O circuito ATP entrou em um novo momento. Novos nomes, muito talento, mas ainda sem hegemonia de um atleta só
O circuito ATP entrou em um novo momento. Novos nomes, muito talento, mas ainda sem hegemonia de um atleta só
Em apenas 10 meses João Fonseca subiu mais de 100 posições no ranking ATP. Em 2025 conquistou os seus primeiros dois títulos e tornou-se o primeiro brasileiro, desde Gustavo Kuerten a vencer um torneio ATP 500. Aconteceu em Basileia.
Ao conquistar mais um torneio, Bublik se torna, junto com Alcaraz, um dos dois tenistas que conquistou 4 torneios ATP em 2025.
Francisco Cabral tornou-se o segundo português a alcançar a 26 posição do ranking ATP. O portuense é o primeiro a fazê-lo em pares, enquanto João Sousa o fez em singulares.
O italiano Luciano Darderi conquistou os dois últimos torneios que jogou. São já três títulos em 2025, um feito só alcançado até aqui por Alcaraz e Bublik.
Aos 22 anos, Carlos Alcaraz soma 4 Majors, entre eles dois Roland Garros. A comparação com Nadal é inevitável. Pelo perfil de jogo, pelo domínio na terra batida, pela precocidade e por serem os dois espanhóis. Mas pode Alcaraz ameaçar a hegemonia de Nadal em Paris?
O italiano conquistou o segundo torneio ATP da carreira em menos de 2 meses e ambos na terra batida. Igual só Carlos Alcaraz.
Zverev conquistou pela terceira vez um título em Munique. São agora 24 no circuito ATP. Mas é um Major que o alemão, agora número 2 mundial, busca de forma incessante. E isso poderá até já acontecer em Roland Garros.
Jack Draper conquistou, em grande estilo, o seu primeiro Masters 1000. Com uma carreira marcada por lesões, o britânico é agora 7 do mundo.
Sebastian Baez tornou-se o primeiro tenista a vencer dois anos consecutivos no Rio de Janeiro.