter um papel de referência no processo defensivo e na marcação de bolas paradas.

 

Eduard Lamas (SL Benfica)

O Benfica vem de uma das suas piores épocas da última década, tendo terminado o campeonato no 4º lugar a 14 pontos do campeão Porto, e tendo falhado igualmente na Taça de Portugal e na Liga Europeia.

Ainda assim para esta época regista-se apenas uma contratação e um regresso após empréstimo. Gonçalo Pinto regressa após duas épocas de empréstimo, uma no Amatori Lodi e outra no Valongo, e Edu Lamas, internacional espanhol ex.Liceo, é a única contratação para o plantel às ordens de Alejandro Dominguez, que contará com 11 elementos.

Lamas é um defesa/médio de grande valia, titular da seleção espanhola no período em que Alejandro Dominguez comandou a “Roja”, e eleito por muitos, ainda que não haja um prémio oficial, como o MVP do Campeonato da Europa ganho pela Espanha no ano passado.

Um hoquista muito presente tanto na defesa como no ataque, é bastante regular no aspecto defensivo, sendo também capaz de ditar o ritmo do jogo quando a sua equipa se encontra no ataque. Lamas deverá ser para o Benfica aquilo que Reinaldo Garcia tem sido para o FC Porto nos últimos anos, um jogador muito competente nas várias vertentes do jogo, e de extrema regularidade.

Resta saber se, numa equipa que viveu na temporada passada dos génios individuais de Nicolia, e principalmente Ordoñez, um jogador que privilegia o colectivo como Lamas conseguirá expor em pista o seu melhor hóquei.

Edu Lamas foi a única contratação do defeso dos encarnados (Foto: SL Benfica)

Keven Correia (AE Física D)

Voltamos a Torres Vedras, desta vez para destacar o novo dono da baliza da equipa de André Gil. Titular da seleção francesa no último Europeu e no último Mundial, tendo-se exibido a excelente nível em ambos, Keven Correia chegou a Portugal na temporada passada para ajudar o Valença a regressar à 1ª divisão. O objectivo foi falhado, e o Valença acabou por ser uma das decepções do segundo escalão, mas isso não impediu o guardião francês de chegar ao principal escalão do hóquei português.

Não é segredo para ninguém que, para uma equipa alcançar os seus objectivos terá de ter como base um guarda-redes de grande nível, e a Física percebeu isso mesmo neste regresso à primeira divisão. O veterano Ricardo Miranda foi suficiente para alcançar a subida, mas a contratação de Keven Correia significa uma clara melhoria na baliza.

Será portanto Keven Correia um dos principais protagonistas na batalha que o clube de Torres Vedras enfrentará na procura pela manutenção, assim como o já referenciado Mathías Arnaez.

Com estes dois reforços a Física chega à 1ª divisão bem apetrechada defensivamente para alcançar os seus objectivos, mas num campeonato incrivelmente competitivo pode não chegar, basta ver o exemplo do Tomar na época passada que rubricou um dos melhores registos defensivos do campeonato mas acabou despromovido.

 

Danilo Rampulla (HC Braga)

Regularmente saem da cidade de San Juan, na Argentina, a caminho da Europa, jovens rotulados de craques, e tidos para muitos como o futuro do hóquei argentino e mundial. Na geração que agora dá os primeiros passos em solo europeu, tivemos na época passada no campeonato português, três elementos que encaixam nesta discrição, Ezequiel Mena, Franco Ferruccio e Constantino Acevedo.

Mas o hoquista que parece, pelo menos para já, ser o mais talentoso desta geração é Danilo Rampulla. Sobrinho de um astro dos patins que encantou vários pavilhões em Portugal com a sua qualidade técnica, Panchito Velasquez, Rampulla foi a maior revelação dos campeonatos europeus na época passada.

Em estreia na Europa, e no campeonato italiano, Rampulla liderou uma sensacional equipa do Sarzana, treinada por Alessandro Bertolucci, a um sétimo lugar no campeonato, à final da Taça de Itália e à final na WSE Cup (Ex.Taça CERS). A fantástica época de Rampulla na Série A1, onde apontou 34 golos, valeu-lhe o prémio de MVP da temporada em Itália, batendo na votação o reforço do Sporting Alessandro Verona, e uma transferência para o SL Benfica, que se apressou a agarrar o talentoso avançado de apenas 20 anos.

Ainda assim Rampulla não conseguiu um lugar no plantel encarnado, e os responsáveis do clube da Luz preferiram empresta-lo na sua primeira época em Portugal ao HC Braga.

No Minho, Danilo Rampulla encontrará uma equipa semelhante aquela do Sarzana em que brilhou, uma formação que luta primariamente pela manutenção, olhando ainda assim para um lugar na primeira metade da tabela, e que se encontra a competir na WSE Cup em 2019/20, podendo o argentino repetir a façanha de levar um “outsider” na prova europeia à fase decisiva.

Danilo Rampulla traz a um já jovem Braga mais irreverência, e uma capacidade técnica e individual acima da média para uma formação do meio da tabela. Rampulla pode não ter merecido a confiança do Benfica para esta temporada, mas em Braga poderá mostrar que tem tudo para vingar ao mais alto nível.

 

Henrique Magalhães (UD Oliveirense)

Foi uma das movimentações de mercado mais surpreendentes do defeso, a saída de Henrique Magalhães do campeão da Europa, Sporting, para o rival Oliveirense.

Henrique Magalhães foi parte preponderante no regresso do Sporting aos principais títulos, primeiro com o campeonato nacional em 2017/18, e depois com a coroa europeia em 2018/19. Magalhães, juntamente com Matías Platero, protagonizaram uma dupla defensiva temível e capaz de, com a ajuda do guardião Ângelo Girão, fechar os caminhos da sua baliza a qualquer adversário, tendo este trio de jogadores estado na base do sucesso recente dos leões.

Também na seleção nacional Henrique Magalhães foi importante na conquista do Campeonato do Mundo. Renato Garrido, seleccionador nacional e técnico da Oliveirense, utilizou o defensor no seu cinco base durante a prova, tendo contribuído para a boa performance defensiva dos “Ursos” , onde pontificou o guarda-redes, e agora ex. companheiro de equipa de Magalhães, Ângelo Girão.

Em Oliveira de Azeméis, Magalhães poderá igualmente formar uma parceria defensiva de respeito com o espanhol Xavier Barroso, uma das contratações mais sonantes do hóquei português na temporada passada, e mesmo sem um, por vezes, “super-Girão” na baliza, como foi o caso no Mundial, Xavier Puigbi e Nélson Filipe podem juntar-se a esta dupla formando uma sociedade defensiva capaz de ganhar o campeonato.

 

Xavier Malián (FC Porto)

Iniciámos o artigo no campeão nacional, e é na cidade invicta que vamos terminar.

Não é usual vermos um campeão nacional fazer tantas mexidas em posições importantes como os dragões fizeram esta temporada, e se no caso da saída de Hélder Nunes, pouco o FC Porto podia fazer, na baliza trata-se claramente de uma mudança estratégica de Guillem Cabestany.

Desde que chegou ao FC Porto, Cabestany sempre contou com uma dupla de guardiões equilibrada, não havendo um titular absoluto. Inicialmente a dupla foi Nelson Filipe/Edo Bosch, nas últimas três épocas, e com a saída do lendário catalão, chegou Carles Grau.

Para 2019/20 a estratégia parece mudar tendo o FC Porto, ao que tudo indica, um titular absoluto, e um jovem promissor no banco de suplentes.

Chega então para a crucial posição de guarda-redes o espanhol Xavier Malián, ex.Liceo. Malian é um de quatro jogadores oriundos do Deportivo Liceo da Corunha a chegar a Portugal. Para além de Lamas que reforça o Benfica, Malián, Carlo Di Benedetto e Sergi Miras chegam todos para reforçar o campeão nacional.

Xavier Malian foi campeão do Mundo pela seleção espanhola em 2017 e da Europa em 2018, e chega ao FC Porto depois de 9 temporadas ao serviço do clube galego. Nome grande das balizas do hóquei mundial, Malián venceu na Corunha uma OK Liga, duas Ligas Europeias, e uma Taça Continental.

No campeonato português Malián, que é um dos melhores hoquistas do Mundo na sua posição, vai encontrar outros guarda-redes de elite, e num FC Porto de cara lavada, deverá passar por ele grande parte do possível sucesso dos dragões esta época, quer na revalidação do título nacional, quer na tão aguardada conquista europeia.

Xavier Malián será o novo dono da baliza azul e branca (Foto: FC Porto)

 

(Foto de capa: FC Porto)


One comment

  • aG

    Setembro 6, 2019 at 3:47 pm

    E o Verona????

    Não estar nesta lista é para rir.

    Reply

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