10 momentos a recordar do ano de 2019 para o Crossfit

Tiago OliveiraJaneiro 2, 20205min0

10 momentos a recordar do ano de 2019 para o Crossfit

Tiago OliveiraJaneiro 2, 20205min0
O Crossfit teve um ano 2019 cheio e recordamos vários dos principais momentos que marcaram esta modalidade que se afirma ano após ano!

O ano termina e invariavelmente balanços e desafios são duas palavras que entram no diálogo comum. No CrossFit isso não é muito diferente. Muita gente começa a colar na lista para 2020 o muscle-up que persegue há uns tempos. Ou, ainda, aquele snatch malandro com o peso corporal. Isso porque andar em pino ainda é uma miragem e a ida ao deserto ainda não foi planeada.

Mas, movimentos e objetivos à parte, como foi o ano de 2019? Sem qualquer ordem e perfeitamente anárquico:

Número 1 – o destaque tem de ir para João Ferreira e Sara Pinto com as suas presenças nos CrossFit Games. Prestações à parte foi a primeira vez que atletas portugueses e a treinar em Portugal marcaram presença no evento principal naquela que é A competição. E isso foi relativamente fixe. Relativamente porque um wod e adeus não é de todo fixe.

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Aí vão os Tugas!

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Número 2 – a primeira época com eventos Sancionados. É verdade que o primeiro ocorreu ainda em 2018 (Hello, Dubai em dezembro de 2018?!) mas foi um ano cheio de competições que mostraram o melhor e o pior (sim, transmissões pobres e sem coordenação, pouco público…) que se foi fazendo. Mas vamos olhar com otimismo e ver que são dores de crescimento. Género, um crescimento em qualidade de preferência.

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Número 3 –  Dois Opens. Um em fevereiro a contar para os Games de 2019 e outro em outubro a contar para 2020. Porque é destaque, porque não pude fazer o de fevereiro mas pude fazer o de outubro. Como sou eu que escrevo sou eu que decido.

Número 4 – a abertura de novas boxes. O que mostra que o desporto continua a crescer e ainda há espaço. Se vale a pena ser afiliado ou não, é uma outra questão que não interessa para balanços. Mas, releva que algumas destas «novas» boxes são «sucursais» de uma casa mãe. A Alvalade Arco do cego (não afiliada) que continua a marca da CrossFit Alvalade e a CrossFit Off Limits Benfica numa espécie de «regresso a casa» ou, se preferirem, o «Regresso do filho pródigo» – afinal ainda estamos em época natalícia.

Número 5 – all mighty Mat Fraser. Onde apareceu ganhou. Outra vez. Sancionados, checked. Games, Checked. Apenas que este ano suou da axila para derrotar Noah Ohlsen no Games. Mas, aquele último evento quando faz snatch touch and go quando todos estão a fazer singles só para mostrar quem manda é, verdadeiramente, à patrão.

Número 6 – Noah Ohlsen a fazer tremar Mat Fraser. Vamos dar algum crédito ao miúdo. E vamos recapitular, corria o ano de 2014 e era o último ano de Rich Froning. Era o primeiro ano de Noah e Mat. Noah chega a estar em primeiro durante a competição. Mat termina em segundo logo atrás de Rich que ganhava, assim, o título pelo quarto ano seguido. Pelo que parece quase justiça poética Mat ganhar o seu quarto título com Noah a terminar em segundo e dar luta até ao último dia.

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TOP 5 MOMENTS FROM THE 2019 GAMES ——— #1 – MARY 🤸🏼‍♂️ You know how certain moments gets ingrained into your memory forever? This was one of those. Maybe that sounds a bit dramatic when talking about a workout, but I think it was one of the defining moments of my CrossFit career, which is obviously a huge part of my life. To duke it out for 20 minutes straight and have it come down to the final seconds was thrilling. From the moment the clock started, I did my very best to be aware of the pace I was moving, of what was going on around me, and how my body was responding as we got deeper into the event. We all came out hot but I felt like I quickly settled into the right rhythm. Handstand push-ups, breathe, pistols, breathe, chalk, breathe, pull-ups, repeat. I’m not typically good at gaming workouts based on my competitors, but this time I was able to orchestrate picking up the pace and taking small windows of rest to keep myself just barely in the lead. When it got down to the last couple minutes I knew I had the juice to close it out. I was smiling inside during the last few reps. Then, the moment. The roar from the crowd. I could try to put it into words here, but I think the videos attached say it all!

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Número 7 – A desilusão chamada Sara Sigmundsdóttir. Opens fantástico. Eventos Sancionados onde é sempre uma das melhores. Prestações nos Games sempre aquém. Há uns tempos o termo «mindset» começou a ser utilizado a torto a direito. Alguém pedia um café e vinha logo acompanhado com mindset . Ao almoço, mindset era sobremesa. Mas aposto que tem tudo a ver com a Sara. Para ver se atina de vez nos Games e mostra do que é capaz.

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Time to turn on the BEASTMODE!

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Número 8 – Tia Toomey. Há algum debate sobre quem, no lado dos homens, é o melhor de sempre: Rich ou Mat. É quase como discutir quem é o melhor, Pelé ou Eusébio até ter nascido o Maradona. Em todo o caso, no lado das mulheres é relativamente simples: 5 presenças nos Games, 2 segundos lugares back to back e 3 primeiros lugares back to back to back. A melhor de Sempre, Tia Clair.

Número 9 – o inevitável Rich Froning. Há 10 anos que, em individual ou equipa, marca presença nos Games. Há 10 anos que acaba sempre no pódio. Apresenta 2 segundos lugares e 8 primeiros lugares. O mito. A lenda. O legado. Rich Froning! Vistam-no de azul com umas cuecas vermelhas por fora e o Super Homem é real.

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Ring Muscle Up, Bar Muscle, or both in 20.4?

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Número 10 – O CrossFit. O desporto continua a crescer. A marca impõe-se e a HQ ganha processos judiciais. A Nike patrocina Mat Fraser e colocou um banner com a sua imagem na sua sede, na famosa WHQ campus. Se isto não mostra o crescimento podem fechar a internet, sentarem-se no canto da sala virados para a parede a meditar e vemo-nos no início de 2021.

Foto: Mathew Fraser

Mas, CrossFit são desafios, e o primeiro é simples, para mandar as calorias para baixo:

100 burpees para tempo. Simples. Deitar no chão e colocar em pé.


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