18 Jan, 2018

Arquivo de São Paulo - Fair Play

borja_palmeiras-1.jpg?fit=1024%2C599
Victor AbussafiFevereiro 14, 20171min0

Duas transferências agitaram o mercado brasileiro no fim desta janela. Impulsionado por sua patrocinadora, o Palmeiras investiu pesado para adquirir um dos grandes destaques da última Libertadores e o São Paulo, com dinheiro após vender uma de suas maiores promessas, trouxe o ponta de lança titular da Seleção Argentina, de Bauza.

Essas duas transferências entraram no ranking das mais caras da história do Futebol Brasileiro. Juntam-se aos recordes do Corinthians, na época da MSI, da loucura do Santos por Damião (que fracassou) e de outros grandes investimentos do São Paulo.

Números vultuosos que contrastam com valores de outras épocas. Edmundo em 1993 (do Palmeiras para o Vasco por US$ 1,8 milhão) e Rivaldo em 1994 (US$ 2,8 milhões do Mogi Mirim – estava emprestado ao Corinthians- para o Palmeiras) já foram as aquisições mais caras feitas por clubes brasileiros, numa época em que os valores eram anunciados em dólar, antes do plano Real.

Confira o ranking e deixe sua opinião nos comentários. Os clubes acertaram ao investir esses valores?

00857647-1024x681.jpg?fit=1024%2C681
Victor AbussafiNovembro 30, 20165min0

Uma das coisas mais bonitas do futebol é ver meias clássicos, que jogam com a cabeça levantada enquanto controlam o ritmo da partida. Num futebol cada vez mais físico, jogadores com esse estilo são raros e, se bem utilizados, podem elevar a qualidade do jogo praticado por uma equipa. João Schmidt viveu um 2016 de afirmação e pede espaço na nova época para ser o novo “dono” do meio campo tricolor.

O Centro de Formação de Atletas de Cotia, sede da formação do São Paulo, é muito elogiado por sua estrutura e muito questionado por não revelar, nos últimos anos, tantos talentos quanto deveria. Em 2016, com algumas mudanças na gestão, fala-se de uma das gerações mais talentosas de sempre a nascer na base do clube paulista. Mas é da afirmação de um talento da geração anterior que pode vir o maior reforço do São Paulo para 2017.

João Schmidt fazia parte do plantel campeão da Copa São Paulo de Juniores de 2010, que revelou Lucas Moura, do PSG, e Casemiro, titular do Real Madrid. Um ano mais novo do que seus companheiros que brilham no futebol europeu, João Schmidt foi promovido ao time profissional apenas em 2012 e demorou a despontar como um talento entre os adultos.

No ano em que teve mais oportunidades, 2013, o desempenho do clube não ajudou e o São Paulo foi mal na Libertadores e no Brasileiro. A pressão da luta na parte de baixo da tabela inibiu o crescimento dos jovens do plantel e os outros “pratas-da-casa” Auro e Ademílson também não se firmaram. Para ganhar experiência, Schmidt foi emprestado ao Vitória FC em 2014 e teve bom desempenho, marcando 8 golos em 34 partidas, inclusive o golo que salvou o Vitória do rebaixamento.

Foi com o seu retorno em 2015, sob o comando de Juan Osorio, que o médio se destacou e passou a ser mais utilizado. Em 2016, ganhou a vaga de titular durante a Libertadores, numa atuação brilhante contra o Trujillanos e não saiu mais. Sofreu com uma lesão mas já ganhou seu espaço novamente e briga para solidificar a titularidade.

Fonte: zero zero

Médio de grande capacidade técnica, João Schmidt é dono de um passe precioso. Com a perna esquerda dá ritmo ao jogo e qualifica a transição ofensiva da equipa. Ajuda a criar a partir da defesa e foi muito importante para a boa campanha do São Paulo na Libertadores. Aprendeu, com a experiência, a utilizar seu tamanho a seu favor, afinal é um médio com mais de 1,80 e leva vantagem na disputa de bola contra adversários mais “leves”. Seu amadurecimento também lhe deu mais poder de competição, fazendo sua capacidade técnica florescer.

Sofreu com a pouca intensidade defensiva da equipa no segundo semestre, pois não é um jogador que se destaque pela velocidade e poder de marcação. Fecha bem os espaços, tem bom posicionamento e desarme, mas precisa de uma equipa equilibrada para jogar seu melhor futebol. Precisa melhorar nos remates de longa distância para se tornar mais completo.

assine a nossa newsletter

Em um futebol mais compacto taticamente, como o europeu, João Schmidt encontraria o ambiente ideal para se destacar, pois é um armador recuado com grande visão de jogo e capacidade de passe. Se desenvolver a intensidade na marcação e a chegada para rematar à frente, pode se tornar um box-to-box de porte e chegar à Seleção Brasileira. Não é do tipo de jogadores que “explode” aos 18 anos e sim do perfil daqueles que evoluem com a idade, como foi o caso de Hernanes no mesmo São Paulo. Menos habilidoso do que o médio da Juventus, Schmidt partilha da capacidade de dominar o jogo desde o meio campo.

Tem contrato por vencer em Junho de 2017 e a negociação para renovar não está fácil. Pede mais garantias de que será titular na próxima época e um aumento salarial considerável. O São Paulo, por outro lado, sabe que deveria ter renovado o vínculo com mais antecedência, mas reluta em aumentar tanto o salário de um jovem que, apesar de promissor, apenas ganhou espaço esta época. É sondado por clubes italianos, segundo especulações na imprensa brasileira.

BOA OPÇÃO PARA…

FC Porto e SC Braga – Não chegaria como titular absoluto do meio campo azul e branco, mas daria alegrias ao torcedor que cansou de ver Herrera errar passes de 5 metros. Com alguma paciência poderia ser o jogador necessário para equilibrar a equipa portista. No SC Braga, acostumado a ser a porta de entrada de talentos brasileiros, João teria espaço para fazer um par de boas épocas e dar vôos maiores.

Sevilla FC e Villarreal CF – No futebol espanhol, mais cadenciado do que o inglês e com mais espaço do que no italiano, João teria a oportunidade de aprimorar a parte tática enquanto desfilava seus passes em clubes com estilo de jogo distintos. No Sevilla, participaria da construção das jogadas no esquema de Sampaoli, já no Submarino Amarelo, faria boa associação na linha de 4 do meio campo para melhora a qualidade dos lançamentos para Pato no ataque.

1

2

345678

Tite.jpg?fit=1024%2C683
Victor AbussafiOutubro 22, 20167min0

Palavra chave na filosofia de Tite, treinador da Seleção Brasileira. Para ele, vitórias e conquistas devem ser merecidas através do trabalho. Uma boa preparação, muito treinamento, dedicação e seriedade para gerar um bom futebol e dignificar aquele grupo como merecedor de conquistas. O que essa filosofia tem a ver com o desempenho de Palmeiras e Flamengo, que lutam pelo título no Brasil, e dos grandes que lutam para não cair?

Com 4 jogos como treinador do Brasil, Tite levou a equipe da sexta posição para a liderança das eliminatórias. 12 golos marcados e apenas 1 sofrido e um bom futebol que faz a Seleção merecer as vitórias. Mas podemos extrapolar o merecimento para a atuação fora de campo, inclusive. Tite melhorou o ambiente da Seleção, conquistou os jogadores e apresentou um novo modelo de trabalho, mais intenso e moderno. O resultado veio.

Fábio Mahseredjian, Tite e Edu Gaspar durante a convocação dos jogadores que irão atuar nas partidas da Seleção Brasileira contra Argentina e Peru, válidas pelas Eliminatórias da Copa da Rússia 2018 (Foto: Pedro Martins / MoWA Press)
Fábio Mahseredjian, Tite e Edu Gaspar durante a convocação dos jogadores que irão atuar nas partidas da Seleção Brasileira contra Argentina e Peru, válidas pelas Eliminatórias da Copa da Rússia 2018 (Foto: Pedro Martins / MoWA Press)

Nos clubes, a história é a mesma. Não é à toa que Palmeiras e Flamengo brigam pelo título do Campeonato Brasileiro, rodada a rodada.

Depois de duas quedas de divisão em 10 anos, o Palmeiras ressurge como clube de ponta. Com uma gestão polêmica de Paulo Nobre, acionista de um dos maiores bancos do país, o clube reestruturou suas finanças com um empréstimo de cerca de R$ 100 Milhões (€30 Milhões) de seu presidente. Isso permitiu ao clube parar de correr atrás de juros de empréstimos de curto prazo e trabalhar com alguma organização.

Gabriel Jesus é o grande destaque do Palmeiras que caminha para o título brasileiro de 2016. (Foto: José Edgar de Matos/UOL Esporte)
Gabriel Jesus é o grande destaque do Palmeiras que caminha para o título brasileiro de 2016. (Foto: José Edgar de Matos/UOL Esporte)

O novo estádio, o belíssimo Allianz Parque, promoveu um crescimento recorde nas médias de público e nas adesões ao plano de sócios Avanti, que já vai em cerca de 100 mil sócios, impulsionando as receitas do clube. Hoje o Palmeiras tem 32.677 pagantes por partida, a melhor média de público do Brasileirão e superior ao seu melhor índice em todos os tempos no Campeonato Brasileiro.

O Flamengo não precisou de um “sugar daddy” para reformular sua gestão, mas sim da habilidade estratégica de um grupo de empresários e gestores de grandes empresas, liderados por Eduardo Bandeira de Mello, ex-BNDES, e apoiado por um time de executivos de peso como Wallim Vasconcelos, economista; Luiz Eduardo Baptista, presidente da Sky Brasil; Carlos Langoni, ex-Banco Central e Flávio Godinho, executivo do Grupo EBX.

Apesar de ter se dividido para as próximas eleições, foi sob a gestão deste grupo que o Flamengo deu um salto econômico que pode representar o renascimento de uma hegemonia. Um lucro de R$ 130,4 milhões no balanço financeiro do Flamengo foi registrado na última temporada, mais do dobro de 2014 (R$ 64,312 milhões). Em 2015, o clube foi quem mais faturou, considerando a receita sem transferência de atletas, com R$ 344 milhões. Entretanto, até este ano, os resultados em campo não refletiam esse crescimento econômico.

O Flamengo cresceu sob o comando do ex-interino Zé Ricardo e conta com Diego e companhia para lutar pelo título (Foto: Staff Images / Flamengo)
O Flamengo cresceu sob o comando do ex-interino Zé Ricardo e conta com Diego e companhia para lutar pelo título (Foto: Staff Images / Flamengo)

Em 2016, o Flamengo aumentou ainda mais as receitas e aumentou o investimento no futebol (que mesmo assim representa 44% das receitas, quando nos outros clubes a média é de mais 80%). Enquanto paga suas dívidas, o Flamengo se reconstrói e agora briga pelo título do Campeonato Brasileiro, com fôlego para investir no retorno do meia Diego, por exemplo.

Em campo, Palmeiras e Flamengo contrataram bem, contam com uma filosofia de jogo ofensiva, brigam ponto a ponto e parecem construir um futuro promissor. Na outra ponta da tabela, no entanto, a realidade é outra. São Paulo, Cruzeiro e Internacional estão seriamente ameaçados pelo rebaixamento.

Com gestões que pararam no tempo – São Paulo e Inter tem os mesmos dirigentes da época em que disputaram a final da Libertadores e eram modelos de gestão, há mais de 10 anos – e com uma sucessão de más decisões administrativas, seguiram mais ou menos o mesmo roteiro. Montaram times caros, investiram mais do que podiam e os resultados não vieram. Os bastidores políticos agitados não colaboram e não existe um plano esportivo planejado.

O São Paulo, por exemplo, apostou no futebol moderno e ofensivo de Juan Carlos Osório, no pragmatismo de Edgardo Bauza e agora foi buscar um Ricardo Gomes que tinha 35% de aproveitamento no campeonato e não tem estilo parecido com nenhum dos dois. O Cruzeiro, buscou um treinador europeu, Paulo Bento, no meio da competição e deu apenas dois meses para ele treinar o time. Sem resultados, caiu rapidamente.

No Internacional, a crise foi ainda mais evidente. Líder nas primeiras rodadas, com um futebol extremamente pragmático com Argel, acumulou derrotas seguidas que o levaram a última posição. Passaram pelo positivista Falcão e voltaram, um mês depois, para o maior defensor do pragmatismo, Celso Roth. O desespero bateu.

São Paulo e Inter venceram na última rodada, mas a briga contra o rebaixamento continua. (Foto: Ricardo Duarte/Internacional/Divulgação)
São Paulo e Inter venceram na última rodada, mas a briga contra o rebaixamento continua. (Foto: Ricardo Duarte/Internacional/Divulgação)

Hoje, a 8 rodadas do fim, São Paulo tem 4 pontos a mais que o primeiro rebaixado, Cruzeiro tem 3 e Internacional 1. O sofrimento vai ser até o final. Triste para torcedores acostumados a dias melhores.

Isso só prova que Tite está certo. Que apesar do futebol ser um esporte imprevisível durante seus 90 minutos, quando se olha numa imagem distanciada é fácil identificar os padrões e os motivos que fazem a bola entrar. Afinal, como diria Ferran Soriano, a bola não entra por acaso.

00842472.jpg?fit=1024%2C682
Victor AbussafiAgosto 2, 20165min0

Talvez Edgardo Bauza não tenha sido o maior responsável. Certamente não foi o único. Mas a verdade é que durante sua passagem como treinador, o São Paulo viveu uma revolução silenciosa e será outro daqui para a frente.

Após o terceiro título brasileiro consecutivo, em 2008, o São Paulo se auto-denominou “Soberano”. Foi a pior coisa que poderia ter acontecido para o Tricolor Paulista, recém transformado em maior vencedor da história do Campeonato Brasileiro. Este terceiro título já veio com um time inferior aos anteriores e com a contratação de jogadores de perfil antagônico ao dos que começaram esse período vitorioso.

De lá para cá, o São Paulo tornou-se num time soberbo e vaidoso. E essa postura da diretoria refletiu nos torcedores e nos jogadores. O torcedor do São Paulo passou a ser odiado e conhecido como o mais chato (pelo menos até começar a perder) e os jogadores que frequentaram o CT da Barra Funda se acomodaram. A melhor estrutura do país deveria ser suficiente para manter o caminho das vitórias.

Espiral negativa

O Mito despediu-se sem títulos em 2015 (Foto: Gazeta Press)

De 2009 a 2015, apenas um título – o da Sul-americana em 2012 sob o comando de Lucas. A elogiada estrutura foi ultrapassada e os profissionais responsáveis por levar o clube até a este nível aos poucos foram saindo, fruto da má gestão iniciada no terceiro mandato de Juvenal Juvêncio. Contratações mal feitas, treinadores questionáveis e a postura de Soberano não caía.

Em 2013, a equipe quase foi rebaixada e foi salva pelo eterno Muricy Ramalho. Em 2014, um investimento altíssimo trouxe uma das melhores configurações de time dos últimos anos. No ataque Kaká, Ganso, Alan Kardec, Michel Bastos, Pato e Luis Fabiano levaram a equipe ao vice-campeonato nacional, mas trouxeram um problema para a saúde financeira do clube.

Em 2015, o fundo do poço. Sob a gestão de Aidar, o São Paulo se desfez dos seus jogadores e da sua dignidade. O então presidente do clube foi afastado por suspeitas de corrupção e a crise atingiu a instituição. E, com um plantel que priorizava a técnica, acomodado e com jogadores renomados em decadência, o São Paulo só conseguiu chegar à Libertadores graças a Osorio.

O marco da apatia da equipe. Derrota por 6×1 para os reservas do Corinthians. (Foto: Agência Corinthians)

A revolução silenciosa de 2016

Ao comparar o São Paulo que terminou 2015 e o São Paulo de hoje são claras algumas diferenças fundamentais. Pode ter havido grande perda técnica na qualidade dos jogadores, mas o torcedor prefere esse time ao do ano passado, claramente. Por uma simples razão: Identidade.

Em 2015, o São Paulo vivia sob a liderança de Rogério Ceni, o maior ídolo da história do clube. Um grande jogador e muito respeitado por seus companheiros. Mas, quem conviveu com o jogador, percebia claramente que ele se sentia decepcionado por não conseguir motivar e entender mais o grupo de jogadores com quem dividia os vestiários. A chegada de Diego Lugano, a ascensão de Maicon e a valorização dos novos líderes, sem a sombra do Mito Ceni, é o fator principal para a mudança de postura do time.

O onze inicial contava com Alexandre Pato, Paulo Henrique Ganso, Luis Fabiano e Michel Bastos. Qualidade não faltava, mas nenhum desses jogadores é conhecido pelo seu nível de entrega em campo. Pelo contrário, a letargia deles é sempre criticada e é a ressalva do porque não tiveram carreiras ainda mais vitoriosas. Hoje, apenas Michel Bastos continua no time e, provavelmente, não por muito tempo.

Juan Osório, que seguiu para a seleção do México, era um treinador que valorizava o futebol ofensivo, de posse de bola e fazia seu jogo depender da qualidade dos seus jogadores. Um jogo bonito de ser visto e muitas vezes imprevisível, podendo gerar goleadas para os dois lados. Patón Bauza, que assumirá a Argentina, é a antítese de Osório. O argentino é também um estratega, mas extremamente conservador. Faz seu time ser muito difícil de ser batido e concentra o seu jogo no nível de entrega dos jogadores. Para ganhar de suas equipas, exige que o adversário corra mais que eles e isso é muito difícil.

O novo São Paulo é o time da raça e da força no Morumbi (Foto: Cristiane Matos/AFP)

O São Paulo que fica não é mais aquele do Ganso que não sujava os calções por não dar carrinhos, mas o do Ganso que vibrou, correu, cresceu de produção e chegou à Europa. Não é mais aquele do Luis Fabiano que não aceitava a reserva e jogava mesmo fora de forma, mas sim o do Calleri que se matava isolado no ataque para compensar as deficiências técnicas de seus companheiros. O São Paulo agora é um pouco mais argentino.

Não sou o maior admirador do Patón. Acho que seu São Paulo não iria bem neste Brasileiro e prefiro o jogo ofensivo de Osório. Mas a mudança de postura era necessária e deve ser elogiada. O equilibrio entre os dois estilos é o ideal, por mais difícil que é encontrá-lo. O São Paulo ainda tem grandes dilemas políticos e problemas financeiros por resolver, mas aos olhos do torcedor está diferente.

Mesmo sua diretoria ainda seja questionável e o futuro incerto, o torcedor enxerga em campo uma extensão de si mesmo. Um elenco que não é brilhante e sabe disso, mas que não deixará de lutar. O próximo treinador do São Paulo precisa melhorar a qualidade do jogo praticado e ser mais ofensivo, mas não pode perder a identidade que esse semestre sob o comando de Patón deixou.


Quem somos

É com Fair Play que pretendemos trazer uma diversificada panóplia de assuntos e temas. A análise ao detalhe que definiu o jogo; a perspectiva histórica que faz sentido enquadrar; a equipa que tacticamente tem subjugado os seus concorrentes; a individualidade que teima em não deixar de brilhar – é tudo disso que é feito o Fair Play. Que o leitor poderá e deverá não só ler e acompanhar, mas dele participar, através do comentário, fomentando, assim, ainda mais o debate e a partilha.


CONTACTE-NOS




Newsletter


Categorias