18 Dez, 2017

Arquivo de Europeu de Juniores - Fair Play

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João BastosJulho 3, 20177min0

A 44ª edição dos Campeonatos da Europa de Juniores decorreu entre 28 de Junho e 2 de Julho na cidade israelita de Netanya. Portugal esteve representado com 13 nadadores

Esta edição dos Europeus de Juniores ficou marcada por um elevado nível competitivo, com o estabelecimento de 4 novos recordes do Mundo de Juniores, 6 recordes da Europa de Juniores e 15 recordes dos campeonatos da Europa de Juniores. Podiam ser destacados vários nadadores e várias marcas de relevo obtidas nestes campeonatos. O Fair Play escolheu as 10 provas que, na nossa opinião, foram de maior valia no cômputo geral dos campeonatos:

As 10 melhores performances dos Europeus de Juniores

Relativamente aos portugueses, depois de termos apresentado um a um os 13 magníficos, faremos também um balanço individual.

Começando pela nadadora que obteve as melhores classificações da equipa das quinas: Raquel Pereira. A nadadora do Algés foi a nona classificada na prova de 100 metros bruços, uma posição bastante frustrante, ainda para mais quando ficou a um escasso centésimo de se apurar para a final.

À partida era nos 200 bruços que residia a esperança de chegar à final e, depois, ver até onde poderia ir. E nas eliminatórias a nadadora mostrou-se bastante bem ao qualificar-se para a meia-final com o 6º tempo, o seu 2º melhor da carreira. Na meia-final esse tempo daria acesso à final (novamente com o 6º tempo), mas infelizmente Raquel não conseguiu reproduzir o desempenho da manhã e ficou-se pelo 12º lugar.

Estava ainda inscrita nos 200 metros estilos, mas abdicou de nadar a prova para apostar tudo nos 100 bruços (as duas provas eram nadadas na mesma sessão). Para Raquel Pereira, a época ainda vai ser longa, uma vez que, para ela, ainda há Mundiais de Juniores, em Indianapolis, de 23 a 28 de Agosto.

Para além de Raquel só havia mais um elemento da comitiva portuguesa que já tinha estado no Europeu de Juniores do ano passado. Era a nadadora d’Os Pimpões, Inês Henriques, que também atingiu uma meia-final e outra classificação nas 16 primeiras.

A meia-final foi na prova dos 200 metros mariposa, classificando-se no 13º lugar, com um novo record pessoal nas eliminatórias de 2:17.43 (um centésimo melhor que o seu anterior máximo). No ano passado tinha sido 29ª nesta prova.

A classificação de semi-finalista veio na prova de 800 metros livres que se nadou no sistema de finais directas. Aí, Inês foi 14ª classificada, nadando em 9:02.19, muito próxima do seu RP de 9:01.71.

Ainda nadou os 200 metros livres (34ª e novo RP de 2:06.16) e os 400 metros livres (25ª com 4:25.98).

Para além das duas repetentes, destaque para um nadador que para o ano também pode vir a ser (repetente, entenda-se…): José Paulo Lopes, do Sporting de Braga, alcançou também uma posição nos 16 primeiros. Foi nos 1500 metros livres, com – precisamente – o 16º lugar, ao qual juntou o 17º nos 800 livres (com novo RP de 8:21.87), o 24º nos 400 estilos e o 35º lugar nos 400 livres com o novo máximo pessoal de 4:01.98.

Foto: Luís Cameira

Outros dois juniores de 1º ano em evidência na classificação (nem tanto nas marcas) foram a pacence Inês Rocha, com o seu 18º lugar nos 400 estilos e o algesino Roberto Gomes com o seu 20º nos 1500 metros livres. Ambos os nadadores ficaram longe dos seus recordes pessoais, mas mesmo assim conseguiram boas classificações, o que pode ser um bom prelúdio para o próximo ano, onde voltam a ter nova oportunidade.

Todos os outros oito portugueses ficaram fora do top-20 (à excepção dos integrantes das estafetas, mas já lá iremos). Pelo critério “melhoria dos recordes pessoais” merecem menção os Tiagos. Tiago Campos (CNRM) nadou 4 provas e fez RP nas 4, com grande destaque para o primeiro sub-4 da sua carreira nos 400 livres (3:59.30). Tiago Costa (Sporting) também baixou dos 4 minutos aos 400 livres pela primeira vez. 3:59.94 é agora o seu melhor tempo de sempre. Também melhorou o seu tempo dos 200 livres.

Jorge Silva (SCBraga) foi outro júnior de primeiro ano que veio de Netanya com recordes pessoais e boas classificações. A melhor foi nos 400 estilos, onde foi 21º classificado com o novo RP de 4:32.61.

De resto, há apenas a referir os recordes pessoais de João Machado (SFUAP) nos 50 costas (28.38) e 200 costas (2:09.98), nesta última classificando-se no 21º lugar.

Há um dado curioso, mas pouco simpático para o lado das nadadoras portuguesas. As 6 raparigas presentes, nadaram um total de 16 provas e só numa dessas provas o tempo de inscrição foi melhorado. Foi o já referido RP por 1 centésimo de Inês Henriques nos 200 mariposa.

Na estafeta 4×100 estilos, constituída por Rafaela Azevedo, Raquel Pereira, Giovanna Vargas e Beatriz Viegas, ficaram a apenas 81 centésimos do record nacional, obtendo a 14ª posição para Portugal.

Já no lado masculino, a estafeta nadada foi a dos 4×200 metros livres, com Tiago Campos, Tiago Costa, José Lopes e Roberto Gomes. 7:36.94 foi o tempo que valeu o 10º lugar, algo longe do record nacional júnior de 7:32.26, de uma equipa onde pontificavam os nomes de Fábio Pereira, Adriano Niz, Edgar Silva e Tiago Venâncio.

Faltou apenas referir António Pinto  que não se apresentou nas melhores condições físicas, abdicando de nadar os 1500 metros livres e fazendo mais de 13 segundos pior que o seu RP nos 800 metros.

Foto: FPN

Em suma, os campeonatos da Europa de Juniores ficaram aquém do que se esperava para esta equipa. Não foram batidos recordes nacionais, não foram estabelecidos mínimos para os Mundiais de Juniores e houve muitos nadadores longe do seu melhor.

Como ponto positivo, há que destacar os juniores de primeiro ano que deram, na sua generalidade, uma boa resposta e ainda a garantia do aumento de competitividade em provas que muito necessitam dessa competitividade. Foram 4 os nadadores masculinos que nadaram os 400 metros livres, uma prova onde ninguém se consegue aproximar do record nacional, estabelecido em 2009, há anos.

Ou seja, a matéria prima é boa e, mesmo que para muitos, estes não tenham sido uns campeonatos de sonho, as suas carreiras estão apenas no início e a geração de Netanya ainda vai, certamente, escrever páginas bordadas a ouro na História da natação portuguesa. Venham elas!

João BastosJulho 2, 20175min0

Junho foi o mês da definição das diversas selecções nacionais para as competições mais importantes da época. A convocatória para os campeonatos do mundo de Budapeste trouxe surpresas e desilusões

Ainda antes de serem constituídas as selecções que vão representar Portugal nas diferentes disciplinas da natação nos campeonatos do mundo, já a convocatória para os Campeonatos da Europa de Juniores causava alguma polémica.

Não pela convocação dos nadadores que integraram a equipa portuguesa, mas pela ausência do treinador do Algés, Miguel Frischknecht, uma chamada que faria todo o sentido tendo em conta que Raquel Pereira partia com as melhores posições na start list, entre os portugueses, que Roberto Gomes chegou a Portugal há um ano e é, por isso, o nadador menos integrado na equipa e no país e que Rafaela Azevedo era a nadadora mais jovem presente em Netanya. Apesar de não ser ainda treinada por Frischknecht, a presença do treinador principal do seu clube aportar-lhe-ia uma dose extra de confiança.

Pelo facto de Raquel Pereira ser a única nadadora com mínimo para o Mundial de Juniores, a ausência de Miguel Frischknecht do Europeu de Juniores pode-se perceber numa lógica da maior rotação possível de treinadores convocados para acompanhar a selecção nacional. Pode-se perceber, mas não se deixa de discutir…

Foto: Algés – natação

Já em relação à convocatória para o Mundiais absolutos, a controvérsia prendeu-se com a renúncia de Diogo Carvalho à competição. O capitão da selecção iria participar nos seus 5ºs mundiais de piscina longa mas pediu à Federação Portuguesa de Natação que fosse dispensado, num mês em que pôs termo à sua ligação de apenas 6 meses com o técnico Vítor Ferreira, voltando a ser treinado por Élio Terrível.

Foto: FPN

Na convocatória para as provas de águas abertas, a nota dominante é a ausência do tri-campeão nacional dos 10 km, Rafael Gil. É verdade que não cumpriu o critério de obtenção de classificações no 1º terço da tabela em etapas da Taça do Mundo, mas o Plano de Alto Rendimento das Águas Abertas dá ao Director Técnico Nacional o ingrato ónus de ter a última palavra sobre os critérios definidos.

Daí que o nadador do Benfica acalentasse legítimas esperanças de chegar ao Mundial. Este revés não deve desmotivar Rafa que terá muitas oportunidades, ao mais alto nível, para mostrar o seu valor, mas deixará, certamente, os seus adversários em Portugal a pensar na distância que os separa de um Mundial se o que ele fez este ano não foi suficiente para lá ir.

Foto: Luís Filipe Nunes

Portugal estará representado no feminino, com as suspeitas do costume: Angélica AndréVânia Neves.

Sobre as nadadores do Fluvial Portuense, duas questões se levantam: se Angélica conseguirá replicar a boa forma que exibiu quer nos nacionais, quer na etapa da Taça do Mundo de Setúbal e se Vânia vai já cumprir a sua ambição de tentar a prova dos 25 km como confidenciou na entrevista que deu ao Fair Play.

Outra dupla feminina que estará a defender as cores da natação portuguesa na Hungria é a composta pelas nadadoras de natação sincronizada Cheila Vieira e Maria Beatriz Gonçalves, que competirão nas provas de dueto livre e dueto técnico. Ainda as acompanharão a colega de equipa na Gesloures, Bárbara Costa como suplente.

Foto: FPN

Esta é apenas a terceira vez que Portugal está representado nuns campeonatos do Mundo na disciplina de natação sincronizada, mas o facto mais relevante é que é a segunda participação consecutiva, depois de em Kazan2015, Portugal ter participado nas mesmas duas provas, com dois duetos diferentes. Este facto mostra que a variante está a sofrer uma evolução consistente, como também já o tinha evidenciado Maria Beatriz Gonçalves quando, há uma semana nos Europeus de Juniores, fez história ao ser a primeira nadadora portuguesa a ultrapassar os 70 pontos numa prova internacional. Marcou 75,5 no solo de figuras e foi 14ª classificada.

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João BastosJunho 27, 20174min0

Com a convocatória da selecção portuguesa para os campeonatos da Europa de Juniores, o Fair Play inicia uma série de 13 artigos para apresentar os 13 nadadores presentes em Netanya (Israel)

O Meeting Internacional do Porto constituiu a última oportunidade para os nadadores juniores portugueses fazerem marcas de acesso aos Europeus do escalão. Com a selecção definida, iniciaremos o desfile dos nadadores que representarão Portugal no certame. Fá-lo-emos diariamente até dia 28 de Junho (primeiro dia de competições em Netanya) e por ordem alfabética.

Tiago Costa

Nome: Tiago Cunha Costa
Data de Nascimento: 02/05/1999
Clube: Sporting Clube de Portugal
Treinador: Aurélien Gabert (Centro de Alto Rendimento – Rio Maior)
Provas: 100, 200 e 400 metros livres

Foto: Inês Fernandes

Historial

O nadador lisboeta é atleta do Sporting desde sempre e também desde sempre que é um especialista nas provas de livres, nas diversas distâncias (até nos 5 km indoor onde já foi campeão nacional juvenil-A, com a melhor marca de sempre dos campeonatos).

Mas em infantil-B, nas suas primeiras provas extra-regionais, foi nos 200 mariposa que obteve as suas melhores classificações, o 6º lugar no zonal da zona sul e o 14º lugar no nacional de infantis.

Na época 2012/2013, quando era infantil-A, a sua melhor classificação no torneio zonal da zona sul foi nos 400 estilos, com o 12º lugar e nos nacionais voltou a ser nos 200 mariposa que teve o melhor desempenho, sendo 22º classificado.

Depois de no escalão infantil ter tido classificações na metade de baixo da tabela classificativa, no escalão de juvenis tudo mudou e Tiago Costa passou a estar mais perto dos lugares do pódio. Foi 5º nos 1500 metros livres nos zonais de juvenis da zona sul e voltou a ser 5º na mesma prova nos nacionais da categoria juvenil-B.

Nos nacionais do escalão, o seu melhor foi o 10º lugar (de novo nos 1500 metros livres).

A época de juvenil-A foi talvez a época de maior afirmação do sportinguista que começou logo com o primeiro pódio zonal da sua carreira. Foi terceiro classificado nos 400 estilos e 1500 livres no torneio disputado em Leiria, em 2014.

Nos nacionais de juvenis, juniores, seniores e absolutos de piscina longa fez melhor e foi vice-campeão nacional juvenil-A dos 200 estilos, juntando o terceiro lugar nos 400 metros estilos. Volvidos uns meses terminou a época sendo o 6º melhor juvenil nos 100 metros mariposa.

O ano passado cumpriu o seu primeiro ano de júnior, iniciando a época com o 5º lugar nos 200 estilos nos campeonatos nacionais de juniores de piscina curta. Já em piscina longa voltou a ser o 5º melhor júnior mas nos 1500 metros livres.

No Open de Portugal foi o 8º melhor nadador do país nos 200 e 400 metros livres (melhor júnior nos 200).

Finalmente chegamos à presente época: a melhor da sua carreira até agora. Abriu logo com o seu primeiro título nacional. Foi nos nacionais de juniores de piscina curta, no Funchal, com a vitória nos 200 metros livres à qual acrescentou um 2º lugar nos 100.

Também em piscina longa foi campeão dos 200 e vice-campeão dos 100, mas foi nos 400 metros livres que conseguiu o mínimo. 4:01.52 foi o tempo que é record pessoal e que o confirmou na selecção para Israel.

A sua progressão nas provas que nadará em Israel foi a seguinte:

Fonte: Swimrankings

Antevisão

Quanto mais longa a prova, melhores hipóteses de uma boa classificação Tiago Costa tem.

Nas três provas que nadará em Israel é o 53º da start list nos 100 livres, 45º nos 200 livres e 37º nos 400 livres. Os seus objectivos passarão por bater os seus recordes pessoais e assim como os outros três portugueses inscritos nos 400 livres, baixar dos 4 minutos pode ser um objectivo bem real.

No entanto não é de descartar chegar a uma final. É que a estafeta portuguesa é uma das 12 inscritas nos 4×200 livres, onde Portugal deverá alinhar com Tiago Costa, Tiago Campos, Roberto Gomes e José Lopes/António Pinto. Sendo que Hungria, Grã-Bretanha, Polónia, Espanha, Itália, Rússia e Israel são inacessíveis, o 8º lugar será disputado (previsivelmente) entre Dinamarca, Suíça e Portugal.

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João BastosJunho 26, 20174min0

Com a convocatória da selecção portuguesa para os campeonatos da Europa de Juniores, o Fair Play inicia uma série de 13 artigos para apresentar os 13 nadadores presentes em Netanya (Israel)

O Meeting Internacional do Porto constituiu a última oportunidade para os nadadores juniores portugueses fazerem marcas de acesso aos Europeus do escalão. Com a selecção definida, iniciaremos o desfile dos nadadores que representarão Portugal no certame. Fá-lo-emos diariamente até dia 28 de Junho (primeiro dia de competições em Netanya) e por ordem alfabética.

Tiago Campos

Nome: Tiago Filipe Campos
Data de Nascimento: 16/03/1999
Clube: Clube de Natação de Rio Maior
Treinador: Nuno Ricardo
Provas: 200 e 400 metros livres, 50 metros mariposa e 400 metros estilos

Foto: Aqualoja

Historial

A sua carreira competitiva conta com 6 épocas e nessas 6 épocas representou 4 diferentes clubes, mudanças que não resultaram por vontade própria mas por circunstâncias de instabilidade dos próprios clubes.

Começou a nadar em representação do Scalabisport que posteriormente passou a ser Viver Santarém, mudando para o Scalabiswim e, esta época, chegou ao CNRM, clube com vários anos em actividade, onde o almeirinense parece ter encontrado a estabilidade necessária para exprimir o seu talento.

Tiago participou no seu primeiro zonal de infantis da zona sul na época 2011/2012, enquanto infantil-B. A sua melhor classificação foi um 8º lugar nos 100 metros mariposa. Nos nacionais a sua melhor classificação foi um duplo 11º lugar, nos 200 metros mariposa e nos 1500 metros livres.

Na categoria de infantil-A, melhorou uma posição à sua melhor classificação no torneio zonal da zona sul. Foi o 7º melhor infantil-A dos 200 metros mariposa, enquanto nos nacionais voltou a repetir o 11º lugar, mais uma vez nos 200 mariposa, a sua primeira especialidade da carreira.

Na categoria juvenil-B continuou a ser nos 200 mariposa que alcançou os seus melhores resultados: 10º lugar no zonal de juvenis e 6º lugar no nacional da categoria, posição que repetiu nos 400 metros estilos. Foi precisamente nesta última prova que obteve a sua melhor classificação nos nacionais do escalão. Voltou a ser 6º, mas desta vez entre juvenis A e B.

No ano seguinte, como juvenil-A, subiu mais um degrau na sua escada de evolução, ou seja, melhorou mais uma posição em relação ao ano anterior e foi 5º classificado no zonal da zona sul, desta vez numa prova que até aqui não era das suas principais apostas, os 200 metros livres. Foi também o 5º melhor juvenil-B a nível nacional, a sua mais “clássica” provas, os 200 metros mariposa.

Foi em juvenil-A que conseguiu o seu primeiro título nacional…mas não na natação pura. Foi na época 2014/2015 que Tiago Campos se começou a evidenciar na vertente que cada vez mais se afigura como a sua grande vocação: as águas abertas. Tiago foi campeão nacional dos 5 km.

No primeiro ano no escalão de juniores fez 5º lugar nos 400 metros livres nos campeonatos nacionais de juniores de piscina longa, no Jamor, onde se disputaram também os nacionais de absolutos onde a sua melhor classificação foi o 11º lugar nos 200 mariposa.

Apenas uma semana depois foi vice-campeão nacional júnior dos 5 km, em Peniche.

Chegamos à presente época, a primeira em Rio Maior, que arrancou logo com o primeiro pódio nacional em natação pura da carreira de Campos. Foi nos nacionais de juniores de piscina curta quando foi vice-campeão dos 200 livres.

Mas o ponto alto da época veio em Coimbra nos nacionais de juvenis, juniores, seniores e absolutos. Tiago Campos sagrou-se campeão nacional júnior dos 400 metros livres com o tempo de 4:01.21 que constituiu mínimo para os Campeonatos da Europa.

A sua progressão nas provas que nadará em Israel foi a seguinte:

Fonte: Swimrankings

Antevisão

Como se percebe pela lista dos seus melhores tempos, Tiago Campos tem tido uma evolução nos 200 e 400 livres mais acelerada nos últimos anos. O facto de esta época treinar em exclusivo em piscina longa beneficiou bastante o seu desempenho (neste momento tem melhor record pessoal nos 400 livres em longa do que em curta).

Já nos 50 mariposa e 400 estilos ainda não nadou este ano, pelo que se pode esperar dele recordes pessoais nos Europeus.

Por outro lado, aproxima-se uma fase intensa de competições entre a piscina e as provas de mar, com o apuramento para o europeu de juniores de águas abertas já garantido.

No que respeita aos 400 metros livres, Tiago começa a ver a barreira dos 4 minutos ao seu alcance para ser quebrada. Em termos de classificação, é uma das provas mais concorridas do programa. É o 32º melhor da start list, sendo o melhor dos 4 portugueses que nadarão essa prova.

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João BastosJunho 25, 20173min0

Com a convocatória da selecção portuguesa para os campeonatos da Europa de Juniores, o Fair Play inicia uma série de 13 artigos para apresentar os 13 nadadores presentes em Netanya (Israel)

O Meeting Internacional do Porto constituiu a última oportunidade para os nadadores juniores portugueses fazerem marcas de acesso aos Europeus do escalão. Com a selecção definida, iniciaremos o desfile dos nadadores que representarão Portugal no certame. Fá-lo-emos diariamente até dia 28 de Junho (primeiro dia de competições em Netanya) e por ordem alfabética.

Roberto Gomes

Nome: Roberto Donald Gomes
Data de Nascimento: 02/02/2000
Clube: Sport Algés e Dafundo
Treinador: Miguel Frischknecht
Provas: 200, 400 e 800 metros livres ou 1500

Foto: Luís Filipe Nunes

Historial

Roberto tem o percurso mais invulgar de entre os 13 seleccionados para Netanya. Nasceu na África do Sul, onde viveu até 2016, altura em que se mudou para Portugal e para o Sport Algés e Dafundo.

Ainda está no seu primeiro ano de júnior, mas desde muito cedo é destaque no seu país de origem, em representação do Waterborn Swimming Club.

No campeonato nacional sul-africano do nível 3 (equivalente ao escalão de infantis) foi medalha de prata nos 1500 metros e bronze nos 400 metros livres, no grupo de idade dos 14 anos.

O desempenho nesses campeonatos valeu-lhe a convocatória para a selecção da África do Sul para representar o país nos Nacionais australianos de grupos de idade. Nadou novamente os 400 e 1500 metros livres classificando-se, respectivamente, no 8º e 7º lugares.

Na época seguinte, foi vice-campeão nacional júnior (em Portugal seria juvenil-B) dos 400 metros livres e 200 metros mariposa, às quais juntou as medalhas de bronze nos 1500 metros livres, 100 metros mariposa e 400 metros estilos.

No final da época passada (a sua época de juvenil-A) chegou a Portugal, ainda a tempo de participar nos Campeonatos nacionais de juvenis/Open de Portugal, onde foi tri-campeão do escalão. Venceu os 200, 400 e 1500 metros.

Já esta época, enquanto júnior, continuou com os resultados de relevo, mesmo nadando provas com um nível competitivo muito elevado. Basta ver que, para além dele, estão no Europeu mais quatro nadadores para nadar pelo menos uma das quatro provas que Roberto pode nadar.

Nos nacionais de piscina curta conseguiu uma prata (400 livres) e um bronze (1500 livres), mesmo antes de ser decisivo no título masculino do Algés da 2ª divisão.

Já nos nacionais de piscina longa foi vice-campeão nacional júnior dos 1500 metros livres, mas não foi aí que conseguiu o acesso aos Campeonatos da Europa. Esses vieram no Meeting Cidade de Coimbra, na prova dos 1500 metros livres com o excelente tempo de 15:52.30.

A sua progressão nas provas que nadará em Israel foi a seguinte:

Fonte: Swimrakings

Antevisão

Roberto Gomes é um nadador que nos escalões de formação teria batido vários recordes nacionais portugueses, caso tivesse competido cá e feito os mesmos tempos. Ainda está num período de adaptação a um novo país e a uma nova língua, pelo que ainda não expressou o seu melhor em solo nacional.

Mesmo assim, chegou para estar num Europeu de Juniores no seu primeiro ano no escalão. À semelhança de António Pinto e José Lopes, os 1500 metros livres é a prova onde tem melhores possibilidades de ficar melhor classificado (nos 16 primeiros).

A sua experiência internacional pode contribuir para que a participação em Netanya seja positiva. De qualquer forma, relembramos que é o seu primeiro ano de júnior, o que pode servir de ensaio para objectivos mais ambiciosos na próxima época.

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João BastosJunho 24, 20175min0

Com a convocatória da selecção portuguesa para os campeonatos da Europa de Juniores, o Fair Play inicia uma série de 13 artigos para apresentar os 13 nadadores presentes em Netanya (Israel)

O Meeting Internacional do Porto constituiu a última oportunidade para os nadadores juniores portugueses fazerem marcas de acesso aos Europeus do escalão. Com a selecção definida, iniciaremos o desfile dos nadadores que representarão Portugal no certame. Fá-lo-emos diariamente até dia 28 de Junho (primeiro dia de competições em Netanya) e por ordem alfabética.

Raquel Pereira

Nome: Raquel Gomes Pereira
Data de Nascimento: 6 de Janeiro de 2000
Clube: Sport Algés e Dafundo
Treinador: Miguel Frischknecht
Provas: 100 e 200 metros bruços e 200 metros estilos

Foto: Luís Filipe Nunes

Historial

Raquel é nadadora do Algés desde sempre e vai a Netanya participar no seu segundo campeonato da Europa de Juniores com objectivos bem diferentes da participação do ano passado.

Raquel Pereira é hoje uma das melhores nadadoras portuguesas a nível absoluto e desde que começou a participar em competições é uma das melhores nadadores nos respectivos escalões.

Na categoria infantil-B foi campeã zonal dos 100 bruços, assinalando desde logo qual a sua técnica preferencial. Uns meses mais tarde veio o seu primeiro record nacional individual (o primeiro de 17, até agora!). Foi nos 200 metros bruços em piscina curta, no torneio organizado pelo seu clube, pouco tempo antes dos nacionais de infantis.

Nos nacionais foi campeã nacional infantil-B dos 100 e 200 bruços, em ambas com tempos recordes nacionais da categoria.

Em infantil-A a toada continuou no mesmo registo. Bi-campeã zonal da zona sul, vencendo os 100 e 200 bruços. Nos nacionais venceu as mesmas provas, tornando-se campeã nacional infantil-A. Durante a época de infantil-A (2012/2013) bateu três recordes nacionais em piscina curta: por duas vezes o dos 100 bruços e uma vez o dos 200.

Na categoria juvenil-B esteve mais discreta, sem estabelecer nenhum record nacional. Ainda assim, foi campeã zonal dos 200 metros bruços (desta vez perdeu os 100) e tri-campeã nacional da categoria, adicionando os 200 estilos à sua colecção de títulos nacionais. Foi também bi-campeã nacional do escalão, superiorizando-se às juvenis A.

Em juvenil-A revelou-se uma nadadora mais versátil nadando (e vencendo) outras provas para além de bruços. Foi penta-campeã zonal nos 100 livres, 100 e 200 bruços, 200 e 400 estilos. Inclusivamente nos 100 livres viria a estabelecer record nacional da categoria, mais uma vez no torneio do seu clube.

Em piscina longa bateu o record nacional dos 200 estilos nos nacionais de juvenis, juniores, seniores e absolutos, em Coimbra, onde conseguiu ser campeã nacional absoluta dos 200 metros bruços.

No final da época foi tri-campeã juvenil.

Já no escalão de júnior continuou a cimentar o seu lugar na natação nacional. Abriu a época sendo penta-campeã nacional júnior de piscina curta, levando para Algés o título dos 50, 100 e 200 bruços, 100 e 200 estilos, com o bónus do record nacional nos 200 bruços.

No Meeting do Porto veio o seu apuramento para os Europeus de Juniores, no seu primeiro ano no escalão. Na Hungria conseguiu atingir a meia-final dos 200 bruços.

A terminar a época foi duas vezes vice-campeã nacional absoluta no Open de Portugal.

Já este ano, Raquel está a atravessar a sua melhor época da carreira. Foi o grande destaque dos nacionais de piscina curta. Em todas as provas que nadou, não só venceu, como bateu novos recordes nacionais: foi nos 50, 100 e 200 bruços e 100 estilos. O record dos 200 estilos já tinha batido um mês antes.

A época de piscina longa está a ser ao nível da de piscina curta. Nos nacionais de Coimbra bateu três novos recordes nacionais juniores A e esteve muito perto de bater o seu primeiro record absoluto. Naturalmente, os mínimos para os Europeus estavam mais do que garantidos.

A sua progressão nas provas que nadará em Israel foi a seguinte:

Fonte: Swimrankings

Antevisão

Raquel é de todos os convocados a que está mais próxima do nível absoluto. Já tem uma grande experiência internacional, inclusivamente de participação nos Europeus de Juniores, onde alcançou uma meia-final, classificando-se no 16º lugar dos 200 metros bruços.

Este ano apresenta-se candidata a algo mais. E isso significa que as finais das suas provas estão no horizonte, mas nos 200 bruços é a 4ª melhor júnior europeia, o que deixa os preciosos metais do pódio ao seu alcance.

Raquel Pereira é, de facto, a maior esperança para alcançar um resultado de relevo para o nosso país e se continuar a manter o nível que tem demonstrado esta época, tudo é possível!

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João BastosJunho 23, 20174min0

Com a convocatória da selecção portuguesa para os campeonatos da Europa de Juniores, o Fair Play inicia uma série de 13 artigos para apresentar os 13 nadadores presentes em Netanya (Israel)

O Meeting Internacional do Porto constituiu a última oportunidade para os nadadores juniores portugueses fazerem marcas de acesso aos Europeus do escalão. Com a selecção definida, iniciaremos o desfile dos nadadores que representarão Portugal no certame. Fá-lo-emos diariamente até dia 28 de Junho (primeiro dia de competições em Netanya) e por ordem alfabética.

Rafaela Azevedo

Nome: Rafaela Gomes Azevedo
Data de Nascimento: 21 de Janeiro de 2002
Clube: Sport Algés e Dafundo
Treinador: André Ribeiro
Provas: 50, 100 e 200 metros costas

Foto: Luís Filipe Nunes

Historial

Dos 13 artigos sobre os convocados para os Campeonatos da Europa de Juniores, o de Rafaela Azevedo será o mais curto. Isto porque a nadadora algesina ainda é juvenil!

A mais nova de uma linhagem de campeãs, Rafaela sempre representou o Algés e chega a estes campeonatos antes do tempo porque é, de facto, um dos maiores talentos produzidos em Portugal.

A história remonta apenas à época 2013/2014, a sua primeira época em competição. Começou por ser bi-campeã zonal infantil-B da zona sul, nos 800 livres e 200 costas, ficando no 2º lugar nos 100 costas e nos 200 livres.

Nos nacionais de infantis, já se impôs como a melhor costista da sua idade, vencendo as provas de 100 e 200 costas na categoria infantil-B. Na prova mais longa ficou a centésimos do record nacional.

Recordes esses que viriam na categoria seguinte. Como infantil-A, estabeleceu dois novos recordes nacionais da categoria, ambos nos 200 metros costas (um em piscina curta e um em piscina longa), ambos no mês de Junho. O primeiro em piscina curta, em casa, no Torneio do Centenário do Sport Algés e Dafundo, e depois em piscina longa no Memorial Morena.

No mês seguinte, nos nacionais de infantis, não melhorou as marcas mas chegou para ser novamente campeã nacional dos 100 e 200 costas.

Em juvenil-B, ou seja, no ano passado, iniciou a época sagrando-se tetra-campeã zonal. Venceu as suas provas clássicas (100 e 200 costas) e ainda os 100 e 800 livres. Nos nacionais de juvenis, sem surpresa, foi a campeã nacional juvenil-B dos 100 e 200 costas.

Nos campeonatos do escalão, no final da época passada, voltou a conseguir vencer as suas duas provas de eleição, mesmo nadando contra nadadoras um ano mais velhas.

Esta época, enquanto juvenil-A, voltou a repetir os títulos zonais dos 100 e 200 costas. Já nos nacionais, adicionou mais uma prova ao seu leque de títulos: 50 costas. Assim, foi campeã nacional nos 50, 100 e 200 costas. Nos 50 e 100 metros superiorizou-se inclusivamente às nadadoras seniores, sendo campeã absoluta.

Em resumo, Rafaela Azevedo é das poucas nadadoras portuguesas que, para já, pode dizer que foi sempre campeã nacional nas mesmas duas provas, em todos os campeonatos nacionais que nadou.

Foi com o tempo de 1:04.44 aos 100 metros que Rafaela conquistou o direito de estar em Israel.

A sua progressão nas provas que nadará em Israel foi a seguinte:

Fonte: Swimrankings

Antevisão

A benjamim da equipa, pela sua idade, só deve ter dois objectivos: aquisição de experiência internacional e desfrutar ao máximo de uma competição deste nível. Só depois virá a possibilidade de record nacional (o dos 100 metros está a 52 centésimos de distância; o record de juvenil-A é melhor que o de juniores) e só depois pensar em passar as eliminatórias.

Este último objectivo até pode ser inadvertidamente atingido, uma vez que nos 50 metros tem boas possibilidades de chegar à meia final. É uma prova onde centésimos significam lugares na tabela classificativa, mas na qual o seu tempo daria 18º lugar no ano passado.

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João BastosJunho 22, 20174min0

Com a convocatória da selecção portuguesa para os campeonatos da Europa de Juniores, o Fair Play inicia uma série de 13 artigos para apresentar os 13 nadadores presentes em Netanya (Israel)

O Meeting Internacional do Porto constituiu a última oportunidade para os nadadores juniores portugueses fazerem marcas de acesso aos Europeus do escalão. Com a selecção definida, iniciaremos o desfile dos nadadores que representarão Portugal no certame. Fá-lo-emos diariamente até dia 28 de Junho (primeiro dia de competições em Netanya) e por ordem alfabética.

José Lopes

Nome: José Paulo Lopes
Data de Nascimento: 16 de Outubro de 2000
Clube: Sporting Clube de Braga
Treinador: Luís Cameira
Provas: 800 e 1500 metros livres e 400 metros estilos

Foto: Arquivo Pessoal

Historial

À semelhança de Jorge Silva, também José Lopes é do Braga “desde pequenino”. De resto, a carreira de ambos tem encontrado bastantes paralelismos, inclusive o facto de se terem apurado para os Europeus de Juniores logo no primeiro ano.

O agora especialista de provas de fundo, conquistou o seu primeiro título de relevo numa prova que muitos nadadores não gostam de nadar: foi campeão zonal infantil-B dos 200 mariposa, prova onde também obteve a melhor classificação nos nacionais de infantis, entre as 4 provas individuais que nadou: foi 8º.

Na categoria de infantil-A não foi sequer ao pódio nos zonais e a melhor classificação nos nacionais foi um 12º lugar, mas evidenciava uma evolução das marcas consistentes e, sobretudo, mostrava que ainda estava longe de se especializar numa técnica ou distância.

Chegou então a época de juvenil-B e voltou a subir ao lugar mais alto do pódio do zonal da zona norte, sendo campeão zonal da categoria nos 1500 metros livres. Foi também nesta categoria que se deu início a sua afirmação a nível nacional. Nos nacionais da categoria subiu quatro vezes ao pódio, com destaque para o título de vice-campeão nacional juvenil-B nos 1500 metros.

Foi vice de categoria e posteriormente vice do escalão, mas para além dos 1500, também foi dos 400 metros livres.

No ano seguinte aumentou a fasquia. Foi bi-campeão zonal juvenil-A e em Abril chegou o primeiro título de campeão nacional, e não veio sozinho. Foi bi-campeão nacional juvenil-A nas provas que se começaram a tornar a sua especialidade, os 400 e os 1500 metros livres. Ainda foi duas vezes vice-campeão nacional (nos 200 e 400 estilos, fazendo as dobradinhas para o Braga com Jorge Silva) e bronze nos 200 costas.

No campeonato nacional de juvenis, voltou a conquistar 5 medalhas, desta vez nenhuma de primeiro lugar, encontrando nessas 5 provas os outros dois nadadores juniores de primeiro ano que vão estar em Israel: o já citado Jorge Silva e Roberto Gomes.

Já nesta época José Paulo teve a sua desforra, nos campeonatos nacionais de juniores e seniores de piscina curta, onde superou esses (e outros) adversários em cinco provas, tendo-se assim tornado penta-campeão nacional. 400, 800 e 1500 livres, 200 estilos e 200 costas foram os títulos conquistados.

Nos nacionais de juniores de piscina longa foi campeão nacional dos 200 costas, vice-campeão nacional dos 800 livres e 200 estilos e terceiro lugar nos 1500 metros livres e 400 metros estilos. Mas foi precisamente nas eliminatórias desta última prova que ficou muito próximo dos mínimos para Netanya. Foram 11 centésimos de frustração que o separaram do Europeu.

Mas José Lopes resolveu o assunto no Meeting Internacional de Coimbra, cumprindo o mínimo na prova de 1500 metros livres, fazendo-o muito à vontade, de tal forma que dos três portugueses convocados para nadar a prova, passou a ser aquele com melhor record pessoal.

A sua progressão nas provas que nadará em Israel foi a seguinte:

Fonte: Swimrankings

Antevisão

É extraordinário que numa prova como os 1500 metros livres, que no ano passado só teve 16 inscritos, Portugal consiga ter três nadadores apurados. Sendo José Paulo o nadador com o melhor tempo de inscrição entre os três, será o que terá maiores ambições de conseguir um lugar mais destacado.

Mesmo nas edições com mais inscritos, os seus 15:50 dariam sempre um lugar entre os 16 primeiros. E o dos 800 não anda lá longe.

José tem tempos de valia superior em piscina curta, mas parece agora começar a aproximar os desempenhos em piscina longa. Se fizer algo equivalente aos 15:21.79 que tem nos 1500 em PC, nadará num tempo a rondar os 15:46 em PL, aproximando-se bastante do record nacional júnior-B que é de 15:43.55.


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