21 Out, 2017

A Europa do Futebol de Praia: Competitividade e Incerteza – Parte II

André CoroadoDezembro 1, 201617min0

A Europa do Futebol de Praia: Competitividade e Incerteza – Parte II

André CoroadoDezembro 1, 201617min0

Na Parte I sublinhámos o crescente equilíbrio registado na elite do futebol de praia europeu. Realçámos, ainda assim, que Portugal e Rússia, acompanhados cada vez mais pela Suíça, persistem enquanto principais superpotências. Desta vez, lançamos um olhar às equipas que se têm intrometido regularmente entre os maiores colossos europeus e aos resultados de excelência que têm auferido.

Os grandes vencedores do ano

Nenhuma das 3 selecções que destacámos até agora se sagrou campeã das duas provas que encerraram a época de futebol de praia. Tal honra coube a Ucrânia e Polónia, duas selecções com percursos distintos mas que em 2016 conquistaram títulos inéditos ao vencer, respectivamente, a Liga Europeia e o torneio de qualificação para o mundial.

A ligação da Ucrânia ao futebol de praia é histórica, apesar de alguns períodos obscuros que não mancham em nada a imagem da Ucrânia como potência europeia. Os soldados do leste europeu haviam protagonizado uma temporada de grande nível em 2015, ano em que foram finalistas da Liga Europeia – uma final de má memória para as hostes ucranianas, derrotadas por um golo de Zé Maria no último segundo do encontro.

Todavia, dispostos a reescrever a história, os pupilos de Yevhen Varenytsia tornaram a cruzar-se com Portugal na final continental e desta vez prevaleceram sobre a língua de Camões, num duelo táctico em que a frieza e eficácia ucranianas levaram a melhor.

A selecção ucraniana de futebol de praia sagrou-se campeã europeia pela primeira vez na História em 2016. [Foto: BSWW]
A selecção ucraniana de futebol de praia sagrou-se campeã europeia pela primeira vez na História em 2016. [Foto: BSWW]
 

Pelo caminho, Espanha, Bielorrússia e Alemanha provaram o sabor amargo do 2:2 ucraniano, montado pelos guardiões Sydorenko e Hladchenko, sob a batuta do genial Kornichuk. O número 11 ucraniano assumiu-se, aliás, como principal figura da sua selecção na ausência de Igor Borsuk, tendo o acrobático Zborowski e os irreverentes Medvid e Voitok desempenhado papéis igualmente importantes.

Porém, menos de duas semanas decorridas sobre a conquista do ceptro continental, uma tragédia abater-se-ia sobre os novos campeões europeus: a falha no acesso ao campeonato do mundo, pela segunda vez consecutiva (a Ucrânia também já não viajara para Espinho em 2015). E o carrasco da Ucrânia foi precisamente a mesma selecção que eliminou a Rússia: a subitamente imponente Polónia.

Depois de uma fase de grupos cumpridora, mas discreta, em que foram derrotados pela Espanha, os homens orientados por Marcin Stanislawski enfrentavam uma tarefa hercúlea no grupo 3, que integravam juntamente com Ucrânia, Rússia e Moldávia. Estando a qualificação reservada apenas para o vencedor do grupo, foi com surpresa geral que os intrépidos polacos garantiram o apuramento antecipadamente na 2ª jornada, após triunfos sobre a campeã europeia Ucrânia e a poderosa Rússia. Insatisfeitos, venceram os 3 jogos restantes na competição, desbaratando a concorrência para erguer o troféu de campeões – a primeira conquista de sempre do futebol de praia polaco num grande palco europeu.

Num plano mais alargado, a temporada polaca esteve longe de ser brilhante, incluindo a falha no apuramento para a Superfinal da Liga Europeia, com apenas 4 pontos conquistados em 6 jogos e uma inesperada derrota diante da Alemanha no encontro decisivo disputado em solo húngaro. Todavia, a solidez colectiva dos homens do Báltico começava a dar sinais dentro das quatro linhas, impulsionada pelo regresso do mítico Boguslaw Saganowski. O pivô polaco, contando já quatro décadas de vida, apresentou-se em excelente forma, possibilitando o sucesso da fórmula concebida pelo técnico Marcin Stanislawski: ataque num sistema 3:1 convencional, com uma forte aposta no jogo directo no pivô, tirando partido das acrobacias fenomenais de Saganowski. A velocidade e técnica de Witold Ziober nas alas, outra das imagens de marca da Polónia nos últimos 10 anos, foi outra aposta da nação de leste, que contou ainda com a afirmação em pleno de jovens talentosos como Jesionowski, Gac, Madani ou o guarda-redes Gasinski, eleito melhor guardião do torneio de qualificação para o mundial.

Todavia, com um sistema de jogo bastante simples e sem segredos, a Polónia não foi além do 5º lugar na Copa Intercontinental do Dubai no início de Novembro, pelo que terá de evoluir ainda mais para se poder apresentar no Mundial das Bahamas com aspirações a uma boa classificação.

Por onde andam os suspeitos do costume?

Entretanto, o que se passa com as tradicionais potências mediterrâneas, Itália e Espanha? A primeira conclusão que somos forçados a reconhecer centra-se na distanciação destas duas selecções dos lugares de topo que seria expectável ocuparem. Decerto continuam a integrar a elite europeia, tendo providenciado ao mundo do futebol de praia provas bastantes veementes da sua regularidade competitiva. No entanto, italianos e espanhóis dificilmente são encarados como candidatos à vitória nas competições em que participam, como se, mais cedo ou mais tarde, fosse expectável a sua queda diante de um adversário mais preparado.

A turma transalpina guardará, ainda assim, boas recordações de 2016. A temporada começou de forma bastante favorável, com a conquista do segundo lugar no pódio na Taça da Europa de Belgrado em Junho, um título perdido para Portugal de forma clara, mas após duas vitórias consistentes sobre Suíça e Hungria. No entanto, tal como se tem vindo a tornar um hábito no seio da Squadra Azzurra, as hostes italianas acabariam por não cumprir as expectativas de sucesso que um início auspicioso augurava, empreendendo uma prestação tímida, ainda que razoavelmente consistente, na fase regular, que culminou com um constrangedor 6º lugar na Superfinal realizada em casa, nas areias sicilianas de Catania. Sem a estrela Gabriele Gori, o técnico Massimo Agostini (ano de estreia no cargo) viu a sua equipa contabilizar apenas uma vitória diante da Suíça em 4 jogos disputados, mostrando-se permeável defensivamente e demasiado dependente da mestria de Palmacci no sector ofensivo.

Fonte: VivoAzzurro
Gori foi um dos destaques da temporada europeia com os seus golos e acrobacias. [Foto: VivoAzzurro]
 

Felizmente para os Azzurri, a qualificação para o campeonato do mundo também teve lugar dentro do seu próprio país (desta vez em Jesolo, Veneza), tendo a Itália gozado dos privilégios inerentes ao estatuto de anfitriã, além do regresso de Gori. Evitando sempre os principais candidatos ao apuramento, os italianos embalaram para 6 vitórias consecutivas que lhes valeram a qualificação, mas não sem um valente calafrio no último minuto da partida frente à Alemanha.

Ainda assim, a inépcia italiana não permaneceria disfarçada durante muito tempo, graças aos triunfos de Polónia e Portugal que arremessaram os anfitriões para fora do pódio. Contas feitas, os 19 golos de Gori revelaram-se fundamentais para que a Itália atingisse o principal objectivo da época sem brio, numa equipa que conta ainda com jogadores da qualidade de Palmacci e Ramacciotti, mas parece não tirar partido das suas verdadeiras potencialidades. A dependência no talento individual de Gori foi mais uma vez evidenciada na participação desastrosa da Itália na Copa das Nações no final de Outubro, quando foi derrotada de forma clara pelo Japão (3-1) e pelo Brasil (8-2), num evento que atestou as debilidades de uma equipa que ocupa a 4ª posição do ranking mundial.

A Espanha, por seu turno, protagonizou uma temporada ainda mais apagada no que concerne à concretização de objectivos, marcada pela falha no apuramento para o mundial pela 2ª vez na sua história (após a ausência de 2011). Bafejada pela má sorte desde a Copa do Sal em Abril, da qual resultaram lesões de gravidade assinalável de Juanma e Llorenç, a selecção espanhola foi desde cedo forçada a adaptar-se a uma nova realidade, buscando opções alternativas.

A resposta começou por revelar-se ténue, exprimindo-se através de um inócuo 6º lugar alcançado na Taça da Europa de Belgrado, mas rapidamente assumiu contornos bem distintos à medida que a fase regular da Liga Europeia se ia desenrolando: jogo após jogo, os pupilos de Joaquín Alonso foram cumprindo a sua missão, chegando ao fim como líderes isolados da classificação com 18 pontos amealhados em 18 possíveis. Mesmo sem colocar uma grande intensidade nos jogos e sem diversificar muito as suas opções, a solidez defensiva e a simplicidade dos processos postos em prática por jogadores como Cintas, Antonio, Mérida e Pablo dava frutos. Igualmente digno de registo foi o contributo do astro galego Kuman, que após uma longa ausência se juntou à selecção espanhola na etapa de Sanxenxo, em casa, para ganhar o prémio de melhor jogador da etapa.

No entanto, as taças conquistadas em Moscovo e Sanxenxo foram os únicos louvores que agraciaram os nossos vizinhos ibéricos em 2016. Com uma grande expectativa em torno dos regressos de Llorenç e Juanma, esperava-se que os líderes da fase regular da Liga Europeia e desbaratassem a concorrência na Superfinal, carimbando o acesso à final. Desta feita, a selecção ucraniana afigurou-se-lhes um obstáculo intransponível, tendo o sector defensivo espanhol manifestado permeabilidades perante a máquina bem oleada dos futuros campeões europeus (7-5). Na luta pelo pódio, em mais um grande jogo de futebol de praia, os espanhóis acabaram derrotados pela armada russa (8-7).

Já em plena qualificação para o mundial, a Espanha parecia bem lançada na sequência de três triunfos na primeira fase de grupos, incluindo a vitória diante da Polónia, mas acabaria por não conseguir reagir positivamente no âmbito de um grupo muito difícil que compreendia Suíça, Azerbeijão e Turquia. Uma derrota inaugural contra os azeris acabaria por deitar tudo a perder e, após uma vitória frente à congénere turca, foi já com a certeza da eliminação que a Espanha entrou em campo diante da Suíça, sendo goleada por esclarecedores 8-4.

Mais uma vez, as debilidades defensivas acabaram por se provar fatais para as aspirações espanholas, que também se ressentiu da falta de coesão do grupo decorrente das constantes alterações de plantel ao longo da temporada, forçadas pela indisponibilidade de alguns jogadores chave. Todavia, tal não serve de desculpa para uma equipa que conta com grandes talentos individuais, alguns dos quais verificaram um crescimento assinalável em 2016, como Ezequiel Carrera. Será interessante verificar como reagirá a Espanha nos próximos tempos a esta campanha desfavorável.

Um novo membro na elite?

A análise à elite europeia não ficaria completa sem uma referência condigna à Bielorrússia, equipa que deu seguimento ao seu crescimento, agora materializado com a obtenção de um troféu, na etapa húngara da Liga Europeia, graças aos sucessos alcançados diante de Rússia (2-0) e Portugal (4-2). Ihar Bryshtsel consagrou-se melhor marcador do torneio e Makarevich arrecadou a distinção de melhor guarda-redes, acentuando os seus papéis enquanto principais figuras da sua selecção. Os bielorrussos totalizaram de resto 12 pontos em 18 possíveis na fase regular da Liga Europeia, o que lhe permitiu alcançar o 4º posto. Já na Superfinal, derrotas tangenciais para Ucrânia e Espanha obstaram a que pudesse repetir o feito na classificação final da época, mas ainda assim foi com grande personalidade que a nação do leste europeu se impôs perante a anfitriã Itália (5-2) para conquistar um inédito 5º lugar na prova.

A técnica e rapidez de execução de Bryshtsel colocam-no entre os melhores pivôs da Europa na actualidade. [Foto: Manuel Queimadelos]
A técnica e rapidez de execução de Bryshtsel colocam-no entre os melhores pivôs da Europa na actualidade. [Foto: Manuel Queimadelos]
 

A caminhada bielorrussa em 2016 não pode ser vista senão como um sucesso, coroando o ano de estreia do seleccionador Marco Octávio, que deu o melhor seguimento ao trabalho do anterior seleccionador Gilberto Costa, apostando no jogo directo a partir da saída em 3:1, mas acrescentou-lhe alguns ingredientes muito próprios do seu estilo (os lançamentos rasantes de Makarevich para a cabeça de Bryshtsel fazem lembrar o mesmo movimento que estávamos habituados a ver na selecção iraniana de Marco Óctávio, protagonizado por Hosseini e Ahmadzadeh).

O crescimento dos bielorrussos permitia que fossem considerados como um candidato legítimo à qualificação para o mundial, algo que até poderia ter acontecido, num percurso sinuoso da equipa em Jesolo: habituada a neutralizar o jogo de selecções teoricamente mais fortes, a Bielorrússia acabou por perder frente à Turquia – uma equipa com um estilo de jogo algo semelhante ao seu – e foi de forma atribulada que chegou à segunda fase de grupos. Nessa fase, novo desaire, desta vez frente à surpreendente França. Ainda assim, uma contundente vitória sobre a Grécia deixava a Bielorrússia com esperanças de se apurar caso vencesse Portugal em tempo regulamentar, num jogo de grande tensão emotiva e intensidade física em que o sistema defensivo bielorrusso acabaria por ceder perante a maior qualidade colectiva lusa. Terminada a época, os bielorrussos estão mais fortes à entrada para 2017 do que estavam à entrada para 2016, mas terão de reforçar as suas opções de jogo para continuarem a ascender no panorama europeu.

Potenciais surpresas para 2017

Destacámos, até agora, as equipas que consideramos compor, neste momento, a fina flor do futebol de praia europeu. Mas isso não significa que se encontrem num patamar inalcançável para as demais selecções do velho continente, muitas das quais continuaram a demonstrar em 2016 provas de grande valor. Neste universo de equipas de segunda linha, vale a pena destacar 3 nações que, no nosso ponto de vista, atingiram um patamar qualitativo sem precedentes na temporada que agora termina: Azerbeijão, França e Alemanha.

A nação germânica deu continuidade a um processo de crescimento bem estruturado iniciado há cerca de 5 anos, tendo em 2016 obtido marcas importantes, como a boa prestação na qualificação para o mundial ou o apuramento para a segunda Superfinal da Liga Europeia desde que o novo formato entrou em vigor (curiosamente, os alemães foram campeões da edição inaugural da prova em 1998). A selecção que tem no emblemático Olli Romrig a sua principal figura, juntamente com o irreverente Biermann e o habilidoso Weirauch, iniciou a temporada exibindo duas faces distintas: a de uma equipa débil e permeável contra as equipas de primeira linha, incapaz de discutir um resultado, e a de uma equipa personalizada e dominadora, implacável para com as equipas do seu campeonato. Foi assim que os triunfos claros diante de Grécia (3-1) e Polónia (6-2) levaram a Alemanha à Superfinal de Catania, onde 4 goleadas estrondosas remeteriam os comandados de Nils Borignschulte para o odiado 8º lugar.

Todavia, as hostes alemãs ressurgiram em excelente forma na qualificação para o mundial, onde a boa réplica manifestada diante da Rússia na primeira fase de grupos seria um prenúncio do duelo titânico que oporia italianos a alemães numa das partidas decisivas do evento. O espectacular golo do empate de Olli a 30 segundos do fim pode ter sido cancelado pela última investida de Gori, mas a trajectória ascendente da Alemanha ficou bem patente.

Na mesma linha, a França foi talvez a selecção que mais cresceu ao longo da temporada europeia. Efectivamente, a equipa tímida, de constrangedora incapacidade ofensiva e propensa a goleadas trágicas da etapa de Moscovo da Liga Europeia, acabaria por evoluir o estritamente necessário para garantir em Sanxenxo a manutenção na divisão A da Liga Europeia, com um triunfo ténue sobre a frágil Roménia (cortesia de 4 golos de Barbotti), aproveitando as semanas seguintes para se regenerar completamente e surgir em grande plano no torneio de qualificação para o mundial. Conjugando a experiência dos veteranos Samoun, Basquaise e Barbotti com uma nova fornada de jovens talentos como Belhomme ou Bizot, os gauleses reconquistaram uma intensidade competitiva e uma alegria a jogar futebol de praia que não se lhes reconhecia desde os tempos áureos de 2005-2007.

Foi um percurso imaculado de vitórias sucessivas aquele que levou a França a disputar o apuramento para o mundial das Bahamas com Portugal, num duelo em que os primeiros campeões do mundo FIFA (2005) se defrontaram olhos nos olhos com os actuais detentores do troféu. O maior desenvolvimento de jogo dos lusitanos deitaria por terra as esperanças gaulesas, que no entanto se podem manter risonhas no que concerne à próxima temporada, a manter-se tal atitude perante o jogo.

Fonte: azertag.az
Sabir Allahgulyiev foi um dos jogadores que mais cresceu sob o comando de José Miguel Mateus e é hoje uma das principais figuras do Azerbeijão. [Foto: azertag.az]
 

Por seu turno, o Azerbeijão termina 2016 com um doce sabor a vitória que há muito buscava, mercê da sua recente promoção à divisão principal do futebol de praia europeu. A turma azeri capitalizou da melhor forma os ensinamentos recolhidos após dois anos de trabalho com José Miguel Mateus, dando continuidade ao processo de crescimento impulsionado pelo técnico português. Foi com um plantel singularmente equilibrado e experiente que o Azerbeijão se apresentou na divisão B da Liga Europeia, desbaratando a concorência na etapa húngara (incluindo um sólido triunfo por 3-0 diante da Hungria), carimbando o acesso à final promocional. Em Catania, a consistência defensiva irrepreensível e os processos ofensivos bem trabalhados resultaram em 4 novas vitórias, incluindo um triunfo na final sobre a mesma Hungria arrancado a ferros nas grandes penalidades.

O grande objectivo da época estava alcançado, mas o brilhantismo da nação do Cáucaso seria ainda reforçado pela prestação notável da equipa de Allahguliyev, Aliyev e demais companheiros na qualificação para o mundial. Apesar de uma derrota na partida inaugural diante da França os ter arremessado para o grupo dos tubarões Espanha e Suíça, os azeris protagonizariam uma das grandes surpresas da prova ao derrotar os pupilos de Joaquín Alonso (4-2). As expectativas de apuramento sairiam goradas do embate diante da formação helvética, em que uma corajosa reacção do Azerbeijão não evitou o triunfo suíço pela margem mínima, mas o mérito desta equipa do leste europeu permanece intocável. Fica o aviso para as equipas da divisão A da Liga Europeia, que em 2017 contarão com novo rival de peso na senda para o título europeu.


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