Arquivo de Modalidades - Fair Play

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Rodrigo FigueiredoMaio 29, 20192min0

O Top 14 chegou ao fim da fase regular. A já conhecida despromoção do Perpignan e o Grenoble a disputar o playoff da manutenção, resta apenas saber: quem sucederá ao Castres como campeão de França já que este não revalidará o título?

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Francisco IsaacMaio 27, 20197min0

O PASSADO-RECENTE DE UM MARCO DA MODALIDADE

Muitos anos passaram desde o último Lisboa Sevens, aquele torneio que marcava a agenda nacional de final de época, normalmente nos primeiros dois fins-de-semana de Junho, e em 2019 é o retorno total de um evento que teve mais de 13 anos de vida.

A última vez que se realizou este torneio da variante de sete jogadores em cada lado, aconteceu em 2002 numa edição ganha pelos Samurais frente aos Peguins, duas equipas de elite que costumam viajar pelo Mundo para participarem nos maiores eventos de 7’s existentes – e que marcaram presença no Algarve 7’s 2018. Em 2001 o GD Direito sagrou-se como o último campeão português no Lisboa Sevens numa final frente aos sub-23 da França, realizado no Campo de Rugby de Monsanto (casa dos “advogados”).

Desde 2002 até 2019, o Lisboa Sevens desapareceu por completo do calendário do rugby português e agora retorna em força para um novo ciclo “patrocinado” pela Sports Ventures.

A empresa multi-desportiva tem organizado no rugby os Junior Sevens (realizado sempre entre Fevereiro e Março) e Algarve Sevens (este ano nos dias 8 e 9 de Junho), fornecendo boas competições da variante de sete, algo tão raro nos dias de hoje (o Belas RC e Caldas RC organizaram dois torneios amigáveis de 7’s durante o mês de Maio de 2019, um exemplo do que tem de ser a estimulação própria dos clubes) e junta ao seu cardápio o Lisboa 7’s, munindo a oval lusa de competição e imagem.

Mas passemos ao que interessa, do como vai ser o Lisboa 7’s, horários, número de jogos, equipas participantes, diferentes tipos de campeonato, etc.

Um relembrar do passado do Lisboa 7’s

LISBOA SEVENS: PARTICIPANTES, HORÁRIOS E NOVIDADES

O Lisboa 7’s  vai ter três divisões diferentes: o Campeonato Nacional de 7’s (Divisão de Honra, com a participação 8 principais clubes), Men Open Lisboa 7’s (clubes do CN1, CN2 e estrangeiras) e Women Open Lisboa 7’s (5 emblemas nacionais decidiram participar). São ao todo 25 clubes participantes, divididos os jogos por dois dias em dois campos diferentes dentro do Complexo de Rugby da Tapada da Ajuda.

Se há pouco para dizer em relação ao Campeonato Nacional de 7’s (vão estar alguns dos lobos no torneio, mas a larga maioria deverá estar já a preparar o jogo com a Alemanha e o Grand Prix de 7’s, ambos a acontecer em Junho), já do Men Open Lisboa 7’s há um factor interessante para se falar de: a participação da selecção nacional de Hong Kong.

A selecção asiática participou nos Hong Kong 7’s de 2019 e esteve prestes a subir às World Series, perdendo na final para a Irlanda. Ou seja, Caldas Rugby Clube, Rugby Clube de Santarém (com o mágico Rafael Morales e o tupi Matheus Daniel) e Escola de Rugby da Galiza (Jaguares) vão ter em mãos um adversário minimamente complicado e que terá os olhos postos na conquista do troféu.

Para além de Hong Kong ainda estará presente no torneio uma equipa da Argentina (Curne), numa clara prova da tentativa de re-internacionalizar um torneio que sempre teve uma marca estrangeira bem forte no seu historial… desde os Peguins aos Samurais, à Nova Zelândia e Samoa, passando pelos Marauders ou Cambridge, o Lisboa 7’s sempre foi agraciado com a presença deste tipo de convidados.

Já no Women Open Lisboa 7’s, vamos ter 5 equipas altamente competitivas a disputar pelo título desta divisão: o Sporting Clube de Portugal, papa-troféus do rugby português feminino nos três últimos anos, em especial nesta época de 2018/2019 (fantástico o trabalho de Nuno Mourão e Pedro Leal, e ainda mais fantástica a dedicação, trabalho e exigência das atletas leoninas); o Sport Lisboa e Benfica, crónico candidato aos títulos e uma das equipas com mais participações em torneios internacionais (com várias conquistas); as Lusitanas (selecção feita por atletas de todos os outros clubes nacionais); as Panteras; e Hong Kong, selecção que participou na qualificação para os World Rugby Women’s Sevens Series 2019.

Vai ser, talvez, a divisão mais interessante de acompanhar até porque a vinda de Hong Kong vai permitir perceber o nível da super-equipa do Sporting Clube de Portugal, das experientes atletas do Sport Lisboa e Benfica e das atletas nacionais das Lusitanas.

Ou seja, o Lisboa 7’s vai coroar quatro campeões diferentes: o campeão nacional da Divisão de Honra dos 7’s; o campeão do Men Open Lisboa 7’s; a campeã do Women Open Lisboa 7’s; e o campeão do Lisboa 7’s (masculinos) que será entre o 1º classificado do Campeonato Nacional e do Open, oferecendo um último e grande jogo que vai fazer relembrar aquelas disputas de outros tempos deste histórico torneio.

Os clubes participantes Foto: Sports Ventures

HORÁRIOS E O THE 7’S ACES

Os jogos têm início no sábado às 11h00 e vão decorrer tanto no Campo A como B da Tapada da Ajuda, alongando-se durante todo o dia de forma ininterrupta até às 17h00. Domingo começará mais cedo, às 10h00, e vai até às 16h20 fechando com a entrega dos troféus aos diferentes campeões e classificados do torneio.

Um dado importante vai para o facto de existir nos masculinos um cruzamento entre o 9º/5º/1º do Men Open Lisboa 7’s e o 5º/3º/1º lugar do Campeonato Nacional de 7’s, respectivamente, para apurar os vencedores da Bowl, Plate e Cup. A final dos femininos está agendada para as 14h40 de Domingo (mediante alteração de hora) e de certeza que será um dos grandes jogos de todo o torneio.

O Fair Play em parceria com a DunLopes e a Sports Ventures fará cobertura parcial do Lisboa 7’s, com a passagem em directo de duas dezenas de jogos na totalidades dos dois dias da competição nas redes sociais do evento, do FP e da Sports Ventures. Estejam com atenção ao nosso facebook para seguirem os jogos em directo e ao website para estarem ao corrente dos resultados de cada jogo, para além das entrevistas que decorrerão tanto no Instagram ou Youtube!

Para as 17h30 do Sábado e Domingo está marcado um programa de resumo e análise a todo o dia de competição, com a presença de convidados, numa organização do Fair Play com apoio da DunLopes e Sports Ventures. Poderão aqui ficar a saber do que como, quando e quem marcou ensaios/offloads ou outro detalhe técnico em relação ao Lisboa 7’s, numa primeira edição do 7’s Aces!

Portanto, o Lisboa 7’s será uma excelente oportunidade para viver um torneio da variante de uma forma mais espectacular, relembrando aquilo que Portugal tem perdido por se ter excluído das World Series, num evento totalmente gratuito para qualquer espectador. Basta aparecerem no Sábado e Domingo na Tapada da Ajuda para apreciar a magia que os 7’s trazem ao rugby.

Para perceberes melhor o impacto do Lisboa 7’s e, também, do Algarve 7’s ouve o podcast com Pedro Leal! (clica na imagem ou segue por aqui: Pedro Leal)

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André Dias PereiraMaio 27, 20193min0

Arrancou este domingo Roland Garros, o Grand Slam da terra batida. Todos anos, desde que Nadal é profissional, a grande pergunta é se existe alguém que possa travar o espanhol. E não é por menos. Desde 2005 só por três ocasiões o maiorquino não ganhou o torneio dos mosqueteiros. Em 2009, ganhou Federer, em 2015, Wawrinka e 2016, Novak Djokovic.

Para se ter ideia do peso que torneio tem na carreira de Nadal, dos 17 Grand Slam conquistados – apenas superados pelos 20 de Roger Federer – 11 foram em Paris. Só que agora, com 32 anos, e muitas lesões em cima, será menos favorito?

Nem tanto. A bolsa de apostas continua a acredita que Nadal é o principal candidato à vitória, seguido de Djokovic e Thiem.

O certo, contudo, é que os resultados de Rafa este ano estão longe do que outrora foram. Pela primeira vez na sua carreira, chegou ao mês de Maio sem títulos. O seu domínio em Monte Carlo e Madrid foi quebrado precisamente por Dominic Thiem e Novak Djokovic. Só que em Roma, Nadal surgiu de forma imperial. Com direito a ‘pneu’ na final sobre Djokovic. Aliás, em quatro dos cinco jogos disputados, aplicou ‘pneu’ aos adeversários.

Novak Djokovic, Dominic Thiem, Alexander Zverev e Roger Federer são os desafiantes ao trono do rei Nadal. O número um do mundo, vencedor em 2016, surge em Paris com o título de Madrid no bolso e pretende conquistar o quarto Major consecutivo, fazendo o seu segundo carrear Grand Slam.

Dominic Thiem é também visto como um rival à altura do espanhol. A terra batida é o seu piso preferencial e na temporada passada jogou uma partida épica com Nadal nos quartos de final, onde acabou batido. Já este ano, em Monte Carlo, o austríaco levou a melhor sobre o espanhol nas meias finais. E, conforme disse o próprio Nadal, “Thiem é favorito ao título em qualquer torneio de terra batida”.

O regresso de Federer

Mais improvável é a vitória de Alexader Zverev. O alemão costuma falhar nos grandes torneios, embora a terra batida seja o seu piso mais forte. O ano passado atingiu os quartos de final, o seu melhor registo em Major. Só que este ano, Zverev, que venceu o torneio de Genebra, parece numa crise de resultados. Em Roma foi afastado por Matteo Berrettini na segunda ronda.

Três anos e 11 meses depois, Roger Federer regressa a Roland Garros. Recode-se que o torneio francês foi o primeiro Major que o suíço jogou há já 20 anos. Há 10 venceu o seu único torneio de Roland Garros. Mas não se pense que o suíço é mais limitado na terra batida, apesar de ter essa fama. Ao longo da carreira conquistou nada menos do 20 troféus neste tipo de piso. Neste regresso, contudo, parece correr por fora no que diz respeito a favoritismo. Porque, de facto, há jogadores mais fortes que ele na terra batida e porque, aos 37 anos, parece já ter dificuldades em levar a melhor sobre os seus maiores rivais.

Ao longo dos anos, Federer acumulou cinco derrotas para Rafael Nadal, além de eliminações para Alex Corretja, Hicham Arazi, Luis Horna, Gustavo Kuerten, Novak Djokovic, Jo-Wilfried Tsonga e Ernests Gulbis.

Contudo, há um factor novo. Desta vez a ausência de expectativas e de pontos a defender, deixam Federer sem pressão para o torneio. E isso pode pesar a seu favor. Poderá surpreender?

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Luís PereiraMaio 26, 20192min0

Lewis Hamilton sobreviveu a tudo e conseguiu vencer o GP do Mónaco pela terceira vez na sua carreira. É assim a sexta vitória da Mercedes em seis corridas esta temporada.

Num fim de semana muito emocional para toda a F1, pela morte de Niki Lauda, Hamilton sentia-se na obrigação de prestar tributo ao antigo tricampeão do mundo de F1. Hamilton considera que Lauda foi das figuras mais importantes na sua ida para a Mercedes e queria prestar-lhe o devido tributo.

Esse tributo começou na qualificação, ao conseguir superiorizar-se a todos, principalmente ao seu colega de equipa, Bottas, e ao conquistar a pole.

Na corrida, Hamilton conseguiu manter a liderança com um bom arranque e começou a afastar-se do grupo da frente.

Cedo na corrida Leclerc teve um acidente e um furo, o que trouxe para a pista o safety car. Os pilotos da frente decidiram aproveitar para trocar de pneus, mas a Mercedes fez um erro tático e colocou Hamilton com os pneus médios, enquanto os restantes colocaram os mais duros.

Isso seria um problema, porque Verstappen e Vettel, os perseguidores de Hamilton, não teriam de voltar a parar, e caso Hamilton tivesse de o fazer perderia posiçao, numa pista onde é francamente dificil de ultrapassar.

Apesar disso, Hamilton foi-se aguentando, apesar da forte pressão que Verstappen estava a colocar no inglês. Hamilton dizia no rádio da equipa que não iria conseguir aguentar o carro, mas a equipa reafirmava acreditar nas capacidades do britânico.

Verstappen conseguia ver as crescentes dificuldades de Hamilton e no final tentou ultrapassar o inglês à saída do túnel, só que estava demasiado longe e bateu no inglês sem consequências de maior para ambos.

Hamilton sobreviveu a tudo e conseguiu a emocional vitória que tanto desejava, numa das, segundo ele, corridas mais difíceis da sua carreira. Verstappen passou a linha de meta em 2º, mas foi penalizado com 5 segundos e caiu para 4º, atrás de Vettel e Bottas.

Com esta vitória Hamilton fica mais destacado na liderança e A F1 vai voltar no Canadá, passando da corrida mais lenta do calendário para uma das mais rápidas.

GRANDE PRÉMIO DO MÓNACO

(foto: formula1.com)

CAMPEONATO DO MUNDO DE PILOTOS

(foto: formula1.com)
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Miguel Veloso MartinsMaio 26, 20193min0

A NFL mudou de forma marcada com o passar das décadas, tanto nas suas regras como aparência. Esta mudança trouxe novos uniformes com esteticamente inovadora criando novos clássicos e standards, mas deixou para trás alguns dos melhores uniformes alguma vez usados na História da NFL. Vamos falar daqueles que deveriam voltar nos próximos anos.


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