17 Ago, 2017

Gonçalo Santos, Author at Fair Play

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Gonçalo SantosFevereiro 20, 20175min0

São vários os jogadores de tenra idade que, ainda assim, estão a conseguir intrometer-se entre os mais experientes, merecendo já a atenção dos amantes da modalidade. Em baixo, uma mão cheia de razões que sustentam a tese de que, em Portugal, existem muitos e bons talentos a despontar para o futsal.

EDGAR VARELA | SPORTING CP | 20 ANOS

Esta está, definitivamente, a ser a época de afirmação de Edgar Varela na equipa principal do Sporting. O jovem, que completou grande parte da sua formação enquanto jogador nos escalões jovens dos “leões”, participou em 17 dos 18 jogos da equipa de Nuno Dias no campeonato, nos quais já marcou dez golos.

Aos 20 anos – completa 21 em março próximo – o ala português tem vindo a ganhar, como mostram os números, enorme importância na equipa leonina, sendo um dos jogadores em quem a direção e corpo técnico depositam mais confiança… mas não é de agora.

Esta é, na verdade, a quarta época de Varela na equipa principal do Sporting, pela qual se estreou em 2013/2014. Desde então, tem vindo a repartir minutos com as equipas jovens do clube, algo que deixou de acontecer em 2016/2017, tendo somado mais tempo de jogo a cada temporada que passou.

A rápida ascensão do ala não pode, de maneira alguma, estar a passar despercebida por outros emblemas, sobretudo internacionais, pelo que urge tratar da renovação do contrato de Varela com o Sporting, ele que está ligado contratualmente aos “verde e brancos” até ao final da próxima época.

No vídeo disponibilizado, Edgar Varela marca o 2º golo da equipa de Alvalade

YULIÁN DÍAZ | AD FUNDÃO | 21 ANOS

Demorou a afirmar-se, mas já está a dar que falar no principal escalão do futsal português. Yulián Díaz é um jovem colombiano, que inclusive já se estreou pela seleção principal do seu país, e que só começou a jogar pelo Fundão na oitava jornada do campeonato, tendo sido notória e imediata a sua influência na equipa.

Nas onze partidas que disputou pelo atual 6º classificado da liga, o talentoso ala já fez balançar as redes em sete ocasiões, contribuindo para o bom momento da sua equipa, que já vai em cinco jogos consecutivos a vencer.

Desde o seu primeiro jogo pelo Fundão que Díaz só falhou uma partida no nosso campeonato. Foi, curiosamente, na última jornada, na qual o emblema de Castelo Branco venceu Os Vinhais por 4-3, depois de ter sido expulso na ronda anterior, na vitória frente aos Leões de Porto Salvo. E o colombiano até tinha feito um dos golos…

Yulian Diaz (Foto: Sport Lisboa e Benfica)

DANNY | AD FUNDÃO | 20 ANOS

Outro jovem das fileiras do Fundão e que aparenta ter um futuro risonho à sua frente é Danny. O português já conta com cinco golos nos 17 jogos realizados no campeonato, onde tem sido aposta regular do treinador Bruno Travassos – já o era com o brasileiro Adil Amarante, que iniciou a temporada, mas foi despedido à 9ª jornada, depois de um mau arranque no campeonato.

Após ter concluído a sua formação no Sporting, clube pelo qual ainda realizou três jogos na época transata, mas sem se conseguir afirmar na equipa principal “verde e branca”, Danny encontrou o tempo de jogo que precisava para evoluir numa equipa consistente e que parece disposta a apostar no seu futuro enquanto jogador; uma “parceria” que tem tudo para dar certo.

No vídeo abaixo, Danny faz o 3-3 e 4-3 entre os 2:00 e 2:20

TIAGUINHO | SC BRAGA | 21 ANOS

Começou a ser aposta na época passada, mas tem sido em 2016/2017 que se tem afirmado no plantel principal do Sporting de Braga. Nas dezassete aparições que contabiliza na liga, Tiago Cruz, conhecido no mundo do futsal como Tiaguinho, apontou já cinco golos e tem feito por merecer a confiança do técnico Paulo Tavares.

Chegou ao Minho em 2015, depois de um longo percurso no Caxinas, timidamente interrompido por uma curta passagem pelo Rio Ave, onde acabou por não ter muitas oportunidades, e a sua ascensão tem sido fulminante. Se continuar a ser aposta constante em Braga, dará, certamente, que falar no futuro.

Neste vídeo, Tiaguinho faz o 3-1 (2:46) na vitória do Braga ante o Fundão por 3-1

MIGUEL ÂNGELO | SL BENFICA | 23 ANOS

Protagonizou uma polémica transferência do Sporting para o Benfica no último verão, depois de se ter sagrado campeão nacional pela terceira vez de leão ao peito; Miguel Ângelo há muito que é apontado como uma das maiores promessas do futsal português, mas, aos 23 anos, continua a ficar a sensação de que ainda não atingiu todo o seu potencial.

Após cinco épocas em Alvalade, para onde se transferiu proveniente do Boavista, clube que representou durante toda a sua formação, o ala, que sobretudo nas últimas três temporadas foi um dos jogadores mais utilizados pelo técnico Nuno Dias, é um jogador com um enorme talento, mas que parece “esconder-se” do jogo em alguns momentos, passando muito despercebido.

A sua qualidade técnica invejável faz dele um dos jovens jogadores mais interessantes do campeonato. A verdade, porém, é que Miguel Ângelo aparenta ter estagnado um pouco a sua evolução, de tal forma que, apesar de já estar há alguns anos na I liga, ainda não consegue ser presença assídua nos trabalhos da seleção nacional. Um cenário que pretenderá mudar com a recente mudança para a Luz, onde continua a ser aposta regular.

Miguel Ângelo com as Quinas (Foto: FPF)

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Gonçalo SantosJaneiro 17, 20176min0

Apesar do “travão” no último jogo, diante do Moreirense, no qual não foi utilizado, o médio do FC Porto está a ganhar espaço no plantel “azul e branco”. Ainda tem, contudo, muito trabalho pela frente a fim de se afirmar em definitivo na equipa comandada por Nuno Espírito Santo.

Adquirido ao Liverpool, numa transferência livre de encargos, foi a primeira contratação do novo plantel dos “dragões” para atacar a temporada 2016/2017, mas só cumpriu os seus primeiros minutos pelo emblema da Invicta em finais de novembro frente ao Belenenses, em encontro a contar para a fase de grupos da Taça da Liga.

João Carlos Teixeira, formado na Academia do Sporting, do qual se transferiu ainda muito jovem para os “reds”, não tem tido vida fácil do Dragão, de tal forma que a sua saída na reabertura do mercado, em janeiro, parecia um dado consumado. O médio, porém, ganhou novo fôlego após a sua estreia, apesar de ter jogado pouco mais de um quarto de hora nessa partida, e Nuno Espírito Santo terá vetado a sua transferência.

Na base da decisão do técnico portista poderá estar a versatilidade do atleta, que atua preferencialmente no centro do terreno, mas descai com facilidade para uma das alas, funções que desempenhou já de dragão ao peito nos poucos minutos que somou esta época – até agora, jogou sempre como suplente utilizado, tanto nas três aparições que tem na Liga NOS, como nas duas na Taça da Liga. Fatores aos quais se poderão somar a possível saída de um dos jogadores do meio-campo neste defeso, com Yacine Brahimi à cabeça, ou ainda a necessidade de se ter um conjunto com soluções de qualidade; recorde-se que, além do Campeonato, o FC Porto tem os oitavos-de-final da Liga dos Campeões por disputar, o que exige alguma profundidade em termos de plantel.

Certo é que, desde a sua estreia, João Teixeira tem sido presença regular nos convocados de Nuno Espírito Santo e não aparenta estar na porta da saída do Dragão; a própria imprensa já noticiou que o treinador “azul e branco” pediu à direção para não vender ou emprestar o médio de 23 anos, sobretudo numa altura em que o mesmo tem vindo a ganhar espaço nas suas escolhas.

Uma solução válida…

O FC Porto possui jogadores de qualidade do meio-campo para a frente, e mais concretamente para as posições de João Teixeira, casos de Otávio, Óliver Torres ou do já mencionado Brahimi, sobretudo. Ainda assim, causa alguma estranheza o camisola 18 ter demorado tanto tempo a ser aposta pela primeira vez.

O ex-Liverpool distingue-se pela capacidade que possui de emprestar as suas valências ao jogo interior das equipas que representa, que tende a evoluir com a sua presença. Em Paços de Ferreira, por exemplo, em jogo a contar para a 16ª jornada do campeonato e que acabou empatado a zero, João Teixeira assinou aquela que foi, muito provavelmente, a sua exibição mais interessante ao serviço do atual 2º classificado da liga portuguesa. Depois de, ao minuto 78, render Óliver Torres, o médio português teve a dupla função de assistir os seus colegas da frente de ataque a partir do centro do terreno e de apoiar as investidas portistas com origem no lado esquerdo do ataque “azul e branco”. A sua entrada em campo permitiu aos pupilos de Nuno Espírito Santo circularem a bola com outro critério e, mais do que isso, junto da baliza adversária.

João Teixeira aquando da sua apresentação no FC Porto. Foto: FC Porto

Com João Teixeira dentro das quatro linhas, o FC Porto passou a ter uma referência em campo, na medida em que o jovem aparecia quase sempre solto de marcação e pronto a receber um passe, de forma a, posteriormente, combinar com os seus colegas. O seu sentido de orientação em campo, que lhe permite estar constantemente em busca de uma solução no último terço do terreno, fez com que consiga dar maior profundidade ofensiva à equipa, libertando os jogadores mais criativos, sobretudo os extremos puros, que jogam mais encostados à linha, para outras funções.

No fundo, e apesar de estarmos a falar de um jogador com uma qualidade técnica e visão de jogo que não se devem descartar, ao utilizá-lo com maior frequência, Nuno Espírito Santo ganharia, sobretudo, um atleta que jogaria mais em prol da equipa do que a favor dos seus registos individuais.

… mas que precisa de ser “afinada”

A verdade, todavia, é que João Teixeira não tem conseguido mostrar o seu futebol na totalidade nesta ainda curta estadia no Dragão. Além da estreia muito tardia pelo clube portista, já mencionada neste artigo, o seu rendimento em tão poucos jogos tem sido bastante aceitável, mas pouco preponderante para os resultados da equipa.

Este arranque lento do jogador formado em Alvalade terá sido, certamente, influenciado pelo seu fraco ritmo competitivo. Afinal, João Teixeira teve escassas oportunidades na equipa principal do Liverpool, pela qual nem conta com dez jogos oficiais; em Anfield, jogou quase sempre pelas equipas de sub-21 ou sub-23 dos “reds”. Em 2013/2014, seguiu emprestado para o Brentford, do terceiro escalão do futebol inglês, mas acabou por praticamente não ser utilizado. Foi na época seguinte, ao serviço do Brighton & Hove Albion, do Championship, o equivalente à segunda divisão, que teve a sua grande oportunidade de mostrar serviço. Pelo emblema do sul de Inglaterra, realizou mais de três dezenas de jogos oficiais, nos quais marcou seis golos, bons números que lhe fizeram merecer uma oportunidade no plantel do Liverpool, mas nem Brendan Rodgers nem, mais tarde, Jurgen Klopp fizeram dele aposta regular.

Em suma, João Teixeira é um jogador de qualidade, mas que, enquanto sénior, tem tido muitas dificuldades em estabilizar a sua carreira. Aos 23 anos de idade – completa 24 agora em janeiro – urge jogar com regularidade, algo que não conseguiu no Liverpool e que também se tem revelado complicado no FC Porto. Veremos como corre a segunda metade da época para o médio, que só recentemente começou a despertar a atenção do treinador, cada vez mais ciente das suas capacidades e valias.

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Gonçalo SantosDezembro 20, 20167min0

Depois de confirmar a qualificação para a final four da UEFA Futsal Cup, o Sporting tem como objetivo repetir a final de 2011, embora os “leões” esperem que o desfecho do jogo decisivo da prova lhes seja favorável, desta vez. A concorrência, no entanto, promete não facilitar a tarefa.

Já com três presenças em fases finais da mais significativa prova europeia de clubes de futsal – esta será quarta, depois das participações em 2011, 2012 e 2015 -, o emblema de Alvalade tem nesta edição da UEFA Futsal Cup a ilusão de fazer história. O Sporting, convém mencionar, ainda não foi capaz de se sagrar campeão da Europa da modalidade, tendo perdido uma final, em 2011, frente ao AS Montesilvano, que tinha eliminado o rival Benfica nas meias-finais.

Na altura, uma equipa constituída por jogadores de elevado gabarito, como João Benedito, Divanei, Alex, Fernando Cardinal ou Deo, que curiosamente voltou aos “leões” esta temporada depois de uma experiência de dois anos na Rússia, o clube português viu o sonho ruir aos pés do então campeão italiano em título. Agora, Nuno Dias tem à sua disposição um plantel bastante completo, reforçado no último defeso com nomes de peso, casos de Léo Jaraguá, Dieguinho e do retornado Deo, e que permite à turma leonina ter reais possibilidades de vencer a prova. Pelo meio, contudo, estarão três adversários de muita qualidade e com argumentos fortíssimos para levarem a taça para casa.

Artilharia pesada em Almaty

O Inter Movistar, onde atua o icónico Ricardinho, o Kairat Almaty, que conta com o ex-leão Divanei nas suas fileiras, e o campeão europeu em título, o Gazprom-Yugra, são as outras equipas que também se qualificaram para a fase final desta edição da UEFA Futsal Cup.

Os espanhóis jogarão, em 2016/2017, a sua quinta final four da prova, que já conquistaram por três ocasiões – o que é, de resto, um recorde absoluto – e, depois de terem perdido a final na temporada passada, são, naturalmente, um dos mais fortes candidatos à conquista do título europeu de Futsal. Como se não bastasse, o Inter, orientado por Jesús Velasco, dispõe de um plantel profundo e rico em qualidade, composto por atletas como o português e melhor jogador do Mundo, Ricardinho, mas também Ortiz ou Pola, entre outros.

Por seu lado, os cazaques, que das quatro equipas é aquela com mais rodagem em fase finais desta competição, que já disputou em outras seis ocasiões, tendo vencido a prova em 2013 e 2015, conta com jogadores importantes do panorama internacional do futsal. Além do supracitado Divanei, Douglas Júnior e o guarda-redes Léo Higuita, por exemplo, prometem ser peças essenciais no emblema de Almaty, que também possui um leque de jogadores de peso e bastante equilibrado.

Já os russos, por fim, irão viajar para o Cazaquistão, onde se irá realizar a final four, na condição de detentores do troféu, um feito que alcançaram somente um ano depois de conquistarem o campeonato do seu país pela primeira vez na história. Do elenco do Gazprom-Yugra constam nomes como Caio, Vladislav Shayakhmetov ou Eder Lima, o grande goleador da equipa.

Os vencedores de 2015. Foto: UEFA

Leão na luta por um título inédito

Depois de, na fase de grupos da ronda de elite, terem deixado pelo caminho o City’us TG-Mures (Roménia), o Gyori ETO (Bulgária) e o Dínamo de Moscovo – os russos fizeram os mesmos 7 pontos no grupo, tendo sido eliminados pela menor diferença entre golos marcados e sofridos em relação à do Sporting -, os “leões” chegarão a Almaty com a esperança de fazerem chegar ao museu do clube o primeiro título europeu nesta modalidade.

A qualidade existe no elenco à disposição do técnico Nuno Dias, mas, e ainda para mais numa fase tão adiantada da prova, não existirão jogos fáceis, pelo que será uma enorme proeza trazer a tão desejada UEFA Futsal para Portugal pela segunda vez na história; recorde-se que o Benfica se sagrou campeão europeu de Futsal em 2009/2010.

Seria imprudente dizer-se que o Sporting é um dos favoritos à conquista final. Na verdade, o emblema português é bem capaz de ser aquele que, à partida, terá menos hipóteses de chegar ao derradeiro jogo ou mesmo ganhá-lo. Todos os seus adversários já conquistaram, pelo menos uma vez na sua história, o título europeu da modalidade, ao contrário do leão que, como já foi mencionado, ainda tenta oferecer o troféu pela primeira vez ao museu de Alvalade.

Para levar de vencido qualquer um desses oponentes, Nuno Dias terá forçosamente de estudá-los intensivamente antes da realização desta final four, de forma a aproveitar da melhor maneira possível os poucos pontos fracos tanto de Inter, Kairat e Gazprom-Yugra. Para fazê-lo, o Sporting deverá tirar partido do seu enorme poder de fogo junto à baliza contrária. Além dos seus pivots Rodolfo Fortino e Dieguinho, o emblema “verde e branco” conta ainda com jogadores como Diogo e Diego Cavinato, muito fortes no momento da finalização. O internacional italiano, de resto, é o melhor marcador da Liga SportZone, depois de ter feito 14 golos nas primeiras 12 jornadas. A ‘magia” de Deo e Alex Merlim também pode fazer a balança pender para o lado do campeão nacional.

Registo russo impressiona

Por tudo o que já foi referido, fica difícil apontar um grande candidato à conquista desta edição da UEFA Futsal Cup. Ainda assim, é de se evidenciar a prestação europeia do Gazprom-Yugra. O emblema da cidade de Yugorsk tem um total de 11 jogos disputados na prova, tendo vencido todos eles com um impressionante registo de 65 golos marcados, 16 deles da autoria de Eder Lima, o nome mais sonante da equipa.

O internacional russo, que nasceu no Brasil, joga no Gazprom-Yugra desde 2006, depois de uma curta passagem pelo campeonato português, no qual representou o Estrela da Amadora. O seu trabalho de pivot há muito que tem vindo a impressionar o mundo do futsal e, depois de ter sido um dos obreiros da conquista do clube na temporada transata nesta mesma competição, Eder Lima continua a apresentar-se um nível altíssimo e é um dos jogadores em que os adeptos russos depositam mais esperanças.

Todos os caminhos vão dar… ao Cazaquistão

A fase final da UEFA Futsal Cup 2016/2017 será disputada na Almaty Arena, no Cazaquistão. O novo reduto do Kairat, que abriu portas em setembro último e que foi construído tendo em linha de conta a realização das Universíadas de Inverno do próximo ano, tem capacidade para acolher cerca de 12 mil espectadores. Os jogos estão agendados para o período compreendido entre os dias 27 e 30 de abril.

O sorteio da fase final da prova será realizado em data ainda a designar.

Foto: UEFA

Artigo da autoria de Gonçalo Santos


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