17 Dez, 2017

João Ferreira, Author at Fair Play

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João FerreiraNovembro 3, 20177min0

As lesões são naturais no desporto. O que não é natural é que tantos jogadores profissionais, com uma preparação física acima da média, se estejam a lesionar em jogadas perfeitamente banais. Melhores dias virão, mas até agora, são dias negros na NBA

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João FerreiraOutubro 18, 20175min0

Quem é que não tinha saudades? A NBA está de volta! O espectáculo, os melhores jogadores, os melhores treinadores, o melhor basket. Os dois primeiros jogos foram do melhor que existe e assim esperamos sejam os outros jogos.

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João FerreiraAgosto 27, 20174min1

Os Philadelphia 76ers são, sem sombra de dúvidas, uma das equipas mais entusiasmastes da Conferência Este e da NBA. É verdade que a equipa precisa de tempo para crescer por ser muito jovem mas possui a qualidade para vir a ser uma das melhores equipas dos últimos anos a par dos GSW, com as devidas comparações .

Os dois últimos anos foram penosos com a equipa dos Philadelphia 76ers a ser apelidada como uma das piores equipas de sempre da história da NBA. Esta desgraça exibicional (para se ter uma noção, nos 82 jogos da época transacta, o conjunto de Philly ganhou apenas 28 jogos e perdeu os restantes 54) por parte dos 76ers permitiu-lhes, ao longo dos últimos anos, uma pick bastante alta aquando da altura do Draft.

As primeiras picks

Desta forma pelo 2º ano consecutivo tiveram a 1ª pick do Draft, recebendo assim nas suas hostes Markelle Fultz, um dos jogadores mais promissores da liga. Markelle, que na faculdade de Washington (e que não conseguiu levar a equipa aos playoffs) obteve uma média espantosa de 23.2 pontos por jogo e 5.9 e 5,7 de assistências e de ressaltos por jogo, respectivamente. Fultz lutou com Lonzo Ball pelo lugar máximo das escolhas das equipas da liga norte-americana de Basquetebol mas foi este que foi selecionado para se juntar aos Philadelphia 76ers.

A 1ª escolha do Draft (Foto:ESPN)

A partir do dia em que Fultz se juntou os fãs da NBA criaram o que vai ser a equipa dos Philadelphia 76ers nos próximos anos: os FEDS. Este acrónimo refere-se aos quatro jogadores mais jovens desta equipa: Markelle Fultz, Joel Embiid, Dario Saric, Ben Simmons.

Ben Simmons foi a 1ª pick do ano passado teve a época passada praticamente toda lesionado com uma fractura no pé o que o impediu de mostrar aquilo que realmente era o seu potencial. Desta forma, e com a lesão debelada, o ala apresenta-se como uma das principais promessas no que toca ao tiro exterior e à capacidade de finalizar os lances por si criados. O antigo jogador da LSU possui uma estampa física enorme e tem vindo a trabalhar ao longo do verão para se apresentar nas melhores condições físicas no inicio da NBA. Está aqui um caso sério para ser um grande jogador.

Os restantes FEDS

Joel Embiid, o gigantesco poste dos 76ers que também tem vindo a sofrer de algumas lesões que o impediram de mostrar aquilo que realmente vale é um dos postes mais promissores das NBA a par de Karl-Anthony Towns. O camaronês teve uma lesão que o tem vindo a afectar desde o Draft mas segundo consta, a lesão está completamente ultrapassada e será, esta época capaz de criar mossa nas tabelas adversárias, seja no jogo interior seja nos ressaltos ofensivos.

 

Por sua vez, Dario Sarič, que fez as despesas praticamente todas da equipa no ano passado, é um jogador mais conhecedor do basquetebol europeu. O croata começou a carreira no Cibona Zagreb tendo passado também no Anadolu Efes (Turquia) antes de assinar pelos 76ers no ano passado. Foi, sem dúvida, o jogador mais em destaque desta equipa no ano passado a par de T.J. McConnel, tendo mesmo sido nomeado por dois meses consecutivos o Rookie do Mês da Conferência Este.

O melhor jogador da época passada dos 76ers (Foto: ESPN)

Outros Destaques

Apesar de todos estes jogadores ainda existe outro destaque nesta free-agency para a equipa de Philadelphia: J.J. Redick, o base contratado à desmantelada equipa dos Clippers. É um dos melhores reforços para esta equipa porque vem juntar uma experiência abismal à equipa que é muito jovem. O registo do base é espantoso com idas aos playoffs todos os anos desde que ingressou na equipa dos Orlando Magic.

Esta é sem duvida uma das equipa mais promissoras desde há muito na liga e esperemos que sejam capazes de trazerem de volta a Philly os anos de glória, anos esses passados com um dos melhores jogadores de sempre, Allen Iverson.

Serão os FEDS capazes de chegar, pelo menos, às meias-finais da Conferência Este?

 

5 provável: Markelle Fultz, J.J.Redick, Ben Simmons, Dario Sarič e Joel Embiid

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João FerreiraAgosto 17, 20174min0

Há muitos anos que a NBA e os seus adeptos têm vindo a verificar uma disparidade astronómica entre aquilo que é a Conferência Oeste e a Conferência Este. Os melhores jogadores têm fugido para a Conferência Oeste numa tendência pouco normal demonstrando a fragilidade dos franchises do Este em relação à contratação de grandes jogadores.

A esta fragilidade apenas existe uma excepção flagrante: Gordon Hayward que saiu dos Utah Jazz e foi para os Boston Celtics (candidatos maiores a ganhares a Conferência Este, nesta época que se avizinha). Apesar dos franchises do Este terem, basicamente, a mesma capacidade financeira que os da Conferência Oeste, a competição dentro da própria Conferência faz com que os jogadores prefiram ir jogar contra grandes equipas mais frequentemente do que o normal na Conferência Este.

Em comparação com o ano passado existem 2 equipas que estão fortemente reforçadas e pronto para fazer frente aos 3 favoritos Golden State Warriors, Houston Rockets e os San Antonio Spurs: os Minnesota Timberwolves, os Oklahoma City Thunder.

Minnesota Timberwolves

A equipa dos Wolves renovou o seu símbolo e com ele o seu plantel e tal como tinha afirmado noutro artigo, vai ser uma equipa a ter em conta para os playoffs deste ano da Conferência Oeste.

Na noite do draft os adeptos do conjunto de Minnesota tiveram uma boa surpresa e viram uma das estrelas dos Chicago Bulls (equipa da Conferência Este) , Jimmy Butler a juntar-se ao seu antigo treinador Tom Thibodeau em troca por Zach LaVine e Kris Dunn e a 7a pick do draft.

Para além desta transferência megalómana, vimos a equipa de Minneapolis a mandar Ricky Rubio para Utah, deixando assim espaço para a contração do free-agent Jeff Teague, antigo jogador dos Indiana Pacers.

Mas este período de free-agency não acabou aqui para os Wolves e, desta forma, adquiriram também os serviços de Taj Gibson e Jamal Crawford, dois jogadores com muita experiência que vão ajudar a crescer a equipa e vão fazer com que está vá pelo menos às meias finais da Conferência Oeste.

5 inicial provável: Jeff Teague, Jimmy Butler, Andrew Wiggins, Taj Gibson e Karl Anthony Towns.

Vai ser difícil de os parar (Foto:ESPN)

Oklahoma City Thunder

A free-agency foi bastante emocionante em Oklahoma e está equipa viu-se presenteada com um reforço de peso que torna os OKC um adversário temível: o 4 vezes All-Star Paul George, o substituto ideal para Kevin Durant.

Apesar desta aquisição por parte do conjunto existem outros dois jogadores que podem fazer a diferença, cada um à sua maneira: Steven Adams, um dos postes mais físicos e competitivos da Liga e Russel Westbrook, o melhor jogador da época transacta e o rei dos triplos-duplos promete fazer estragos novamente levando a equipa a uma grande época. Estes 3 jogadores prometem fazer um novo Big 3 feroz.

5 provável: Russel Westbrook, Andre Roberson, Paul George, Doug McDermott e Steven Adams

Fica a questão: será esta equipa competitiva o suficiente para sufocar o domínio evidente dos GSW, dos Spurs e dos Rockets?

O Duo Mágico (Foto: Getty Images)

A Conferência Oeste promete

Destaque, ainda, para dois franchises: os Pelicans que juntaram a Anthony Davis e DeMarcus Cousins, Rajon Rondo o antigo base dos Bulls que promete levar a equipa aos momentos das grandes decisões, e criando outro Big 3 temível e os Houston Rockets que acrescentaram ao seu plantel CP3 tornando assim o seu backcourt um dos melhores da Conferência Oeste e da NBA.

Este promete ser um ano bastante mais animado na Conferência Oeste do que a Este. Com os melhores jogadores, e com os melhores treinadores existem fortes possibilidades de vermos espectáculos fantásticos com as 8 equipas dos playoffs a serem decididos nos últimos jogos da fase regular.

8 equipas prováveis a irem aos playoffs: Golden State Warriors, San Antonio Spurs, Houston Rockets, Oklahoma City Thunder, Utah Jazz, Minnesota Timberwolves, Memphis Grizzlies e New Orleans Pelicans

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João FerreiraJunho 26, 20176min0

Mais um ano de NBA, mais um ano de espetáculo sem igual. Um ano com um final esperado mas cujo caminho até lá teve tudo o que se pedia para ser considerado fantástico. Desde a confirmação do estatuto de super-equipa por parte dos Golden State Warriors até aos 70 pontos marcados por Devin Booker, 2016-2017 teve de tudo e o Fair Play não podia deixar de fazer um balanço daquilo que é considerado mais importante neste percurso que pareceu demasiado curto.

Golden States Warriors: os Campeões da NBA

Falar em NBA, neste momento, é o mesmo que falar em Golden State Warriors. Depois de no início do ano a equipa de Oakland ter ido buscar Kevin Durant aos OKC, ficou a dúvida de que forma é que o conjunto se ia adaptar à entrada de um jogador daquela magnitude.

O que se seguiu foi um verdadeiro passeio para GSW e para os seus dois principais jogadores: Stephen Curry e Kevin Durant. A equipa melhorou substancialmente o seu jogo defensivo com Draymond Green em destaque( daí estar nomeado para  NBA´s Defensive Player of the Year) e ofensivamente manteve a sua eficácia com os Splash Brothers em destaque principalmente durante a lesão de Kevin Durant que chegou a fazer recear os adeptos dos Dubs.

No final o que fica para a história são as 16 vitórias contra apenas 1 derrota nos playoffs, o completo domínio da NBA deste ano( matando os fantasmas no ano passado) e a certeza de que iremos ver os GSW a lutar pelos títulos durante muitos anos.

Cleveland Cavaliers

Em Cleveland, o reinado dos King James teve um ano bastante bom embora em termos práticos só se olhe para o 1-4 sofrido nas Finais. No nosso ponto de vista, o principal problema são as soluções de qualidade que vêm do banco. Se parecia, após o período de trades, que os Cavaliers estavam com um plantel mais profundo, as Finais provaram que jogadores como Derron Williams, Channing Frye ou Kyle Korver não têm estofo suficiente para estar nesta equipa.

Por outro lado a inconsistência demostrada por Tristan Thompson e Kevin Love torna se preocupante para um conjunto que luta para ser campeão todos os anos mas que para isso não pode só contar com LeBron James e Kyrie Irving em grande forma.

É aqui que reside o principal problema da equipa de Cleveland, que desta maneira pretende aumentar o seu leque de opções com jogadores como Paul George, Carmelo Anthony ou Dwayne Wade (rumores de transferências).

Russel Westbrook: o verdadeiro NBA MVP

Visto que ainda não foi divulgado quem foi o vencedor do prémio de MVP da NBA não podemos discutir entre James Harden e Russel Westbrook.

No entanto, não podemos deixar de afirmar que o base dos Oklahoma City Thunder devia ser considerado o NBA´s Most Valuable Player. Sim, devia! Porquê? Simples. Durante toda a fase regular e durante a primeira ronda foi o jogador a carregar toda a equipa de Oklahoma. Para além de ter levado toda a equipa às costas, bateu o recorde de Triplos-Duplos, 42, (atenção que não é fácil fazer um quanto mais 42!).

É um jogador fantástico que precisa de uma equipa organizada com um segundo base consistente e com um ala que seja power forward capaz de lançar de triplo e de meia distância tão bem ou melhor que o próprio Westbrook.

Se assim a equipa dos OKC conseguir fazer, terão uma equipa para lutar pelos playoffs do próximo ano. 

Chicago Bulls

É incrível como os tempos mudam. Os adeptos de Chicago ainda se alimentam dos tempos de Michael Jordan e Scottie Pippen mas este ano foi mais passado a discutir do que propriamente a jogar.

O treinador Fred Hoiberg não conseguiu lidar com os egos de Jimmy Butler, Dwayne Wade e Rajon Rondo e foram muitas as vezes que foram divulgados casos de desentendimentos entre os três jogadores e que acabaram por afectar o balneário.

Apesar destes conflitos, a equipa acabou por conseguir marcar a presença nos playoffs e mostrou que jogadores como Carter-Williams, Denzel Valentine, Cristiano Felicio ou Bobby Portis não têm qualidade suficiente para fazerem parte do plantel de Chicago, quanto mais do 5 inicial. 

Vamos ver o que futuro nos reserva em relação aos Bulls já que Jimmy Butler se mudou para Minnesota e está claramente em andamento uma transfiguração no plantes.

O ambiente pesado vivido em Chicago (Foto:ESPN)

Outras equipas

Há outros destaques deste ano que passou, volto a frisar, demasiado rápido.

A equipa dos Spurs com um verdadeiro senhor do basquetebol de seu nome Kawhi Leonard. Não fosse a lesão do jogador no jogo 1 frente ao GSW e este artigo poderia ser diferente e poderia ter escrito que os San Antonio Spurs de Greg Popovich tinham sido outra vez campeões da NBA.

A equipa dos Miami Heat , que a meio da época regular estava no fundo da tabela da Conferência Este e que no final lutaram com Chicago por um lugar nos 8 primeiros. Neste capítulo há que dar os parabéns ao treinador Erik Spoelstra (para nós, devia ser considerado o NBA´s Coach of the Year ).

Um homem de fé na NBA (Foto:GettyImages)

O miúdo de 20 anos fez história! Devin Booker. Vamos ouvir falar muito do base dos Phoenix Suns no futuro. No entanto, após esta época desastrosa por parte da sua equipa, o que tiramos é o jogo dos Suns contra os Celtics em que Devin Booker se tornou o 4º jogador na história da NBA a chegar aos 70 pontos!

Estes foram os momentos, equipas, jogadores ou treinadores que se destacaram ao longo da época de 2016-2017. Uma coisa é certa. Esta época encheu as medidas a todos os adeptos de basquetebol. Só é pena ter de terminar. É também um facto de que o ano que vem vai ser tão bom ou melhor que este e a ansiedade para que comece a nova época é enorme. Até lá, vamos ver o que acontece às composições das diferentes equipas.

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João FerreiraJunho 8, 20174min0

As Finais da NBA continuam a surpreender os seus espectadores a cada dia que passa. Se após o jogo 2, ficou a ideia de que os Cleveland Cavaliers tinham muito por onde melhorar. E de facto, no Jogo 3 melhoraram mas a equipa dos Golden State deu mais uma demonstração de força e de classe, arrumando com as Finais da NBA

A vida para os Cleveland Cavaliers está cada vez mais difícil, depois de terem perdido o Jogo 3 por 118-113. Se este foi o jogo mais emocionante destas Finais da NBA, deveu-se principalmente à subida de rendimento no ataque de alguns jogadores da equipa de Cleveland como J.R.Smith ou Kyrie Irving. O problema dos Cavs é que do outro lado está um verdadeiro monstro chamado Kevin Durant.

Agressividade dos Cavs

Tal como disse no artigo referente ao Jogo 2, para ganharem o Jogo 3, o conjunto de Cleveland necessitava de aumentar a intensidade defensiva imposta ao longo do jogo. Apesar de o terem feito, principalmente a partir do 3º período, não deixaram de “dar” pontos de borla aos Golden State com falhas defensivas constantes. Estes pontos, para além de darem cabo do psicológico da equipa que os sofre acaba por aumentar a confiança da equipa que marca.

Um dos principais jogadores a dar estas borlas foi J.R.Smith. O jogador norte-americano teve ontem o seu melhor jogo das finais em ofensivamente, mas mesmo assim pouco acrescentou em termos defensivos. Apesar de ter uma tarefa muito complicada de defender Klay Thompson, o jogador nunca se encontrou no momento defensivo e o seu match-up com um dos membros dos Spalsh Brother não lhe foi nada favorável com o jogador dos Warriors a marcar uns impressionantes 30 pontos em 41 minutos jogados.

J.R.Smith não conseguiu parar Klay (Foto:Getty Images)

Outro problema defensivo dos Cleveland é quando LeBron James sai para descansar. Sim, LeBron precisa de descansar. E quando o fez, durante 1 mero minuto, a sua equipa teve um parcial impressionante pela negativa de 0-11. Isto apenas demonstra que os Cavs pecam por soluções tanto ofensivas como defensivas quando o King está fora do court.

Mas os Cavs não se viram só “aflitos” no momento defensivo. Apesar das exibições monstruosas de LeBron James (mais uma!, com 39 pontos) e de Kyrie Irving (finalmente, mostrou aquilo que realmente vale, com 38 pontos), outros jogadores fundamentais na manobra ofensiva pouco acrescentaram.

Falo de Tristan Thompson, que está a fazer umas finais horríveis, perdendo ressaltos para Steph Curry e sem marcar qualquer ponto, e de Kevin Love que até tinha estado constante nos dois primeiros jogos mas neste pouco mostrou.

Mérito de Golden State

Mas apesar de todas esta falhas de Cleveland, fizeram um grande jogo, o melhor até agora destas Finais da NBA. O problema é que do outro lado está a melhor equipa da NBA. Começam a faltar palavra para descrever a qualidade de jogo que a equipa de Oakland apresenta, sendo que já são colocados ao nível dos Chicago Bulls de Michael Jordan e Scottie Pippen.

Apesar da desvantagem que chegou a ser de 8 pontos, a meio do 3º período nunca desistiu e chegou mesmo a fazer um parcial de 11-0 nos minutos finais com o triplo de Kevin Durant a encerrar o jogo que até àquela altura estava bastante vivo. 

Os Cavs nunca mais se encontraram com o foco a ir para o verdadeiro “bloqueio mental” sofrido por LeBron James nos últimos 4 minutos e meio, onde não marcou qualquer ponto, com uma jogada a ficar na retina dos espectadores pela negativa.

Vai acabar já?

Se os Cavs jogaram muito bem neste Jogo 3, existe uma certa expectativa para ver como é que vão encarar o próximo jogo. É verdade que o ano passado deram a volta a um 1-3 de forma a tornarem-se campeões da NBA. A diferença deste ano tem 2,06m e veio de Oklahoma. Kevin Durant está prestes a ser eleito MVP destas Finais da NBA e ainda só passaram 3 jogos.

Sendo assim, no caso dos Golden State Warriors ganharem o próximo jogo na Quicken Loans Arena não só vão varrer os actuais campeões da NBA, como também vão completar o 1º 16-0 da história (16 vitórias contra 0 derrotas nos playoff´s), o que significa que completam assim 4 “varridelas”: Portland Trail Blazzers, Utah Jazz, San Antonio Spurs e Cleveland Cavaliers.

Veremos o que acontece no próximo jogo com a certeza que irá ser, provavelmente, um dos melhores jogos do ano da NBA.


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