17 Ago, 2017

Mundial de Andebol 2017 (Parte I) – Antevisão

Tomé BritoJaneiro 9, 201718min2

Mundial de Andebol 2017 (Parte I) – Antevisão

Tomé BritoJaneiro 9, 201718min2

França, Janeiro de 2017. É por esta altura, de 11 a 29 de Janeiro, que se realiza no país Gaulês a 25ª edição do Mundial de Andebol da IHF. Uma coisa é, desde já, certa para este Mundial, nunca me lembro de ter partido para uma grande competição internacional sem conseguir delinear um real favorito à vitória final. A França, talvez pelos seus jogadores e por jogar em casa seja a grande favorita? Mas o que dizer da aguerrida Alemanha, que surpreendeu tudo e todos no ano passado ao ganhar o Europeu? E claro, não nos podemos esquecer dos crónicos candidatos Dinamarca, Croácia ou Espanha. Esta é a parte I da análise a esta competição.

É na Accorhotels Arena, em Paris, pelas 19:45h da próxima quarta-feira, dia 11, que terá lugar o jogo de inauguração entre França e Brasil. Também no mesmo pavilhão terá lugar a final de 29 de Janeiro, dia onde se vai decidir quem irá subir a um dos tronos mais altos do Andebol internacional (há uma grande disparidade na comunidade andebolística no que à maior competição internacional diz respeito – Mundial ou Jogos Olímpicos). Nesta 1ª parte da antevisão iremos destacar os Grupos A e B, para na 2ª parte (amanhã), destacar os Grupos C e D, bem como, fazer uma pequena previsão de como irá decorrer a competição.

Qual o formato do Mundial? De início são 24 selecções divididas por 4 grupos de 6 selecções cada. No final das 5 jornadas iniciais as 4 primeiras classificadas de cada grupo terão classificação garantida para a Main Round, enquanto a 5ª e 6ª classificadas de cada grupo irão disputar a President’s Cup. Em seguida as 16 selecções apuradas para a Main Round irão ser distribuídas num grupo final que divide as selecções de acordo com a classificação na 1ª ronda. Assim, a selecção colocada em 1º lugar de um grupo enfrentará a 4ª classificada de outro grupo e cada 2ª classificada enfrentará uma 3ª classificada. No final deste grupo irão ficar determinadas as equipas que se classificam para os quartos-de-final. Depois a competição toma um formato de eliminatórias (quartos-de-final -> meias-finais -> final).

GRUPO A – PARIS

O “grupo da morte”. Conta com, talvez, a principal favorita no geral, França, e outra grande candidata, a Polónia. Estas duas selecções devem decidir entre si o 1º lugar do grupo, mas sempre com as perigosas Rússia e Noruega (sensação do último Europeu) à espera de surpreender. No entanto, o Brasil, que tem vindo a crescer nos últimos anos, tem qualidade suficiente para surpreender Rússia ou Noruega e aspirar a um lugar na fase seguinte. A última equipa do grupo é o Japão que não deve ter quaisquer chances de apuramento, devendo aproveitar esta competição para se mostrar.

FRANÇA

Palmarés: 2 títulos Olímpicos; 5 títulos Mundiais; 3 títulos Europeus
Jogador-Chave: Nikola Karabatic
Treinador: Didier Dinart
Previsão FairPlay: 1º lugar do grupo;

Na última década, falar de Andebol tem sido sinónimo de falar da selecção Francesa, tal é o domínio que os Gauleses alcançaram. Contudo, nas últimas duas grandes competições de selecções (Europeu e Jogos Olímpicos), a França ficou aquém das expectativas na primeira – o Europeu -, tendo apenas alcançado o 5º lugar, e nos Jogos Olímpicos sucumbiu na final perante uma Dinamarca mais forte. Tendo isto em conta, juntando o facto de a França jogar em casa, podemos considerar a selecção Gaulesa como a principal favorita à vitória final. Contam com um grupo de jogadores muito experiente, onde constam alguns dos melhores jogadores do mundo, como Nikola Karabatic, Luc Abalo ou Thierry Omeyer, mas recentemente são vários os jovens talentos que têm aparecido e mostrado qualidade suficiente para fazer parte desta selecção – Nadim Remili (21 anos), Dika Mem (19 anos) ou Ludovic Fabregas (20 anos). Desta selecção poderemos esperar uma defesa “de betão” e um ataque que possui armas para ultrapassar qualquer defesa, seja no contra-ataque, um para um ou tiro exterior.

“Les Blues” (Foto: Infront Sports & Media AG)

POLÓNIA

Palmarés: –
Jogador-Chave: Michal Jurecki
Treinador: Talant Dusjhebaev
Previsão FairPlay: 3º lugar do grupo;

“Especialistas” em perder meias-finais, esta geração de jogadores da Polónia parece ter ficado sem tempo para alcançar o ouro numa grande competição visto que alguns dos seus principais jogadores – Szmal, Lijewski e Bielecki – já anunciaram o final das suas carreiras internacionais e outros encontram-se lesionados – Syprzak. Apesar destas baixas, são várias as armas que Talant Dujshebaev tem à sua disposição e com qualidade suficiente para alcançar um pódio. Michal Jurecki tem-se vindo a afirmar nos últimos anos como um jogador de elite, fazendo a diferença nos remates de 9 metros ou no um contra um, Tomasz Gebala tem tido um crescimento meteórico e Mateusz Kus afirmou-se como um dos melhores defensores da actualidade. Caso Dujshebaev consiga conjugar bem a experiência com a juventude da equipa, esta selecção tem tudo para ir até ao fim.

Gebala, a promessa Polaca (Foto: Alamy)

RÚSSIA

Palmarés: 1 título Olímpico; 2 títulos Mundiais; 1 título Europeu
Jogador-Chave: Timur Dibirov
Treinador: Dmitri Torgovanov
Previsão FairPlay: 2º lugar do grupo;

Capazes do melhor e do pior, assim se pode descrever esta selecção Russa. Num dia bom, caso consigam utilizar a sua maior vantagem, o contra-ataque, por Dibirov ou Shishkarev, podem derrotar qualquer selecção, mas num dia mau é hábito começarem a perder a cabeça, fazendo acumularem-se as exclusões de dois minutos e no final acabam num desapontante 19º lugar, como no Mundial de 2015 no Qatar. Como mencionado acima, possuem uma das melhores duplas de pontas titulares com os dois jogadores do Vardar a conseguirem finalizar de mil e uma maneiras diferentes. A 1ª linha também é muito variada, com jogadores bastante completos como Dereven ou Zhitnikov. A sua dupla de treinadores – Torgovanov e Voronin (adjunto) – sabe o que é vencer grandes competições, tendo feito parte das equipas que compuseram a “Golden Age” do Andebol Russo que venceu tudo na década de 90. Caso consigam passar esta mentalidade vencedora para os seus jogadores e consigam mantê-los concentrados e bem equilibrados nos dois lados do campo, esta selecção Russa pode ambicionar a lugares altos na classificação final.

Os Czar’s Russos (Foto: France Handball 2017)

NORUEGA

Palmarés: –
Jogador-Chave: Sander Sagosen
Treinador: Christian Berge
Previsão FairPlay: 5º lugar do grupo;

Um país de Andebol mas que no Andebol masculino nunca conseguiram chegar perto do sucesso que as senhoras têm. Estiveram perto no ano passado contudo, mas depois de conseguirem ultrapassar todos os obstáculos que lhes apareceram pela frente, acabaram por perder nas meias-finais perante a outra grande sensação da prova, a Alemanha. Contam com um dos jogadores mais promissores da actualidade e é no jovem Sander Sagosen e no que o futuro jogador do PSG pode fazer dentro de campo que estão todas as esperanças da Noruega conseguir um bom resultado em França. Com apenas 21 anos, Sagosen já se assumiu como a estrela da equipa e já é um jogador que pode decidir um ataque de qualquer maneira, seja com um excelente passe para o pivot, um grande “nó” ou um inesperado remate apoiado. Esta selecção Nórdica gosta de jogar um Andebol muito rápido, mas apenas em ataque organizado. Com constantes cruzamentos e uma rápida circulação de bola que faz abrir buracos na defesa adversária, é assim que joga a Noruega. Mas e a defesa? Aí está o problema desta selecção que tem por hábito deixar o lado defensivo do jogo para segundo plano, sendo regular ver grandes buracos aos 6 metros e fraca saída ao portador da bola. É esta razão pela qual não achamos que a Noruega consiga o apuramento para a Main Round, mas esperem com certeza magia de Sander Sagosen.

A Noruega (Foto: France Handball 2017)

BRASIL

Palmarés: 3 títulos Pan Americanos
Jogador-Chave: José Guilherme de Toledo
Treinador: Washington Nunes
Previsão FairPlay: 4º lugar do grupo;

Pode ser uma aposta bastante arriscada, mas acho que está aqui, na selecção Brasileira, a grande sensação deste mundial. Não falo em poder chegar a uma medalha mas talvez, quem sabe, a uns quartos-de-final tal como nos últimos Jogos Olímpicos, realizados em sua casa. É uma das selecções que joga um estilo de Andebol muito agradável, nunca nos cansamos a ver um jogo do Brasil. Trazem um pouco de samba para o Andebol e talvez seja por isso que durante um encontro não param de lutar, de correr, ou de tentar chegar a um bom resultado. José Toledo, potente lateral direito que faz a diferença essencialmente no tiro exterior, Thiagus Petrus, defensor de elite que tem tido uma grande ascensão no Andebol e Rogério Moraes, pivot que foi um pouco mal aproveitado no Kiel mas que esta época tem mostrado todo o seu valor no Vardar Skopje, são os principais nomes desta selecção Brasileira, que nos últimos anos tem vindo a crescer consideravelmente e pode ser neste Mundial que atinjam o patamar seguinte.

Toledo, a jovem estrela Brasileira (Foto: O Globo)

JAPÃO

Palmarés: 2 títulos Asiáticos
Jogador-Chave: Atsushi Mekaru
Treinador: Antonio Ortega Perez
Previsão FairPlay: 6º lugar do grupo;

Estamos perante uma das selecções mais limitadas da prova e com certeza deste grupo. Tendo falhado o apuramento para os últimos três mundiais, foi necessária a contratação de Antonio Carlos Ortega – vencedor da EHF Champions League como jogador e ex-treinador do Veszprem – para que o Japão se voltasse a qualificar para um mundial. Está aqui mesmo, no banco, a grande força desta selecção e aquela que os poderá levar, ao menos, a tentar pontuar neste complicadíssimo grupo. A maioria dos jogadores irá ter aqui a sua grande chance para se mostrar ao mundo do Andebol. Atsushi Mekaru é o melhor jogador desta selecção, o central tem sido um dos jogadores que mais tem impressionado na Liga Asobal (Espanha) ao serviço do Angel Ximenez. Com certeza, poderemos esperar muita luta e garra por parte do Japão mas garantir pontos vai ser tarefa quase impossível.

Atsushi Mekaru e o seleccionador Japonês Antonio Carlos Ortega (Foto: clubbalonmanopuentepuentegenil)

GRUPO B – METZ

Este é um grupo onde a primeira e última classificada não são muito complicados de prever, sendo elas a Espanha e Angola, respectivamente. A Eslovénia é das selecções em prova com mais talento e, para esta fase, isso deve chegar para alcançar o 2º lugar. Quanto a Islândia, Macedónia e Tunísia já se torna mais complicado de prever. À partida Islândia e Macedónia partem na linha de frente, pela maior qualidade dos seus jogadores, mas a selecção Africana tem qualidade suficiente para derrotar ambas e quem sabe até chegar mesmo à fase seguinte. Uma verdadeira luta a seguir entre estas três.

ESPANHA

Palmarés: 1 título Mundial
Jogador-Chave: Raul Entrerríos
Treinador: Jordi Ribera
Previsão FairPlay: 1º lugar do grupo;

Depois de não se ter qualificado para os Jogos Olímpicos do Rio, a selecção de “Nuestros Hermanos” parte para este Mundial com o intuito de voltar a cimentar a sua posição como uma das melhores selecções da actualidade e lutar pela vitória final na competição. Com uma convocatória recheada de estrelas, onde constam nomes como Sterbik e Perez de Vargas, uma das melhores duplas de guarda-redes nas selecções, ou Julen Aguinagalde que é visto por muitos como o melhor pivot da actualidade no aspecto atacante do jogo, a Espanha possuiu aquele que é talvez o plantel mais completo a nível de selecções, visto que conta com pelo menos dois jogadores de elite para todas as posições e com qualidade para jogar qualquer estilo de jogo. Caso queiram jogar um andebol que preferencie o remate exterior, possuem jogadores como Maqueda, Entrerríos ou Gurbindo, mas caso optem por um ataque mais móvel e de ataque aos 6 metros, Cañellas, Dujshebaev ou António Garcia podem fazer esse trabalho. Com uma defesa de elite e um ataque que pode quebrar qualquer defesa a Espanha é a nossa aposta para vencer o mundial.

Alex Dujshebaev (no ar) tem-se assumido como um dos melhores jogadores Espanhóis (Foto: Getty Images)

ESLOVÉNIA

Palmarés:
Jogador-Chave: Jure Dolenec
Treinador: Veselin Vujovic
Previsão FairPlay: 2º lugar do grupo;

Muito talento e tão poucas conquistas ou feitos alcançados descrevem esta selecção da Eslovénia. A força desta equipa está aí mesmo, no talento, pois em termos de qualidade individual dos seus jogadores contam com alguns jogadores verdadeiramente excepcionais, contudo o que tem falhado na Eslovénia é conseguir colocar todo o talento a trabalhar como um só e manter uma boa regularidade durante uma competição. Para além destes problemas, a Eslovénia não vai poder contar com dois dos seus melhores jogadores em França, Uros Zorman – desistiu da carreira internacional – e Dean Bombac – lesão. No entanto, jogadores como Miha Zarabec, Dolenec ou Gasper Marguc são alguns dos nomes que podem levar esta selecção a fazer um bom mundial. Gostam de jogar um Andebol de ataque, costumando dar espectáculo neste lado do campo, sendo assim uma das equipas que mais atenção pode ter neste mundial. Outro ponto de interesse na Eslovénia será seguir a competição de Blaz Janc, esquerdino, que aos 20 anos já é falado como um possível jogador de elite. Caso haja total entendimento entre todos os jogadores e os jovens jogadores não acusem a pressão, poderemos estar perante uma equipa bastante agradável.

A Eslovénia, uma equipa cheia de talento (Foto: IHF)

MACEDÓNIA

Palmarés:
Jogador-Chave: Kiril Lazarov
Treinador: Lino Cervar
Previsão FairPlay: 5º lugar do grupo;

Kiril Lazarov. Poderíamos deixar assim o parágrafo sobre esta selecção dos Balcãs, tal é a influência que o lateral-direito tem no jogo da sua equipa. Exímio goleador – luta pelo título de melhor marcador de todas as competições em que participa – todo o jogo da Macedónia passa pelo que o jogador do Barcelona poderá fazer. Num dia bom de Lazarov e com a ajuda dos fiéis escudeiros Manaskov – continua a ser desvalorizado em clubes mas na selecção demonstra toda a sua qualidade – Ristovski ou Stoilov, esta equipa pode bater qualquer um, mas a dependência de Lazarov acaba por ser um problema, pois um bom defensor que consiga anular o esquerdino “destrói” logo aí 90% do andebol atacante da Macedónia. Conhecidos por ter uma defesa bastante agressiva, com certeza irá ser aqui que poderão vencer os jogos caso o ataque falhe. Resumindo, a Macedónia chegará até onde Lazarov os conseguir levar.

Kiril Lazarov é a Macedónia (Foto: EHF Euro 2016)

ISLÂNDIA

Palmarés:
Jogador-Chave: Aron Pálmarsson
Treinador: Geir Sveinsson
Previsão FairPlay: 3º lugar do grupo;

O carrasco de Portugal (derrotaram a Selecção Nacional no play-off final de apuramento). São uma selecção que conta com grandes jogadores como Aron Palmarsson, um dos melhores centrais da actualidade e conhecido pelo seu potente remate apoiado, e Gudjon Valur Sigurdsson, que aos 37 anos ainda demonstra frescura física para muito mais e é um ponta de alto calibre. Para este Mundial, o seleccionador Geir Sveinsson decidiu convocar vários jogadores dos sub-21, iniciando já uma pequena renovação na selecção. O ataque desta equipa depende muito do que Palmarsson pode fazer, mas Gudmundsson é também ele uma peça chave nesta equipa nos dois lados do campo. A defesa é talvez o principal ponto forte da equipa, revelando uma defesa móvel, com constante pressão ao portador da bola, causando várias falhas técnicas ao ataque adversário fazendo depois uso da rapidez dos seus pontas para o contra-ataque. Um dos nomes a seguir nesta equipa é o de Arnar Arnarsson que aos 20 anos já demonstra uma maturidade incrível na defesa, sendo o líder neste aspecto do jogo. A passagem à Main Round é uma obrigação para esta equipa.

Aos 37 anos, Sigurdsson ainda é uma das grandes figuras da Islândia (Foto: Rúv)

TUNÍSIA

Palmarés: 9 títulos Africanos
Jogador-Chave: Wael Jallouz
Treinador: Hafedh Zouabi
Previsão FairPlay: 4º lugar do grupo;

Quem não se lembra daquela fantástica selecção Tunisina que surpreendeu o mundo ao chegar ao 4º lugar no Mundial de 2005? Infelizmente hoje em dia, tal feito parece ser quase impossível, no entanto, estes jogadores, conhecidos por nunca desistirem de um jogo certamente vão lutar por fazer um grande trabalho em França. Wael Jallouz é o principal nome desta selecção, contudo ao serviço da mesma costuma ficar um pouco aquém das expectativas, não fazendo bom uso do seu poderio físico e potente remate. A principal arma ofensiva da equipa está nas pontas, com Oussama Boughanmi à esquerda e Aymen Toumi, uma das grandes surpresas da época na EHF Champions League, à direita. Excelentes defensores, irá ser através deste aspecto que poderão causar um upset a alguma das melhores equipas do grupo. Com um conjunto de jogadores muito interessantes poderão ser uma das surpresas da competição caso tudo corra bem.

Será que Jallouz (17) vai finalmente convencer ao serviço da sua selecção? (Foto: Alchetron)

ANGOLA

Palmarés:
Jogador-Chave: Edvaldo Ferreira
Treinador: Alexandre Machado
Previsão: 6º lugar do grupo

Um pouco na mesma linha que o Japão (grupo A), Angola não deverá ter quaisquer chances de apuramento. Apenas contam duas participações em Mundiais e nunca foram além do 20º lugar. A selecção masculina está longe de ter o mesmo reconhecimento que a feminina, por isso em França os senhores quererão mostrar-se ao mundo do Andebol e tentar surpreender alguma das outras selecções do grupo. Edvaldo Ferreira é o nome mais sonante de uma equipa que irá tentar de tudo para jogar um Andebol agradável e evitar levar os típicos “cabazes” das outras selecções. O último lugar do grupo não lhes deverá falhar.

Edvaldo Ferreira, a rematar, ao serviço do seu clube (Foto: SAPO Desporto)

A parte II desta antevisão fica reservada para a análise aos Grupos C e D, bem como uma pequena previsão/apostas pessoais para os vencedores e prémios deste Mundial.


2 comments

  • Paulo Jorge

    Janeiro 10, 2017 at 10:37 am

    Excelente apreciação. Uma boa visão das equipas e do que poderemos esperar do Mundial que na minha opinião irá ser muito equilibrado.

    Reply

  • britoc01gmailcom

    Janeiro 9, 2017 at 11:26 pm

    Boa introdução! Mais para a frente veremos quais os favoritos. Pode ser que hajam surpresas – seria bom!

    Reply

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