Arquivo de Charlotte Hornets - Fair Play

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João PortugalOutubro 15, 201713min0

Antevisão da nova época da NBA, na Conferência Este, onde Cavs e Celtics vão dividir as atenções pelo terceiro ano consecutivo na luta para chegar à Final, contudo serão os Wizards a celebrar o topo da tabela da fase regular.

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João PortugalNovembro 20, 20165min0

Segunda edição do nosso espaço que traz aos adeptos portugueses os melhores artigos, vídeos e podcasts que foram feitos em terras de Trump, agora que todas as equipas já disputaram pelo menos 10 jogos . As sugestões incidem no final da carreira do melhor atirador de todos os tempos até Steph Curry lhe ter retirado todos os records de triplos, Ray Allen; a equipa sensação do Este neste início de época; Como os Bigs estão a tomar conta da NBA e a brilhante explicação de como os Thunder desperdiçaram o trio Durant-Westbrook-Harden. Terminamos com uma análise aos Warriors e como funciona o novo ataque com Kevin Durant.

Ray Allen was the most interesting man in the NBA

Erik Spoelstra: No one like Ray Allen

A temporada começou com Ray Allen a anunciar que finalmente pendurou as botas. Já não jogava há duas temporadas, é certo, mas houve sempre rumores de que poderia ter regressado para ajudar algum candidato ao título na recta final da prova. Agora acabou mesmo e os dois artigos que sugiro sobre a sua carreira são a história contada por Marc J. Spears do TheUndefeated e a entrevista de Erik Spoelstra, o último treinador de Ray Allen, a Tom Haberstroh da ESPN. Perspectivas diferentes, uma debruçada mais nos tempos dos Celtics, com várias citações de Paul Pierce, a outra nos anos em que atingiu Finais consecutivas, vencendo uma, em Miami, culminados com um dos lançamentos mais incríveis da história, no jogo 6 da Final de 2013, contra os Spurs.

The Biggest stop of Kevin Love’s life? It wasn’t this one

Estive indeciso sobre se colocaria esta história de Lee Jenkins, do TheCrossover, sobre um momento atribulado da vida de Kevin Love, quando se viu na situação de salvar um grande amigo que caíu em cima de uma garrafa de vidro que o furou. Jenkins conta ao pormenor como Love salvo a vida ao seu amigo, com o que aprendeu com a sua mão, enfermeira, e como o outro rapaz, Tyler Kandel, conseguiu recompor a sua vida e tornar-se no fotógrafo profissional que é hoje. Tem pouco basket, mas é uma história de vida e um lado que não conheciamos de Kevin Love.

The Charlotte Hornets know exactly who they are

Os Hornets estão em 2º no Este, neste início de temporada, e, à hora em que escrevia este parágrafo, venciam por 11 em casa dos Pelicans, a caminho do nono triunfo neste arranque de época. Jared Dublin do TheStepBack começa por explicar que o mais importante para se ter uma equipa vencedora é a identidade, e que Charlotte entra em court todas as noites com o mesmo plano de jogo: no ataque, Kemba Walker é o patrão e define todas as jogadas, e na defesa eles vão esforçar-se sempre mais que o adversário, porque está no seu ADN.

The NBA’s Big-Man BOOM

Joel Embiid: “I’m TheProcess”

Já não é segredo que a NBA está recheada de jovens Bigs talentosos: Karl-Anthony Towns, Anthony Davis, Kristaps Porzingis, Joel Embiid, Myles Turner, entre muitos outros. Kevin O’Connor, do TheRinger, compila num artigo todas as qualidades de cada um, as suas inspirações e o que potencial que poderão vir a atingir no futuro. Adicionalmente, mais uma fantástica história de vida, desta feita de Joel Embiid e como ele se autodenonimou TheProcess, numa entrevista ao própio por parte de Lee Jenkins, para o TheCrossover E vocês? Quem acham que será o primeiro MVP desta lista? E o primeiro a vencer um título na NBA?

[Foto: ESPN.com]
[Foto: ESPN.com]

How a massive miscalculation broke up Thunder’s Westbrook-Durant-Harden dynasty

Esta peça é um pouco diferente do que já vos apresentei. É mais financeira, tem mais palavras difíceis e, talvez, novas para os leitores, contudo Danny Leroux, aqui a escrever para o SportingNews, explica sempre tudo como se quem estivesse a ler fosse um leigo na matéria. Para os interessados em aprender mais sobre como funciona a economia da NBA, o Danny é uma das vossas melhores fontes de aprendizagem. Aqui, ele explica como OKC podia perfeitamente ter aguardado 16 meses para trocarem James Harden, em relação à data em que realmente o fizeram, conseguindo sempre pagar a Luxury Tax, o imposto que as equipas pagam quando ultrapassam a barreira salarial. Nesses 16 meses soube-se que essa barreira salarial iria explodir com o novo acordo dos direitos televisivos e que até teria sido possível manter Harden sem pagar imposto, sendo que uma das medidas “fáceis” de pôr em prática teria sido cortar Kendrick Perkins, livre de custos.

Warriors’ Offense is Clicking, and it’s frightening

What do we want from the Warriors?

E, para fazer a transição da escrita para o vídeo e para terminar esta edição, uma dupla sobre a equipa mais fascinante dos últimos anos, os Golden State Warriors. Shane Young, para o FanRagSports, faz-nos o breakdown das jogadas mais utilizadas e mais difícies de defender por parte de Golden State (com muitos clips), enquanto que Paul Flannery, do SBNation, apresenta-nos os dados estatísticos mais impressionantes dos últimos jogos dos Warriors, fala-nos de como eles defendem e, mais importante, interroga-nos, adeptos de basketball, sobre o que desejamos que esta equipa que planeia mudar a Historia da NBA seja.

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João PortugalOutubro 23, 201611min0

A nova temporada da NBA começa dentro de dois dias! Daqui a duas madrugadas, a cidade de Cleveland, pelo menos a parte que não estiver a ver o jogo 1 da Final da MLB no estádio ao lado, dos Indians, pára para assistir à cerimónia de entrega dos Anéis aos Cavaliers. Apesar do enorme favoritismo dos Campeões de regressarem à Final, emergem equipas como os Celtics ou os Pacers que adicionaram os dois Al’s, Horford e Jefferson, aos seus plantéis. Os Raptors perderam Biyombo para os Magic, mas reforçaram o ponto fraco do plantel, com Jared Sullinger. Os 3 clássicos, Heat, Knicks e Bulls, arriscam-se a ficar todos de fora do acesso aos playoffs.

Conferência Oeste 

O Campeão assiste à luta, do trono

Não é propriamente difícil prever e colocar os Cavs como super favorito a terminar o Este na primeira posição. Mesmo que Lebron James, Kyrie Irving e Kevin Love tenham uma fase regular mais tranquila, com mais descanso, devem conseguir andar perto das 60 vitórias nos 82 jogos, o que é mais do que suficiente para vencer a Conferência. Não nos podemos esquecer que Lebron James alcançou as últimas 6 Finais, isto significa 600 jogos oficiais em 6 anos. Para já, é altamente favorito à 7ª consectiva, e depois? Será que conseguirá 8 ou 9?

Para além de finalmente terem renegociado o contracto de JR Smith para permanecer mais 4 anos (3 garantidos + 1 não garantido) em Cleveland, Mike Dunleavy Jr. e Chris Andersen vêm gastar os últimos cartuchos em busca de glória eterna contra os super poderosos Warriors. Esta é a grande diferença de uma temporada para a outra, os Cavs colocaram-se na situação mais complicada de sair, a perder por 1-3 na Final com 2 jogos fora e apenas um em casa, e fizeram o quase impossível, sair triunfantes da época histórica dos Warriors 73-9. Se, por acaso, alguém conseguir ultrapassar os Warriors que agora contam com Kevin Durant, tem à sua espera lugares cativos no Domínio dos Deuses. Para Lebron James, que já lá está, poderá ver associada a si a expressão “Melhor de Sempre” sem que mais o interroguem com “Então e aquele rapaz que ganhou 6 títulos com os Bulls chamado MJ?”

[A apresentação de Al Horford][Foto: John Wilcox]
A apresentação de Al Horford [Foto: John Wilcox]

Os Candidatos ao resto do top4

Aqui começa a parte engraçada, antever competições tem de trazer algum gozo a quem o faz, algum risco para quem escreve. Só um doido pode prever que Cavs e Warriors não se defrontem pela terceira vez consecutiva na Final da NBA, algo que seria inédito. Não haver liberdade criativa para antever os finalistas da competição, deixa-nos loucos para inventar no resto: “Quem vai perturbar os dois gigantes?”; “Quem vai falhar os playoffs?”; “Quem vai ficar em último?” (até esta parece extremamente óbvia).

A melhor equipa do Este, a seguir a Cleveland, serão os Boston Celtics, que ficarão à frente de Toronto e Indiana, no top4 da Conferência. Mais, acredito plenamente que venham a terminar com a melhor defesa da NBA. A contratação blockbuster do Este foi Al Horford, que trocou os Hawks por Boston, deixando assim um dos melhores franchises dos últimos anos, mas que foi impotente contra Cleveland nos playoffs, para criar em Boston a maior resistência ao poder, desde que Lebron saiu de Miami.

Claro que a pergunta principal é: “Já são bons o suficiente?” Eu penso que sim, que vão com relativa facilidade ganhar 50 ou mais jogos. Juntando a versatilidade defensiva de Horford às fantásticas qualidades nesse campo de nomes como Avery Bradley, Marcus Smart ou Jae Crowder, os Celtics serão o grande quebra-cabeças para os ataques da NBA.

Os Raptors perderam Bismack Biyombo que foi tão importante nos playoffs, porém corrigiram um grande buraco no 5 inicial, ao contratarem Jared Sullinger, ex-Celtics. Arriscaram dar o máximo a DeMar DeRozan que foi extremamente contestado por uma post season desastrosa, como tem sido seu hábito, mantendo o plano de chegar à Final com o núcleo Lowry, DeRozan e Valanciunas. Mantêm esperança de que DeMarre Carroll faça uma época sem lesões e continuam a ter em Cory Joseph um dos melhores bases suplentes da liga. Vão andar à volta dos 50 triunfos também.

Jeff Teague e Paul George [Flipboard]
Jeff Teague e Paul George [Flipboard]

Colocar Indiana no top4 é o maior desafio, porém eu sou um grande believer nas capacidades extraordinárias de Paul George. Frank Vogel já não é o treinador, foi substituido pelo seu ex-assistente Nate McMillan, mas a base da equipa está lá. Trocaram George Hill por Jeff Teague, o que deve melhorar o ataque da equipa consideravelmente. Ian Mahinmi foi para Washington mas entraram Al Jefferson e Thaddeus Young. Myles Turner vai tomar de assalto a titularidade e ser um dos grandes candidatos a Most Improved Player e os Pacers vão ficar perto das 50 vitórias.

As restantes equipas que vão aos Playoffs

Wizards, Hawks, Pistons e Hornets, serão estas a ocupar as posições 5-8 na Conferência Este. Prevejo poucas diferenças em termos de resultados entre elas, que ficarão entre as 40 e 45 vitórias, talvez uma ou outra consiga aproximar-se das 47-48.

Washington tinha conseguido contratar Ian Mahinmi, que entretanto se lesionou e vai perder parte da época, mas isso não me parece ser suficiente para que terminem muito abaixo desta previsão. John Wall e Bradley Beal estão a 100% e são um dos melhores back courts da NBA. Trey Burke vai ser o base suplente, um grande upgrade no banco que permitirá a Wall e Beal novas dinâmicas com aquele que sempre achei o melhor base da classe de rookies de 2013 (apesar de ser um draft fraco).

Os Hawks decidiram apostar em Dennis Schroder para base principal, conseguiram garantir Dwight Howard para suprimir a saída de Al Horford e deram um novo contracto a Paul Millsap. Resta saber se o ano mau de Kyle Korver terá continuidade ou se ainda tem pernas para ser um dos atiradores mais letais da liga e um dos melhores jogadores sem bola.

Detroit tem uma dor de cabeça para resolver com a lesão de Reggie Jackson que pode vir a falhar um quarto da temporada. Ainda bem que resgataram Ish Smith (bom ball handler, mas falha na necessidade principal da equipa na posição, lançamento) na Free Agency para colmatar esta perda temporária. Andre Drummond continuará a ser um monstro temido, com melhorias significativas no seu jogo ofensivo. O banco melhorou significativamente com as entradas de Jon Leuer e Boban Marjanovic. Resta saber se Kentavious Caldwell-Pope, Tobias Harris e Marcus Morris conseguirão aproveitar o espaço que Drummond e os bases vão criar no perímetro com lançamentos consistentes.

Cody Zeller e Reggie Jackson vão lutar por um lugar nos playoffs [WTOP.com]
Cody Zeller e Reggie Jackson vão lutar por um lugar nos playoffs [WTOP.com]

Charlotte ficou sem Big Al Jefferson, mas decidiu dar uma oportunidade a Roy Hibbert e tem em Cody Zeller a aposta principal para o futuro, no jogo interior. Outro upgrade interessante foi a contratação de Marco Belinelli que capacidade de lançamento exterior para juntar a Marvin Williams e Nicholas Batum, os dois melhores extremos nesse campo da equipa. Naturalmente, a qualidade principal dos Hornets será na defesa, contudo as equipas lançaram, em média, 1974 triplos e marcaram 698 ao longo da temporada, um aumento de 137 e 46, em termos absolutos, respectivamente, em relação a 2014-15. Esta época prevê-se que os números aumentem ainda mais. É imperativo que todas as equipas que procuram os playoffs tenham armas que acompanhem as tendências da NBA.

Quem vai ficar à porta dos Playoffs

Continuando o parágrafo anterior, essa foi uma das razões que me levou a deixar de fora equipas como os Bulls, Magic, Knicks, Heat ou Bucks. Outras, igualmente importantes, foram as dúvidas em relação aos objectivos para este ano (se querem ganhar ou perder), se vão conseguir tirar jogos suficientes dos seus melhores jogadores, sem lesões ou que precisem de descanso, ou se vão conseguir manter a sanidade mental do plantel, equipa técnica e front office (estou a olhar para vocês Knicks).

Em termos quantitativos, acredito que os cinco franchises acima nomeados consigam todos entre 30 a 38 vitórias, sendo que coloco os Chicago Bulls como os mais próximos de surpreenderem e alcançarem os playoffs. Ainda assim, acho horrenda a troca que levou Tony Snell para Milwaukee, por Michael Carter-Williams. MCW é mais um jogador que necessita de muita bola nas mãos (ao menos nos Bulls vai começar no banco), e tem enormes dificuldades em lançar de fora, sendo ainda um finalizador muito atabalhoado perto do cesto.

O novo trio dos Bulls [ChicagoTribune]
O novo trio dos Bulls [ChicagoTribune]

Boa notícia para Derrick Rose, foi ilibado da acusação de violação há uns dias, más notícias para os Knicks, Brandon Jennings já foi, durante esta pré-época, melhor do que Rose em toda a temporada passada. As adições de Joakim Noah e de Courtney Lee foram boas jogadas de mercado. O papel de Carmelo Anthony será fundamental. Esta equipa já não é dele, é de Kristaps Porzingis. Melo tem de jogar como na seleção americana, onde não é o principal protagonista. Ele consegue mais pontos mais facilmente quando não tem a bola a maior parte dos ataques. Há potencial em NY para irem à post season se as coisas correrem muito bem e Noah e Porzingis estiverem aptos para os jogos quase todos.

Heat, Magic e Bucks são incógnitas porque estarão as três muito atentas ao mercado. Sem Wade, e agora com a perda definitiva de Chris Bosh, Miami não ter armas suficientes para o top8 e é bem possível que tentem trocar Goran Dragic durante a temporada e, se as coisas começarem a correr mal, deitem o ano para o lixo e tentem maximizar a qualidade da escolha do draft de 2017, terminando o mais abaixo possível na classificação.

Milwaukee fez um bom negócio ao livrar-se de Michael Carter-Williams, com o grego Giannis Antetokuonmpo a assumir as rédeas da equpa como base principal. Khris Middleton deverá falhar o ano todo e nem Mirza Teletovic nem Tony Snell têm a mesma qualidade para o substituir. Será uma temporada de evolução para os jovens Bucks, sempre atentos ao que o mercado oferece por Greg Monroe.

Os Orlando Magic arriscaram e investiram numa grande modificação do plantel. Trocaram Victor Oladipo por Serge Ibaka e ainda ficaram com o Free Agent Bismack Biyombo. Juntando a Aaron Gordon (que deverá jogar a extremo uma boa parte do tempo) e Nikola Vucevic, são muitos Bigs! O plantel não está finalizado, tendo excessos de um lado e escassez no back court. Orlando será um dos dinamizadores do mercado ao longo da época.

A dupla do costume no fundo da tabela

Duvido que tanto Nets como 76ers consigam passar as 20 vitórias. Aliás, com a lesão do nº 1 do draft de Junho, Ben Simmons, e a quantidade industrial de Big Men que há no plantel, devem ficar mais perto das 15. Sergio Rodriguez vai ser o melhor base do plantel desde que começou o #TrustTheProcess, numa equipa cujo jogador mais bem pago será Jerryd Bayless! Ao menos Joel Embiid vai ser o Rookie of the Year, com dois anos de atraso. Se acha que Jahlil Okafor vai ser trocado, marque 1, se acha que será Nerlens Noel, marque 2, se acredita que serão os dois trocados, marque 3.

Os Nets deverão ser um bocadinho melhores. O principal objectivo da temporada deverá ser encontrar um bom parceiro para trocar Brook Lopez. Depois de negociarem Thaddeus Young para Indiana pela vigésima escolha do draft, Caris LeVert, o novo GM de Brooklyn procurará algo ainda melhor, talvez trocar por algum jovem com valor já na NBA, sendo que o importante é preparar a época de 2020, quando os Nets puderem finalmente recomeçar a ser relevantes.

That's Danny Ainge's screensaver - Jason Concepcion [TheRinger]
That’s Danny Ainge’s screensaver – Jason Concepcion [TheRinger]

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