20 Fev, 2018

A corrida mudou… agora é a Iniciação à Patinagem de Velocidade!

Francisco FigueiredoJaneiro 6, 20183min0

A corrida mudou… agora é a Iniciação à Patinagem de Velocidade!

Francisco FigueiredoJaneiro 6, 20183min0
Depois das iniciações e básicos, Francisco Figueiredo explica os skills necessários para conseguir competir na Patinagem de Velocidade

Depois de terminarmos a abordagem da iniciação à patinagem em linha iremos avançar para a Iniciação à Patinagem de Velocidade.

Ainda se lembram das mudanças na modalidade? No artigo de explicação “O que é a Patinagem de Velocidade?“, dissemos,

“Desde então surgiram diversas alterações na modalidade, quer nas distâncias percorridas, quer no material utilizado. Em 1992/1993 surgem os patins em linha em provas oficiais, revolucionando por completo as características das competições.”

Sendo muito importante a fase inicial do domínio dos patins não é menos importante a fase que se segue: vamos aplicar esse domínio e ampliá-los de forma a que possamos ser o mais rápidos possível com o menor esforço efetuado. Neste processo a utilização de uma técnica de patinagem mais eficaz é muito importante e poderá fazer a diferença ao longo da carreira desportiva do patinador de velocidade.

Nesta fase de entrada na Patinagem de Velocidade continua a ser fundamental o trabalho de domínio dos patins, através das provas de destreza. Estas consistem em percursos com obstáculos/tarefas a realizar. Este trabalho é abordado também em termos competitivos, onde são realizadas competições cronometras de vários tipos de percursos. Existem ainda os percursos alternativos, onde trajetórias diferentes das ovais são adoptadas.

Com estes percursos os patinadores podem adquirir competências técnicas e táticas, como a negociação da trajetória a adoptar em relação à adoptada pelo seu adversário. A técnica de curva, a posição base, a destreza nos patins, entre outras aptidões, são aqui postas à prova. Este trabalho deve ser estimulado principalmente nos escalões mais novos, embora seja importante ao longo de toda a carreira desportiva do Patinador de Velocidade.

Se estas pequenas competências forem desenvolvidas quando as capacidades coordenativas estiverem no seu auge de desenvolvimento, fornecerão competências fundamentais para que o patinador possa atingir patamares de excelência técnica no futuro. Claro que toda esta abordagem deve ser programada a médio/longo prazo, com a definição clara do modelo técnico de patinador que se pretende no futuro.

No próximo artigo iremos abordar a planificação de provas a nível nacional na modalidade de Patinagem de Velocidade, pois a neste momento ainda não existe um calendário oficial para 2018 por parte da Federação de Patinagem de Portugal, apesar de a época já ter começado no dia 1. Aguardamos que a calendarização da FPP seja então apresentada, após as sugestões efetuadas no passado mês de Dezembro pelas diversas Associações de Patinagem do país.

Esperamos que princípios básicos como a formação do jovem praticante, a preparação e desenvolvimento técnico dos patinadores portugueses, ou a preparação das Seleções Nacionais sejam tidas em consideração na elaboração do mesmo…


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