21 Ago, 2017

Luís Pereira, Author at Fair Play

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Luís PereiraJulho 19, 20173min0

Lewis Hamilton vence em Silverstone, dominando por completo; Bottas recupera de 9º para 2º, completando dobradinha da Mercedes; azar para a Ferrari, especialmente para Vettel; Ricciardo foi o homem da corrida, de último para 5º; Completa a 1ª metade do campeonato, e apenas 1 ponto separa Vettel de Hamilton.

O campeonato de F1 está novamente ao rubro, com apenas 1 ponto de diferença entre o líder Sebastian Vettel e Lewis Hamilton.

Lewis Hamilton venceu o GP da Grã-Bretanha, que dominou por completo. Lewis Hamilton dominou completamente a qualificação, conseguindo a vantagem mais folgada da época, que lhe deu a paz de espírito que precisava para vencer a corrida. Hamilton esteve sempre em controlo da corrida, sem nunca estar em causa que a vitória seria para ele.

(foto: f1fanatic.co.uk)

A completar o domínio da Mercedes, Bottas terminou a corrida em 2º, mesmo que tivesse começado em 9º, muito por boa performance do finlandês e pelo infortúnio que tiveram os pilotos da Ferrari. Apesar do 3º lugar de Raikkonen, a Ferrari não foi feliz e Silverstone, já que ambos os pilotos tiveram furos nas últimas voltas da corrida.

Este azar foi especialmente penalizador para Vettel, que se viu a terminar na 7ª posição, que lhe deixou apenas com 1 ponto de vantagem para Hamilton. Isto numa altura em que parece que a Mercedes já se voltou a encontrar, com as afinações a mostrar mais estabilidade, que têm feito da Mercedes regularmente a mais rápida.

Os Red Bull é que ficaram aquém do desempenho que esperavam, ficando longe de lutar pelo pódio, mas com aspetos positivos a trazer das terras britânicas. Verstappen finalmente conseguiu acabar uma corrida, e Ricciardo foi a estrela da corrida, porque mesmo depois de ter partido da última posição conseguiu recuperar até ao 5º lugar. Deveras impressionante.

Entre as equipas “do outro campeonato”, há que destacar a corrida de Hulkenberg, que levou o ainda pouco competitivo Renault à 6ª posição. Esta também foi a corrida de estreia da nova versão do motor Honda. Alonso, que começou em penúltimo, ainda rodou nos pontos, mas teve de abandonar com problemas mecânicos. Mas parece que a evolução foi suficiente para permitir aos McLarens a capacidade de lutar com carros mais velozes numa pista onde a potência de motor é muito importante.

GRANDE PRÉMIO DA GRÃ-BRETANHA

(foto: f1.com)

O que se segue?

De uma das corridas mais rápidas, vamos de seguida para uma das mais lentas, no GP da Hungria. O GP da Hungria costuma trazer corridas interessantes, onde a estratégia e a boa aderência dos carros são jogada importante. Também vai ser importante perceber se o momento está mesmo virado para a Mercedes, ou se a Ferrari vai recuperar. Vamos entrar agora na 2ª metade do campeonato, onde tudo ainda está por decidir.

CAMPEONATO MUNDIAL DE PILOTOS

(foto: f1.com)

CAMPEONATO MUNDIAL DE EQUIPAS

(foto: f1.com)

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Luís PereiraJunho 26, 20173min0

Daniel Ricciardo vence corrida caótica em Baku; Hamilton e Vettel em batalha dentro e fora de pita; Lance Stroll estreia-se no pódio, com um 3º lugar.

Ricciardo aproveitou as consequências da corrida mais caótica dos últimos tempos, para chegar à vitória do GP do Arzebaijão. Ricciardo sobreviveu a 3 safety cars para chegar à 1ª vitória da Red Bull desde p GP da Malásia do ano passado.

Mais sorte teve Bottas, que sobreviveu a um contacto com Raikkonen, esteve em último, com uma volta a menos, mas aproveitou o caos para chegar ao 2º(!!!!) lugar, mesmo em cima da linha da maeta, ultrapassando o estreante Stroll.

Stroll, muito criticado este ano, chegou aos pontos no último GP, no Canadá, mas em Baku conseguiu tornar-se no mais jovem estreante a chegar ao pódio. Stroll ficou desiludido por ter perdido o 2º lugar mesmo a centímetros da meta, mas a estreia no pódio é sempre um momento alto.

Guerra aberta entre Hamilton e Vettel

(foto: f1.com)

Para muitos fãs, isto já era o esperado, Hamilton e Vettel chocaram em pista.

Tudo se passou durante o período de safety car, onde Vettel bateu na traseira de Hamilton. Nessa fase da corrida, Vettel e Hamilton encontravam-se a disputar a liderança da corrida, e Vettel achou que Hamilton travou em demasia. Não contente com a situação, Vettel acelerou para o lado de Hamilton e bateu com o Ferrari no Mercedes, enquanto gesticulava.

Tudo isto originou uma penalização de 10 segundos a Vettel, já que a FIA verificou, por telemetria, que Hamilton na travou nem rodou demasiado lento. Quis o destino, no entanto, que durante essa penalização de Vettel, a proteção de cabeça do monolugar de Hamilton se soltasse, obrigando uma paragem extra, paragem essa que colocou Hamilton atrás de Vettel, em pista.

Vettel conseguiu ficar em 4º, com Hamilton logo atrás a reclamar por uma penalização superior para a condução de Vettel. A disputa continuou fora de pista, com Vettel a achar que Hamilton devia de ser penalizado e Hamilton a não querer confrontar Vettel, com medo que as coisas “azedassem”.

Uma coisa é certa, este confronto deve ter dado alguma nostalgia aos fãs de F1 dos anos 80/90, para muitos a Era de Ouro da F1. Esperemos que a emoção ainda esteja para vir, mas com as coisas a permanecerem nos limites do desporto.

GRANDE PRÉMIO DO ARZEBAIJÃO

(foto: f1.com)

O que se segue?

O calendário vai fazer o “grande circo” seguir para a Austria, com uma pista que tem trazido corridas interessantes. Mas o destaque vai estar certamente no conflito Hamilton/Vettel, que ainda vai fazer correr muita tinta e queimar muita borracha. Veremos se na Austria os ânimos vão aquecer.

CAMPEONATO MUNDIAL DE PILOTOS

(foto: f1.com)

CAMPEONATO MUNDIAL DE CONSTRUTORES

(foto: f1.com)

Luís PereiraJunho 21, 20173min0

Hamilton controla GP do Canadá, volta a ter um fim de semana “limpo”; Bottas fica em 2º e completa dobradinha da Mercedes; Ricciardo de novo no pódio, em 3º; Vettel faz recuperação fantástica e acaba em 4º.

Hamilton dominou o GP do Canadá, uma pista onde o britânico é habitualmente forte. Hamilton chegou à pole numa excelente volta de qualificação, mas sabe que as corridas nem sempre lhe têm saído de feição. No Canadá, no entanto, Hamilton dominou de ponta a ponta, e nunca pareceu se sentir sequer ameaçado por alguém.

Hamilton volta em forma

(foto: f1.com)

Hamilton conseguiu aproveitar para se aproximar pontualmente de Vettel, mas sabe que precisa de evitar fins de semana como em Mónaco ou na Rússia.

A completar um fim de semana perfeito da Mercedes, Bottas ficou em 2º lugar, para dar uma dobradinha deliciosa. A Mercedes tem tido mais dificuldades do que nos anos anteriores, e as melhorias trazidas para o Canadá trouxeram os resultados esperados. Mas ainda há muito para lutar, porque a Ferrari não ficou parada.

Daniel Ricciardo salvou o fim de semana da Red Bull, que parecia destinada a um 2º lugar, depois do fantástico arranque de Verstappen. A sorte não quis sorrir a Verstappen, que abandonou com problemas mecânicos, mas Ricciardo ainda conseguiu salvar o dia.

Mau dia da Ferrari, brilhante recuperação de Vettel

O dia não correu muito bem à Ferrari. Vettel foi um dos infelizes do arranque, já que ficou sem parte da sua asa dianteira, que o obrigou a parar cedo e fazer uma corrida de recuperação. A corrida de recuperação de Vettel foi sensacional, já que conseguiu terminar no 4º lugar, inclusive à frente de Raikkonen. Vettel perdeu alguns pontos de vantagem, mas a sua vantagem, 12 pontos, ainda é sólida.

Primeiros pontos para Stroll, McLaren-Honda nem tanto

Finalmente o estreante Lance Stroll conseguiu pontuar na F1, e logo na corrida “caseira”. Apesar de ter tido uma qualificação para esquecer, Stroll conseguiu aproveitar os problemas do arranque da corrida e elevou-se para lugares pontuáveis.

Já Alonso e a McLaren-Honda continuam na sua saga de desaires e problemas. Alonso fez uma corrida de muita luta, principalmente pelo défice que tinha em velocidade de ponta, nas retas, e estava, a quatro voltas do final, no último lugar pontuável. Depois, o já inevitável aconteceu, o motor Honda falhou e a McLaren não pontuou.

Os rumores de que há um divorcio à vista são cada vez mais fortes e já muitos esperam pelo inevitável anúncio de que para o ano será o regresso de uma parceria McLaren-Mercedes.

GRANDE PRÉMIO DO CANADÁ

(foto: f1.com)

O que se segue?

O próximo duelo entre Hamilton e Vettel vai ser nas ruas de Baku, no Azerbaijão. Naquele que é o circuito citadino mais rápido do calendário, tanto Hamilton como Vettel sabem que não se podem dar ao luzo de cometer erros, com as paredes ali tão perto. O nível está muito aproximado e não parece que algum deles vá conseguir fugir ao ponto de ficar destacado. Tudo ainda pode acontecer nesta temporada de Fórmula 1.

CAMPEONATO MUNDIAL DE PILOTOS

(foto: f1.com)

CAMPEONATO MUNDIAL DE CONSTRUTORES

(foto: f1.com)

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Luís PereiraJunho 8, 20174min0

Vettel vence o glamoroso GP do Mónaco; primeira vitória da Ferrari no principado desde 2001; Hamilton termina em 7º e está agora a 25 pontos da liderança; Raikkonen parte da pole, 1ª desde 2008, mas termina em 2º.

Sebastian Vettel derrotou o colega de equipa, Kimi Raikkonen, no GP do Mónaco. Numa corrida com poucas mudanças de posição em pista, o que é normal nas ruas do principado, foi a estratégia que reinou.

Kimi Raikkonen fez a pole, algo que não acontecia desde 2008, mas durante a corrida nunca se conseguiu afastar de Vettel. Durante as paragens Vettel rodou mais tempo, enquanto que Raikkonen apanhou muitos pilotos em pista, que o atrasaram.

Vettel voltou das boxes confortavelmente à frente e não mais olhou para trás. Quem não ficou nada satisfeito foi Raikkonen, que achou que conseguiria ser ele a fazer a Ferrari a regressar às vitórias no principado.

A completar o pódio ficou Daniel Ricciardo, com a Red Bull. Ricciardo fez o mesmo que Vettel, rodou mais tempo, fazendo-o saltar tanto Bottas como Verstappen. Apesar de ter ficado no pódio, a Red Bull começa a mostrar incapacidade de lutar com os Mercedes e com a Ferrari.

Mais um fim de semana para esquecer

Lewis Hamilton terminou a corrida de Mónaco no 7º lugar. Sim, no 7º lugar. Foi a 2ª vez este campeonato que Hamilton teve daqueles fins de semana para esquecer. O pior de tudo, par ao inglês, é que Vettel voltou a vencer e agora tem 25 pontos de vantagem para Hamilton.

Hamilton tem agora de esperar que Vettel tenha problemas mecânicos sérios para voltar a entrar na luta pelo título. É verdade que ainda estamos na primeira metade da temporada, mas a competitividade entre a Ferrari e Mercedes é tão próxima que apenas um enorme salto competitivo dos Mercedes conseguirá fazer Hamilton saltar Vettel em velocidade apenas.

Acima de tudo, Hamilton tem de se certificar que este fim de semana foi o último onde se sentiu perdido e esperar que a sorte lhe sorria.

GRANDE PRÉMIO DO MÓNACO

(Foto: f1.com)

Para quando McLaren-Honda?

Não há como escapar, a McLaren-Honda está a ter uma época horrível. Este seria o ano em que a competitividade da Honda iria despertar, mas se alguma coisa mudou foi uma mudança ainda para pior.

Esta falta de competitividade tem se visto pela falta de pontos. Apesar de o cartório de responsabilidades estar quase todo no capo nipónico, neste fim de semana não foi bem assim. Neste circuito, onde a potência de motor não faz tanto efeito, foram os pilotos, mesmo aqueles que não participaram que fizeram a diferença. Vandoorne bateu sozinho enquanto rodava nos pontos, enquanto o regressado Button, que fez presença na Q3, bateu enquanto tentava entrar em lugares pontuáveis.

E Alonso? Alonso, que facilmente teria pontuado no Mónaco, estava na América a ser deixado mal, ironicamente, pelo motor Honda do seu Indycar. Com isto, Alonso deve estar a pensar que a Honda simplesmente não quer nada com ele, ou é simplesmente o destino. Assim a McLaren continua a ser a única equipa sem pontuar neste campeonato.

O que se segue?

Da corrida mais lenta da temporada para uma das mais rápidas, vamos de Mónaco para o GP do Canadá. O GP do Canadá é uma das corridas mais emocionantes do campeonato e pode ser o palco que Hamilton precisa para voltar à sua forma, já que o inglês costuma ser genuinamente competitivo, ganhando 5 das últimas 9 corridas disputadas no “Great White North”.

CAMPEONATO MUNDIAL DE PILOTOS

(Foto: f1.com)

CAMPEONATO MUNDIAL DE CONSTRUTORES

(Foto: f1.com)

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Luís PereiraMaio 18, 20175min0

Lewis Hamilton vence o GP de Espanha, na melhor corrida do ano; Vettel fica em 2º, depois de muita luta em pista, com a dupla da Mercedes; Ricciardo fica no último lugar do pódio, sem andamento para mais; Bottas esteve grande parte da corrida em 3º, mas abandona com o motor partido; luta intensa pelo campeonato, ainda com muitas incertezas.

Lewis Hamilton regressou às vitórias no GP de Espanha. Depois de uma intensa corrida e luta com Sebastian Vettel, Hamilton voltou ao topo do pódio, naquela que terá sido a melhor corrida desta temporada.

Uma temporada que tem sido bastante equilibrada, Hamilton igualou as duas vitórias que Vettel também tem nesta temporada, estando apenas separados por 6 pontos. Depois de ter perdido a liderança da corrida no arranque, bom andamento e boa estratégia conseguiram dar a oportunidade a Hamilton de ultrapassar Vettel para terminar na frente.

A completar o pódio ficou Ricciardo, apesar de o Red Bull nunca ter tido andamento para correr com os da frente. Ricciardo beneficiou do abandono de Bottas, com problemas no motor. A Mercedes não ficará totalmente desiludida, já que Bottas fez um excelente trabalho de equipa ao atrasar Vettel.

GRANDE PRÉMIO DE ESPANHA

(Foto: f1.com)

Melhor corrida da temporada

A corrida do GP de Espanha até agora foi considerada a melhor corrida da temporada, por ter tido emoção até ao final. Apesar de Hamilton ter cometido erros, ainda conseguiu lutar, ultrapassar e chegar à vitória.

Vettel, apesar de ter ficado apenas em 2º lugar, também teve de lutar muito em pista. Vettel teve de ultrapassar Bottas, que fez muito bom trabalho de equipa. Outras lutas em pista também tiveram importância, como a de Alonso com Kvyat, ou a de Max Verstappen e Kimi Raikkonen.

Apesar de o circuito de Barcelona geralmente ser considerado uma pista com poucas ultrapassagens, este ano não se verificou isso, para deleite dos adeptos. Isto vem a mostrar que este ano a preocupação de haver poucas ultrapassagens não se deve tanto aos novos carros (bem mais rápidos), mas depende do circuito e da escolha de pneus para cada Grande Prémio.

Hamilton vs. Vettel

(Foto: f1fanatic.co.uk)

Se já foi dito que esta corrida foi provavelmente a melhor corrida da temporada, a muito se deve a enorme disputa em pista entre os líderes do campeonato. Hamilton e Vettel são provavelmente os pilotos mais talentosos desta geração. Esta temporada está a ser aquela onde eles estão mais vezes em duelo direto em pista, para delírio dos fãs.

Em Barcelona a corrida começou com Vettel a arrancar melhor e Hamilton parecia estar destinado a terminar atrás do rival. A Mercedes, no entanto, estava a pensar como dar a volta à situação, e elaborou uma estratégia que permitiu a Hamilton apertar o cerco a Vettel. O enorme andamento de ambos atingiu o seu pináculo quando Hamilton tentou ultrapassar Vettel, mas Vettel fechou a porta e chocaram rodas. Isso não impediu Hamilton de voltar a tentar 5 voltas mais tarde, mas desta vez com sucesso.

Estava assim ganha a corrida para o inglês, mas o que ficou na retina foi a intensa batalha entre os candidatos ao titulo. Batalhas destas é aquilo que os fãs de F1 esperam que se volte a repetir muitas vezes nas próximas corridas. Espera-se mais porque a competitividade Mercedes e Ferrari está bastante apimentada, com cada pequeno erro a custar caro.

A corrida pelo título muito vai depender da capacidade de desenvolvimento de ambas as equipas, que estarão dispostas a apostar tudo nos pilotos estrela para ganhar o campeonato.

McLaren-Honda continua a desiludir

(Foto: f1fanatic.co.uk)

Depois de uma qualificação espetacular, onde foi à Q3, Alonso não conseguiu acabar a corrida nos pontos. A nova aliança McLaren-Honda continua a não funcionar e começa a haver cada vez mais dúvidas de que alguma vez irá. Não admira que Alonso tenha trocado a corrida em Mónaco (!!!!!!) para participar nas 500 Milhas de Indianápolis. O espanhol sente que tem mais hipótese de ganhar uma corrida oval, onde nunca participou, do que com a atual combinação McLaren-Honda.

O que vem a seguir?

Nada mais nada menos do que a corrida rainha da F1, o GP do Mónaco. Apesar da ausência chocante de Alonso e o regresso de Button também ser destaque, as verdadeiras cabeças de cartaz desta corrida são o glamour e os duelos Vettel vs Hamilton e Mercedes vs Ferrari. Vamos ver quem irá vencer no principado e terá direito a jantar com o Príncipe Alberto II.

CAMPEONATO MUNDIAL DE PILOTOS

(Foto: f1.com)

 

CAMPEONATO MUNDIAL DE CONSTRUTORES

(Foto: f1.com)

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Luís PereiraAbril 17, 20173min0

Mais uma vitória para Vettel, a 2ª em 3 corridas; Hamilton em 2º, por culpa própria; Bottas larga da pole, mas não tem andamento para mais que 3º; foi mais um intenso duelo Mercedes vs Ferrari.

Vettel venceu o GP do Bahrein e está novamente na frente do Campeonato Mundial de F1. Vettel voltou a mostrar que tem andamento para os Mercedes e para Hamilton. Hamilton, sentindo um pouco a pressão do alto ritmo dos Ferrari, cometeu um erro, que o penalizou em 5 segundos, tempo que lhe daria para chegar à vitória.

Vettel ganhou a corrida na raça, já que largou bem do 3º posto e passou Hamilton logo na 1ª curva. Bottas, apesar de ter largado da pole, nunca teve o andamento do colega de equipa nem de Vettel. Vettel teve a sorte do safety car ter entrado no momento certo, mas também foi fruto de uma estratégia agressiva, de parar mais cedo.

Foi nessa entrada do safety car que Hamilton perdeu a corrida. Hamilton, tentou atrasar a entrada de Ricciardo na pit lane e foi penalizado em 5 segundos. Depois disso teve de correr atrás do prejuízo e mostrou que sem essa penalização teria andamento para vencer a corrida.

Bottas teve de se contentar com o 3º lugar, resignado, mas desiludido, já que ele almejava a vitória. Bottas ficou na frente do compatriota Raikkonen, que também acabou distante dos dois da frente.

Ricciardo acabou em 5º, mas desiludido, já que antes da corrida ainda sonhou em lutar pelo pódio. Ricciardo pode dar-se por contente, já que o colega de equipa, Max Verstappen não acabou a corrida, com problemas de travões.

Em 6º ficou Felipe Massa, seguido pelo Force India de Sergio Perez. Romain Grosjean, Nico Hulkenberg e Esteban Ocon fecharam o top10.

Destaque para mais uma terrível corrida da McLaren-Honda, já que Vandoorne nem começou a corrida, com problemas de motor, e Alonso acabou a 3 voltas do final, muito revoltado com a falta de potência do motor nipónico.

Vettel voltou a mostrar que a Mercedes nem tem espaço para erros. Ao mínimo deslize a Ferrari aproveita. Hamilton já pediu desculpa pelo erro que cometeu, mas pediu também que a Mercedes eleve a sua competitividade. Está a ser um renhido início do campeonato, onde as vitórias podem cair para qualquer dos lados. O duelo Hamilton vs Vettel adivinha-se escaldante.

O que se segue?

A próxima corrida vai ser na Russia, entre 28 e 30 de abril. Hamilton vai estar esfomeado e a tentar recuperar a desvantagem pontual que tem para Vettel. Por sua vez, Vettel vai querer aproveitar o bom momento e aplicar ainda mais pressão nos Mercedes.

GRANDE PRÉMIO DO BAHREIN

(foto: f1.com)

 

CAMPEONATO MUNDIAL DE PILOTOS

(foto: f1.com)

CAMPEONATO MUNDIAL DE CONSTRUTORES

(foto: f1.com)

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Luís PereiraAbril 12, 20173min0

Hamilton vence GP da China; Vettel em 2º; Hamilton e Vettel igualados na liderança do Campeonato; Verstappen corre de 17º para 3º; muita emoção nesta corrida.

Temos campeonato! Hamilton dominou a corrida do GP da China, depois de partir da pole. Hamilton controlou sempre a corrida, sem nunca se sentir ameaçado. O inglês chegou facilmente à sua 54ª vitória (só Shcumacher tem mais) e igualou Alain Prost no número de pódios, 106.

Está tudo igualado na frente, já que Vettel ficou em 2º, trocando-se os resultados da corrida anterior entre o alemão e o britânico. Vettel não teve muita sorte, já que o safety car virtual o fez cair de 2º para 6º.

A corrida teve fases de pista molhada, que foi gradualmente secando, o que proporcionou um bom espetáculo, com ultrapassagens. E o rei das ultrapassagens foi o mesmo que no ano anterior, o puto maravilha, Max Verstappen. Verstappen fez uma corrida brilhante, depois de ter partido do 17ª lugar, mas chegando à bandeira de xadrez no 3º lugar.

Ricciardo terminou em 5º, não muito longe do colega de equipa, depois de uma interessante batalha pelo 3º posto. Kimi Raikkonen terminou num distante 4º lugar, sem nunca conseguir ter o andamento do colega de equipa.

Em 6º lugar e prejudicado pelo momento de entrada em pista do safety car, ficou Valtteri Bottas. Atrás ficou Carlos Sainz que foi um dos que arriscou nos pneus de pista seca bem cedo, chegou a dar um pião na 2ª curva. Mas a sua estratégia correu bem e valeu a pena.

Quem fez também uma boa corrida foi Magnussen, no Haas, terminando em 8º, à frente da dupla da Force India, Sergio Perez e Esteban Ocon.

A batalha no meio do pelotão anda muito animada, com muitas incertezas. Mas onde há certezas é na qualidade de Alonso, que estava a levar o McLaren-Honda aos pontos, mas teve um problema mecânico que o levou ao abandono.

Parece que vamos ter um campeonato animado, com muitas incertezas e sem uma equipa absolutamente dominadora, como se tem visto nos últimos anos.

Esta corrida também espantou alguns fantasmas, com uma corrida onde não faltaram ultrapassagens ou animação. Ainda há muita F1 para ver este ano e assim avaliar o que funcionou ou não nesta mudança de regras.

O que se segue?

A próxima corrida é já no próximo fim de semana, no Bahrain. Espera-se que seja mais um Hamilton vs. Vettel, para deleite dos fãs da F1. O duelo mais desejado dos últimos anos está a materializar-se e ainda muita borracha vai ter de ser queimada.

GRANDE PRÉMIO DA CHINA

(Foto: f1fanatic.co.uk)

CAMPEONATO MUNDIAL DE PILOTOS

(Foto: f1.com)

CAMPEONATO MUNDIAL DE CONSTRUTORES

(Foto: f1.com)

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Luís PereiraMarço 26, 20173min0

Vettel e Ferrari voltam às vitórias, batendo Hamilton e a Mercedes; Hamilton não comete erros, mas fica em 2º; Vettel e Ferrari genuinamente rápidos; duelo Mercedes vs. Ferrari para a restante época?

Sebastian Vettel venceu a primeira corrida de 2017, que não teve muito em espetáculo, mas trouxe uma nova vida à Fórmula 1.

Os novos carros, mais rápidos, mais agressivos trouxeram uma corrida que teve poucas ultrapassagens em pista, mas que trouxe um vencedor que não se via no topo do pódio desde 2015.

Sebastian Vettel conseguiu derrotar os favoritos Mercedes e provar que 2017 pode vir a ser uma luta renhida entre a Mercedes e a Ferrari. A vitória na Austrália foi uma alívio para a Scuderia. Lewis Hamilton, que partiu da pole, arrancou bem e liderou o início da corrida, mas a Mercedes perdeu a corrida na estratégia e na velocidade.

Apesar de Lewis Hamilton não ter cometido qualquer erro durante todo o fim de semana, a vitória foi para os lados da Ferrari. Sebastian Vettel conseguiu estar sempre a acompanhar o ritmo de Hamilton. Depois, aproveitou as paragens nas boxes para passar à frente, de onde não voltou a sair.

Depois Vettel só teve de controlar o ritmo, já que Hamilton não se conseguiu chegar perto e nem tentou disputar a liderança com o alemão da Ferrari. Os papeis de 2016 ficaram invertidos, no ano passado a Ferrari estragou a estratégia e entregou a vitória à Mercedes.

Não muito longe, em 3º, ficou Bottas, na sua estreia pela Mercedes. Bottas bateu facilmente o compatriota Raikkonen, em 4º, numa corrida apagada. Em 5º ficou o Red Bull resistente, de Max Verstappen, sem andamento para chegar ao pódio.

Em 6º lugar ficou o só Felipe Massa, que mostrou que a Williams está à frente do restante pelotão. Pelotão esse que este ano parece estar bastante afastado dos lugares cimeiros, já que Massa foi o último a não ser dobrado e ficar uma volta atrás.

O top 10 foi completado por Sergio Perez, ambos os Toro Rosso, com Carlos Sainz na frente de Kvyat, e o último lugar a ir para o estreante Ocon, no segundo Force India.

O azarado do dia até foi Fernando Alonso, que depois de uma fantástica qualificação, onde ficou em 13º. Na corrida rodou sempre nos pontos, mas teve de retirar perto do fim, com uma falha na suspensão. Um verdadeiro milagre, já que Alonso alertou que a McLaren é capaz de ser a equipa mais lenta do pelotão, por causa do motor Honda estar sem potência a ser cerca de 30 km/h mais lento que o Mercedes.

Apesar de ser apenas a primeira corrida do ano, é seguro afirmar que este ano vai ser mais disputado do que nos anos anteriores. A Ferrari parece ser uma ameaça real para o domínio da Mercedes, que vai ter de lutar para se manter no topo.

O que se segue?

Um duelo entre Hamilton e Vettel com maquinas de valor semelhante é algo pelo qual os fãs de F1 sempre ansiaram. Pode ser que 2017 nos traga isso mesmo. Teremos de esperar pela próxima corrida, na China, no dia 9 do próximo mês. Shangai tem uma pista mais tradicional, onde dará para entender melhor as forças das respetivas equipas e se irá materializar-se um duelo Hamilton vs. Vettel.

GRANDE PRÉMIO DA AUSTRÁLIA

(Foto: F1.com)

MUNDIAL DE PILOTOS

(Foto: f1.com)

MUNDIAL DE CONSTRUTORES

(Foto: f1.com)

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Luís PereiraMarço 22, 20177min0

A Fórmula 1 está prestes a arrancar. Quem estará mais forte na Austrália? Será uma luta a três? Ou voltará a Mercedes a dominar? A antevisão da nova temporada de F1 chegou.

Mercedes

Pilotos: Lewis Hamilton e Valtteri Bottas

Os anos de mudanças de regras costumam ser complicados para os Campeões do Mundo, mas a Mercedes não parece ter sido muito afetada. A equipa germânica continua genuinamente competitiva, com tempos muito competitivos e muitos quilómetros amealhados (1,096 voltas).

A vantagem competitiva parece não ser tão grande quanto costumava ser, mesmo Lewis Hamilton questionou se não seria a Ferrari a equipa mais rápida, mas sabemos que a Mercedes gosta de fazer as coisas com calma nos testes, para depois mostrar toda a velocidade quando realmente importa, na corrida.

Ninguém na Mercedes se está a assumir como concretos favoritos, já que ainda não estão totalmente confiantes no novo carro, mas toda a gente sabe que a Mercedes tem a experiência em ganhar, principalmente nesta Fórmula 1 mais recente.

Red Bull

Foto: f1fanatic.co.uk

Pilotos: Daniel Ricciardo e Max Verstappen

A Red Bull é uma das favoritas para 2017. O RB13, ainda parece ser bastante “simples”, mas novidades são esperada na Austrália. A nível de motor, a Renault melhorou o suficiente para os franceses considerarem que a Red Bull vai estar pronta para lutar pelo título em 2017.

Os testes não ocorreram sem alguns incidentes de percurso, mas nada que impeça a equipa de estar confiante em fazer uma época onde irá estar na luta.

Ferrari

Foto: f1fanatic.co.uk

Pilotos: Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen

Tanto a McLaren como Lewis Hamilton apontam a Scuderia como favoritos e isso quer dizer qualquer coisa. Quer dizer que a Ferrari mostrou um excelente desempenho em todos os testes, tendo feito inclusive o tempo mais rápido, com um 1:18.634 de Kimi Raikkonen. Mas atenção, isso ainda não prova nada. Em 2016 os testes também correram de feição à equipa de Maranello e isso não se comprovou no restante do ano, com uma época sem qualquer vitória.

Apesar de estarem com uma postura pragmática, é verdade que algum otimismo está presente na Ferrari, otimismo esse que só na Austrália é que se verá se serão ventos de mudança na F1.

Force India

Foto: f1fanatic.co.uk

Pilotos: Sergio Perez e Esteban Ocon

A Force India foi uma das boas surpresas do ano passado. Este ano a equipa começou com um teste bastante discreto, ao qual decidiu apresentar mais cor, apresentando uma pintura…cor de rosa.

Mas a cor de um carro não o faz andar mais depressa, para isso a Force India conta com uma base sólida, um motor Mercedes que é um ponto forte, e muito trabalho pela frente para garantir uma classificação tão boa como a do ano passado.

Williams

Foto: f1fanatic.co.uk

Pilotos: Felipe Massa e Lance Stroll

Depois de um primeiro teste muito complicado, a Williams teve uma sessão calma onde conseguiu muitas voltas e, inclusive, os mais rápidos de um dos dias de testes.

Depois de todos os incidentes, a Williams conseguiu também fazer uma simulação de corrida, com tempos competitivos, e utilizar apenas um único motor, durante todo o teste.

Mais boas notícias? O antigo diretor da Mercedes, Paddy Lowe, está a chegar, com muitas melhorias também.

McLaren

Foto: f1fanatic.co.uk

Pilotos: Fernando Alonso e Stoffel Vandoorne

Que se pode dizer mais sobre o desastre que tem sido este início de temporada da McLaren-Honda? Na opinião de Alonso é fácil, a culpa é da Honda. Segundo o espanhol o motor nipónico é pouco fiável e lento. Já Boullier, o chefe de equipa, diz que com um motor Mercedes a McLaren estaria a ganhar corridas.

A pressão está assim no lado dos japoneses, que no 3º ano de F1, não parecem conseguir atinar com um motor verdadeiramente competitivo.

Qual será o futuro desta parceria? Divorcio anunciado? Ou um verdadeiro milagre ainda por chegar?

Toro Rosso

Foto: f1fanatic.co.uk

Pilotos: Daniil Kvyat e Carlos Sainz Jr

A Toro Rosso não teve um primeiro teste de época fácil, mas o segundo já foi diferente. No último teste a “equipa B” da Red Bull conseguiu fazer o dobro das voltas que tinha completado, acabando o teste com um carro que foi descrito pelo chefe de equipa, Franz Tost, como “competitivo e rápido”. A fiabilidade ainda é um problema, mas isso é algo que a Toro Rosso espera que melhore com a chagada da nova versão do motor Renault na Austrália.

No geral, o Toro Rosso parece promissor e não apenas pelo seu aspeto.

Haas

Foto: f1fanatic.co.uk

Pilotos: Romain Grosjean e Kevin Magnussen

A equipa mais jovem do pelotão parece ter um carro sólido. A competitividade parece ser uma base sólida, mas ainda com alguns “glitches” por apurar. A base parece ser competitiva, principalmente com o motor Ferrari a dar potência, mas ainda faltam muitos acertos no carro.

Prometeram à jovem equipa americana que o 2º ano ia ser muito mais complicado, mas toda a gente na Haas quer provar aos críticos que isso não será assim.

Renault

Foto: f1fanatic.co.uk

Pilotos: Nico Hulkenberg e Jolyon Palmer

Depois do terrível 2016 a Renault quer um 2017 bem mais fácil. Até agora o novo monolugar parece ser uma clara evolução, apesar de a unidade motriz ainda ter alguns problemas de fiabilidade.

A Renault sabe quais os problemas mecânicos que foram afetando a pré-temporada e a solução pode estar no conjunto de melhorias esperadas em Austrália.

Sauber

Foto: f1fanatic.co.uk

Pilotos: Marcus Ericsson e Pascal Wehrlein

A Sauber sabe que não vai ter uma vida fácil, muito por culpa de ser a única equipa a utilizar um motor de 2016 no seu carro. Apesar de o Ferrari de 2016 ter sido uma boa unidade motriz, este ano há total liberdade de melhoria dos motores, algo que via deixar a Sauber para trás, especialmente com o progresso da temporada.

Apesar de fiáveis, a Sauber sabe que tem uma longa temporada, com muitas dificuldades pela frente.

O que aí vem?

Com o GP da Austrália mesmo à porta a excitação pelo regresso da F1 está no ar. O cheiro a borracha queimada, o som dos motores a gritar, as espectativas para ver quem é o mais rápido, tudo isso está prestes a chegar. O GP da Austrália realiza-se entre os dias 24 e 26 deste mês.

Nesta fase as perguntas são muitas e não é na 1ª corrida do ano que se tem as respostas, mas a espera é sempre longa para quem ama a maior potência automobilística do mundo.

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Luís PereiraMarço 7, 20177min0

Nesta antevisão da F1 de 2017 foi feita uma análise aos 1ºs testes de pré-temporada, testes esses que deixaram mais dúvidas do que respostas. Será que a Mercedes vai voltar a dominar? A Ferrari e a Red Bull estarão mais próximas da Mercedes? Estará a McLaren em crise?

Mercedes

Volta mais rápida: 1:19.705, Valtteri Bottas, 3º dia, Ultramacios

“Mais do mesmo” é o que terão pensado muitos fãs de F1 depois dos primeiros testes de pré-temporada. Os Campeões do Mundo voltaram a fazer um teste impressionante. Se muitos pensavam que a mudança de regras deste ano conseguiria mudar a tendência vencedora dos germânicos, podem estar enganados.

Hamilton e Bottas mostraram a enorme fiabilidade do novo monolugar da Mercedes, a completar simulações de corrida com tempos rápidos e consistentes. 2017 pode ser um ano de mudança, mas a Mercedes não parece ter ficado para trás na corrida às novas regras.

Red Bull

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Volta mais rápida: 1:21.153, Daniel Ricciardo, 3º dia, Macios

A Red Bull é uma das favoritas para 2017. Em 2016 foi a equipa austríaca foi a que mais se aproximou da Mercedes e agora espera que Adriran Newey consiga utilizar bem a mudança de regras, como ele tão bem costuma fazer, para se chegar à frente.

Os testes não começaram sem problemas, mas nada que não se espera no 1º teste do ano. O RB13, ainda parece ser bastante “simples”, mas Adrian Newey gosta assim mesmo, de uma base sólida que depois pode desenvolver.

Ferrari

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Volta mais rápida: 1:19.952, Sebastian Vettel, 3ºdia, Macios

Será que é desta que a Ferrari acertou? A McLaren descreveu a equipa de Maranello como a surpresa dos testes, já que a Scuderia fez tempos bastantes competitivos, comparáveis aos tempos da Mercedes, e apresentaram bastante fiabilidade, com mais de 2,000km feitos, apenas igualados pela Mercedes.

Apesar de toda a boa sensação deixada pela equipa, os italianos andam a manter um low profile, para evitar os erros do ano passado.

Force India

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Volta mais rápida: 1:22.509, Esteban Ocon, 2º dia, Supermacios

A Force India foi uma das boas surpresas do ano passado. Este ano a equipa começou com um teste bastante discreto. A equipa apresentou-se confiante, mas silenciosa, sabendo que tem um ponto forte na unidade motriz da Mercedes e uma base segura para desenvolver. O Objetivo é melhorar o resultado do ano passado, que já foi o melhor de sempre da equipa.

Williams

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Volta mais rápida: 1:22.076, Felipe Massa, 1º dia, Macios

A Williams teve uma sessão complicada, mas muito por culpa do seu piloto, de Lance Stroll. O jovem piloto teve três acidentes em dois dias, todos com culpa no seu cartório. Isto pode deixar o jovem canadiano com crise de confiança, mas acima de tudo, prejudicou a equipa.

A Williams não conseguiu participar no último dos quatro dias de testes devido a esses três acidentes e tem de recuperar muito do tempo perdido nesta fase.

McLaren

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Volta mais rápida: 1:22.576, Stoffel Vandoorne, 4º dia, Ultramacios

Mais um ano da nova parceria McLaren-Honda, mais um capitulo do que tem sido a história desta reunião: penúltimos a nível de voltas mais rápidas, penúltimos a nível de voltas completadas. Resumindo: a McLaren-Honda neste teste foi pouco fiável e lenta. Tudo o que a F1 não deve ser. No 3º ano de parceria e num ano em que há total liberdade de desenvolvimento dos motores, a equipa deveria de estar muito melhor posicionada que isto.

Os problemas de motor dos primeiros dois dias obrigaram a equipa a andar pouco e mais lentos nos restantes dias. A McLaren-Honda ainda pode ter uma cartada na manga, mas terá de pedalar muito para evitar que esta temporada seja uma repetição das últimas, que numa equipa com o pedigree da McLaren só tem uma palavra: desilusão.

Toro Rosso

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Volta mais rápida: 1:22.956, Daniil Kvyat, 2º dia, Macios

Um dos carros mais bonitos do pelotão não teve uma estreia feliz. O Toro Rosso teve muitos problemas de fiabilidade, que fizeram da equipa a que menos voltas completou durante esta sessão.

Foi um início complicado, mas Franz Tost acredita que a equipa está bem encaminhada para liderar o meio da tabela.

Haas

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Volta mais rápida: 1:22.118, Romain Grosjean, 3º dia, Supermacios

Foi um teste sólido para a mias jovens das equipas de F1. A equipa americana teve uma prestação mediana a nível de número de voltas e tempos, que é sempre um alento para uma equipa apenas na sua 2ª temporada de F1.

Apesar disso, houve um aspeto negativo durante os testes, já que os problemas de travões, que tanto pragaram a equipa no ano anterior, mantiveram-se para este teste. A equipa espera vir-se livre destes problemas no início da temporada.

Renault

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Volta mais rápida: 1:21.396, Jolyon Palmer, 3º dia, Macios

Apesar de ter começado os testes com alguns problemas de fiabilidade, a Renault teve um teste bastante positivo. A Renault teve um ano de 2016 terrível, e precisava de melhorar imenso em 2017, algo que parece ter conseguido.

Apesar de ter apresentado tempos competitivos, ainda não se sabe bem qual será a cauda do pelotão que espera a Renault, mas a equipa parece ter encontrado uma base bastante sólida.

Sauber

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Volta mais rápida: 1:21.824, Marcus Ericsson, 3º dia, Supermacios

Apesar de ter sido uma das equipas cauda do pelotão de 2016 a Sauber começou 2017 apostada em sair dessa zona. A nível de competitividade, ainda não se sabe onde a Sauber vai ficar, mas até agora o C36 mostrou-se fiável, que ajudou bastante a equipa a fazer um teste completo e que vai preparar a equipa para a temporada que se avizinha.

O que se segue?

Faltam quatro dias de teste para acabar a pre-época de 2017, que vão de 7 a 10 de março, e ainda temos mais perguntas do que respostas para a nova e emocionante temporada de F1, que começa no dia 26 de março, na Austrália.

 


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