21 Out, 2017

Arquivo de Portugal - Fair Play

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Pedro AfonsoJulho 26, 20176min0

Desde a queda do Boavista para as divisões distritais, que o SC Braga se encarregou de colmatar a lacuna do 4º lugar na Liga Portuguesa. Não obstante o maior poderio financeiro dos adversários candidatos ao título, o clube dos Gverreiros foi capaz de se intrometer na luta pelo mesmo, tendo acumulado nos últimos 10 anos sucessivos 3º lugares, um 2º lugar e uma Final da Liga Europa perdida diante do Super-Porto de Villas-Boas. E agora? Qual o próximo passo?

A época passada não correu de feição ao clube de Braga. Três treinadores, uma vaga de lesões, futebol pouco atractivo e o 5º lugar atrás do eterno rival minhoto, o Vitória SC. A época menos bem-conseguida mostrou alguns dos obstáculos inerentes ao processo de crescimento de um clube, desde a tentativa de conciliação da opinião e do apoio dos adeptos aos treinadores escolhidos pela SAD, até à afirmação de um discurso de vitória e de vontade de crescimento.

Começando por José Peseiro, o “pé-frio” português, o escolhido por António Salvador para a época de 2016/2017. Capaz de demonstrar uma dinâmica ofensiva brilhante, descurando os aspetos defensivos, o técnico acumulou resultados interessantes ao longo da sua curta 2ª passagem pelo Estádio AXA. Contudo, a falange adepta bracarense nunca apoiou verdadeiramente o treinador, tendo os resultados da Supertaça e a eliminação do SC Braga às mãos do Sporting da Covilhã para a Taça de Portugal ditado o divórcio entre adeptos e equipa técnica. Curiosamente, Salvador cedeu a esta pressão das bancadas e despediu Peseiro, que tinha levado o Braga a fazer uma campanha interessante na Liga NOS.

Falhanço inesperado [Fonte: Lateral Esquerdo]
 

Seguiu-se Jorge Simão, o treinador revelação/maravilha da primeira volta da Liga Portuguesa, liderando um Chaves recém-promovido e que vinha adquirindo, aos poucos, um estatuto de clube respeitado até pelos grandes, que passaram grandes dificuldades no estádio transmontano. Com um discurso ambicioso, de vitória, fazendo crer que o Braga se poderia intrometer até na luta por posições mais cimeiras, o técnico deliciou os ouvidos de Presidente e adeptos. Mas terá sido na sua gestão de balneário que Simão falhou redondamente. Trazendo consigo jogadores já seus conhecidos de Chaves (Battaglia, Paulinho e Assis) e tendo colocado em cheque alguns dos pesos pesados do balneário bracarense (André Pinto, Alan, Hassan e até Stojilikovic), Jorge Simão pareceu servir de “testa-de-ferro” para uma limpeza de balneário, que terminou com o despedimento do técnico. Para além dessa má gestão de um plantel complexo e com muitas opções, o futebol paupérrimo que levou à perda da Taça da Liga diante do Moreirense e a uma série de outros resultados menos bons demonstraram que a “À mulher de César não basta ser honesta, deve parecê-lo”.

Pelo meio, surgiu Abel, um profissional com muitos anos de Liga NOS, uma postura irrepreensível, que abordou sempre o seu papel transitório com dignidade e acabou premiado com a subida a treinador do plantel principal.

E o que poderemos esperar este ano?

A limpeza de balneário levou à saída de jogadores com muitos anos de casa, como Alan (agora no papel de dirigente), André Pinto (saído em desgraça para o Sporting CP) e Baiano, por exemplo. Paralelamente, numa espécie de “raid” pelos clubes da Liga NOS que, normalmente, ficam abaixo do SC Braga, António Salvador foi capaz de resgatar vários talentos da 1ª Liga, contratando Sequeira, Raúl Silva (um dos melhores centrais da época passada), Fransérgio, Dyego Sousa, Paulinho (que havia feito uma enorme temporada na 2ª Liga ao serviço do Gil Vicente) e Fábio Martins. Para além disso, foi ainda capaz de ser reforçar com André Moreira, Danilo Silva e Ricardo Horta, jogadores jovens com talento, Jefferson e Esgaio (num negócio incrível com o Sporting CP por Battaglia) e ainda fez subir ao plantel principal jogadores como  Xadas e Pedro Neto, ambos grandes esperanças do futebol português.

A manutenção da estrutura base do final da época passada e a aposta num técnico jovem e carismático como Abel poderão ser enormes mais-valias para a época que se avizinha. O SC Braga parece mais bem preparado que os seus rivais na luta pelo 4º lugar.

Ainda muito a provar, apesar do potencial [Fonte: SC Braga]
 

Mas então, lutar pelo 4º lugar ou avançar para o título?

Antes de mais, os adeptos bracarenses e a SAD bracarense não podem cair na tentação de recordar com um saudosismo inebriante os sucessos de há 7 anos atrás. A final da Liga Europa já passou e o 2º lugar não voltou a ser repetido. Deverá ser analisado o percurso que levou a esses mesmos resultados, passando pela escolha criteriosa de treinadores de António Salvador, com Jesualdo Ferreira, Paulo Fonseca, Leonardo Jardim, Jorge Jesus, entre outros, a assumirem as rédeas do clube, bem como a contratação de jogadores que mais tarde vieram a ser contratados pelos três Grandes e se tornaram mais-valias para estes.

Anos áureos [Fonte: SC Braga]
 

Será lírico pensar que este SC Braga é o Braga desses tempos: nem os adversários se encontram tão desorganizados nem os jogadores têm tanta qualidade como os de essa altura (Eduardo, João Pereira, Mossoró, Vandinho, Hugo Viana, só para dizer alguns). Para além disso, o plantel deste ano parece curto para fazer frente a tantas competições, começando a qualificação tão cedo para a Liga Europa (ainda em Julho).

Assim, creio que o SC Braga se encontra agora mais próximo de lutar pelo 4º lugar do que pelo 3º e a sua distância para os rivais candidatos ao título tem vindo a aumentar ao longo dos últimos anos. Uma reflexão profunda precisa-se, para que um clube com uma massa adepta tão fervorosa, uma cidade tão jovem e em franco crescimento e jogadores talentosos possam ter a oportunidade de quebrar o marasmo criado pelos 3 grandes do futebol português. Pelo bem da Liga NOS, o Braga tem de se reencontrar.

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Marcelo BritoJunho 21, 20176min0

A queda da União Desportiva Oliveirense da Ledman LigaPro, na época 2015/16, suscitou o interesse dos verdadeiros adeptos do desporto rei no que aconteceria, nos seguintes anos ao gigante de Oliveira de Azeméis. Houve quem projectasse uma queda, a pique, para os distritais, mas houve também quem guardasse no silêncio a esperança de ver os unionistas regressarem aos campeonatos profissionais. Pois bem, bastou uma época para a Oliveirense dar um murro na mesa e voltar ao segundo principal escalão do futebol nacional.

Iniciado o Campeonato de Portugal Prio, o percurso da União Desportiva Oliveirense mostrou-se aquém do espectado. Na primeira metade da fase regular, Série C, o clube apenas venceu três jogos – Sousense, Moimenta da Beira e Salgueiros – tendo empatado por duas vezes e perdido por quatro. Até então, a esperança dos mais fiéis seguidores fraquejava. Iniciada a segunda volta, o clube de Oliveira de Azeméis acordou e arrasou toda a concorrência.

Nos restantes nove encontros, empatou duas vezes e somou sete triunfos – seis consecutivos. Garantiu o primeiro lugar da Série em igualdade pontual com o Salgueiros e, assim, a título de curiosidade, atirou o eterno rival Sanjoanense para fora na luta pela ascensão à Segunda Liga.

Como consequência de um apuramento ‘tremido’, nem todos colocavam a Oliveirense como principal candidato à subida, tendo em conta as equipas presentes na fase de promoção da Zona Norte. Clubes com igual e forte capacidade financeira como Merelinense, Salgueiros, Gafanha ou até o próprio Marítimo ‘B’, não conseguiram destronar uma caminhada sólida, concisa e objectiva dos pupilos de Luís Miguel.

Oito vitórias em 14 partidas, mais três empates e outros tantos desaires garantiram à Oliveirense o regresso à Ledman LigaPro. Aqui, destaque para a última jornada. A União perdeu com o Salgueiros e, mas o Merelinense não aproveitou, tendo empatado a dois em Viseu frente ao Lusitano.

Na luta pelo título de campeão do CPP, a Oliveirense não conseguiu colocar a cereja no topo do bolo ao perder frente à formação que mais consistência apresentou durante a temporada, Real, tendo perdido por 2-0.

O homem por trás do sucesso

Até aqui, apenas dados estatísticos que abrilhantaram, mais, a história oliveirense. Mas afinal, a quem devemos atirar as culpas pelo sucesso do clube? Pessoalmente, e tudo bem que os treinadores não jogam, mas arriscaria no timoneiro Pedro Miguel.

Um ‘velho’ conhecido de um emblema que orientou durante oito épocas consecutivas – entre 2004 e 2012 – e que não teve receio de assumir e unir, com sucesso, uma equipa psicologicamente abalada pelos problemas causados pela ‘Operação Jogo Duplo’, investigação sobre resultados combinados e apostas ilegais na Segunda Liga, proveniente de uma denúncia da Federação Portuguesa de Futebol. É público que Hélder Godinho, Luís Martins, Ansumané e Pedro Oliveira, ex-jogadores do plantel unionista, chegaram a ser detidos para interrogatório.

O plantel levou uma ‘lavagem’ e Pedro Miguel contou apenas com um leque de atletas que disponibilizaram-se em trabalhar única e exclusivamente em prol do emblema que carregaram ao peito. Salienta-se a lealdade do central formado no clube, Sérgio Silva, a quem propostas, de divisões com maior dimensão, não faltaram.

A este, juntou-se a experiência dos defensores Zé Pedro e Raúl, da dupla de médios da ‘casa’ Oliveira e Godinho e ainda de Gabi, proveniente do Estarreja. Na frente, nota para a irreverência dos estrangeiros Edivândio, Cuero e Alemão e ainda da jovem promessa do futebol nacional Serginho, também ele formado localmente. Estes quatro jogadores contribuíram, no total, com 24 golos. A Oliveirense marcou, em toda a época, 44…

Como reforços do clube para a temporada transacta, Ricardo Tavares (Sanjoanense), João Mendes (Operário Lagoa), Clayton (Académico de Viseu), Leozão (Madureira, Brasil) e Kiki (Mafra) mostraram-se cruciais para completar o puzzle de Pedro Miguel.

A Oliveirense está de volta aos campeonatos profissionais, mas volta a pairar a dúvida da consistência do emblema. Voltará a integrar o lote de candidatos à ascensão ao principal escalão nacional de futebol? O futebol aveirense está exclusivamente representado por Feirense, sendo que Beira-Mar não consegue sair dos distritais e Arouca desceu ao segundo escalão na última temporada, na… última jornada.

O clube não deve sonhar demasiado alto para a realidade financeira. Urge cimentar-se na Ledman LigaPro e, diria, com os apoios e estrutura necessária e imprescindível, almejar a subida à elite do futebol nacional num prazo de dez anos. O passo não deve ser maior do que a perna.

Foto: Orgulho Oliveirense

Nova casa para a nova temporada

Certo é que passos estão a ser dados para contrariar as já conhecidas adversidades da Oliveirense. As condições do Estádio Carlos Osório, ou melhor, a falta delas originaram uma decisão da direcção. A União competirá, em 2016/17, no Estádio Municipal de Aveiro, antiga casa do Beira-Mar que, devido a problemas financeiros, actua no ‘velhinho’ Mário Duarte.

Esperam-se ainda conclusões da ‘Operação Ajuste Secreto’, realizada esta semana em Oliveira de Azeméis, na qual Hermínio Loureiro e Isidro Figueiredo – antigo e actual presidente da Câmara local, respectivamente – são encarados como principais arguidos pela Polícia Judiciária.

Em causa está a adjudicação de obras relacionadas com clubes do concelho, entre os quais a União Desportiva Oliveirense. Ainda não são conhecidos detalhes da investigação e, assim não é possível afirmar se o clube sairá ou não prejudicado.

Problemas que não parecem afectar a direcção do clube que, apesar de estarmos numa fase embrionária da época de contratações, já prepara a próxima temporada desportiva a todo o gás. Depois da derrota frente ao Real, o clube não perdeu tempo em anunciar as saídas de Raphael Mello, Tiago Melo, Fazenda, Diogo Silva, Leozão, Zé Pedro Sousa, Kiki e Edivândio. Certas estão as renovações de Oliveira, Gabi, Cuero, Raúl, Rafa e Serginho. Até à publicação deste artigo, o único reforço oficializado é Júlio Coelho, antigo guarda-redes do Penafiel.

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Marcelo BritoJunho 21, 20176min0

A queda da União Desportiva Oliveirense da Ledman LigaPro, na época 2015/16, suscitou o interesse dos verdadeiros adeptos do desporto rei no que aconteceria, nos seguintes anos ao gigante de Oliveira de Azeméis. Houve quem projectasse uma queda, a pique, para os distritais, mas houve também quem guardasse no silêncio a esperança de ver os unionistas regressarem aos campeonatos profissionais. Pois bem, bastou uma época para a Oliveirense dar um murro na mesa e voltar ao segundo principal escalão do futebol nacional.

Iniciado o Campeonato de Portugal Prio, o percurso da União Desportiva Oliveirense mostrou-se aquém do espectado. Na primeira metade da fase regular, Série C, o clube apenas venceu três jogos – Sousense, Moimenta da Beira e Salgueiros – tendo empatado por duas vezes e perdido por quatro. Até então, a esperança dos mais fiéis seguidores fraquejava. Iniciada a segunda volta, o clube de Oliveira de Azeméis acordou e arrasou toda a concorrência.

Nos restantes nove encontros, empatou duas vezes e somou sete triunfos – seis consecutivos. Garantiu o primeiro lugar da Série em igualdade pontual com o Salgueiros e, assim, a título de curiosidade, atirou o eterno rival Sanjoanense para fora na luta pela ascensão à Segunda Liga.

Como consequência de um apuramento ‘tremido’, nem todos colocavam a Oliveirense como principal candidato à subida, tendo em conta as equipas presentes na fase de promoção da Zona Norte. Clubes com igual e forte capacidade financeira como Merelinense, Salgueiros, Gafanha ou até o próprio Marítimo ‘B’, não conseguiram destronar uma caminhada sólida, concisa e objectiva dos pupilos de Pedro Miguel.

Oito vitórias em 14 partidas, mais três empates e outros tantos desaires garantiram à Oliveirense o regresso à Ledman LigaPro. Aqui, destaque para a última jornada. A União perdeu com o Salgueiros e, mas o Merelinense não aproveitou, tendo empatado a dois em Viseu frente ao Lusitano.

Na luta pelo título de campeão do CPP, a Oliveirense não conseguiu colocar a cereja no topo do bolo ao perder frente à formação que mais consistência apresentou durante a temporada, Real, tendo perdido por 2-0.

O homem por trás do sucesso

Até aqui, apenas dados estatísticos que abrilhantaram, mais, a história oliveirense. Mas afinal, a quem devemos atirar as culpas pelo sucesso do clube? Pessoalmente, e tudo bem que os treinadores não jogam, mas arriscaria no timoneiro Pedro Miguel.

Um ‘velho’ conhecido de um emblema que orientou durante oito épocas consecutivas – entre 2004 e 2012 – e que não teve receio de assumir e unir, com sucesso, uma equipa psicologicamente abalada pelos problemas causados pela ‘Operação Jogo Duplo’, investigação sobre resultados combinados e apostas ilegais na Segunda Liga, proveniente de uma denúncia da Federação Portuguesa de Futebol. É público que Hélder Godinho, Luís Martins, Ansumané e Pedro Oliveira, ex-jogadores do plantel unionista, chegaram a ser detidos para interrogatório.

O plantel levou uma ‘lavagem’ e Pedro Miguel contou apenas com um leque de atletas que disponibilizaram-se em trabalhar única e exclusivamente em prol do emblema que carregaram ao peito. Salienta-se a lealdade do central formado no clube, Sérgio Silva, a quem propostas, de divisões com maior dimensão, não faltaram.

A este, juntou-se a experiência dos defensores Zé Pedro e Raúl, da dupla de médios da ‘casa’ Oliveira e Godinho e ainda de Gabi, proveniente do Estarreja. Na frente, nota para a irreverência dos estrangeiros Edivândio, Cuero e Alemão e ainda da jovem promessa do futebol nacional Serginho, também ele formado localmente. Estes quatro jogadores contribuíram, no total, com 24 golos. A Oliveirense marcou, em toda a época, 44…

Como reforços do clube para a temporada transacta, Ricardo Tavares (Sanjoanense), João Mendes (Operário Lagoa), Clayton (Académico de Viseu), Leozão (Madureira, Brasil) e Kiki (Mafra) mostraram-se cruciais para completar o puzzle de Pedro Miguel.

A Oliveirense está de volta aos campeonatos profissionais, mas volta a pairar a dúvida da consistência do emblema. Voltará a integrar o lote de candidatos à ascensão ao principal escalão nacional de futebol? O futebol aveirense está exclusivamente representado por Feirense, sendo que Beira-Mar não consegue sair dos distritais e Arouca desceu ao segundo escalão na última temporada, na… última jornada.

O clube não deve sonhar demasiado alto para a realidade financeira. Urge cimentar-se na Ledman LigaPro e, diria, com os apoios e estrutura necessária e imprescindível, almejar a subida à elite do futebol nacional num prazo de dez anos. O passo não deve ser maior do que a perna.

Foto: Orgulho Oliveirense

Nova casa para a nova temporada

Certo é que passos estão a ser dados para contrariar as já conhecidas adversidades da Oliveirense. As condições do Estádio Carlos Osório, ou melhor, a falta delas originaram uma decisão da direcção. A União competirá, em 2016/17, no Estádio Municipal de Aveiro, antiga casa do Beira-Mar que, devido a problemas financeiros, actua no ‘velhinho’ Mário Duarte.

Esperam-se ainda conclusões da ‘Operação Ajuste Secreto’, realizada esta semana em Oliveira de Azeméis, na qual Hermínio Loureiro e Isidro Figueiredo – antigo e actual presidente da Câmara local, respectivamente – são encarados como principais arguidos pela Polícia Judiciária.

Em causa está a adjudicação de obras relacionadas com clubes do concelho, entre os quais a União Desportiva Oliveirense. Ainda não são conhecidos detalhes da investigação e, assim não é possível afirmar se o clube sairá ou não prejudicado.

Problemas que não parecem afectar a direcção do clube que, apesar de estarmos numa fase embrionária da época de contratações, já prepara a próxima temporada desportiva a todo o gás. Depois da derrota frente ao Real, o clube não perdeu tempo em anunciar as saídas de Raphael Mello, Tiago Melo, Fazenda, Diogo Silva, Leozão, Zé Pedro Sousa, Kiki e Edivândio. Certas estão as renovações de Oliveira, Gabi, Cuero, Raúl, Rafa e Serginho. Até à publicação deste artigo, o único reforço oficializado é Júlio Coelho, antigo guarda-redes do Penafiel.


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