Arquivo de Lopez - Fair Play

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Francisco IsaacAbril 26, 20177min0

Os Saracens vão voltar a marcar presença no maior palco europeu de Rugby, onde encontrarão o ASM Clermont que terá mais oportunidade para “agarrar” um título que já deu grandes “pesadelos”, isto tudo à custa de Munster e Leinster. 4 pontos sobre as meias-finais da European Champions Cup

O CAMPEÃO: SARACENS COM O SONHO DA DUPLA DOBRADINHA

Um jogo extremamente físico, fechado e “apertado” entre Munster e Saracens não deu grandes ensaios, mas não deixou de ser vivido com um ritmo altíssimo de jogo.

A equipa londrina sabia que para sair da casa dos Stags com a vitória tinha de trazer o seu melhor jogo a nível defensivo, sem erros, sem brechas, sem quedas de intensidade ou de concentração.

Para além disso, o ataque tinha de ser, a todos os pontos, “venenoso”, obtendo pontos sempre que conseguissem explorar os últimos 40 metros dos irlandeses.

A estratégia de Mike McCall funcionou, já que o Munster teve vários problemas em conseguir penetrar na defesa inglesa, especialmente nos primeiros 35 minutos. Até a esse momento tinham o dobro dos carries, tinham conquistado mais metros, mas sem tirar grande proveito desses números.

Os sarries estiveram “perfeitos” no que toca à defesa, seja individual ou colectiva, combinando bem a 3ª linha (Michael Rhodes volta a realizar um jogo “gigante” com 17 placagens) com as restantes unidades.

Destacar o papel de Mako Vunipola, Vincent Koch e Jamie George, com os  três a completarem 40 placagens e dois turnovers. O primeiro está numa forma assombrosa, ocupando com “agressividade” o seu espaço, assim como soube ajudar na pressão externa ao Munster que nunca conseguiu meter a oval em condições em Zebo ou Earls.

80 minutos sem quebras de linha para o Munster prova que os Saracens são, neste momento, a melhor defesa a nível da Europa e do Hemisfério Norte.

O ataque apareceu quando tinha de “picar o ponto”, com ensaios de Mako Vunipola (através de um bom maul) e Chris Wyles (o norte-americano saiu do banco para “tremer” o jogo), para além dos 16 pontos a partir do pé de Farrell.

O Munster e a sua forma de viver o jogo, com uma paixão imensa que depois é transmitida numa intensidade única, foram bem paradas por aquela que poderá ser a nova formação dominante a nível do Hemisfério Norte nos próximos anos.

O MVP: LOPEZ REMÉDIO PARA TODOS OS MALES

Durante 2015 e 2016, os franceses choravam pelo facto de não possuírem um nº10 que enchesse as medidas e respeitasse o champagne que os Les Bleus gostam tanto de praticar (já nem tanto).

Bem, a temporada de Camille Lopez poderá servir de demonstração que o abertura do Clermont é, sem dúvida alguma, o homem que tanto precisam e sonham. Já nas Seis Nações 2017 (findadas em Abril), Lopez tinha dado provas que estava diferente, mais confiante, mais participativo com vontade de mexer o jogo sempre que possível.

Frente ao Leinster não teve vida fácil, uma vez que um dos planos de jogo dos irlandeses passava por atacar o canal interior e exterior do 10, impossibilitando-o de se “mexer” ou de criar soluções ofensivas mais “profundas”.

Veja-se que os dois ensaios do Clermont aconteceram após um trabalho exigente na saída do ruck, em picks e depois num lançamento sempre rápido do 9 para as unidades que estavam montadas mais cercas dessa fase dinâmica. Lopez estava mais longe e profundo, à espera de um aglomerar irlandês para receber a oval e meter a bola na outra ponta… mas nunca foi preciso.

O Leinster, por Isa Nacewa ou Sexton, tentaram explorar o canal do 10, a nível ofensivo, só que Lopez esteve resiliente e aguentou todas as investidas que passaram ao seu lado, como provam as 8 placagens.

Para finalizar, Lopez coroou uma boa exibição com dois drops de alto nível, sendo que o primeiro é de difícil execução metendo uma pressão e efeito na bola de grande qualidade e mestria. Numa altura em que é raro vermos este tipo de pontapé, Lopez avisou os seus adversários que o Clermont tem capacidade para marcar de todas as formas e feitios.

Um nº10 que merece uma ovação pela qualidade, raça e entrega que traz ao jogo, para além de todo um “perfume” com a bola nas mãos.

A DECEPÇÃO: METROS TÊM DE SIGNIFICAR ENSAIOS LEINSTER

Dois factos que nos precipitam para afirmar que o Leinster realizou uma exibição abaixo do expectável: 650 metros conquistados deram só um ensaio e os primeiros 40 minutos oferecidos ao Clermont.

Se uma equipa consegue fazer mais de meio km de metros com a oval na mão e não consegue fazer ensaios, então há algo de errado nos processos e na forma como atacam a linha de defesa no último quarto de terreno.

Não foi por insistência de Sexton (jogo mediano do nº10 irlandês) ou do trabalho do par de centros que não tiveram mais pontos, mas foi essencialmente pela falta de capacidade de ler a defesa e de explorar as (poucas) falhas que o Clermont demonstrava na sua linha defensiva.

Sem capacidade de penetração tudo fica mais difícil, pois não há pontos e sem pontos não há vitória. Jamie Heaslip é um jogador fundamental na criação de roturas defensivas, já que o seu físico e mobilidade permite ao Leinster sair a jogar mais rápido e encontrar outros pontos de ataque.

O segundo ponto foi algo que trouxe a “sombra” da derrota à equipa do Leinster: os 40 minutos de avanço concedidos ao Clermont. A primeira parte terminou num 15-03, onde um dos ensaios dos franceses era evitável (desatenção à ponta e sem placagens efectivas) e a concentração dos irlandeses esteve em “baixa”.

As linhas atrasadas do Leinster efectuaram 9 erros forçados de ataque, separados do 9 ao 15, alguns deles de alguma gravidade já que lhes tiraram boas oportunidades para chegarem à área de validação.

Por isso, com uma defesa mais “branda” na 1ª parte (Sean O’Brien foi outro jogador que fez falta) e um ataque soft, o Clermont aproveitou para ganhar uma boa margem que seria inultrapassável para o Leinster e o sonho de tentar conquistar uma 4ª Champions Cup.

A REVELAÇÃO: GARRY RINGROSE VAI MARCAR UMA NOVA ERA?

Voltamos a revisitar e escolher um detalhe do jogo do Clermont-Leinster para fechar os 4 pontos das meias-finais da Champions Cup: Garry Ringrose.

O centro está a passar por uma fase de momentum espectacular com uma série de pormenores que podem levá-lo a atingir um patamar do mais alto possível… fazer jus ao nome e lenda de Brian O’Driscoll.

O centro, de 22 anos, já realizou 8 jogos pela Irlanda e tem sido uma das coqueluches da selecção de Joe Schmidt. No Leinster assumiu um papel preponderante na defesa e ainda mais no ataque… o ensaio contra o Clermont prova toda essa “sofisticação” que o centro possui e que pode mudar, radicalmente, a forma de atacar do Leinster.

Essa jogada mirabolante, carregada de toda uma excentricidade e noção de como aproveitar o espaço e os erros de placagem do adversário. O explorar dos “buracos” e a forma como acelerou neles, tornaram-no impossível de segurar.

Ringrose fez 134 metros em 15 carries, bateu 14 defesas e acabou com duas quebras de linha… sem qualquer erro de controlo de bola (foi o único dos 3/4’s nesse aspecto). Tem tudo para ser um dos novos mastros do rugby irlandês.

Referência muito breve a Niall Scannell, o talonador do Munster. Jogo de alta qualidade do nº2, que teve excelente nas fases estáticas (15 alinhamentos conquistados mais a 5 formações ordenadas) para além de ser um excelente apoio a quem carrega a oval ou na forma como disputa os rucks.

Garry Ringrose e Niall Scannell são o futuro do rugby irlandês, que precisa rapidamente de uma mudança para aproveitar esta “bolsa” de crescimento que foi conquistada na Champions Cup, na Pro12 ou nas Seis Nações 2017.

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Francisco IsaacNovembro 25, 201610min0

Derradeiro jogo do Tour da Nova Zelândia pela Europa termina em Paris frente aos Les Bleus. Conseguirá Novés surpreender o Mundo? Ou será mais um jogo “fácil” para os All Blacks? Um jogo com mais de 110 anos de História, transmitido na Eurosport1 no dia 26 de Novembro às 20:00

All Blacks Les Bleus, um duelo centenário pela Glória. Desde 1906 que os franceses desafiam os neozelandeses a cada novo ano que passa (houve hiato entre jogos, com os maiores a verificaram-se entre as duas Grandes Guerras, ou seja, 1906-1924 e 1925-1954). Nos últimos nove jogos, a Nova Zelândia conquistou 9 vitórias, com a última a ser um autêntico rolo compressor  em pleno Mundial de Rugby em 2015. Nesse jogo Julian Savea tratou de “imitar” Jonah Lomu, com três ensaios de grande qualidade, onde a expressividade física e o detalhe técnico do ponta, criaram sérios problemas para uma defesa débil, pouco flexível e sem a “raça” necessária para parar as intenções de vitória dos All Blacks.

A última vitória francesa foi no distante ano de 2009, quando os Les Bleus se deslocaram até Dunedin (Nova Zelândia). No dia 13 de Junho, desse ano, a França de Marc Lièvremont conquistou uma vitória por 27-22, expondo algumas das debilidades de então da Nova Zelândia. De 2009 para 2016, a França manteve, na convocatória, só um jogador: Louis Picamoles. Entre reformas, jogadores que caíram do “pedestal” do Top14 ou as sucessivas “revoluções” dentro do rugby dos Les Bleus, Louis Picamoles resistiu e voltará a jogar contra a Nova Zelândia. Maxime Médard, Vincent Clerc e François Trinh-Duc (lesionado até Janeiro) são outros três nomes que poderiam estar ao serviço da selecção para este encontro mas Novés teve outras ideias, ou pelo menos, foi forçado a mudar a equipa.

A queda de 2007 (Foto: Rugbyrama)
A queda de 2007 (Foto: Rugbyrama)

Mas o que há de especial com esta Nova Zelândia? Em poucas palavras podemos dizer que entre 2009 a 2016 conquistaram 90 vitórias em 100 jogos, um recorde único entre selecções mundiais de todos os desportos. 8 derrotas (três contra Austrália e África do Sul, uma contra Inglaterra e Irlanda) e 2 empates (sempre contra a Austrália) são o registo mais “negativo” nestes últimos sete anos, o que demonstra o espectacular trabalho de Sir Graham Henry (sobreviveu ao Mundial 2007, quando a Nova Zelândia perdeu nos quartos-de-final…contra França) e Steve Hansen. A Nova Zelândia fez jus à ideia que o Mundo tinha de si, transformando-se num “monstro” quase imbatível de “abater” com um elenco de 50 jogadores que mantêm a qualidade de jogo para jogo, mês para mês e ano para ano.

Os dois mundiais (2011 e 2015), cinco rugby championships (em oito) e vários recordes batidos espelham um domínio total por parte dos All Blacks que parece não ter data para terminar. Mas como chegaram a estes números e recordes? Já fizemos várias alusões em artigos anteriores ao facto da Nova Zelândia ter os básicos bem limados, em que os detalhes mais práticos são trabalhados ao ponto em que não há erros críticos que os impeçam de seguir no caminho da vitória. Vejamos os dados estatísticos dos últimos quatro jogos (3 vitórias e 1 derrota):

  • 2629 metros conquistados (max. contra a Itália com 1079 / min. contra a Irlanda com 470 metros);
  • 23 ensaios (max. contra a Itália com 9 / min. contra a Irlanda no 2º jogo com 3);
  • 76  erros forçados/próprios (max. contra a Itália com 22 / min. contra a Irlanda no 2º jogo com 17);
  • 535 placagens efectivas com 66 falhadas, o que perfaz 12% do número total de tentativas (max. contra a Irlanda no 1º jogo com 193 / min. contra a Itália com 71);
  • 31 turnovers conquistados;
  • Formações ordenadas com 95% de eficácia (22 em 23 tentativas bem sucedidas);
  • Alinhamentos com 90% de eficácia (31 em 37 tentativas bem sucedidas);

O que provam estes números? Eficiência, concentração, equilíbrio, consistência e um trabalho bem executado. A Nova Zelândia procura ter as fases estáticas (formações ordenadas e alinhamentos) quase nos 100% de modo a garantir uma base de saída para fases de ataque. Com Beauden Barrett essa ideia ficou ainda mais bem vincada, já que no The Rugby Championship, a Nova Zelândia marcou 38 ensaios, sendo que 20 provieram de alinhamentos (12) e de formações ordenadas (8), o que prova o trabalho exaustivo do staff dos All Blacks em ter estas “secções” na sua máxima qualidade (91% de alinhamentos conquistados e 93% de formações ordenadas ganhas).

Outro dado importante de vincar, é a forma como a Nova Zelândia dá uso aos pontapés que recebe dos adversários, verificando-se 12 ensaios dos últimos 9 jogos (excluímos o jogo da Itália) a partir desse ponto. Nisso as linhas atrasadas (maioritariamente composta por Israel Dagg, Julian Savea e Ben Smith) e o formação (melhor TJ Perenara que Aaron Smith neste ponto) conseguem transformar uma recepção num lance de perigo iminente para o adversário que teve de “despejar” a bola para o território neozelandês.

A somar a isto tudo, os avançados dos All Blacks são uma “máquina oleada” que está em perfeita sintonia com os 3/4’s, já que gostam de ter a oval na mão, sabem manobrá-la como poucos (veja-se Dane Coles, Kieran Read, Ardie Savea, Broadie Retallick ou Jerome Kaino), conquistam bons metros e têm noção de como podem fazer a diferença no espaço aberto. Dane Coles é o principal “rei” nestas características, já que é um autêntico “ponta” a jogar com a camisola nº2, provando-se como um jogador letal e fulcral para a manobra defensiva ou ofensiva dos All Blacks.

Isto explica o porquê da Nova Zelândia ser bi-campeã Mundial em título, do porquê de tornar uma situação de “aperto” numa jogada de perigo e do porquê de conseguir ganhar qualquer jogo. Para além do mais, a NZRU tem produzido inúmeros jogadores de um talento e qualidade inegável, que sabem que têm de ser os melhores na sua posição para chegarem ao nível de selecção.

Quando em 2015 Ma’a Nonu, Conrad Smith, Daniel Carter, Richie McCaw e Kevin Mealamu se retiraram, muitos temeram pelo futuro dos All Blacks… poucos meses depois surgiram Anton Lienert-Brown, Ryan Crotty, Beauden Barrett, Sam Cane e Ofa Tu’ungafasi como soluções directas ao problema, para além de Sonny Bill Williams, Charlie Faumuina, George Moala, Waisake Naholo ou Codie Taylor, jogadores que já se estavam a afirmar no universo neozelandês. E, melhor ainda, os vários jovens que despontam a cada dia como Ardie Savea, Damian McKenzie, Akira e Rieko Ioane, Vaea Fifita, Patrick Tuipulotu ou Seta Tamanivalu, vão dar outra coesão aos eleitos de Steve Hansen.

Barrett the Best Player on The World 2016 (Foto: The Guardian)
Barrett the Best Player on The World 2016 (Foto: The Guardian)

No meio disto tudo está a França que tem a missão ingrata de parar os All Blacks no Saint Denis em Paris neste sábado. Guy Novès não poderá contar com Trinh-Duc ou Jefferson Poirot, verdade, mas a chamada de Camile Lopez ou a titularidade de Charles Ollivon foram adições importantes para o jogo contra a Austrália (23-25) e que quase deram uma vitória aos Les Bleus.

A França está à beira daquilo que Novès procura, com uma equipa que sabe conquistar as suas fases estáticas e que consegue, também, “roubar” as do adversário. Frente à Austrália a França ganhou os seus alinhamentos (10) e formações ordenadas (6), o que permitiu sair para o ataque, conquistando metros e até ensaios (ensaio de Doussain veio de um alinhamento no meio-campo). A França já consegue, até, conquistar formações ordenadas dos adversários, o que penalizou a Austrália em três faltas e três pontos (Spedding e Machenaud falharam os outros dois pontapés). Por isso, será importante que mantenham a postura, concentração e qualidade exibicional que se fizeram sentir nos dois últimos jogos.

O problema dos avançados “gauleses” passa pela sua participação no jogo ao largo, que ainda está longe de ser “agradável”. Os níveis estão no “satisfaz”, o que não é positivo quando se preparam para enfrentar a Nova Zelândia. Para evitar riscos, talvez, o melhor é manter o jogo fechado, intenso e cansativo, obrigando os All Blacks a cometer erros no ruck (é o sector do jogo onde os neozelandeses cometem mais faltas e subsequentemente penalidades) e a perder a paciência, dois elementos que foram vistos em Chicago. Se Guirado e Picamoles conseguirem um equilíbrio entre “risco” de sair com a bola em direcção à linha de vantagem e de manter a oval “parada”, em certos momentos do jogo, talvez consigam bloquear o plano de Steve Hansen.

Mais atrás está uma boa linha atrasada que sabe criar, construir e executar o plano estabelecido com Wesley Fofana a assumir o protagonismo, com Lamerat e Spedding a encaixarem-se bem na lógica estabelecida por Novès. Fofana conquistou 160 metros, fez duas assistências e marcou um ensaio, para além de 6 quebras-de-linha e 9 defesas “fintados”, completando estes números com 8 placagens e 1 turnover (que deu ensaio no jogo com a Samoa). Com o crescimento de Fofana, a França conseguiu ganhar outra proporção e está mais confiante quando tem de atacar a defesa ou tem de esperar pelo ataque.

Um pouco de Fofana para quebrar os All Blacks (Foto: L'Equipe)
Um pouco de Fofana para quebrar os All Blacks (Foto: L’Equipe)

Frente à Nova Zelândia, Camille Lopez assume o lugar de 10, completando com Fofana, Lamerat e Nakaitaci o quarteto do ASM Clermont. Para além disso, Vakatawa está numa forma espectacular (quatro ensaios em dois jogos), sendo um verdadeiro perigo para as equipas que defendem de uma forma “estática” e sem pressão alta. Spedding falha o jogo, o que obrigou ao staff dos Les Bleus promover Dulin para a posição de 15, podendo ser um dos problemas da equipa francesa.

De qualquer das formas, não será uma reedição do Mundial 2015, estando uma vitória por uma margem excessiva fora de questão. A França terá poucos argumentos para conseguir conquistar uma vitória que lhe escapa desde 2009, mas fará uma exibição personalizada.

Poderão assistir ao jogo na Eurosport1 a partir das 19:45 num dos últimos jogos dos Internacionais de Outono. Não percam a possibilidade de ver a Nova Zelândia em canal aberto pela primeira vez em 18 anos!ffrnz


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