O Campeão mora no Dragão

João de MatosMaio 31, 20195min0

O Campeão mora no Dragão

João de MatosMaio 31, 20195min0
Três épocas depois de ter conseguido um inédito heptacampeonato, o FC Porto sagrou-se esta terça-feira campeão nacional de andebol. 
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Três épocas depois de ter conseguido um inédito heptacampeonato, o FC Porto sagrou-se esta terça-feira campeão nacional de andebol. 
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Três épocas depois de ter conseguido um inédito heptacampeonato, o FC Porto sagrou-se esta terça-feira campeão nacional de andebol. 

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Três épocas depois de ter conseguido um inédito heptacampeonato, o FC Porto sagrou-se esta terça-feira campeão nacional de andebol. 

Os dragões, que são campeões pela 21.ª vez, sucedem ao Sporting, que tem 19 títulos e fez um bicampeonato, sendo que antes o título tinha ido para Braga, para o ABC. 

Numa temporada histórica para o andebol dos azuis e brancos, que no fim de semana disputaram a final-four da Taça EHF, na qual conseguiram o terceiro lugar, o FC Porto tem agora a oportunidade de, pela primeira vez, fazer a dobradinha, já que está qualificado para a final a quatro da Taça de Portugal, defrontando o Póvoa na meia-final. A outra é entre Águas Santas e Madeira SAD. 

Os jogadores do FC Porto, já pensam na dobradinha, e apos o término do campeonato de Andebol 1 estas foram as reações dos mesmos: 

António Areia: “As emoções são as mesmas, não deixámos de ser campeões, apesar de acabarmos com um empate e uma derrota, até porque temos o pavilhão do nosso lado e temos que continuar a festejar. Hoje festejar e depois pensar na Taça, já cumprimos um objetivo, mas ainda temos mais”. 

“Não consigo encontrar palavras para descrever o sentimento de ser campeão, já há muitos anos que não era, é como se fosse a primeira vez, após uma época incrível em todos os aspetos, com uma final-four da Taça EHF tremenda, um campeonato irrepreensível e acho que a razão de este título ter sido conquistado tão cedo tem a ver com estes atletas que são do mais rigoroso e mais brilhante que existe neste momento” 

“A primeira vez que fui campeão, no Benfica, era miúdo, tinha 17/18 anos, joguei muito menos minutos. Fui campeão, como é lógico, mas não senti que o título tinha sido meu. Neste é obrigatório sentir e, tendo sido no FC Porto, um clube que me deu tudo desde que eu cheguei, esta emoção é perfeitamente natural. De resto, este ano, 2019, também é um ano especial porque fui campeão, a minha filha nasceu e voltei à seleção.” 

Ainda sobre a forma como tem vibrado com esta conquista, António Areia, de 28 anos, admite que até parece que nasceu nos dragões. 

“É fácil uma pessoa adaptar-se ao FC Porto e viver o sentimento de milhões de portistas, a paixão pelo clube, é muito fácil sentir um orgulho e honra enorme em representar este clube, com estes adeptos que são incríveis e tão fervorosos que nos fazem sentir da casa desde pequenos e eu sinto-me bastante lisonjeado por fazer parte deste clube e estou bastante agradecido ao presidente, ao professor Magalhães, ao engenheiro Borges e ao dr. Adelino Caldeira por me terem acolhido de uma forma impressionante. Estou bastante grato ao FC Porto por isso”, explicou. 

Recordar que o jogador perdeu ação intentada contra o Sport Lisboa e Benfica, sobre a sua rescisão de contrato, que na altura ainda tinha anos de contrato com o Benfica e assinou pelo Futebol Clube do Porto, tendo sido obrigado a pagar €25.000 mil euros ao clube da luz. 

Fonte: fcporto.pt

Fábio Magalhães: “É um sentimento enorme, era bom acabar com uma vitória, perante este público, mas não foi possível, agora é pensar na Taça. Quero fazer a dobradinha, porque será um feito histórico, mas para isso temos que fazer melhor”. 

Rui Silva: “Este título é totalmente merecido e é uma conquista de toda a gente. Agora é aproveitar o momento e pensar na Taça. Para ser um ano para não esquecer nunca temos que ganhar a Taça no próximo fim de semana”.

Diogo Branquinho: “Atingimos o primeiro objetivo, mas no próximo fim de semana queremos concretizar o outro”. 

Apesar de uma fase regular não tão regular, faça a redundância, pois perdeu terreno para os leões com derrotas no Pavilhão João Rocha e no Dragão Caixa, e com vitórias muito difíceis em vários pavilhões como em Braga e na Madeira. 

A festa no Dragão Caixa

Com poucas contrações sonantes à luz do que sucedeu com os rivais da segunda circular, na fase final a maior contração fez valor o seu contrato e aposta merecida, de seu nome Magnus Andersson, o treinador mostrou que com poucos recursos como alguma prata da casa, como o caso de Miguel Martins e de Miguel Alves, e com um lateral esquerdo chamado André Gomes, que teve um final de temporada depois da sua vinda de lesão, estonteante e contribuindo e muito para a conquista do mais que merecido campeonato dos Dragões.  


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