21 Jun, 2018

Season Report FP: Top-3 de Portugueses

Davide NevesDezembro 16, 20173min0

Season Report FP: Top-3 de Portugueses

Davide NevesDezembro 16, 20173min0
A análise do Fair Play aos três melhores portugueses do ano de 2017.

No último Season Report deste ano, o Fair Play analisa os três melhores portugueses do ano, servindo-se, como sempre, do ranking da UCI. Assim, aqui estão os três melhores portugueses da época de ciclismo.

3º Rúben Guerreiro (Trek-Segafredo)

Rúben Guerreiro nos Campeonatos Nacionais.
(Foto: FPC)

Grande época para o jovem português, no seu primeiro ano no escalão máximo do ciclismo, World Tour. Guerreiro, com 23 anos, teve como principal conquista o campeonato nacional de estrada português, envergando orgulhosamente a camisola de campeão nacional desde Junho. Outros resultados notáveis passam pelo 23º lugar na Clássica de Frankurt, o 9º lugar no Tour da Bélgica e ainda o 6º lugar na Clássica Bretagne-Ouest France. Bom primeiro ano de Rúben Guerreiro como companheiro de Alberto Contador e com a camisola da Trek-Segafredo.

2º Amaro Antunes (W52-FC Porto -> CCC)

Uma das várias subidas ao pódio de Amaro.
(Foto: Álvaro Isidoro)

Simplesmente formidável. O algarvio, que em Agosto deu uma entrevista ao Fair Play, teve como principal conquista o 2º lugar na Geral da Volta a Portugal. Para além disso, ficou em 20º na Volta à Comunidade Valenciana, fez 5º na Volta ao Algarve (com vitória no Alto do Malhão), 8º no GP das Beiras e Serra da Estrela, e venceu também o icónico Troféu Joaquim Agostinho. Sobe assim para a CCC, onde terá o difícil trabalho de superar tudo aquilo que Jan Hirt ajudou a equipa polaca a conquistar no ano que finda agora.

1º Rui Costa (UAE Team Emirates)

Sempre sorridente, o ex-campeão do mundo.
(Foto: Record)

O normal para o português, ser o melhor da nação no ranking UCI. Rui Costa começou muito bem a época, ao vencer o Tour de Abu Dhabi, e ao ficar em 2º no Tour de Oman e em 5º na Volta a San Juan. No Tirreno-Adriático fica em 18º na geral e faz 14º na Liège-Bastogne-Liège. Na edição centenária do Giro d’Italia, fica 3 vezes em segundo lugar em etapas, revelando alguma infelicidade. Na Volta à Suíça, prova que já venceu por 3 vezes, fica em 5º lugar na geral, e na Volta à Polónia alcança o 10º. Participa ainda na Vuelta, sem qualquer resultado notável, e fica em 19º nos Campeonatos do Mundo de Estrada. Dá a sensação que o ex-campeão mundo não conseguiu assumir que é um líder eficaz numa equipa World Tour, tanto que para o ano com certeza que já não terá esse estatuto, depois das contratações de Dan Martin e Fabio Aru por parte da UAE-Team Emirates. Muitos “top”-10 e poucas vitórias, é esse o resumo de Rui Costa.


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