18 Fev, 2018

De volta ao TouchRugby e ao seu estado de arte

Lourenço MonteiroJaneiro 26, 20183min0

De volta ao TouchRugby e ao seu estado de arte

Lourenço MonteiroJaneiro 26, 20183min0
Continuamos a explicar do que se trata o Touch Rugby e como é que podem participar na modalidade! Fiquem a saber onde podem jogar!

Não podemos iniciar este artigo sem um agradecimento ao Fair Play, na pessoa do Francisco Isac, por todo o apoio no desenvolvimento do Rugby e, sobretudo, por esta aposta isenta de preferências, que vai chegando a todas as vertentes da Modalidade e aos diferentes Clubes, com o interesse de levar Rugby a todos.

Ora, essa é a mesma vontade do TOUCH RUGBY e da sua Associação em Portugal que, conjuntamente com a FPR, vai levando os “seus” atletas a novos desafios, nesta segunda época oficial de actividades.

No Touch Rugby os Atletas são embaixadores de Marca!

Como em qualquer modalidade, os seus atletas são os embaixadores de Marca. Ainda assim, o Touch vai mais longe! Pela natureza do jogo, temos Mulheres e Homens, sem limite de idades, contando já com inscrições dos 16 aos 68 anos. Aqui, o passado desportivo não faz diferença – tanto faz ter jogado Rugby, Andebol, Running, ou qualquer outra modalidade.

Importante mesmo é o bem-estar dentro e fora de campo e com presença na 3ªparte – lembrar-se-ão, “os do Rugby”, que este é um ponto importante e por vezes esquecido. No TouchRugby, quem não organizar este momento, será penalizado!

O que nos leva a um cuidado exigente na apresentação das regras. Onde o respeito ao próximo e a humildade de quem se predispõem a aprender tem sido atitudes reconhecidas nos diferentes Clubes e que devem dar o mote à construção dos grupos. E que desta forma estão a ser incorporados e deixarão, como em toda a Modalidade, uma marca na vida de cada atleta.

E a agenda?

Para quem ainda não está “por dentro” do Touch, fique sabendo que a época ainda agora dá os primeiros passos e que, para trás, ficaram os treinos Open das Selecções, formação de árbitros e Jogos amigáveis.

Já este mês, iniciamos as competições oficiais e, em breve, as viagens em representação das Cores Nacionais.

Os corpos técnicos e não técnicos da ATP estão disponíveis e focados a dar todo o apoio aos Clubes e aos Jogadores com o desenvolvimento e promoção de skills em workshops e a aplicar nas competições internas.

– Assegurados para competir primeiramente pelas Taças Regionais estão:

10FEV – 17MAR – Sul – Belenenses, Benfica, CDUL, São Miguel e Técnico;

18JAN- 10MAR – Centro/Norte – Agrária (a ponderar a segunda equipa), Moita, Lousã e Arcos.

E ainda aguardamos ALGARVE, DIREITO e PORTO.

– Já para o Circuito Nacional temos as datas:

28ABR- Nacional (Lisboa – São Miguel)

19MAI – Nacional (Coimbra – Agrária)

23JUN – Nacional (Arcos de Valdevez)

Se Dúvidas existirem, este Domingo podem ser esclarecidas! – 28JAN – Estádio Universitário – 12h30 – 14h00.
Domingo, convidamos todos a esclarecerem dúvidas, no OPEN organizado pelo CDUL e que irá contar com os Clubes de Lisboa.

A vossa opinião conta, muito!
Avaliem, comentem e deixem a vossa opinião, sobre algumas questões como:

– O Touch é mais Rugby ou mais Running em equipa?

– O background Andebol e Futebol, são compatíveis com o TouchRugby?

– Que jogo é este que obriga a pensar Rugby e a redefinir estratégias próprias do Rugby? – mas que eliminou a placagem – trocando por um “Touchê vigoroso” – e também o jogo no chão – tão desejado por quem viveu o rugby antigo e hoje proibitivo onde, cada vez mais, o esclarecimento desta fase reduz o espaço ao Turn-over – e que o TouchRugby trocou-o por “roll ball” – ou seja, bola no chão após Touch, mantendo total vantagem ofensiva à equipa atacante. Curioso?

Saiba mais e visite a página da Associação no Facebook: Touch Rugby Portugal – https://www.facebook.com/officialtouchrugbyportugal/


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É com Fair Play que pretendemos trazer uma diversificada panóplia de assuntos e temas. A análise ao detalhe que definiu o jogo; a perspectiva histórica que faz sentido enquadrar; a equipa que tacticamente tem subjugado os seus concorrentes; a individualidade que teima em não deixar de brilhar – é tudo disso que é feito o Fair Play. Que o leitor poderá e deverá não só ler e acompanhar, mas dele participar, através do comentário, fomentando, assim, ainda mais o debate e a partilha.


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