Os jovens norte-americanos que estão a despertar na Bundesliga

Pedro SousaFevereiro 9, 20193min0

Os jovens norte-americanos que estão a despertar na Bundesliga

Pedro SousaFevereiro 9, 20193min0
O Bola na Relva foi descobrir os norte-americanos presentes na Bundesliga e que procuram brilhar no futebol europeu! Descobre tudo aqui!

Pedro Sousa é autor do projeto Bola na Relva e colaborador do Fair Play!


Os campeonatos norte-americanos têm evoluído ano após ano. Contudo, os jovens jogadores ainda procuram o continente europeu para brilhar. O campeonato alemão tem acolhido esses jovens jogadores que tentam “vingar” no futebol do velho continente. A jogar num campeonato muito competitivo, estas novas promessas crescem a jogar contra os melhores jogadores que atuam na Alemanha. Alguns precisam de algum tempo de adaptação. Por outro lado, alguns chegam e começam logo a brilhar.

Christian Pulišić

O caso mais mediático. O jovem jogador do Borussia de Dortmund está a realizar a última temporada no clube germânico. Contratado, neste mercado de inverno, pelo Chelsea, Pulišić já tem provas dados no futebol europeu. O pequeno génio norte-americano chegou ao clube de Dortmund na temporada de 2014/2015. Atualmente com 20 anos e com 23 internacionalizações, Christian Pulišić é um extremo rápido e muito tecnicista. Pelo emblema da Vestfália, o “capitão américa” realizou, até ao momento, 118 jogos e marcou 16 golos pelos amarelos e pretos.

Weston McKennie

Contratado pelo Schalke 04, na época de 2016/2017, ao FC Dallas, o médio defensivo assumiu-se como elemento crucial na estratégia do clube de Gelsenkirchen. Forte fisicamente e com excelente sentido de posicionamento, Weston McKennie já disputou sete jogos pelos Estados Unidos da América. Pelo emblema alemão, em duas temporadas, realizou 47 jogos e faturou duas vezes. As suas ações defensivas são importantes para manter o equilíbrio da sua equipa. Apesar da elevada estatura, McKennie destaca-se no drible. Para um médio de contenção, o jogador de 20 anos tem argumentos para subir de patamar.

(Foto: Yahoo! Sports)

 Haji Wright

O avançado, que também atua no Schalke 04, foi contratado na temporada 2015/2016 ao New York Cosmos. Nasceu no estado da Califórnia (EUA) e atualmente com seis jogos pela equipa principal, Haji Wright é possante (1,93m e 86kg) e consegue jogar bem de costas para a baliza. Contudo, a finalização é algo que tem de ser trabalhado pelo jogador.

Tyler Adams

Tem 19 anos, mas já tem muito futebol nas pernas. O novo jogador do RB Leipzig foi contratado pelo emblema alemão ao New York RB. Médio de grande capacidade física, o jovem jogador alia essa qualidade à capacidade de condução de bola. Nas três épocas que representou o clube do seu país, Tyler Adams realizou 71 jogos. Na seleção dos EUA já realizou nove jogos e marcou um golo. É capaz de jogar na posição mais recuado do meio campo, mas também pode desempenhar o papel de defesa direito e esquerdo.

Josh Sargent

O Werder Bremen tem no seu plantel um jogador bastante ágil e com muita qualidade técnica. Josh Sargent, de 18 anos, é uma pérola que a equipa alemã tem no seu plantel. Contratado ao Saint Louis FC, o jovem jogador consegue aliar a velocidade ao forte poderio físico (1,85m e 77kg). Com seis jogos pelos Estados Unidos da América, Sargent já fez balançar as redes em duas ocasiões. No Werder Bremen, esta temporada, conta com seis golos e dois golos. Um jogador bastante interessante e que pode dar o salto para um clube de maior dimensão muito em breve.

(Foto: Bundesliga)

Alphonso Davies

Contratado ao Vancouver Whitecaps pelo Bayern de Munique, o canadiano de 18 anos pode jogar a extremo direito e esquerdo. No emblema que atua na MLS, Alphonso Davies estreou-se em 2016, realizou 81 jogou e marcou 12 golos. Na Bundesliga já disputou duas partidas pela formação da Baviera. Muito rápido e bom tecnicamente, Davies apresenta características interessantes para vingar no campeonato alemão.


Entre na discussão


Quem somos

É com Fair Play que pretendemos trazer uma diversificada panóplia de assuntos e temas. A análise ao detalhe que definiu o jogo; a perspectiva histórica que faz sentido enquadrar; a equipa que tacticamente tem subjugado os seus concorrentes; a individualidade que teima em não deixar de brilhar – é tudo disso que é feito o Fair Play. Que o leitor poderá e deverá não só ler e acompanhar, mas dele participar, através do comentário, fomentando, assim, ainda mais o debate e a partilha.


CONTACTE-NOS



newsletter